Olá, pessoal... retomo meus relatos
Dessa vez vou contar algo que rolou comigo há um tempo atrás numa balada em Buenos Aires.
A balada é conhecida por ser gay-friendly e fica na rua Gascón...
Quem é de Buenos Aires sabe qual é...
Vou explicar como é o lugar... Na época em que eu frequentava, tinha dois andares... No fundo, no térreo, tem um palco, e em cima tem uma pirâmide de vidro, com os "vips" dos lados, digamos assim...
O da esquerda é o que mais chama atenção... "O Túnel".
Acontece que é uma cortina enorme de veludo, pesada, que deixa aquela parte do corredor toda escura.
Dentro dela, tem uma ilha de sofás com encosto grande. Dá pra ver a cor não, por causa da escuridão, mas acho que são claros...
Conforme a noite vai passando, os drinks da torneira livre e a música eletrônica fazem você esquecer do lugar e de tudo ao redor... E aquele túnel escuro no lado esquerdo do andar de cima vai enchendo de safadeza.
– "Rola de tudo lá dentro!!" – um dos meus amigos me disse. Só essas palavras bastaram pra coceira da curiosidade crescer em mim...
– Me leva lá! – falei pro Lucas – Quero ver como é!
– Cê tá louca? A gente entra, mas eu não me responsabilizo pelo que rolar com você lá dentro!
– Fala sério... não vem de pai não!... Quero entrar, mas sozinha não entro.
Somos amigos há tempos e essa é mais uma das nossas aventuras. Nós dois gostamos da mesma coisa: pica grande e grossa. Passamos horas tomando café em alguma padaria, olhando os homens passarem e adivinhando de que lado eles guardam a rola na calça... É assim que passamos muitas tardes de outono...
Lucas pega na minha mão e me leva pro andar de cima do lugar.
Minha cabeça fica se corroendo imaginando como é aquele túnel e o que rola lá dentro... Preciso conhecer... É uma mistura do proibido com a safadeza que me frita os miolos! E nisso tudo... Adiciona as coisas que um dia meu amigo me descreveu. Era necessário que eu me perdesse no...
Ao chegar na porta do túnel, não se vê nada e Lucas diz: — "Por nada nesse mundo solta da minha mão e, no pior dos casos, cola em mim!". O lugar era totalmente escuro... só dava pra ver a última parte do túnel que liga ao palco do térreo.
Nós entramos nele... Não devem ter passado mais de 5 passos quando a mão de Lucas desaparece da minha.
Me sinto indefesa diante da escuridão, é quando tudo começou...
Meu corpo é normal, tenho 1,75, sou morena de olhos azuis. Tenho uns 100 de peito (podem ver meu avatar) e uma bunda digna de admiração. Não sou magra, mas sou grandona.
Naquele dia, eu tava com uma regata branca, sutiã preto e uma calça jeans preta que me apertava, marcando a forma do meu corpo.
Com a música alta e já sem a mão do Lucas como guia... pouco dava pra entender...
A escuridão tomou conta do momento e parecia que lá dentro a música tava mais alta...
...Foi quando o primeiro grupo de mãos toca meu corpo..
A sensação de não ver nada faz com que, ao senti-las... meu corpo salte de susto...
Mesmo assim, logo chega outro monte de mãos no meu corpo...
Apalpavam tudo que podiam, minhas mãos tentavam afastá-las... Até que sinto que me seguram pelos dois pulsos.
Imobilizada, já são 6 as mãos que estão me tocando... ou mais... perco a conta.
Já não passam por cima da roupa, mas sim por baixo.
O álcool me deixa relaxada, excitada, então me deixo levar pelo momento.
Apertam, tocam, brincam... meu sutiã se solta e as mãos já vão por baixo dele...
Sinto como se vários corpos se aproximam e sussurros vão sendo ouvidos nos meus ouvidos:
— Que gostosa você é!
— Que delícia, mamãe!
— Tá gostando, não é, putinha?
As mãos me enlouquecem... sinto como se tudo fosse luxúria e me deixo ser.
Minha calça, por algum motivo, já não está mais abotoada e várias mãos já estão me tocando na frente e atrás...
Me encontro: tesuda. totalmente encharcada e morrendo de vontade de gozar, meus gemidos só aumentam, junto com a fúria daquelas mãos no meu corpo..
Sinto uma roça roçando na minha mão. Sem pressa, puxo ela pra mim e começo a passar a mão. Vejo ela crescendo de tamanho e se posicionando atrás de mim.
A calça e minha calcinha fio dental já não tão mais no lugar. E mais mãos chegam no pedaço.
Alguém fala: - Cê gosta dessa bundinha pequena?
Nem consigo falar quando sinto aquela rola que tava na minha mão agora brincando na minha rachinha. Uma das mãos não para de fazer círculos no meu clitóris e fica brincando de me penetrar. Outras mãos continuam nos meus peitos. Totalmente exposta pela situação, só quero ser penetrada.
Preciso sentir aquela rola na minha bundinha pequena, então me abaixo um pouco enquanto as mãos continuam no meu corpo.
Sem pressa e sem pausa… vou sendo penetrada por aquela rola divina que agora preenche toda minha bundinha pequena.
Os movimentos vão aumentando a intensidade, já não consigo nem entender onde tô, nem me importo… Quero gozar e aquelas mãos e os sussurros e as coisas que falam me deixam com muito mais tesão…
Minha cabeça vai explodir, minhas pernas tremem, as estocadas aumentam… Fortes, firmes, penetrantes… enquanto a mão que tá no meu clitóris já se mexe com frenesi e outra mão (acho que da mesma pessoa) vai me penetrando pela buceta..
Tô chegando no ápice do orgasmo. A rola penetra uma e outra vez. Sinto ela gozar dentro da minha bunda, aquele leite agora escorre pela minha bundinha pequena e desce pelas minhas pernas…
As mãos cumprem o papel de me dar o melhor dos orgasmos…
Me perco no orgasmo...
Aí sinto uma voz grave falando: - GALERA! Pelo amor de Deus! Vão pra um hotel! Sabemos que não dá pra transar aqui! Já conhecem as regras!
As mãos param de me tocar na hora, me arrumo como dá e sinto uma mão me segurar pelo braço e me tirar do lugar.
Era um segurança do lugar que veio botar “ordem”. Fora do túnel. encontro o Lucas rodeado de umas patricinhas que ficam olhando eu sair arrumando minhas roupas. Ele me agarra morrendo de rir e fala: - Olha que puta que é minha amiga!!! Eu rio e a gente sai do lugar…
Dessa vez vou contar algo que rolou comigo há um tempo atrás numa balada em Buenos Aires.
A balada é conhecida por ser gay-friendly e fica na rua Gascón...
Quem é de Buenos Aires sabe qual é...
Vou explicar como é o lugar... Na época em que eu frequentava, tinha dois andares... No fundo, no térreo, tem um palco, e em cima tem uma pirâmide de vidro, com os "vips" dos lados, digamos assim...
O da esquerda é o que mais chama atenção... "O Túnel".
Acontece que é uma cortina enorme de veludo, pesada, que deixa aquela parte do corredor toda escura.
Dentro dela, tem uma ilha de sofás com encosto grande. Dá pra ver a cor não, por causa da escuridão, mas acho que são claros...
Conforme a noite vai passando, os drinks da torneira livre e a música eletrônica fazem você esquecer do lugar e de tudo ao redor... E aquele túnel escuro no lado esquerdo do andar de cima vai enchendo de safadeza.
– "Rola de tudo lá dentro!!" – um dos meus amigos me disse. Só essas palavras bastaram pra coceira da curiosidade crescer em mim...
– Me leva lá! – falei pro Lucas – Quero ver como é!
– Cê tá louca? A gente entra, mas eu não me responsabilizo pelo que rolar com você lá dentro!
– Fala sério... não vem de pai não!... Quero entrar, mas sozinha não entro.
Somos amigos há tempos e essa é mais uma das nossas aventuras. Nós dois gostamos da mesma coisa: pica grande e grossa. Passamos horas tomando café em alguma padaria, olhando os homens passarem e adivinhando de que lado eles guardam a rola na calça... É assim que passamos muitas tardes de outono...
Lucas pega na minha mão e me leva pro andar de cima do lugar.
Minha cabeça fica se corroendo imaginando como é aquele túnel e o que rola lá dentro... Preciso conhecer... É uma mistura do proibido com a safadeza que me frita os miolos! E nisso tudo... Adiciona as coisas que um dia meu amigo me descreveu. Era necessário que eu me perdesse no...
Ao chegar na porta do túnel, não se vê nada e Lucas diz: — "Por nada nesse mundo solta da minha mão e, no pior dos casos, cola em mim!". O lugar era totalmente escuro... só dava pra ver a última parte do túnel que liga ao palco do térreo.
Nós entramos nele... Não devem ter passado mais de 5 passos quando a mão de Lucas desaparece da minha.
Me sinto indefesa diante da escuridão, é quando tudo começou...
Meu corpo é normal, tenho 1,75, sou morena de olhos azuis. Tenho uns 100 de peito (podem ver meu avatar) e uma bunda digna de admiração. Não sou magra, mas sou grandona.
Naquele dia, eu tava com uma regata branca, sutiã preto e uma calça jeans preta que me apertava, marcando a forma do meu corpo.
Com a música alta e já sem a mão do Lucas como guia... pouco dava pra entender...
A escuridão tomou conta do momento e parecia que lá dentro a música tava mais alta...
...Foi quando o primeiro grupo de mãos toca meu corpo..
A sensação de não ver nada faz com que, ao senti-las... meu corpo salte de susto...
Mesmo assim, logo chega outro monte de mãos no meu corpo...
Apalpavam tudo que podiam, minhas mãos tentavam afastá-las... Até que sinto que me seguram pelos dois pulsos.
Imobilizada, já são 6 as mãos que estão me tocando... ou mais... perco a conta.
Já não passam por cima da roupa, mas sim por baixo.
O álcool me deixa relaxada, excitada, então me deixo levar pelo momento.
Apertam, tocam, brincam... meu sutiã se solta e as mãos já vão por baixo dele...
Sinto como se vários corpos se aproximam e sussurros vão sendo ouvidos nos meus ouvidos:
— Que gostosa você é!
— Que delícia, mamãe!
— Tá gostando, não é, putinha?
As mãos me enlouquecem... sinto como se tudo fosse luxúria e me deixo ser.
Minha calça, por algum motivo, já não está mais abotoada e várias mãos já estão me tocando na frente e atrás...
Me encontro: tesuda. totalmente encharcada e morrendo de vontade de gozar, meus gemidos só aumentam, junto com a fúria daquelas mãos no meu corpo..
Sinto uma roça roçando na minha mão. Sem pressa, puxo ela pra mim e começo a passar a mão. Vejo ela crescendo de tamanho e se posicionando atrás de mim.
A calça e minha calcinha fio dental já não tão mais no lugar. E mais mãos chegam no pedaço.
Alguém fala: - Cê gosta dessa bundinha pequena?
Nem consigo falar quando sinto aquela rola que tava na minha mão agora brincando na minha rachinha. Uma das mãos não para de fazer círculos no meu clitóris e fica brincando de me penetrar. Outras mãos continuam nos meus peitos. Totalmente exposta pela situação, só quero ser penetrada.
Preciso sentir aquela rola na minha bundinha pequena, então me abaixo um pouco enquanto as mãos continuam no meu corpo.
Sem pressa e sem pausa… vou sendo penetrada por aquela rola divina que agora preenche toda minha bundinha pequena.
Os movimentos vão aumentando a intensidade, já não consigo nem entender onde tô, nem me importo… Quero gozar e aquelas mãos e os sussurros e as coisas que falam me deixam com muito mais tesão…
Minha cabeça vai explodir, minhas pernas tremem, as estocadas aumentam… Fortes, firmes, penetrantes… enquanto a mão que tá no meu clitóris já se mexe com frenesi e outra mão (acho que da mesma pessoa) vai me penetrando pela buceta..
Tô chegando no ápice do orgasmo. A rola penetra uma e outra vez. Sinto ela gozar dentro da minha bunda, aquele leite agora escorre pela minha bundinha pequena e desce pelas minhas pernas…
As mãos cumprem o papel de me dar o melhor dos orgasmos…
Me perco no orgasmo...
Aí sinto uma voz grave falando: - GALERA! Pelo amor de Deus! Vão pra um hotel! Sabemos que não dá pra transar aqui! Já conhecem as regras!
As mãos param de me tocar na hora, me arrumo como dá e sinto uma mão me segurar pelo braço e me tirar do lugar.
Era um segurança do lugar que veio botar “ordem”. Fora do túnel. encontro o Lucas rodeado de umas patricinhas que ficam olhando eu sair arrumando minhas roupas. Ele me agarra morrendo de rir e fala: - Olha que puta que é minha amiga!!! Eu rio e a gente sai do lugar…
32 comentários - Uma noite naquele puteiro...
Gracias por compartir
Caliente... real.... me encanta cuando saben describir esa calentura que te hace olvidar de cualquier barrera.........
Muy bueno....
Te da a entender que toda mujer que entra, busca disfrutar y no se si era por el trago libre, pero todas me parecian hermosas 😛
Aunque por ahi te manosean varios tipos -.-! Pero bue...
Te debo los puntos... vuelvo a pasar con ellos.
patova malaonda!!!!
excelente relato, como ya nos tenes acostumbrados
quiero mas experiencias tuyas, como esta
donde no podes ocultar lo bien que la pasate poniendo palabras elegidas... salen como salen
gracias por compartir
segui compartiendo
LA INTRIGA ES QUE BUENA LA SEGURIDAD DEL BOLICHE
TE SEPARAN DESPUES QUE TE HACEN EL ORTO.. SIEMPRE A TIEMPO!!
FAVORITOS!!! GRACIAS X COMPARTIR!!
me toque un poco para acompañarlo
buen final
en la vida no siempre hay final feliz