A amiga gostosa da minha mãe - Parte 1

Olá, depois de muito tempo sem escrever nada, hoje venho contar o que aconteceu em um dos meus aniversários mais ousados da minha vida. Como todos sabem, meu nome é Bruno e, sem mais delongas, é assim que minha história começa.

Era a manhã do dia 15 de julho de (SEGREDO), uma manhã em que o sol entrava pela minha janela me dando bons dias no meu aniversário de número (SEGREDO). Como sempre, o primeiro a acordar foi meu querido amigo "pau", que, sem preguiça naquelas horas, já estava mais firme e duro que um soldado na guerra.

Sonolento, olho para minha esquerda, onde fica minha mesinha de cabeceira. No centro, meu olhar encontra o relógio digital, que marca 8h15. Sem querer fazer mais nada, pego o cobertor e cubro minha cabeça. Passados alguns segundos, volto a pegar no doce sono do qual o sol me acordou. No entanto, como uma maldição de todos os aniversários, a porta do meu quarto é aberta rapidamente.

Por ela entra minha mãe com um bolo de pêssego na mão, com velas coloridas acesas. Atrás dela, meu pai a segue e, por último, atrás dele, vem Carmen, a amiga da minha mãe. "Como é a Carmen?", vocês devem estar se perguntando. Bem, ela é uma mulher de 45 anos de idade, mas, por sorte, sua pele e seu corpo parecem de 30, se não de uns 25.

Ela é magra, seu tom de pele é claro, seus olhos são castanhos claros, seus lábios são daqueles que, quando você os vê, quer beijar e morder uma vez atrás da outra. Com um cabelo comprido que chega até os ombros, sua figura fica muito mais sexy. Seus seios não são grandes nem pequenos, são bem redondos e apertáveis, ainda conservam sua firmeza. Sua cintura é a de uma garota de 19 anos, uma cintura em que você se perde de tão lindas curvas que ela tem.

Os três se aproximam da minha cama: minha mãe à minha direita, enquanto meu pai à esquerda. Carmen é quem pega meu cobertor com um puxão forte e me descobre por completo. Imediatamente, os três, como se estivessem na igreja, começam a cantar as clássicas "parabéns pra você". Isso Isso me acorda por completo, a vergonha me invade, porque eu geralmente durmo de regata e short de lycra. Enquanto os três continuam cantando, percebo que meu amigo continua mais duro que um soldado. Mas o que eu podia fazer? Se eu me cobrisse, meus pais perceberiam, o que me encheria de vergonha. Com um sorriso nervoso, só olho pra eles. De repente, ao olhar pra Carmen, percebo que o olhar dela está fixo naquele soldado de cabeça roxa. Ela percebe isso e me olha, mostrando um sorrisinho safado enquanto passa a língua nos lábios.

As parabéns terminam e cada um me abraça, me beija. Na hora, apago as velas do bolo.

— Bom, agora que você pediu seu desejo — disse minha mãe, me olhando nos olhos —, você tem uns minutos pra descer que o café da manhã tá te esperando.

Meu pai me deu um tapão nas costas e completou, todo animado: — Filho, agora você é um homem feito! — Ele pegou minha mãe e colocou nela uma caixinha embrulhada em papel de presente. — Por isso mesmo, espero que em breve você use esse presente incrível. — Depois de falar isso, ele e minha mãe saíram.

Carmen se aproximou pra fechar a porta e, de propósito, trancou ela. Devagar, com um sorriso quente nos lábios, ela me olhou enquanto se aproximava de novo. Sentou na beira da cama, tirou da minha mão o presente do meu pai. — Posso abrir seu presente? — perguntou enquanto rasgava o papel. — Claro — respondi, enquanto meu olhar se perdia no decote enorme dela. Só de ver a fenda dos peitos dela, meu coração batia a mil por hora.

Quando terminou de tirar o papel do presente, uma caixa de camisinhas apareceu. Meus olhos se arregalaram ao ver aquilo. Mas Carmen sorriu e mordeu o lábio inferior de um jeito sexy: — Camisinhas, clássico de pai. Mas a pergunta é: você sabe usar? — E eu, nervoso e gaguejando, completei: — Aaahn, não, mas daqui a uns anos alguém vai aparecer. Ela se aproximou ainda mais de mim, seus lábios e os meus ficaram tão perto que eu podia sentir o frescor deles. Meu olhar se perdeu nela, fazendo meu coração bater a mil por segundo. De repente, ela me segurou pelos ombros — "Seus pais acabaram de sair, era pra eu te levar ao cinema, já que lá vão te dar uma surpresa" — nervoso, engoli seco — "Então estamos sozinhos?" — "Tão sozinhos que agora mesmo posso te ensinar a colocar uma camisinha" — ela sussurrou no meu ouvido.

De repente, sem dizer mais nada, ela deslizou a mão até meu pau ereto e duro, massageando por alguns segundos enquanto com a outra mão começava a desabotoar a camisa — "Essas ereções só os jovens têm, seu pau tá mais duro que o do meu marido, e eu preciso estar sentada nele."

— "Mas eu não sei se consigo..."
— "Eu sei que você vai conseguir" — ela completou enquanto tirava a blusa e em seguida o sutiã. De repente, pegou minhas mãos e as colocou sobre os seios — "São seus, aperta eles." Com as mãos neles e sentindo o calor dela — "Não sei, minha mãe pode ficar brava" — falei sem parar de olhar os seios dela.

— "Vamos, não se faz de rogado, amor. Eu vi como você olha meus peitos, minha bunda, vi como você se masturba na frente do PC" — de repente, ela me deu um beijo apaixonado no qual pude sentir sua língua gostosa e escorregadia — "Hoje vou ser sua putinha, amor, então me faz gemer."

Sem pensar nem mais um segundo, peguei ela pelos ombros e apertei os seios dela o mais forte que minhas forças permitiam naquele momento. Ela começou a me beijar como nunca imaginei, nossos lábios se moviam num ritmo impressionante. Sem mais delongas, ela tirou minha camisa, nossos corpos sentiam nosso calor, nosso desejo. De repente, deitei ela na minha cama e me coloquei sobre ela, como uma fera selvagem comecei a chupar, morder e apertar os peitos dela.

Nosso suor começou a aparecer — "Preciso provar a rola do filho da minha melhor amiga" — ela se ajoelhou, pegou minha cueca e puxou como uma puta desesperada. O pau do macho dela, meu cock pulou e respirou aliviado da tortura da lycra. Ele tava todo suado e babado, algo que não importou pra ela, que pegou ele com as mãos, aproximou o nariz e inalou o cheiro fundo. Isso me deixou louco. "Amo o cheiro de peixe podre que um pau duro e mal lavado solta", comentou, e já começou a chupar.

A língua dela e o ritmo que ela usava me deixavam doido. Ela simplesmente enfiava todo o meu cock naquela garganta funda, lambia, chupava, sugava e curtia cada pedaço do meu pau. Da boca dela já escorria muita saliva de tão fundo que ela metia, saliva que usava como um bom lubrificante. Ela se aproximou e colocou meu pau entre os peitos dela, apertando eles pra prender meu amigo ali. "Agora mexe o mais rápido que puder", ordenou. Ordem que, claro, eu não podia desobedecer.

E foi o que fiz. Meu pau, cheio de saliva e do suor que escorria pelos peitos dela, deslizava mais do que com qualquer lubrificante de marca. Ficamos assim uns 15 minutos. A caixa de camisinhas já tava em cima da minha mesa de cabeceira. Ela olhou e comentou: "Meu amor, já tá na hora de você usar isso". Pegou a caixa, abriu, tirou uma camisinha, colocou na cabeça do meu pau e foi descendo devagar. "Já tá na hora de você sentir como é ter uma mulher em cima do seu pau suculento." Sem perder tempo, tirou a calça e a calcinha fio dental, que me deu pra cheirar.

O cheiro da buceta dela era excitante. E, pra ser sincero, não só senti o aroma: também chupei ela. Ela cuspiu na mão direita e passou a saliva nos lábios da buceta, e na sequência pegou meu pau e se sentou em cima. A expressão dela foi única, algo que nunca vou esquecer.

Ela começou devagar, mas foi acelerando o ritmo aos poucos. As sentadas que ela dava eram como... como sentir que eu tava comendo a própria Jesse Jane, uma das melhores estrelas pornô do mundo. Ver os peitos dela balançando pra cima e pra baixo era como ouvir Mozart ao vivo. "Você é uma puta bem gostosa. Gostosa, e você não sabe como eu amo sua buceta de puta - gritei enquanto pegava nos peitos dela e apertava com luxúria.

- E seu pau é o mais gostoso que já chupei e que já enfiei em mim, me fode, vagabundo, me fode, filho da puta!! - ela implorava enquanto acelerava cada vez mais o ritmo. Foi então que a peguei pelas costas e a encostei no meu peito, com toda a minha força. Minha inimiga, comecei a penetrá-la o mais rápido que pude. Minhas bolas pulavam como bolinhas de gude jogadas no chão. Os gritos da Carmen ecoavam junto com o canto dos passarinhos na primavera.

De repente, a separei de mim por alguns minutos, e ela, irritada, exclamou: - Já vai terminar tão rápido? - Eu olhei pra ela e a coloquei de quatro. - Isso tá só começando, mamãe - gritei enquanto arranhava suas costas ao mesmo tempo que enfiava com força todo o meu pau. Ficamos assim por uma hora. Eu a penetrei como nunca mais vou fazer. Em cada metida, dava umas palmadas bem fortes, ou pegava nos peitos dela enquanto mordia suas costas.

Os gemidos, o suor, o cheiro de sexo no quarto, sentir a buceta dela entrando e saindo do meu pau foram como um manjar dos deuses. - Me dá toda a sua porra, meu rei, que eu preciso gozar - foi assim que parei de penetrá-la. Me levantei e, ao tentar tirar a camisinha, ela já estava rasgada no meio. - Só homem que fode bem pra caralho consegue romper uma dessas - ela exclamou enquanto tirava o pedaço de látex que cobria parte dele. Ela pegou meu pau e começou a puxar com tanta força que senti que ia arrancar. De repente, a cabeça dele ficou tão inchada e grande que ela completou: - Por que não te comi antes? - Sem mais delongas, todo o meu sêmen saiu disparado, caindo na boca dela, nas sobrancelhas, no cabelo e no peito.

Ela se limpou, lambeu a mão, e o que caiu no peito ela espalhou como se fosse creme. Logo depois, se levantou e, sendo um pouco mais alta que eu, completou: - Pode sentir o cheiro dos meus peitos, porque neles vou carregar pra sempre o seu doce cheiro de homem. - Eu me aproximei e... Inspirar aquele cheiro agora tão meu, só de saber que comi a amiga da minha mãe já era um presente único pra mim. — Preciso tomar um banho, não podemos chegar assim no cinema — sem me deixar falar, me beijou com muita paixão — te espero no banho, neném — na mesma hora entrou no meu banheiro, pude ouvir quando abriu as torneiras do chuveiro e a água começou a cair. Bem na hora que peguei minha toalha pra entrar no banho, alguém bateu na porta ao mesmo tempo que dizia — Bruno, coração, sou eu, Citlali, abre que vim te dar sua foda de aniversário.

CONTINUA

7 comentários - A amiga gostosa da minha mãe - Parte 1

ella es una mujer de 45 años de edad. pero por fortuno su cutis y su cuerpo lucen de 30 si no es que de unos 25....
....su sintura es la de una chica de 19 años....


al final de cuentas... cuántos años tenia? 😀 😀 😀

Jejeje
:buenpost: muy buen relato amigo!
yo le mire y la puse de perrito - esto apenas esta por comenzar mamasita - le grite mientras le rasguñaba la espalda al mismo tiempo que le metia con fuerza toda la verga, asi estuvimos duante una
hora


Una hora de perrito ????? claro que si campeon ..............
Te felicito, amigo, el mejor despertar y el mejor regalo de cupleaños, agradeceselo a esa espectacular amiga de tus padres, toda la vida, mandale saludos a esa hermosa madura. Y si podes manda una foto de ella.-