Melhor conto de punheta - 100% garantido

Babá à Prova de Orgasmos

Era quinta-feira à tarde e eu já estava voltando da faculdade, depois de um dia exaustivo, a única coisa que eu queria era chegar em casa e dormir a noite inteira. Nisso, na esquina do meu prédio, o mesmo grupo de moleques estava sentado sem fazer nada. Sempre que passo é a mesma coisa: eles gritam um monte de besteiras, falam um monte de safadezas e eu sinto que me comem com os olhos, mas nunca ligo pra eles e sigo meu caminho. Quando cheguei no prédio onde moro, o dono que aluga os apartamentos estava me esperando bem na entrada. Um senhor de 60 anos, grisalho, com dentes amarelados de tanto cigarro que fuma, muito rabugento se você atrasa o aluguel e, claro, muito pão-duro.

— Senhorita Katherine, seu pagamento do aluguel vence em dois dias. Espero que tenha o dinheiro juntado até lá, senão vou ter que te expulsar do apartamento.
— Não se preocupe, seu Raul, te garanto que vou ter o dinheiro até lá, não se preocupe.

Tendo dito isso, subi as escadas rapidamente e cheguei ao terceiro andar, onde fica meu apartamento. Abri a porta e tranquei com cadeado. A verdade é que meus pais mal conseguem me mandar dinheiro e eu não tinha grana suficiente pra pagar seu Raul, mas não queria me preocupar. A única coisa que eu queria era poder dormir bem sossegada na minha cama.

Como não tava afim de nada, preparei um prato de cereal, escovei os dentes, tirei a roupa que tava usando e coloquei minha camisola pra dormir. De repente, a campainha toca. Irritada, fui ver quem estava batendo e, ao abrir a porta, me deparei com a vizinha do apartamento da frente.

— Oi, Katherine, desculpa te incomodar, mas tava pensando se você podia me fazer um favor. Tô desesperada...
— Sem dar muita importância, respondi que sim... (embora na verdade não ligasse pro que ela ia pedir)
— Então, amanhã meu marido e eu vamos viajar pros Estados Unidos a negócios da empresa e eu... ela perguntou se eu poderia
cuidar do Manuelito o fim de semana inteiro.
O pedido dela me pareceu bem difícil, e não porque fosse
fim de semana, mas porque o Manuelito é um capeta. Mesmo estando no quinto
ano do ensino fundamental, ele é muito levado, não respeita os mais velhos e, além disso, é muito adiantado
pra idade dele. Eu ia responder que não, quando lembrei
que tava apertada de grana e que precisava pra pagar o aluguel.

— Então, dona, amanhã eu tinha planejado ir na casa
dos meus pais em Nayarit pra buscar dinheiro pro aluguel.
— Ah, Katherine, não se preocupa. Se você me fizer esse favor,
eu prometo que eu e meu marido pagamos 3 meses de aluguel pra você.
A ideia não me pareceu nada mal, e pra eles não é
nada difícil pagar 3 meses de aluguel, já que vivem muito bem. E no fim,
acabei aceitando.
— Ok, Katherine. Amanhã às 8 da noite a gente vai deixar
o Manuelito com você. Muito obrigada mesmo, não sei o que faríamos sem você.
— Não se preocupa, dona. Pra isso que servem os vizinhos.
Respondi de brincadeira, e depois disso a senhora voltou pro apartamento dela e eu
pra minha caminha, que já tava me esperando.
No dia seguinte, acordei bem descansada, tinha
dormido muito bem. Eram 9 da manhã e, como minhas aulas começavam à 1 da
tarde, decidi lavar a roupa suja e fazer uns ovos mexidos. Limpei
um pouco o apartamento porque o pirralho ia ficar aqui pra variar, mas o bom
é que não era muito grande: só tem dois quartos, um banheiro, a cozinha e
a sala. E pra estender minha roupa, tenho que pendurar no terraço. Eram 11
quando fui tomar banho, demorei 30 minutos. E agora não sabia o que vestir.
Depois de pensar muito, coloquei uma blusa preta que deixava transparecer meu
sutiã branco, um mini short e umas sandálias pretas. O cabelo deixei solto e,
pra completar, coloquei um laço tipo flor vermelho no pescoço.
Como estudo modelagem, na maioria das vezes
me visto quase do mesmo jeito. As professoras dizem que é melhor Vestir assim
e sair andando na rua pra perder o medo na hora de modelar.
Meio-dia saí do meu apartamento e, cuidando pra não
ser vista pelo seu Raul, desci o mais rápido possível e fui pras minhas aulas
da tarde.
Eram 7 da noite quando voltava das aulas, e
ao chegar no meu prédio, aconteceu a mesma coisa de ontem, seu Raul com as paradas do
aluguel e tal, ignorei ele completamente e subi até meu apê.
Deitei um pouco na cama e acabei dormindo, depois de
meia hora acordei assustada, hoje iam deixar o Manuelito comigo às 8 e eu
tinha que ter tudo pronto, então levantei de supetão, juntei as coisas que
tinha largado no caminho da porta até a cama e subi no terraço pra pegar minha roupa.
Comecei a tirar a roupa quando notei que faltavam três
das minhas oito calcinhas, duas pretas e uma rosa, fiquei muito puta, era a segunda vez
que roubavam minhas calcinhas, mas engoli minha raiva e rapidinho comecei a dobrar
a roupa e guardar no armário.
Às 8 em ponto tocou a campainha, eu tava
toda suada e com a mesma roupa que fui pra faculdade, mas depois de ter terminado
abri a porta e cumprimentei o casal e o filho deles.

— Oi, Katherine, vejo que você tá meio atarefada…
— É, tava limpando pra deixar tudo em ordem,
mas não se preocupa, já já passa.

A gente conversou um pouco e depois me deram as
instruções pra cuidar do Manuelito.
— Katherine, não deixa ele sair na rua e
garante que ele faça as tarefas, não deixa ele dormir até tarde e, por favor, que ele
tome o remédio dele.

Ela me entregou uma sacola cheia de comprimidos junto com
um bilhete.
— Desculpa te dar todos esses comprimidos, mas
só peguei um punhado, no entanto te dei uma lista de todos os medicamentos que
você precisa dar e a que horas ele deve tomar os remédios.

Eles se despediram do Manuelito e saíram do
apartamento.
— Bom, então Manuelito, vou ser sua babá por
todo esse fim de semana, espero que você se comporte bem, senão… Vou ter que te castigar, ok?
– Mmmmm… tá bom, só com uma condição.
– Mmm, fala aí… respondi.
– Que você me deixe apertar suas TETAS.
Fiquei vermelha de vergonha, até achei graça,
mas dei uma bronca nele e um tapa na cabeça.
– Não seja sem-vergonha, vai logo lavar as mãos que vou fazer algo pra você jantar.
Mesmo tendo levado um tapa, ele ficou todo feliz, típico
de criança que não liga pra bronca. Lavou as mãos e sentou na mesa.
– E o que você quer pra jantar, Manuelito?
– Cereal com leite das suas tetas, ele disse num tom
debochado.
Olhei bem nos olhos dele com cara de brava, mas
não liguei.
Servi o prato de cereal dele, mas com leite de vaca mesmo,
e ele comeu tudo.
– Bom, Manuelito, escova os dentes na pia da cozinha
e, se quiser, pode ver TV depois. Eu vou tomar banho. Se tocar a campainha, não abre a porta, ok?
– Ok, tá bom.

Peguei minha toalha no quarto e fui pro banheiro, tranquei
a porta pra evitar que o pestinha entrasse me espiando e
comecei a me despir.
Abri a torneira da água gelada e comecei a
me ensaboar. Lavei bem meu cabelo primeiro, que é o que tem de mais sagrado pra algumas mulheres. Meu cabelo é preto, então cuido ainda mais. Depois lavei meu rostinho e fui ensaboando meus peitos e minha barriga.
Faz tempo que meus peitos viraram um ponto muito sensível do meu
corpo. Desde aqueles estupros que sofri, meus peitos ficaram muito sensíveis,
por isso evito esfregar muito meus bicos, porque não quero sentir de novo o que aqueles desgraçados me fizeram. Depois lavei bem minha bucetinha e minha
ppk, e no final ensaboei bem minhas pernas, que são a inveja de todas
as minhas amigas.
Fechei a torneira e peguei minha toalha, me sequei completamente
e me olhei nua no espelho anatômico do banheiro. Me olhei toda, e, embora seja muito modesta comigo mesma, sempre vejo se tudo em mim está bem. Depois do banho, a cor da minha pele volta à sua cor natural, um moreno claro,
exceto minhas pernas que são claras, uma cor que acho que herdei da minha mãe. Me enrolei na toalha e saí do banheiro pra me trocar no quarto.

Quando saí, a primeira coisa que vi foi que o Manuelito não estava na sala vendo TV. Olhei se estava na cozinha e nada, entrei no quarto dele e vazio. Comecei a ficar nervosa e, antes que outra coisa acontecesse, fui pro meu quarto me trocar e sair pra procurar ele na rua.

Abri a porta do meu quarto e a primeira coisa que vejo é o maldito pivete sentado em cima da minha cama com uma calcinha minha na cabeça e todas as outras calcinhas espalhadas no chão.

— Maldito pivete, o que você fez? Olha a bagunça que fez, tira isso da cabeça agora mesmo… — falei muito brava, mas ele só estava aproveitando o momento, adorava me irritar. Corri atrás dele pelo quarto todo até encurralá-lo num canto. Fiquei olhando pra ele um instante e, nisso, ele partiu pra cima de mim, tentando escapar, mas eu bloqueei a saída e o abracei. Nisso, sinto a toalha afrouxar e solto o pestinha tentando não deixar ela cair, mas, pra minha surpresa, minha toalha tinha sido puxada pelo Manuelito, e ele saiu correndo com ela até a porta. Rapidamente, tentei arrancá-la dele, mas não consegui. Nisso, ele se vira e fica me encarando, completamente surpreso. Eu também fiquei olhando pra ele por um instante e percebi que ele estava me vendo pelada. Instintivamente, peguei um dos meus travesseiros e me cobri com ele, e gritei:

— Maldito pivete, você vai ver quando eu me trocar, vou te castigar! — e ele rapidamente se enfiou no quarto dele.

Rapidamente, vesti minha camisola e comecei a dobrar todas as minhas calcinhas. Tava super irritada, aquele maldito pivete tinha conseguido o que queria, tinha me visto como Deus me trouxe ao mundo, mas aquilo não ia ficar assim.

Levei uns 45 minutos pra limpar toda a bagunça que ele fez no meu quarto. Fui até o quarto dele e abri a porta. Eu já ia gritar com ele, mas quando vi que tava completamente dormido, parei na hora e fiquei olhando. Parecia um anjinho dormindo (só assim ele parece um de verdade) e me deu pena acordar ele pra brigar, então decidi que era melhor xingar ele de manhã. Quando ia apagar a luz, vi que ele tava com a minha calcinha na mão. Cheguei perto da cama dele, tirei a calcinha, apaguei a luz e deixei ele dormir. Tava morta de cansada, então joguei a calcinha no chão e me meti na cama pra descansar.

Umas quatro horas depois que eu tinha dormido, lá pelas três da manhã, ainda meio dormindo, comecei a sentir uma vontade de mijar. Era como se eu fosse me mijar a qualquer momento. A sensação me fez acordar, mas meus olhos ainda estavam pesados e eu me sentia sonolenta. De repente, comecei a sentir uma coisa viscosa se mexendo entre minhas pernas. Sem pensar duas vezes, acendi o abajur que tava do lado e, nisso, vejo o Manuelito com a cabeça enfiada entre minhas coxas, chupando minha buceta.

— O... o que você tá fazendo? — perguntei, e fechei as pernas na hora, levantando de pé. Naquele instante, o Manuelito ficou paralisado de susto. Peguei ele pelo braço e levei pro quarto dele.

— Ah, fica aí, mal-educado. Vou contar tudo pra sua mãe quando ela voltar. — Ele só ficou de cabeça baixa, sem falar nada.

— Dorme e me deixa dormir. — E fechei a porta.

Tava muito mais puta do que antes, e o sono já tinha ido embora. Mesmo assim, apaguei a luz e me meti na cama de novo. Fiquei pensando em um monte de coisas até pegar no sono de novo. Na minha cabeça passaram as lembranças da primeira vez que fui estuprada, e o que o Manuelito fez me trouxe de volta o que eu sentia quando aquele professor tarado fez a mesma coisa comigo. Desde aquele dia, eu não tinha mais transado com ninguém.

De repente, comecei a sentir algo saindo da minha buceta. Passei a mão até a entrada dela e percebi que tava saindo um... Líquido viscoso. Levantei pra ir no banheiro, peguei um pouco de papel e deitei na minha cama e comecei a limpar o líquido que ainda continuava saindo. Comecei limpando a entrada da minha buceta e depois fui limpando um pouco mais pra dentro, quando de repente, sem querer, toquei no meu clitóris, senti uma descarga percorrer meu corpo inteiro e ao mesmo tempo soltei um gemidinho baixo. A sensação foi incrível, mas fez eu lembrar do que sentia nos momentos em que estavam me estuprando e rapidamente tirei minha mão de entre minhas pernas e fechei os olhos tentando dormir.

Acordei umas 9 da manhã, era uma manhã ensolarada e os passarinhos cantavam no telhado, levantei e vi que estava tudo em ordem, pelo visto o Manuelito tinha dormido, fui no quarto dele e vi ele completamente dormindo, fechei a porta devagar e aproveitando que era um dia muito bonito, subi no telhado pra respirar um ar fresco. A manhã tava bem gelada, mas rapidinho entendi porquê, só tava de camiseta e não tinha colocado minha calcinha ontem quando me troquei, então voltei pro meu apê e comecei a fazer o café da manhã.

Durante o dia, tudo ficou de boa, o Manuelito ficou no quarto dele de castigo, comeu e tomou café direitinho, mas eu tinha esquecido de dar o remédio dele, então peguei rápido a sacola que a mãe dele me deu e comecei a tirar todos os comprimidos e xaropes que tinha dentro. Olhei na lista quais remédios ele tomava e fui procurando um por um, nisso peguei um frasco que achei muito estranho, no rótulo dizia "Yumbina" e achei esquisito uma parada daquela estar numa sacola de remédio, já que é sabido que a "Yumbina" é usada pra reprodução de animais grandes tipo vacas e cavalos, quando as fêmeas resistem à cópula do jeito normal, os criadores dopam elas com Yumbina, que bagunça os hormônios delas e facilita o trabalho do macho. Pensei que talvez o pai do Manuelito tivesse gado ou cavalos pra ter uma parada dessas, mas achei muito estranho aquilo estar no meio dos remédios. De qualquer forma, separei ele dos outros e continuei procurando o resto dos medicamentos. Quando finalmente encontrei, chamei o Manuelito e dei o comprimido que era dele.

—Beleza, já foi. Daqui a 4 horas você toma o outro comprimido. Nisso, a campainha tocou e eu fui ver quem era.

Era o seu Raul.

—Senhorita Katherine, vim agradecer pelo pagamento dos três meses de aluguel. Os senhores daqui me entregaram na hora antes de viajar, então é só isso pra você não ficar preocupada, mocinha.

—Ok, seu Raul, valeu por avisar. E fechei a porta meio contente.

Quando virei, vi que o Manuelito tinha limpado a bagunça que eu fiz com os remédios e agradeci ele por isso.

—Agora, se quiser, pode ver TV. Eu vou preparar o jantar, falei bem feliz.

Demorei um tempão pra preparar a comida toda, mas finalmente ficou pronta. Já eram umas 8 da noite quando sentamos pra comer. Trouxe os copos e o refrigerante. Nisso, meu celular tocou no quarto.

—Me espera, vou atender. Vai servindo o refrigerante, falei pro Manuelito.

Eram minhas colegas de classe. Parece que iam sair pra festa e estavam me chamando, mas eu disse que tava cuidando do Manuelito e tal.

Quando voltei, o Manuelito já tinha terminado e levantado o prato dele.

—Ei, por que não me esperou?

—É que tava com muita fome e você demorou demais. Deu sono, vou dormir.

Achei estranho ele ir deitar tão cedo, mas pensei que devia ser por causa dos remédios. Então comi e tomei o refrigerante.

Tava muito cansada, o dia inteiro tinha arrumado a casa e terminei de lavar umas roupas que faltavam. Levantei a mesa e já comecei a lavar os pratos pra poder ir dormir.

Enquanto lavava a louça, comecei a me sentir meio estranha, comecei a sentir... Um pouco de calor e o rosto muito quente.

Terminei de lavar os pratos e rapidamente entrei no banho pra ver se assim passava o calor do meu rosto. Abri a torneira da água gelada e comecei a me ensaboar, mas nada mudava, eu continuava sentindo o rubor fácil e uma leve formigada na área pélvica. Nisso, comecei a sentir que minha buceta começava a ficar durinha, passei a bucha pelos meus lábios e senti um prazer imenso, tanto que minhas pernas tremeram e eu caí sentada no chão do box. As formigadas na área pélvica aumentavam e agora também sentia um pouco de formigamento na coluna.

Levantei na hora e fechei a torneira, me enxuguei rapidinho e saí do banheiro pro meu quarto, fechei a porta e sentei na beira da cama. Não sabia o que tava acontecendo comigo, sentia muito calor, sentia minha xereca como se fosse explodir, a formigada cada vez mais intensa, então apertei minha buceta com as pernas pra não sentir tanta intensidade.

Já não aguentava mais, não conseguia pensar direito, tava muito excitada e não sabia por quê. Nisso, passou pela minha cabeça tocar minha buceta, me masturbar com meus dedinhos, nunca tinha feito isso, mas agora era necessário.

Eu ia descendo devagar minha mão pelo abdômen e, bem quando tava quase chegando na minha buceta, lembrei que no quarto ao lado estava o Manuelito e não queria que ele me visse me masturbando.

Fiquei dividida entre o prazer e a moral, mas claramente o prazer ganhava de longe da moral, então não aguentei mais. As vibrações na minha buceta fizeram eu esquecer de tudo, me deitei na cama, abri minhas perninhas e rapidamente enfiei dois dedinhos na minha buceta. O prazer que senti foi instantâneo, mal toquei meus lábios vaginais, soltei um gemido forte de prazer – aaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhh – continuei enfiando mais e mais meus dedinhos na minha vagina e cada vez o prazer ficava mais forte. – uuuuuuuuummmmmmmm – -aaaaaaaaaaahhhhhh- já não tava nem aí se o Manuelito me ouvia, soltava meus gemidos a cada explosão de prazer que sentia, nisso tirei meus dedinhos e notei que estavam encharcados dos meus suquinhos, instintivamente levei eles à boca e comecei a provar meus próprios sucos vaginais, o gosto era entre salgadinho e doce, eram deliciosos. Tava um bagaço, não tinha me secado a água da banheira, então tava toda molhada, minha respiração era rápida e sentia o coração batendo muito acelerado, como se fosse sair pela boca.

Levei minha mão até minha buceta mais uma vez e dessa vez enfiei três dedos, a sensação foi ainda mais gostosa e meus gemidos mais fortes, com a outra mão eu me tocava nos meus peitos, que estavam super durinhos, meus bicos doíam demais de tanto prazer. Nisso vi que a porta do quarto tava aberta e vi o Manuelito me gravando com meu celular, mas não tava nem aí, tava mergulhada no melhor prazer do mundo, então comecei a gemer mais e mais pra ele me gravar.

Tirei os dedinhos da minha buceta de novo e comecei a chupar eles mais uma vez, notei que o Manuelito tinha chegado mais perto da cama e vi que ele tentava gravar de perto todo o interior da minha buceta, então abri um pouco mais minhas pernas e deixei ele gravar tudo lá dentro.

-uuuuuummmmmm, cê tá gostando do que vê?, perguntei pro Manuelito, mas ele não respondeu nada. Se quiser, enfia teus dedinhos, falei, tava completamente dominada pelo prazer que não me importava em pervertê-lo. Nisso ele aproximou a mãozinha da minha buceta enquanto continuava gravando, e enfiou devagar. –Uuuuuuuuummmmmmmm- Siim issooo… Mexe teus dedinhos dentro de mim, falava pro Manuelito e enquanto ele me dava prazer lá embaixo, eu dava prazer pros meus peitos, que já tinham ficado maior que o normal. Continuamos assim por uns 10 minutos e o Manuelito continuava gravando a sessão toda, já tava muito dormente e doía muito minha cintura, então pedi o celular pra ele Manuelito
e eu disse:
- Lembra do que você tava me fazendo ontem à noite?
- siiiim, ele respondeu
- faz a mesma coisa de novo, por favor

E sem pensar duas vezes, ele enfiou a cabecinha na minha buceta
e comecei a sentir a viscosidade da língua dele nas minhas paredes,
na hora o prazer aumentou de repente e como o celular continuava gravando,
a única coisa que fiz foi gravar as expressões do meu rosto enquanto me deixava
levar pelo prazer.

Nisso, Manuelito acelerou a língua na minha
buceta e sem que eu percebesse, um orgasmo escapou de uma vez, comecei a
me contorcer na cama, mas mesmo assim Manuelito nunca se desgrudou de mim.
-Siiiiim, assiiim, mais rápido, eu gritava
-aaaaaaaajhhhhhhhhhh….
uuuuuuuummmmmmmm… Siiim, siiiiiim, siiiiiim aaaaaaaajhhhhhhhhhh

Um segundo orgasmo me inundou completamente de prazer
Vamos mais rápido, você consegue, maaais, maaais, maaais, e
aí ele mordeu forte meu clitóris, o que fez soltar o orgasmo
mais intenso da minha vida, uma sensação de dor e prazer misturados, joguei o
celular no chão e Manuelito rápido se separou de mim e pegou ele, pra me gravar
enquanto eu me contorcia e gemia de prazer.
-uuuuuuuuuuuummmmmmmmmmmmmmmmm……….aaaahhh…
aaaahhh….aaaahhh... siiiiiim…. Ummmmm…..Siiim…… kyyyyyyyyyyyyaaaaaaaa

Eu sentia que toda a pressão que tinha se acumulado na minha
buceta saía junto com o orgasmo e meus gemidos, mas não era só isso que saía,
grandes quantidades de gozo escorriam dentro de mim e apesar de não estar
grávida, também comecei a jorrar leite pelos meus peitos. Foi a noite mais
feliz da minha vida e Manuelito tinha ela gravada por completo.

Depois de meia hora, todas as sensações tinham
desaparecido, minha temperatura tinha baixado, assim como minha respiração e meus
batimentos cardíacos. A cama tinha virado uma bagunça com meus fluidos, então
dormi no quarto do Manuelito, nos deitamos juntos e mais uma vez ele me
disse –posso tocar seus peitos?– SIM…. Eu respondi e enquanto com as duas mãos brincava com uma, com a boca chupava o gozo que eu tinha produzido com meus orgasmos.

Na manhã seguinte acordei às 10 da manhã, tinha dormido como uma rainha e sentia meu corpo bem descansado, quando abri os olhos, o Manuelito não estava. Rapidamente me levantei e coloquei uma camisola, procurei ele no quarto e na cozinha e nada dele, então coloquei o minishort de sexta-feira e saí para procurá-lo. Para minha sorte, descendo as escadas o encontrei e repreendi por me assustar daquele jeito.

— Onde você estava, me deixou preocupada e por que está com meu celular?
— É que... É que, é que fui na loja comprar uma coisa e minha mãe te ligou e eu atendi, por isso estou com ele.

Ele me entregou e subimos para o apartamento, onde tomamos café da manhã e limpamos toda a bagunça que fiz na minha cama.
A maior parte do dia passamos vendo TV, pelo visto ele já não era mais aquele menininho travesso e mal-educado que eu conhecia, começamos a nos dar bem depois do que aconteceu na noite. Lá pelas 8 da noite os pais dele já tinham voltado e passaram para buscá-lo.

— Katherine linda, como vocês se divertiram, o Manuelito se comportou? — perguntou a senhora.
— Sim, senhora, se comportou muito bem e nos divertimos super bem. Na minha mente dizia: "se soubesse tudo o que a gente fez". Me despedi do Manuelito e finalmente estava sozinha em casa, preparei minhas coisas para a escola e fui revisar o quarto onde dormi com o Manuelito para ver se ele não tinha esquecido algo.

Revisei o quarto inteiro e pelo visto estava tudo em ordem, mas quando olhei debaixo da cama, encontrei algo que fez muitas coisas fazerem sentido. Jogado no chão, estava o frasco de "Yumbina" que tinha encontrado na bolsa de remédios, pelo visto o Manuelito tinha pegado e colocado umas gotas no refrigerante.
Mais do que irritada, fiquei feliz que ele tivesse feito aquilo, graças àquela droga, tive a melhor noite de prazer da minha vida e pela primeira vez não me senti um lixo ao Tô sentindo tanto prazer. Levantei e guardei o pote na gaveta das minhas calcinhas. No dia seguinte acordei super tarde, entrei no banho, me ensaboei rápido, me enxuguei, me troquei e fui pra escola. Por sorte não tivemos a primeira aula, então já mais tranquila comi alguma coisa.

Quando voltava à tarde, tava super cansada, aí na esquina do prédio da minha casa, o grupo de moleques que sempre grita coisa pra mim me cercou. Fiquei com muito medo, porque nunca tinham me encurralado assim. Queria correr, mas era impossível. Nisso, sai de entre eles o cara que manda neles e me fala:

— Oi, meu amor, finalmente a gente vai poder conversar com você…
— O que vocês querem? Me deixa em paz, juro que se fizerem alguma coisa…
— Shh, shh, shh… calma, amor, relaxa um pouco. Só queremos conversar com você e ver se a gente chega num acordo.
— Acordo de quê? — perguntei.

— Então, olha só (mostrando um celular), a gente tem aqui uma coisa que um dos nossos amigos do bairro gravou enquanto você tava fazendo suas safadezas.

Quando ouvi isso, fiquei gelada. Minha pressão caiu e senti um nó no estômago. Não acreditava. Seria o vídeo que o Manuelito gravou? E era sim, o vídeo que o Manuelito tinha feito. Mas como, pensei, como eles conseguiram? Aí lembrei que o Manuelito ficou com meu celular quando saiu de manhã no domingo.

Horrorizada, assisti ao vídeo. Me senti super mal. Infelizmente, o vídeo tava super nítido e os sons eram bem claros. Desabei a chorar quando ele terminou de rodar.

— Ah, para, linda, não chora. O vídeo é muito bom (ouvi umas risadas). A gente sabia que mais cedo ou mais tarde ia te ver num filme pornô, mas isso é melhor (as risadas aumentaram). Deixa eu te falar, você tem uns peitos super gostosos, a cor dos seus bicos deixou a gente duro na hora. Esse rosinha, nenhuma puta tem igual. E essa buceta, uff, amor, que bom que você abriu as pernas. Tudo dentro de você… dá pra ver, que delícia poder provar seus suquinhos, love.

Olhei pra ele com todo meu desprezo e perguntei – o que é que você quer? –

– bom, é o seguinte: a gente quer, todos nós, uma noite de sexo com você, love. Cada um de nós vai te provar inteirinha, love. Você vai mamar a gente toda e é bom que esteja com fome, porque vai engolir todo o leite que a gente descarregar na sua boquinha. E é melhor aceitar, porque senão a gente vai postar seu vídeo em todos os sites pornô que existem e todo mundo vai saber o quão puta você é, love.

Eu tava numa encruzilhada, podia facilmente recusar o pedido, mas se aquele vídeo rodasse a internet toda e ficasse famoso, minha carreira de modelo ia pro lixo, então aceitei o pedido.

– tá... bem... aceito... seu... pedido U_U

– ok, love, te esperamos sexta aqui pra te levar pro nosso lugar de sexo, mas é bom que venha vestida bem sexy, hein, porque a gente quer que você nos deleite como sempre faz quando passa na nossa frente.

Nisso eles pararam de me cercar e sem pensar duas vezes saí correndo pro meu apartamento, onde passei a noite toda chorando.

Mas aquilo não podia ficar assim, não ia deixar que se aproveitassem de mim de novo, então na terça não fui pra escola e fui fazer uma denúncia. Me encaminharam pro chefe de polícia e contei tudo que tinha acontecido desde que me masturbei até o que os caras me disseram. O chefe de polícia se mostrou muito compreensivo comigo e começou a explicar que as coisas estavam muito difíceis pra mim, mas que ia garantir que aqueles caras não fizessem nada comigo, então começou a me dizer como a gente ia pegá-los e no fim gostei da ideia que o senhor policial teve.

Finalmente a sexta chegou e me vesti o melhor possível. Às 9 da noite cheguei no lugar combinado e lá estavam todos os cholos. Me cercaram mais uma vez e o líder deles disse – pronta pra curtir a noite toda, love? – sim, respondi tranquilamente e, dito isso, uma chuva de... As patrulhas chegaram e cercaram o lugar, eles nem tiveram tempo de correr e os policiais finalmente pegaram eles. O chefe de polícia veio uns dias depois no meu apartamento e disse que ia prender eles por outros crimes que tinham e que os vídeos que eles possuíam tinham sido apagados.

— Muito obrigada, senhor — falei, super feliz.
— De nada, senhorita, é meu trabalho. Mas, senhorita, eu vi um dos vídeos e, sinceramente, estava muito bom. Espero que não se importe, e da próxima vez cuide melhor dessas coisas.
— Fiquei um pouco séria, mas não liguei. Disse que estava tudo bem e que ia me cuidar melhor.

3 comentários - Melhor conto de punheta - 100% garantido

MUY BUENO ESTA NOCHE SUEÑO CON TU CONCHITA.......