Espero que gostem, é a primeira das minhas histórias reais.
Começaram tomando cerveja depois do escritório, algo para petiscar, mas no fundo era só bebida.
O after havia se estendido mais do que devia, e naquela hora, já passando das 22, eram mais garrafas na mesa do que pessoas ao redor dela.
Só restavam Ariel, Juan, Martina e Nazarena, cuja cara denunciava os excessos.
Ariel se levantou rindo e disse "vou dar o fora, vejo vocês amanhã no escritório..." quase caindo.
Os três riram e pediram mais dois daiquiris pra continuar.
Martina estava quase dormindo e Nazarena, entre a alegria, ficava brincando, tocando a perna dela e levantando a saia. Claro que Juan adorava ver aquilo e até imaginava mais.
Depois dos daiquiris, a bebedeira já era extrema e Nazarena chegou a deixar Martina com a saia na cintura, mostrando pra todo mundo a sua diminuta calcinha fio dental vermelha. Martina tinha umas pernas de dar inveja e parece que não só Juan gostava daquilo. Nazarena, sem dúvida, também estava atraída. Num movimento, Nazarena tentou beijar Martina, o que conseguiu diante de um Juan já muito excitado. "Chega" disse Martina. "Tô bêbada, hahaha" e os três riram, mas sabiam que o limite tinha sido ultrapassado. Mas aquilo ficou, sem dúvida, na cabeça de Juan.
No dia seguinte, no escritório, todos eram sérios profissionais, ninguém falava do que tinha rolado na noite anterior, mas com certeza na cabeça de Juan tinha ficado a lembrança e a fantasia o consumia.
Principalmente porque antes, e mais de uma vez, ele já tinha experimentado se masturbar no futon dele, pensando como seria ter as duas peladas na casa dele. O que aconteceu na noite anterior só fazia gerar mais excitação e tornar aquela situação possível.
Passaram-se os meses e na confraternização de fim de ano o álcool voltou a ser protagonista. Depois do jantar, cada membro da equipe brindava e expressava um desejo. Sem dúvida, Juan sabia qual era o dele, mas não ousaria expressar. Terminada a festa, ele se ofereceu pra levar no carro dele Dei uma carona pra Martina, já que tava no caminho. Nazarena pediu se podia ir junto também, o que só deixou Juan mais nervoso.
Martina tava ainda mais animada, e quando chegaram no apartamento dela, ofereceu pra continuar a festa lá.
"Tenho dois champanhes, desce e a gente brinda..." Juan topou na hora, e Nazarena só perguntou "Juancito, se você desce, eu desço, mas depois me leva em casa"
"Tava pensando em te levar aqui se a gente descesse, mas fazer o que..." respondeu Juan com um tom de brincadeira, mas sem dúvida pensando sério.
Já no quarto andar, Martina pediu licença pra ficar mais à vontade.
Na cozinha, Juan abria um dos champanhes enquanto Nazarena, na ponta dos pés, tentava pegar as taças.
Isso dava uma visão linda pra Juan da raba de Nazarena, que deixava aparecer a micro fio dental que ela tava usando.
Juan, com toda a cavalheirice, se colocou atrás dela e, fazendo sentir a ereção violenta que a situação causou, ajudou a pegar as taças.
"Opa, como é que a gente tá, hahaha" comentou Nazarena
"Você não gosta?" rebateu Juan, enquanto a língua já brincava no pescoço dela.
"O que tá rolando aqui?? ... saí dois minutos e já tão se pegando? hahahaha", disse Martina aparecendo com uma legging azul e um top esportivo. Isso só fez aumentar a tensão dos dois, principalmente de Nazarena, que olhou pra Martina como se fosse um galão d'água no deserto.
Juan se afastou de Nazarena e terminou de pegar as taças, já sem tanta vergonha da situação.
Já na sala, com as duas garrafas de champanhe vazias, além de alguns copos de Fernet, Juan observava de uma cadeira.
Nazarena tava sentada no sofá e Martina deitada em cima dela, recebendo carícias na cabeça. Sem dúvida Martina tava adorando, dava pra ver na cara dela, de olhos fechados. Nada de mais, pensou Juan. Até que a mão de Nazarena percorreu o rosto de Martina e encontrou a boca aberta dela, os dedos toparam com uma língua danada de esperta. As carícias já não eram de amigas. Martina pegou na mão de Nazarena e, sem abrir os olhos, começou a lamber como um bebê lambendo um sorvete. Dava pra sentir a excitação das duas, os pezões grandes e rosados de Martina queriam pular do top, e Nazarena ajudou. Ela se abaixou um pouco e trocou a mão pela boca, beijando Martina sem controle. Com uma mão, apertou o peito dela de um jeito que o top subiu, deixando a dureza dos mamilos à mostra para Juan.
Juan não aguentou a situação e se aproximou delas, mas só fez se ajoelhar do lado pra olhar. Foi Martina quem o incluiu, pegando a cabeça de Juan e levando até o peito dela, já totalmente nu. Juan beijou, lambeu e mordeu os mamilos com desespero, e depois desceu direto pra entreperna de Martina, puxando a legging azul até um pouco acima dos joelhos e enfiando a língua dentro de uma buceta totalmente depilada e molhada.
Enquanto isso, Nazarena tirou a blusa e o sutiã pra Martina brincar com os peitos dela, como se estivesse amamentando. A situação ficou ainda mais putaria quando Juan, com os olhos arregalados, começou a se masturbar sem tirar a cabeça de entre as pernas de Martina. Nazarena se levantou pra ficar mais confortável, parecia querer devorar Martina. Tirou a calça, ficando só com uma tanguinha minúscula. Juan se levantou e começou a beijar Nazarena, os dois de pé, enquanto Martina assistia se masturbando no sofá.
Juan fez Nazarena se abaixar pra encontrar o pau dele, totalmente duro. Brincou com a rola e com as bolas. Juan tava desesperado. Depois, Nazarena virou Juan e fez o mesmo com o cu dele. Começaram a ouvir os gemidos de Juan. Martina se levantou, tirou a legging toda e fez Nazarena levantar a raba pra lamber a buceta encharcada dela, enfiando os dedos e a língua alternadamente.
Juan não aguentou mais e disse: "Vou te comer, sua filha da puta..." Levantou Nazarena e a fez se curvar contra o sofá. Martina também. Tomo posição e abriu as pernas na frente da Nazarena, oferecendo pra ela chupar a umidade que tinha, ajudando com os dedos.
Juan puxou a calcinha fio dental da Nazarena e, sem perguntar, meteu na bunda dela.
"ahhhh devagar, nãoooo..." Mas já era tarde e os gritos de dor viraram gemidos de prazer.
Juan começou a se mover cada vez mais rápido, e o choque da pélvis contra a bunda da Nazarena empurrava a língua cada vez mais fundo na buceta da Martina, que só dizia:
"chupa... chupa que eu adoro"
A conversa ficou só entre elas, deixando Juan no trabalho dele.
"cê gosta que eu chupe sua buceta?" perguntou Nazarena pra Martina
"Adoro... continua, me faz gozar..."
"Depois você vai chupar a minha?" perguntou Nazarena
"claro, não quero outra coisa senão chupar a sua..." respondeu Martina
Juan, ao ouvir isso, gozou dentro da bunda da Nazarena, escorrendo o leite pelas pernas dela.
Juan gozou e sentou de lado, sem parar de olhar a imagem que elas ofereciam.
Martina tinha tomado as rédeas e colocado Nazarena sentada no sofá com as pernas abertas. Ainda escorriam os líquidos do Juan da bunda dela, mas Martina abriu com as mãos a buceta da Nazarena e cuidou dela.
Em poucos minutos, Juan tava durasso de novo e começou a chupar a bunda da Martina sem tirar a calcinha fio dental, só puxando ela.
Alternava entre a bunda dela e a buceta vermelha e quente.
Não aguentou mais, se levantou e começou a foder a Martina.
Mas rapidinho ela fez ele parar e sentar do lado da Nazarena no sofá pra sentar em cima dele e cavalgar furiosamente enquanto Juan masturbava uma Nazarena totalmente entregue ao prazer.
Todos gozaram quase juntos e a cena terminou com os 3 largados no sofá, completamente pelados.
Durante meses, os encontros continuaram no apartamento da Martina pra satisfazer os desejos de sexo grupal. Durante o horário de trabalho, no escritório ninguém... já imaginava o que acontecia depois....
Começaram tomando cerveja depois do escritório, algo para petiscar, mas no fundo era só bebida.
O after havia se estendido mais do que devia, e naquela hora, já passando das 22, eram mais garrafas na mesa do que pessoas ao redor dela.
Só restavam Ariel, Juan, Martina e Nazarena, cuja cara denunciava os excessos.
Ariel se levantou rindo e disse "vou dar o fora, vejo vocês amanhã no escritório..." quase caindo.
Os três riram e pediram mais dois daiquiris pra continuar.
Martina estava quase dormindo e Nazarena, entre a alegria, ficava brincando, tocando a perna dela e levantando a saia. Claro que Juan adorava ver aquilo e até imaginava mais.
Depois dos daiquiris, a bebedeira já era extrema e Nazarena chegou a deixar Martina com a saia na cintura, mostrando pra todo mundo a sua diminuta calcinha fio dental vermelha. Martina tinha umas pernas de dar inveja e parece que não só Juan gostava daquilo. Nazarena, sem dúvida, também estava atraída. Num movimento, Nazarena tentou beijar Martina, o que conseguiu diante de um Juan já muito excitado. "Chega" disse Martina. "Tô bêbada, hahaha" e os três riram, mas sabiam que o limite tinha sido ultrapassado. Mas aquilo ficou, sem dúvida, na cabeça de Juan.
No dia seguinte, no escritório, todos eram sérios profissionais, ninguém falava do que tinha rolado na noite anterior, mas com certeza na cabeça de Juan tinha ficado a lembrança e a fantasia o consumia.
Principalmente porque antes, e mais de uma vez, ele já tinha experimentado se masturbar no futon dele, pensando como seria ter as duas peladas na casa dele. O que aconteceu na noite anterior só fazia gerar mais excitação e tornar aquela situação possível.
Passaram-se os meses e na confraternização de fim de ano o álcool voltou a ser protagonista. Depois do jantar, cada membro da equipe brindava e expressava um desejo. Sem dúvida, Juan sabia qual era o dele, mas não ousaria expressar. Terminada a festa, ele se ofereceu pra levar no carro dele Dei uma carona pra Martina, já que tava no caminho. Nazarena pediu se podia ir junto também, o que só deixou Juan mais nervoso.
Martina tava ainda mais animada, e quando chegaram no apartamento dela, ofereceu pra continuar a festa lá.
"Tenho dois champanhes, desce e a gente brinda..." Juan topou na hora, e Nazarena só perguntou "Juancito, se você desce, eu desço, mas depois me leva em casa"
"Tava pensando em te levar aqui se a gente descesse, mas fazer o que..." respondeu Juan com um tom de brincadeira, mas sem dúvida pensando sério.
Já no quarto andar, Martina pediu licença pra ficar mais à vontade.
Na cozinha, Juan abria um dos champanhes enquanto Nazarena, na ponta dos pés, tentava pegar as taças.
Isso dava uma visão linda pra Juan da raba de Nazarena, que deixava aparecer a micro fio dental que ela tava usando.
Juan, com toda a cavalheirice, se colocou atrás dela e, fazendo sentir a ereção violenta que a situação causou, ajudou a pegar as taças.
"Opa, como é que a gente tá, hahaha" comentou Nazarena
"Você não gosta?" rebateu Juan, enquanto a língua já brincava no pescoço dela.
"O que tá rolando aqui?? ... saí dois minutos e já tão se pegando? hahahaha", disse Martina aparecendo com uma legging azul e um top esportivo. Isso só fez aumentar a tensão dos dois, principalmente de Nazarena, que olhou pra Martina como se fosse um galão d'água no deserto.
Juan se afastou de Nazarena e terminou de pegar as taças, já sem tanta vergonha da situação.
Já na sala, com as duas garrafas de champanhe vazias, além de alguns copos de Fernet, Juan observava de uma cadeira.
Nazarena tava sentada no sofá e Martina deitada em cima dela, recebendo carícias na cabeça. Sem dúvida Martina tava adorando, dava pra ver na cara dela, de olhos fechados. Nada de mais, pensou Juan. Até que a mão de Nazarena percorreu o rosto de Martina e encontrou a boca aberta dela, os dedos toparam com uma língua danada de esperta. As carícias já não eram de amigas. Martina pegou na mão de Nazarena e, sem abrir os olhos, começou a lamber como um bebê lambendo um sorvete. Dava pra sentir a excitação das duas, os pezões grandes e rosados de Martina queriam pular do top, e Nazarena ajudou. Ela se abaixou um pouco e trocou a mão pela boca, beijando Martina sem controle. Com uma mão, apertou o peito dela de um jeito que o top subiu, deixando a dureza dos mamilos à mostra para Juan.
Juan não aguentou a situação e se aproximou delas, mas só fez se ajoelhar do lado pra olhar. Foi Martina quem o incluiu, pegando a cabeça de Juan e levando até o peito dela, já totalmente nu. Juan beijou, lambeu e mordeu os mamilos com desespero, e depois desceu direto pra entreperna de Martina, puxando a legging azul até um pouco acima dos joelhos e enfiando a língua dentro de uma buceta totalmente depilada e molhada.
Enquanto isso, Nazarena tirou a blusa e o sutiã pra Martina brincar com os peitos dela, como se estivesse amamentando. A situação ficou ainda mais putaria quando Juan, com os olhos arregalados, começou a se masturbar sem tirar a cabeça de entre as pernas de Martina. Nazarena se levantou pra ficar mais confortável, parecia querer devorar Martina. Tirou a calça, ficando só com uma tanguinha minúscula. Juan se levantou e começou a beijar Nazarena, os dois de pé, enquanto Martina assistia se masturbando no sofá.
Juan fez Nazarena se abaixar pra encontrar o pau dele, totalmente duro. Brincou com a rola e com as bolas. Juan tava desesperado. Depois, Nazarena virou Juan e fez o mesmo com o cu dele. Começaram a ouvir os gemidos de Juan. Martina se levantou, tirou a legging toda e fez Nazarena levantar a raba pra lamber a buceta encharcada dela, enfiando os dedos e a língua alternadamente.
Juan não aguentou mais e disse: "Vou te comer, sua filha da puta..." Levantou Nazarena e a fez se curvar contra o sofá. Martina também. Tomo posição e abriu as pernas na frente da Nazarena, oferecendo pra ela chupar a umidade que tinha, ajudando com os dedos.
Juan puxou a calcinha fio dental da Nazarena e, sem perguntar, meteu na bunda dela.
"ahhhh devagar, nãoooo..." Mas já era tarde e os gritos de dor viraram gemidos de prazer.
Juan começou a se mover cada vez mais rápido, e o choque da pélvis contra a bunda da Nazarena empurrava a língua cada vez mais fundo na buceta da Martina, que só dizia:
"chupa... chupa que eu adoro"
A conversa ficou só entre elas, deixando Juan no trabalho dele.
"cê gosta que eu chupe sua buceta?" perguntou Nazarena pra Martina
"Adoro... continua, me faz gozar..."
"Depois você vai chupar a minha?" perguntou Nazarena
"claro, não quero outra coisa senão chupar a sua..." respondeu Martina
Juan, ao ouvir isso, gozou dentro da bunda da Nazarena, escorrendo o leite pelas pernas dela.
Juan gozou e sentou de lado, sem parar de olhar a imagem que elas ofereciam.
Martina tinha tomado as rédeas e colocado Nazarena sentada no sofá com as pernas abertas. Ainda escorriam os líquidos do Juan da bunda dela, mas Martina abriu com as mãos a buceta da Nazarena e cuidou dela.
Em poucos minutos, Juan tava durasso de novo e começou a chupar a bunda da Martina sem tirar a calcinha fio dental, só puxando ela.
Alternava entre a bunda dela e a buceta vermelha e quente.
Não aguentou mais, se levantou e começou a foder a Martina.
Mas rapidinho ela fez ele parar e sentar do lado da Nazarena no sofá pra sentar em cima dele e cavalgar furiosamente enquanto Juan masturbava uma Nazarena totalmente entregue ao prazer.
Todos gozaram quase juntos e a cena terminou com os 3 largados no sofá, completamente pelados.
Durante meses, os encontros continuaram no apartamento da Martina pra satisfazer os desejos de sexo grupal. Durante o horário de trabalho, no escritório ninguém... já imaginava o que acontecia depois....
5 comentários - Colegas gostosas do escritório
:buenpost: