Continuando a história com a mina, vou contar que nas mensagens, ela cada vez mais insistia que queria cum. Como eu não podia acreditar que uma puta viciada em sexo daquelas não sentasse num boneco todo fim de semana, não fechava a ideia de comer ela sem camisinha. As mensagens continuavam: quero que você encha minha buceta de seu cum - quero sentir o gosto do seu cum - engasga eu de cum, buceta - tô com vontade de sentir o cum na minha tiny ass - etc.
E nos encontramos. Direto pro hotel. Tava com vontade de comer ela contra o espelho, pra ela sentir o frio do vidro naquelas tetas enormes que ela tinha. Como essa mina acaba, lembro agora e fico super excitado. A buceta é apertadinha mas encharcada. Encosto a ponta da cock e, sem parar de apertar, ela engole. É como se sugasse pela buceta. A cada menos de dez metidas, ela goza. Dá pra sentir como os fluidos dela aumentam e escorrem pelas bolas.
- Gozou, puta?
- siiiim, adoro, me dá mais
- Prova sua gozada
Com camisinha e tudo, a gostosa se ajoelha e nas duas vezes seguintes que eu gozo, ela chupa minha cock com o próprio cum e se ajeita de novo pra eu continuar metendo.
Ela pediu pra ir pra cama e deitou
- Bate uma
- Assim?
Ela enfiava um dedo, se esfregava o clitóris. Primeiro sem me olhar, depois fechava os olhos e gemia
- Você gosta de me ver batendo uma pra você?
- Sim, gosto que você seja uma puta punheteira
- Eu gosto da sua cock, papai. Quando tô sozinha, me toco assim por você, mas agora me dá sua cock, por favor
Montei nela e na terceira ou quarta estocada ela já tava gritando
- Sim, gozo! Como você me faz gozar, filho da puta!
Perninhas no ombro. Segurei ela pela cintura, deixando só a nuca apoiada na cama, e meti um pouco mais
- Chega, não aguento mais!
Enfiei dois dedos na boca dela e ela chupou. Quando estavam bem molhados, sem ter saído de dentro dela, me deitei sobre ela, ela me envolveu com as pernas e eu acariciei o cu dela. Só de roçar, ela gozou de novo e se lubrificou com os próprios sucos. Meti a cock mais um pouco sem chegar a... Enfiar os dedos na bunda dela
- Como eu gosto, papai, gosto como você me come
- O que você gosta mesmo é da pica, garota
- Eu gosto da sua pica, gosto de tudo que você faz comigo
- Você gosta de tudo, puta? Tudo?
- Sim, adoro como você toca minha bunda! Adoro sentir sua pica na bunda! Cravada até o fundo!
Você segurando minha bunda, tentando fazer entrar mais no corpo dela
Eu coloco ela de quatro, com as pernas juntas, e enterro de uma vez, até os ovos pesados, cheios de porra, baterem contra a boceta dela. Enquanto esperava a excitação baixar um pouco, eu comia devagar, só entrando e saindo, mas fazendo a ponta da pica bater no fundo da boceta dela. Ela não parava de gritar, mas num momento ela disse:
- A puta da mãe - e afundou a cara na cama. E senti de novo os sucos quentes dela escorrendo pelas minhas bolas e depois pelas minhas coxas.
Peguei ela pelos cabelos e comecei a tirar e meter o tronco inteiro
- Filho de uma puta, você faz tudo que eu gosto
Não tinha certeza se era o que eu tava pensando, então puxei um pouco mais forte os cabelos dela
- Você vai me fazer gozar de novo, não acredito
Puxei o corpo dela pra trás segurando pelos cabelos e senti o corpo todo dela tenso e depois relaxar completamente. Escorreu um fio de baba da boca dela enquanto o corpo descansava empalado na pica e preso pelos cabelos.
Assim como tava, com os movimentos curtos que a posição permitia, continuei comendo devagar. Eu já não aguentava mais, meus ovos ferviam, queimavam, e sentia um ardor no tronco inteiro.
- Tá sentindo a pica, puta?
- Sim, papai, me quebrou toda, minha boceta tá doendo
Com a mão livre, peguei uma das mãos dela e coloquei na barriga dela, apertando um pouco até achar a ponta da pica batendo por dentro
- E aí, tá sentindo?
Ela parou de gritar por um instante. A boca totalmente aberta. Os olhos totalmente fechados. A mão dela na barriga presa pela minha, a cabeça Retorcida pra trás pela minha outra mão que puxava os cabelos dela presos como rédea, e os gemidos recomeçam.
— Por Deus, como eu gosto que me coma, papai.
— Vai tomar a porra toda, vagabunda?
Ela saiu da posição. Eu ainda estava de joelhos e ela se virou. Tirou a camisinha e enfiou o pau na boca.
Era incrível chupando. Tirou a boca e deixou cair saliva. Enquanto me punheta um pouco, olha na minha cara.
— Me dá o leite, me dá tudo, por favor, quero seu leite.
— Vai tomar o leite, gatinha?
Não respondeu porque já estava com o pau na boca de novo.
Quase senti o pau rachar quando soltei a porra. Senti meu leite enchendo a boca dela e queimando minha glande. Senti a pressão da boca cheia e como parte do sêmen escorria pelo canto dos lábios até ela desistir e deixar o excesso de porra escorrer pela mão que segurava firme o pênis. Ela se deixou cair de lado e percebi que ela estava se punhetando. A cabeça dela lentamente se deitou na minha coxa e com a mão guiava o pau perto da boca e passava a língua. A ereção não baixava. Vi um pouco de porra que tinha caído além dos dedos dela. Peguei com meu dedo e levei até a boca dela.
— Gostou do leite, puta?
Ela abriu a boca e pegou o que tinha no meu dedo com a língua e engoliu.
— O que achou?
Instantaneamente senti os testículos encherem de porra de novo. Peguei a perna dela e virei. Coloquei ela de bruços e abri as pernas. A buceta dela estava inchada e quando passei um dedo, ela diz:
— Não aguenta mais, papai, minha buceta, você me arrebentou toda.
— Ah, não? — falo enquanto pressiono meu dedo na bunda dela.
Ela arqueia a cintura, levanta a raba e faz o dedo entrar mais fundo.
— Não, não quero dedo, quero pau.
Montei em cima dela, coloquei a camisinha e ela reclamou:
— Não faz assim, quero leite na bunda, por favor.
— Depois — foi tudo que saiu.
Ela não disse mais nada e guiou meu pau pra bunda dela...
Tá ficando muito longo, depois continuo.
E nos encontramos. Direto pro hotel. Tava com vontade de comer ela contra o espelho, pra ela sentir o frio do vidro naquelas tetas enormes que ela tinha. Como essa mina acaba, lembro agora e fico super excitado. A buceta é apertadinha mas encharcada. Encosto a ponta da cock e, sem parar de apertar, ela engole. É como se sugasse pela buceta. A cada menos de dez metidas, ela goza. Dá pra sentir como os fluidos dela aumentam e escorrem pelas bolas.
- Gozou, puta?
- siiiim, adoro, me dá mais
- Prova sua gozada
Com camisinha e tudo, a gostosa se ajoelha e nas duas vezes seguintes que eu gozo, ela chupa minha cock com o próprio cum e se ajeita de novo pra eu continuar metendo.
Ela pediu pra ir pra cama e deitou
- Bate uma
- Assim?
Ela enfiava um dedo, se esfregava o clitóris. Primeiro sem me olhar, depois fechava os olhos e gemia
- Você gosta de me ver batendo uma pra você?
- Sim, gosto que você seja uma puta punheteira
- Eu gosto da sua cock, papai. Quando tô sozinha, me toco assim por você, mas agora me dá sua cock, por favor
Montei nela e na terceira ou quarta estocada ela já tava gritando
- Sim, gozo! Como você me faz gozar, filho da puta!
Perninhas no ombro. Segurei ela pela cintura, deixando só a nuca apoiada na cama, e meti um pouco mais
- Chega, não aguento mais!
Enfiei dois dedos na boca dela e ela chupou. Quando estavam bem molhados, sem ter saído de dentro dela, me deitei sobre ela, ela me envolveu com as pernas e eu acariciei o cu dela. Só de roçar, ela gozou de novo e se lubrificou com os próprios sucos. Meti a cock mais um pouco sem chegar a... Enfiar os dedos na bunda dela
- Como eu gosto, papai, gosto como você me come
- O que você gosta mesmo é da pica, garota
- Eu gosto da sua pica, gosto de tudo que você faz comigo
- Você gosta de tudo, puta? Tudo?
- Sim, adoro como você toca minha bunda! Adoro sentir sua pica na bunda! Cravada até o fundo!
Você segurando minha bunda, tentando fazer entrar mais no corpo dela
Eu coloco ela de quatro, com as pernas juntas, e enterro de uma vez, até os ovos pesados, cheios de porra, baterem contra a boceta dela. Enquanto esperava a excitação baixar um pouco, eu comia devagar, só entrando e saindo, mas fazendo a ponta da pica bater no fundo da boceta dela. Ela não parava de gritar, mas num momento ela disse:
- A puta da mãe - e afundou a cara na cama. E senti de novo os sucos quentes dela escorrendo pelas minhas bolas e depois pelas minhas coxas.
Peguei ela pelos cabelos e comecei a tirar e meter o tronco inteiro
- Filho de uma puta, você faz tudo que eu gosto
Não tinha certeza se era o que eu tava pensando, então puxei um pouco mais forte os cabelos dela
- Você vai me fazer gozar de novo, não acredito
Puxei o corpo dela pra trás segurando pelos cabelos e senti o corpo todo dela tenso e depois relaxar completamente. Escorreu um fio de baba da boca dela enquanto o corpo descansava empalado na pica e preso pelos cabelos.
Assim como tava, com os movimentos curtos que a posição permitia, continuei comendo devagar. Eu já não aguentava mais, meus ovos ferviam, queimavam, e sentia um ardor no tronco inteiro.
- Tá sentindo a pica, puta?
- Sim, papai, me quebrou toda, minha boceta tá doendo
Com a mão livre, peguei uma das mãos dela e coloquei na barriga dela, apertando um pouco até achar a ponta da pica batendo por dentro
- E aí, tá sentindo?
Ela parou de gritar por um instante. A boca totalmente aberta. Os olhos totalmente fechados. A mão dela na barriga presa pela minha, a cabeça Retorcida pra trás pela minha outra mão que puxava os cabelos dela presos como rédea, e os gemidos recomeçam.
— Por Deus, como eu gosto que me coma, papai.
— Vai tomar a porra toda, vagabunda?
Ela saiu da posição. Eu ainda estava de joelhos e ela se virou. Tirou a camisinha e enfiou o pau na boca.
Era incrível chupando. Tirou a boca e deixou cair saliva. Enquanto me punheta um pouco, olha na minha cara.
— Me dá o leite, me dá tudo, por favor, quero seu leite.
— Vai tomar o leite, gatinha?
Não respondeu porque já estava com o pau na boca de novo.
Quase senti o pau rachar quando soltei a porra. Senti meu leite enchendo a boca dela e queimando minha glande. Senti a pressão da boca cheia e como parte do sêmen escorria pelo canto dos lábios até ela desistir e deixar o excesso de porra escorrer pela mão que segurava firme o pênis. Ela se deixou cair de lado e percebi que ela estava se punhetando. A cabeça dela lentamente se deitou na minha coxa e com a mão guiava o pau perto da boca e passava a língua. A ereção não baixava. Vi um pouco de porra que tinha caído além dos dedos dela. Peguei com meu dedo e levei até a boca dela.
— Gostou do leite, puta?
Ela abriu a boca e pegou o que tinha no meu dedo com a língua e engoliu.
— O que achou?
Instantaneamente senti os testículos encherem de porra de novo. Peguei a perna dela e virei. Coloquei ela de bruços e abri as pernas. A buceta dela estava inchada e quando passei um dedo, ela diz:
— Não aguenta mais, papai, minha buceta, você me arrebentou toda.
— Ah, não? — falo enquanto pressiono meu dedo na bunda dela.
Ela arqueia a cintura, levanta a raba e faz o dedo entrar mais fundo.
— Não, não quero dedo, quero pau.
Montei em cima dela, coloquei a camisinha e ela reclamou:
— Não faz assim, quero leite na bunda, por favor.
— Depois — foi tudo que saiu.
Ela não disse mais nada e guiou meu pau pra bunda dela...
Tá ficando muito longo, depois continuo.
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