Boa noite a todos, meu nome é Nicolás, voltei depois de um tempo (não lembro meu usuário antigo nem minha senha, mas fazer o que, isso não interessa pra vocês... XD)
Vou contar uma história de vingança.
Trabalho há cinco anos numa empresa onde o callcenter sempre teve mais mulheres, então os homens que tem por lá são valorizados e dá pra escolher melhor se você é da minoria.
Conheci a Rosa no meu primeiro dia de trabalho, ela é uma mulher magra, uns 1,70, cabelo curto, pele bem branca e olhos verdes. Sempre mantivemos uma boa relação, tanto profissional quanto de amizade, mas isso foi pro saco porque ela não era muito querida no trabalho pelas colegas por causa do jeito dela e da forma de trabalhar "quando é pra zoar, zoa, quando é pra trabalhar, trabalha", eu tinha a mesma filosofia, então nos entendíamos perfeitamente.
Passaram alguns anos, ela tinha um cargo mais alto que o meu e eu aprendia muito trabalhando com ela. Em meados de 2009, ela mudou de emprego, eu subi pro cargo dela e nossa relação continuou a mesma, só que entre nós começava a crescer algo mais que uma relação de mestre e aprendiz.
No final de 2010, ela voltou pro cargo dela, mas dessa vez no turno da manhã, enquanto eu trabalhava à tarde. Nossa amizade foi se fortalecendo e a vontade também, porque dentro do trabalho não passava de algum comentário, lembrem-se ("quando é pra zoar, zoa, quando é pra trabalhar, trabalha"). Ela se ofereceu pra cozinhar algo pro meu aniversário, então aproveitei a oportunidade.
Naquela vez, cheguei na casa dela, conversamos, jantamos umas pizzas, tomamos umas cervejas, nos beijamos, ela me levou pro quarto dela, começou a me tocar, enquanto eu tocava ela, MASSSSS não conseguia "funcionar" — tinha minha mentora toda entregue, minha chance de meter, mas o cagaço que eu tava era tão grande que não subia... Naquela noite, saí da casa dela às 5 da manhã, ela chorando, eu todo encucado e acabado...
Nos dias seguintes, depois de Isso no trabalho foi o pior, só trabalho. Ela pediu demissão em junho, mas continuamos mantendo contato...
Em meados de dezembro de 2011, com o relacionamento reatado, ela me convida de novo pra casa dela e, de novo, o nervosismo, a ansiedade, as lembranças daquela primeira saída me sacaneiam de novo, com os mesmos resultados. A única diferença é que fui embora mais cedo e não tava frio como da primeira vez...
Esse ano a gente se falou de novo por e-mail, ela disse que queria sair pra tomar alguma coisa por causa da "crise dos 30". Já tinha 30! Conheci ela quando tinha a minha idade (25).
"Essa tem que ser minha chance", pensei.
Ela falou que ia me buscar no trampo. Eu trabalhava sábado até as 22h e a gente se encontrou no centro. Ela tava vestida com umas botas pretas de couro, uma saia jeans e por baixo umas leggings, em cima um moletom e uma jaqueta jeans. Quando vi ela parada na esquina, meu pau subiu na hora! E ela tinha dito que era uma saída de amigos 🤤
Fomos tomar alguma coisa no Paseo La Plaza, mas não sei que porra tava rolando, que de todos os pedidos só trouxeram duas garrafas de cerveja pra gente. Pedimos a conta e fomos pra outro bar na esquina continuar bebendo, ainda não era nem meia-noite.
Depois de um tempo, quando deu 1h da manhã e minhas presas já tavam evidentes, ela falou pra irmos pra outro lugar e que eu escolhesse, porque ela já tinha escolhido o segundo... 😞
Fomos pro hotel mais perto de onde a gente tava, pedi a suíte. Subimos pro terceiro andar. Ela entrou no quarto na minha frente, a porta nem terminou de fechar e eu já tava comendo a boca dela.
Os beijos nos levaram pra cama na hora, a roupa que a gente tava sumiu em poucos minutos, meu pau tava no talo.
"Porra, por que não tava assim nas outras duas vezes?", ela me fala, começa a me bater uma bem suave, brincando com minhas bolas. "Finalmente você tá do jeito que eu gosto...", ela fala de novo e leva ele pra boca, devorava tudo ou tentava, porque dava Pequenas rejeitadas, mas dava pra ver que ela queria. Por dentro eu pensava: "finalmente tenho a Rosita me chupando".
Quase gozei, mas me segurei. Tinha que virar um 0 a 2, então mandei ela deitar na cama. Comecei a percorrer o corpo branquinho dela, brincando de beijar todas as pintinhas (que são muitas!), passando pelo pescoço dela descendo devagar. A cada beijo: "Rosa, você não sabe a vontade que eu tenho de você", "Rosa, hoje nem os Vingadores te salvam...", "Rosa, pra estar na crise dos 30, você tá de partir ao meio". Fui descendo até a virilha dela. Até aqui, nas duas primeiras vezes, ela não deixou eu descer. Dessa vez, eu tava no meu paraíso. Comecei a esfregar ela por fora com uma mão, enquanto com a outra eu enfiava um dos meus dedos. Ao mesmo tempo, minha língua percorria toda aquela buceta doce que eu não conseguia parar de provar. "Não seja filho da puta, para, você vai me fazer gozar", ela começou a gritar enquanto puxava meu cabelo e me dava todo aquele mel que eu tanto desejava...
"Por favor, faz amor comigo", ela disse depois de gozar. Comecei a subir devagar, beijo por beijo, enquanto perguntava: "Ro... como é ser comida pelo seu aluno?" Subi até o rosto dela e comecei a beijá-la enquanto enfiava meu pau. Ela se abriu um pouco mais e se ajeitou. Comecei a bombar devagar. Os gemidos dela me excitavam cada vez mais. "Meu amor... por que demorou tanto? Você não sabe quanto eu queria seu pau dentro de mim..." Finalmente éramos um. "Hoje você vai sentir toda a minha obsessão, Amiga", falei, levantei as pernas dela e meti cada vez mais fundo e com mais força. Ela apertou minhas costas. "SIM, SIM, ASSIM MEU AMOR, MEU HOMEM, QUE LINDO ANIVERSÁRIO..., ME COME..." ela dizia enquanto me beijava. "Vamos gozar juntos, meu amor, me espera e fode, um prêmio". As unhas dela cravaram nas minhas costas quando gozamos....
"Você ganhou seu prêmio... meu aluno..." ela disse e começou a me chupar de novo. Em poucos segundos, meu pau já tava 100% de novo. A putinha gostava. Enquanto chupava, me olhava nos olhos e enfiava ele inteiro. Amor... Ai meu amor, você vai me fazer gozar, Ro, fica esperta que eu te aviso..." (que bom que eu sou 😛)
"Qual é o problema? A Rosita vai tomar tudo..." ele sussurrou... como escorreu umas gotinhas pela boca dela, é uma imagem que nunca vou esquecer...
Descansamos um pouco e ela fala "vou tomar banho e a gente vai embora"
Esperei até ela entrar no chuveiro e apareci por trás com a pica dura de novo, encostando nela... ela, sem se virar, pegou com uma mão e disse "parece que alguém ainda não quer dormir..." Sentei no chão do chuveiro e ela montou na minha pica, começou a rebolar como uma tigresa, não parava de gritar até que finalmente gozou... com as últimas forças, se recompôs
"Hoje a gente comemora meu aniversário e, como você é meu pupilo, vai ser o primeiro a me ter" Ela apoiou as mãos na parede, se inclinou um pouco enquanto a água escorria pelas costas dela e me mostrou o lugar onde eu devia ir. Encostei a ponta da minha pica naquele buraquinho que literalmente *me engoliu* — faz de mim sua, arrebenta meu cu...
Me senti um pornstar enquanto metia, não acreditei — de não conseguir duas vezes, não só tava comendo ela, como agora tava metendo no cuzinho dela. Meti tanto que ela falou "Porra, se apressa pra gozar que você vai me arrebentar toda..."
Depois que o turno acabou, ela me beijou e disse "espero que tenha gostado, nunca durmo com meus pupilos". Hoje em dia a gente se encontra uma ou duas vezes a cada duas semanas 😛
Em breve vou contar outras histórias que vêm daí — com a Rosa demorou muito, mas com a Rocío, a outra pupila dela, não precisei esperar 😀
Vou contar uma história de vingança.
Trabalho há cinco anos numa empresa onde o callcenter sempre teve mais mulheres, então os homens que tem por lá são valorizados e dá pra escolher melhor se você é da minoria.
Conheci a Rosa no meu primeiro dia de trabalho, ela é uma mulher magra, uns 1,70, cabelo curto, pele bem branca e olhos verdes. Sempre mantivemos uma boa relação, tanto profissional quanto de amizade, mas isso foi pro saco porque ela não era muito querida no trabalho pelas colegas por causa do jeito dela e da forma de trabalhar "quando é pra zoar, zoa, quando é pra trabalhar, trabalha", eu tinha a mesma filosofia, então nos entendíamos perfeitamente.
Passaram alguns anos, ela tinha um cargo mais alto que o meu e eu aprendia muito trabalhando com ela. Em meados de 2009, ela mudou de emprego, eu subi pro cargo dela e nossa relação continuou a mesma, só que entre nós começava a crescer algo mais que uma relação de mestre e aprendiz.
No final de 2010, ela voltou pro cargo dela, mas dessa vez no turno da manhã, enquanto eu trabalhava à tarde. Nossa amizade foi se fortalecendo e a vontade também, porque dentro do trabalho não passava de algum comentário, lembrem-se ("quando é pra zoar, zoa, quando é pra trabalhar, trabalha"). Ela se ofereceu pra cozinhar algo pro meu aniversário, então aproveitei a oportunidade.
Naquela vez, cheguei na casa dela, conversamos, jantamos umas pizzas, tomamos umas cervejas, nos beijamos, ela me levou pro quarto dela, começou a me tocar, enquanto eu tocava ela, MASSSSS não conseguia "funcionar" — tinha minha mentora toda entregue, minha chance de meter, mas o cagaço que eu tava era tão grande que não subia... Naquela noite, saí da casa dela às 5 da manhã, ela chorando, eu todo encucado e acabado...
Nos dias seguintes, depois de Isso no trabalho foi o pior, só trabalho. Ela pediu demissão em junho, mas continuamos mantendo contato...
Em meados de dezembro de 2011, com o relacionamento reatado, ela me convida de novo pra casa dela e, de novo, o nervosismo, a ansiedade, as lembranças daquela primeira saída me sacaneiam de novo, com os mesmos resultados. A única diferença é que fui embora mais cedo e não tava frio como da primeira vez...
Esse ano a gente se falou de novo por e-mail, ela disse que queria sair pra tomar alguma coisa por causa da "crise dos 30". Já tinha 30! Conheci ela quando tinha a minha idade (25).
"Essa tem que ser minha chance", pensei.
Ela falou que ia me buscar no trampo. Eu trabalhava sábado até as 22h e a gente se encontrou no centro. Ela tava vestida com umas botas pretas de couro, uma saia jeans e por baixo umas leggings, em cima um moletom e uma jaqueta jeans. Quando vi ela parada na esquina, meu pau subiu na hora! E ela tinha dito que era uma saída de amigos 🤤
Fomos tomar alguma coisa no Paseo La Plaza, mas não sei que porra tava rolando, que de todos os pedidos só trouxeram duas garrafas de cerveja pra gente. Pedimos a conta e fomos pra outro bar na esquina continuar bebendo, ainda não era nem meia-noite.
Depois de um tempo, quando deu 1h da manhã e minhas presas já tavam evidentes, ela falou pra irmos pra outro lugar e que eu escolhesse, porque ela já tinha escolhido o segundo... 😞
Fomos pro hotel mais perto de onde a gente tava, pedi a suíte. Subimos pro terceiro andar. Ela entrou no quarto na minha frente, a porta nem terminou de fechar e eu já tava comendo a boca dela.
Os beijos nos levaram pra cama na hora, a roupa que a gente tava sumiu em poucos minutos, meu pau tava no talo.
"Porra, por que não tava assim nas outras duas vezes?", ela me fala, começa a me bater uma bem suave, brincando com minhas bolas. "Finalmente você tá do jeito que eu gosto...", ela fala de novo e leva ele pra boca, devorava tudo ou tentava, porque dava Pequenas rejeitadas, mas dava pra ver que ela queria. Por dentro eu pensava: "finalmente tenho a Rosita me chupando".
Quase gozei, mas me segurei. Tinha que virar um 0 a 2, então mandei ela deitar na cama. Comecei a percorrer o corpo branquinho dela, brincando de beijar todas as pintinhas (que são muitas!), passando pelo pescoço dela descendo devagar. A cada beijo: "Rosa, você não sabe a vontade que eu tenho de você", "Rosa, hoje nem os Vingadores te salvam...", "Rosa, pra estar na crise dos 30, você tá de partir ao meio". Fui descendo até a virilha dela. Até aqui, nas duas primeiras vezes, ela não deixou eu descer. Dessa vez, eu tava no meu paraíso. Comecei a esfregar ela por fora com uma mão, enquanto com a outra eu enfiava um dos meus dedos. Ao mesmo tempo, minha língua percorria toda aquela buceta doce que eu não conseguia parar de provar. "Não seja filho da puta, para, você vai me fazer gozar", ela começou a gritar enquanto puxava meu cabelo e me dava todo aquele mel que eu tanto desejava...
"Por favor, faz amor comigo", ela disse depois de gozar. Comecei a subir devagar, beijo por beijo, enquanto perguntava: "Ro... como é ser comida pelo seu aluno?" Subi até o rosto dela e comecei a beijá-la enquanto enfiava meu pau. Ela se abriu um pouco mais e se ajeitou. Comecei a bombar devagar. Os gemidos dela me excitavam cada vez mais. "Meu amor... por que demorou tanto? Você não sabe quanto eu queria seu pau dentro de mim..." Finalmente éramos um. "Hoje você vai sentir toda a minha obsessão, Amiga", falei, levantei as pernas dela e meti cada vez mais fundo e com mais força. Ela apertou minhas costas. "SIM, SIM, ASSIM MEU AMOR, MEU HOMEM, QUE LINDO ANIVERSÁRIO..., ME COME..." ela dizia enquanto me beijava. "Vamos gozar juntos, meu amor, me espera e fode, um prêmio". As unhas dela cravaram nas minhas costas quando gozamos....
"Você ganhou seu prêmio... meu aluno..." ela disse e começou a me chupar de novo. Em poucos segundos, meu pau já tava 100% de novo. A putinha gostava. Enquanto chupava, me olhava nos olhos e enfiava ele inteiro. Amor... Ai meu amor, você vai me fazer gozar, Ro, fica esperta que eu te aviso..." (que bom que eu sou 😛)
"Qual é o problema? A Rosita vai tomar tudo..." ele sussurrou... como escorreu umas gotinhas pela boca dela, é uma imagem que nunca vou esquecer...
Descansamos um pouco e ela fala "vou tomar banho e a gente vai embora"
Esperei até ela entrar no chuveiro e apareci por trás com a pica dura de novo, encostando nela... ela, sem se virar, pegou com uma mão e disse "parece que alguém ainda não quer dormir..." Sentei no chão do chuveiro e ela montou na minha pica, começou a rebolar como uma tigresa, não parava de gritar até que finalmente gozou... com as últimas forças, se recompôs
"Hoje a gente comemora meu aniversário e, como você é meu pupilo, vai ser o primeiro a me ter" Ela apoiou as mãos na parede, se inclinou um pouco enquanto a água escorria pelas costas dela e me mostrou o lugar onde eu devia ir. Encostei a ponta da minha pica naquele buraquinho que literalmente *me engoliu* — faz de mim sua, arrebenta meu cu...
Me senti um pornstar enquanto metia, não acreditei — de não conseguir duas vezes, não só tava comendo ela, como agora tava metendo no cuzinho dela. Meti tanto que ela falou "Porra, se apressa pra gozar que você vai me arrebentar toda..."
Depois que o turno acabou, ela me beijou e disse "espero que tenha gostado, nunca durmo com meus pupilos". Hoje em dia a gente se encontra uma ou duas vezes a cada duas semanas 😛
Em breve vou contar outras histórias que vêm daí — com a Rosa demorou muito, mas com a Rocío, a outra pupila dela, não precisei esperar 😀
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