Tudo aconteceu num dia em que fomos acampar com meu garanhão e 8 amigos dele.
Preparamos as caminhonetes com os equipamentos de pesca, a comida, os barcos, barracas, colchões, tudo necessário para passar uma semana acampados (mas por agora só vou contar um dia da estadia, mas podem imaginar o quanto eu aproveitei).
Partimos rumo a um sítio de um conhecido de um deles, que dá acesso a um rio. Chegamos e começamos a montar as barracas, arrumar tudo perto da margem. Um lugar para acender a fogueira. Deixamos tudo pronto e partimos para começar a pescar e tomar alguma coisa.
A maior parte do grupo ficou na beira pescando, enquanto meu garanhão, Jorge e eu saímos de barco para colocar uma rede um pouco mais adiante.
Devíamos ter feito uns 500 metros, colocamos a rede e ficamos pescando por ali. Depois de um tempo, o calor era tanto que os três tiramos a camiseta e amarramos na cabeça, ficando só de short de futebol.
Sem perceber, comecei a olhar o volume do Jorge, que com o short de futebol dava pra notar bem o pacote.
Até que, em certo momento, ele diz: "Gostou do meu pau que não para de olhar?" Fiquei calado, e logo meu garanhão pula: "Se gosta? Ele adora um pau. Olha como ele chupa o meu", diz.
E abaixa o short, deixando o pau balançando: "Vem, chupa como sempre faz".
E comecei a chupar, lambendo bem as bolas e subindo devagar pelo tronco até ele ficar bem grande e grosso. Eu não parava de lamber aquele pedaço quando vejo o Jorge abaixar o short dele também, ficando pelado. E ele diz: "Deixa ele chupar o meu um pouco". E comecei a chupar o pau dele, que era bem menor, devia ter uns 14 cm duro, e eu chupava tudo, metia inteiro na boca e ele segurava minha cabeça e fodia minha boca. E assim eles se revezavam várias vezes com meu garanhão, até que em uma delas meu garanhão diz: "Hora de engolir toda a porra". E ele começa a se masturbar e enfiar na minha boca até que, em um momento, me... Ele puxa o cabelo para trás e começa a jorrar porra que entra na minha boca e outras que saltam na minha cara, e eu engulo toda a porra que tinha na boca. Jorge se aproxima, que já estava se masturbando, e enfia na minha boca e começa a foder minha boca até que em um momento ele explode dentro da minha boca e eu engolia e engolia porra. Eles subiram o shorts, lavei meu rosto com a água do rio e voltamos com todo o grupo. No caminho, Jorge me dizia: "Que bem que você chupa a pica, imagino como deve ser transando. Nessa semana que estamos aqui, vou foder toda essa bundinha durinha que você tem." Eu digo: "Sim, adoraria."
Chegamos e começamos a beber e beber, contar histórias, pegar algum peixe. A noite chegou e estávamos todos sentados entre a costa e a fogueira.
"Vou buscar até a barraca algumas iscas."
Quando chego, vejo que todos se calaram e me olharam. "O que foi?" pergunto.
E eles respondem: "Não sabíamos que tínhamos uma mulherzinha entre nós, que bem vamos passar. Vem aqui, putinha", me diziam, e eu já via que iam me fazer chupar a pica de todos e iam me encher de porra, e isso me deixava muito excitada. Cheguei onde estavam todos e Diego diz: "Começa por aqui" e tira o shorts, ficando pendurado um pedaço muito bonito (o maior do grupo, media uns 28 cm). Eu agarro com a mão e começo a enfiar devagar na boca. Nisso, Diego diz: "Tirem a roupa todos, temos uma festinha. Tragam alguns colchões."
Quando ele está bem duro, ele começa a enfiar até a garganta várias vezes. Eu me afasto e me ajoelho no meio dos colchões e eles me cercam em círculo, todos nus com suas picas penduradas. E começo a chupar uma e com as mãos masturbo outras duas. Fiquei chupando por um bom tempo até que em um momento Diego diz: "Fica de quatro e continua chupando as picas que vou preparar essa bundinha." E começa a lamber bem minha bunda e enfiar os dedos, e eu continuo com uma pica na boca e mais duas na mão.
Nisso, diz meu reprodutor: "Parem, eu trouxe vaselina, porque pensei em comê-lo toda a... semana.
Ele foi me buscar e o Diego começou a passar vaselina em todo o meu buraco e nas nádegas, deixou tudo bem molhado e começou a me penetrar devagar, até que enfiou de uma vez, soltei um grito de dor. Mas a excitação de ter todos aqueles paus para mim era tanta. Ele me comeu um pouco, saiu e o Jorge entrou, começando a me foder bem forte e num ritmo muito bom. Ele saiu e deixou o Ramiro, e assim foram passando os nove. Depois de um tempo, quando todos já tinham me comido, me viram e me colocaram de barriga para cima.
E o Diego começou a me comer de novo, e enfiava dois paus na minha boca, eles estavam super excitados, e eu nem precisei pedir.
Aí o meu garanhão disse: "Quer que todos nós gozem na sua cara e na boca?" — ao que respondi: "Boa, vamos lá, sempre quis que várias pessoas gozassem na minha cara e me deixassem cheia de porra".
Aí o Diego saiu e disse: "Vou eu, começo eu", e começou a jorrar grandes jatos de porra na minha boca e rosto. Ele terminou e veio o Pablo, que era quem estava me comendo na hora, e soltou vários jatos de porra, mas eram bem grossos, engoli um pouco mas não tudo, porque depois eu ia engolir a porra de todos juntos. Depois passou o Mario, e foi ele que me cobriu de porra, era bem líquida mas ele jogou por todo lado, e assim continuaram passando (eu poderia contar como cada um me comeu e como gozou, mas a história ficaria muito longa). Quando faltavam dois, minha cara já estava toda escorrendo de porra e completamente coberta também. O Marcelo deu lugar ao meu garanhão, que foi o último a me comer. O Marcelo, que também tinha um belo pau, principalmente pela grossura, soltou alguns jatos de porra, que foram os últimos, deixando meu rosto totalmente branco de porra, com vários fios pendurados no meu rosto.
E o meu garanhão, que era o único que ainda não tinha gozado, continuou me comendo até que deu toda a sua porra na minha bunda. Eles me carregaram nos braços até o rio, onde limparam meu rosto todo. Tiveram que me carregar porque por um tempo eu nem conseguia me mexer de tanto que me foderam.
Mas foi a mais linda. experiência que é vivida. ser comida por 9 pessoas.
espero que tenham gostado, porque me fudi toda pra relatar isso pra vocês. felizes punhetas, e espero um dia engolir o leite de vocês.
felizes punhetas, espero que deixem pontos e comentários que me incentivem a continuar contando minha vida sexual. beijos nos seus paus.
Preparamos as caminhonetes com os equipamentos de pesca, a comida, os barcos, barracas, colchões, tudo necessário para passar uma semana acampados (mas por agora só vou contar um dia da estadia, mas podem imaginar o quanto eu aproveitei).
Partimos rumo a um sítio de um conhecido de um deles, que dá acesso a um rio. Chegamos e começamos a montar as barracas, arrumar tudo perto da margem. Um lugar para acender a fogueira. Deixamos tudo pronto e partimos para começar a pescar e tomar alguma coisa.
A maior parte do grupo ficou na beira pescando, enquanto meu garanhão, Jorge e eu saímos de barco para colocar uma rede um pouco mais adiante.
Devíamos ter feito uns 500 metros, colocamos a rede e ficamos pescando por ali. Depois de um tempo, o calor era tanto que os três tiramos a camiseta e amarramos na cabeça, ficando só de short de futebol.
Sem perceber, comecei a olhar o volume do Jorge, que com o short de futebol dava pra notar bem o pacote.
Até que, em certo momento, ele diz: "Gostou do meu pau que não para de olhar?" Fiquei calado, e logo meu garanhão pula: "Se gosta? Ele adora um pau. Olha como ele chupa o meu", diz.
E abaixa o short, deixando o pau balançando: "Vem, chupa como sempre faz".
E comecei a chupar, lambendo bem as bolas e subindo devagar pelo tronco até ele ficar bem grande e grosso. Eu não parava de lamber aquele pedaço quando vejo o Jorge abaixar o short dele também, ficando pelado. E ele diz: "Deixa ele chupar o meu um pouco". E comecei a chupar o pau dele, que era bem menor, devia ter uns 14 cm duro, e eu chupava tudo, metia inteiro na boca e ele segurava minha cabeça e fodia minha boca. E assim eles se revezavam várias vezes com meu garanhão, até que em uma delas meu garanhão diz: "Hora de engolir toda a porra". E ele começa a se masturbar e enfiar na minha boca até que, em um momento, me... Ele puxa o cabelo para trás e começa a jorrar porra que entra na minha boca e outras que saltam na minha cara, e eu engulo toda a porra que tinha na boca. Jorge se aproxima, que já estava se masturbando, e enfia na minha boca e começa a foder minha boca até que em um momento ele explode dentro da minha boca e eu engolia e engolia porra. Eles subiram o shorts, lavei meu rosto com a água do rio e voltamos com todo o grupo. No caminho, Jorge me dizia: "Que bem que você chupa a pica, imagino como deve ser transando. Nessa semana que estamos aqui, vou foder toda essa bundinha durinha que você tem." Eu digo: "Sim, adoraria."
Chegamos e começamos a beber e beber, contar histórias, pegar algum peixe. A noite chegou e estávamos todos sentados entre a costa e a fogueira.
"Vou buscar até a barraca algumas iscas."
Quando chego, vejo que todos se calaram e me olharam. "O que foi?" pergunto.
E eles respondem: "Não sabíamos que tínhamos uma mulherzinha entre nós, que bem vamos passar. Vem aqui, putinha", me diziam, e eu já via que iam me fazer chupar a pica de todos e iam me encher de porra, e isso me deixava muito excitada. Cheguei onde estavam todos e Diego diz: "Começa por aqui" e tira o shorts, ficando pendurado um pedaço muito bonito (o maior do grupo, media uns 28 cm). Eu agarro com a mão e começo a enfiar devagar na boca. Nisso, Diego diz: "Tirem a roupa todos, temos uma festinha. Tragam alguns colchões."
Quando ele está bem duro, ele começa a enfiar até a garganta várias vezes. Eu me afasto e me ajoelho no meio dos colchões e eles me cercam em círculo, todos nus com suas picas penduradas. E começo a chupar uma e com as mãos masturbo outras duas. Fiquei chupando por um bom tempo até que em um momento Diego diz: "Fica de quatro e continua chupando as picas que vou preparar essa bundinha." E começa a lamber bem minha bunda e enfiar os dedos, e eu continuo com uma pica na boca e mais duas na mão.
Nisso, diz meu reprodutor: "Parem, eu trouxe vaselina, porque pensei em comê-lo toda a... semana.
Ele foi me buscar e o Diego começou a passar vaselina em todo o meu buraco e nas nádegas, deixou tudo bem molhado e começou a me penetrar devagar, até que enfiou de uma vez, soltei um grito de dor. Mas a excitação de ter todos aqueles paus para mim era tanta. Ele me comeu um pouco, saiu e o Jorge entrou, começando a me foder bem forte e num ritmo muito bom. Ele saiu e deixou o Ramiro, e assim foram passando os nove. Depois de um tempo, quando todos já tinham me comido, me viram e me colocaram de barriga para cima.
E o Diego começou a me comer de novo, e enfiava dois paus na minha boca, eles estavam super excitados, e eu nem precisei pedir.
Aí o meu garanhão disse: "Quer que todos nós gozem na sua cara e na boca?" — ao que respondi: "Boa, vamos lá, sempre quis que várias pessoas gozassem na minha cara e me deixassem cheia de porra".
Aí o Diego saiu e disse: "Vou eu, começo eu", e começou a jorrar grandes jatos de porra na minha boca e rosto. Ele terminou e veio o Pablo, que era quem estava me comendo na hora, e soltou vários jatos de porra, mas eram bem grossos, engoli um pouco mas não tudo, porque depois eu ia engolir a porra de todos juntos. Depois passou o Mario, e foi ele que me cobriu de porra, era bem líquida mas ele jogou por todo lado, e assim continuaram passando (eu poderia contar como cada um me comeu e como gozou, mas a história ficaria muito longa). Quando faltavam dois, minha cara já estava toda escorrendo de porra e completamente coberta também. O Marcelo deu lugar ao meu garanhão, que foi o último a me comer. O Marcelo, que também tinha um belo pau, principalmente pela grossura, soltou alguns jatos de porra, que foram os últimos, deixando meu rosto totalmente branco de porra, com vários fios pendurados no meu rosto.
E o meu garanhão, que era o único que ainda não tinha gozado, continuou me comendo até que deu toda a sua porra na minha bunda. Eles me carregaram nos braços até o rio, onde limparam meu rosto todo. Tiveram que me carregar porque por um tempo eu nem conseguia me mexer de tanto que me foderam.
Mas foi a mais linda. experiência que é vivida. ser comida por 9 pessoas.
espero que tenham gostado, porque me fudi toda pra relatar isso pra vocês. felizes punhetas, e espero um dia engolir o leite de vocês.
felizes punhetas, espero que deixem pontos e comentários que me incentivem a continuar contando minha vida sexual. beijos nos seus paus.
3 comentários - Mi segunda orgia ( campamento una historia larga y gustosa)