La Prometida de mi Primo (Fotos)

La Prometida de mi Primo  (Fotos)Bom, primeiro de tudo quero agradecer a todos que leem meus contos, os que me dão pontos e os que me seguem — eu sigo todos de volta. Também peço desculpas pelos meus erros de ortografia; agora até tenho tempo, mas já é bem tarde e tenho aula bem cedo, então vou começar o relato.

Essa experiência que vou contar é uma história um pouco longa, e vou narrar desde o início pra ninguém se perder. Na verdade, a história tem muitos anos, mas o que realmente importa aconteceu no ano passado. Eu estudo fora da minha cidade e, pra isso, meus pais alugaram um apartamento pra mim, que foi testemunha desse relato. Quando saí do ensino médio, fizeram uma festa pra comemorar. Já no meio da festa, a tal noiva do meu primo, que vou chamar de Karina, se aproximou de mim e propôs que, quando eu estivesse em Morelia, a procurasse, já que ela estuda na mesma cidade, mas não na mesma universidade (eu numa particular e ela numa pública). Eu disse que sim e pensei que não seria nada mal a ideia. E então chegou a hora de ir embora. No primeiro dia, conheci meu amigo Gibran, com quem me dei super bem, já que somos igualmente festeiros, mulherengos, etc. No primeiro mês da faculdade, transei com 6 garotas — com algumas várias vezes, com outras só um encontro casual — mas até aquele dia não tinha procurado a Karina, nem passava pela minha cabeça procurá-la.

Um dia, Gibran chegou no meu apartamento enquanto eu tava fazendo limpeza e me disse que tinha marcado com duas minas do 5º semestre de odontologia. No começo, recusei porque tava cansado, mas ele me convenceu dizendo que as duas garotas já sabiam o que queriam — e me refiro a que estavam dispostas a transar — e ainda comentou que elas eram muito gostosas, e a que ia ficar pra mim era a melhor. No fim, aceitei. Gibran foi embora, mas voltaria no fim da tarde/noite. Enquanto isso, arrumei o terraço pra ficarmos mais confortáveis lá.

Ele chegou com as duas garotas perto das 7 da noite e, quando abri... A porta se abriu e tomei um baita susto: uma das minas era a Karina, a noiva do meu primo. Ela também ficou surpresa ao me ver, mas não trocamos nenhum comentário, só deixei elas passarem. Mas percebi que o Gibran já estava se achegando na outra mina, e eu pensei comigo: "ainda bem". Ele me apresentou elas, e quando fomos apertar as mãos, eu e a Karina, meu amigo e a amiga dele perguntaram se a gente já se conhecia. Ela disse que já tinha me visto nos corredores de um shopping. Fiquei pensativo com a resposta dela, mas não falei nada, só caminhei. No caminho da porta até a varanda, a Karina falou baixinho pra eu não contar que a gente se conhecia, pra ficar mais confortável pra nós dois. Eu respondi: "ok, pra mim tá de boa".

Sentamos, conversamos, bebemos pra caralho. E entre um copo e outro, nossos amigos ficavam insistindo pra gente se beijar, mas a gente não fez nada. Já eles, sim, e sem vergonha nenhuma. O Gibran metia a mão no corpo todo da mina, e ela nem ligava, e a Karina só ria. Lá pela meia-noite, as duas garrafas de uísque que a gente tava bebendo acabaram, e a Karina falou pra irmos buscar mais. Eu topei, e fomos pra um autosserviço. Subi na minha caminhonete e no caminho a gente conversou pra caramba, mas deixamos de lado o assunto do meu primo e do noivado deles, porque até aquele momento a gente não tava fazendo nada de errado. No fim, compramos mais uísque e voltamos pra casa. Mas não sei o que deu em mim naquela hora, eu não parava de olhar pras pernas dela. O tom da pele dela é muito lindo, e as pernas parecem perfeitas. Ela percebeu, mas não falou nada, só continuou contando o que tinha feito naquele dia.

Quando chegamos em casa, tomamos outro susto: a amiga dela tava fazendo um boquete no meu amigo. No começo, fiquei puto e falei: "Porra, mano! Pelo menos vão pro quarto, caralho!" E ele respondeu: "Qual quarto eu entro?" Eu falei: "Qualquer um, seu filho da puta!" E eles foram pro quarto na risada. Eu virei pra olhar a Karina, e ela tava morrendo de rir do que a gente tinha visto, e acabou me contagiando. porque com uma risada eu falei pra karina, "como você os acha?" e ela respondeu "é normal". e a gente se preparou pra sentar, mas já na sala eu só encostei uma mesinha de centro e ficou perfeito pra nós dois, e por vários minutos a gente bebeu e conversou, mas ela já não falava mais de coisas dela, as perguntas dela eram quantas outras garotas eu já tinha trazido e como eu fiz com elas, e eu respondi que só elas duas, e ela não acreditou, procurava jeitos de me fazer contar a verdade, mas eu não contei.

E a gente continuou conversando e quando eu quis servir outra dose, a latinha de redbull já tinha acabado, e do lado dela, no chão, estavam as outras, e eu falei "me passa uma, por favor" e ela se abaixou, mas não sei o que deu em mim, me aproximei pra cheirar o cabelo dela. ela, ao se virar pra trás, sentiu o que eu tava fazendo, mas não fez nada, só se abaixou de novo e perguntou "qual você quer?" e eu apontei pra uma, mas ao fazer isso, toquei uma das pernas dela e acariciei suavemente. ela voltou à posição dela, eu puxei ela pra ficar de barriga pra cima, mas deitada em cima de mim, e dei um beijo nela. ela respondeu, mas ao mesmo tempo uma das mãos dela se movia devagar do meu joelho até meu pau. já eu tirei a jaqueta que ela tava usando na hora, deixando ela só com uma blusa bem decotada. os peitos dela estavam lindos e eu não consegui ficar sem vontade de tocar e de tirá-los pra fora da blusa. ao mesmo tempo, ela tocava meu pau, que naquele momento já tava mais duro que pedra, mas fazia isso por cima da calça. e a gente ficou assim por vários minutos, se beijando e ela tocando meu pau e eu acariciando os peitos dela.

De um movimento só, ela ficou com a cabeça nas minhas pernas e, sem pensar, puxou meu pau pra fora e começou a chupar. na verdade, ela chupava tão gostoso que me desconcentrou de tão satisfeito que eu tava. depois de um tempo, eu quis retribuir o favor, mas quando tentei, ela não deixou. só tirou a calcinha que tava usando, mas sem tirar a saia, e se deitou e me puxou. isso me deu entendi que ela queria que eu penetrasse ela, e foi o que eu fiz. Ao meter meu pau, notei que a buceta dela tava extremamente quente, mas bem apertadinha, como se ela tivesse sem atividade há um tempo. Ela gemia bem alto, mas eu não tava nem aí se alguém fosse ouvir, continuei no que tava fazendo. A gente trocou de posição várias vezes porque o sofá era muito desconfortável, mas quando tentei colocar ela por cima de mim pra ela fazer o trabalho final, não deu porque nossos amigos chegaram e começaram a zoar a gente. Karina ficou sem graça na hora e me pediu pra passar o sutiã e a blusa dela, mas eu não fiz, só gritei pro meu amigo: "Não fode, caralho! Entra aí, depois você sai." Ele não quis, só falou: "Qual é, mano, como se eu nunca tivesse te achado assim antes." E eu respondi: "Pelo menos vira de costas enquanto ela se veste." E ele virou.

Quando Karina se vestiu, foi pro banheiro, e a amiga dela foi atrás. Fiquei conversando com Gibran. Umas 5 minutos depois, elas saíram do banheiro e perguntaram se eu podia dar abrigo pra elas aquela noite. Eu disse que sim, e aí a gente começou a beber de novo. Entre um copo e outro, eu já tava bêbado, mas não era só eu, era nós quatro. A gente tava rindo e tal, e Karina me beijava direto, uns beijos longos. Quando começou a amanhecer e não tinha mais uísque, Gibran falou pra gente ir dormir. Como são dois quartos, ele entrou num com a outra mina na hora, e eu entrei com Karina no meu quarto.

Depois disso, tenho poucas lembranças. Só lembro que, depois de fechar a porta, ela me puxou pra cama e a gente se pelou na hora. Eu penetrei ela, e de tão bêbados que a gente tava, caímos no chão, mas no chão mesmo a gente continuou transando. E essa é minha última lembrança, porque depois disso não lembro de nada. Só acordei depois do meio-dia, ela tava do meu lado pelada, todos os cobertores no chão, e eu também completamente nu. Me vesti e fui pra cozinha pegar um refrigerante, tava com muita sede. Quando Voltei pra cama, ela já tava acordada. Deitei e ela perguntou que horas eram, depois que falei, ela me deu um beijo na boca e falou pra eu dormir mais um pouco. Me abraçou e a gente dormiu de novo os dois. Acordamos já de tarde, mas meu amigo e a amiga dele não estavam mais lá. Ela foi tomar banho e quando saiu, pediu pra eu levar ela em casa. No caminho, falou pra eu não contar nada e que, se eu quisesse, a gente podia continuar se divertindo. E eu não ia dizer não, né? A gente se despediu com um beijo e ela entrou em casa.

Depois daquele dia, a gente se encontrou várias vezes. Até transamos no banheiro da universidade dela, mas só fazemos isso naquela cidade. Quando voltamos pra nossa cidade de origem, a gente se vê como o que somos: quase família. Na real, não sinto culpa porque acho que não sou o único com quem ela trai meu primo. E, sendo sincero, melhor que seja eu, a futura prima é muito gostosa, haha. Tô pensando em contar pro meu primo, já que ele trai ela com várias mulheres e ele mesmo já me disse que não quer a Karina. Não sei o que pensar, porque ela já falou pra gente fugir juntos, mas não sei o que fazer. O sexo com ela é bom, mas se ela conseguiu trair o noivo com o primo, o que mais dá pra esperar? Uma coisa que não contei é que meu pai já me pegou com ela, mas nunca falou nada. Vou contar isso em outra história.

E é assim que termina o relato de hoje. Vou deixar umas fotos aqui embaixo, não são do dia que contei, são de outros dias. Só coloquei pra ajudar na imaginação do leitor. Até o próximo relato.peitos


gostosa


prima


Morelia





La Prometida de mi Primo  (Fotos)


peitos

13 comentários - La Prometida de mi Primo (Fotos)

colega que relato tan esplendido me encanto y que fotos que futura prima tan aprovechada al gusto mismo 😉 sigue así
Muy lindo relato.
Y la prima esta deliciosa, esas tetas que tiene son una locura 🤤

gostosa
Que PEchos los de esta yegua master!!! :F:F:F:F:F:F:F:F:F:F:F
Morelia
mjhii
soy de morelia... presenta a la prima