Como Me Tornei Infiel Parte (I)

Olá, pessoal, essa é minha primeira vez nessa parada de contos, e isso aconteceu em Bogotá, Colômbia. Eu tenho 35 anos, e isso foi em janeiro de 2012. Acabei de ficar desempregado por causa de uma puta briga entre meu chefe e eu, então comecei a dar consultorias particulares. Um belo dia, enquanto preparava um relatório pra uma consultoria, resolvi dar uma olhada nesse site do Poringa e ver uns vídeos, e de quebra descobri a arte da punheta. Enfim, depois de ver um vídeo bom, fui pro banheiro e splash — uma tarde deliciosa depois de ver um vídeo do Poringa. Nesse dia, por acaso, tinha entrado na página do meu colégio no Facebook e, de repente, vi que, por causa de um comentário, apareceu uma mina que me conhecia há muitos anos. Imagina só: eu saí de lá com 17 anos e hoje tenho 35. Naquela época, eu tinha o abdômen trincado, era o atleta e o gostosão do colégio. Hoje, apesar de ser executivo, ganhei um pouco de peso, virei um cara comum e qualquer. Mas eu gosto, sim, de falar no ouvido das mulheres. Enfim, aceitei o convite da mina, que eu quase não lembrava. Bom, começamos conversas muito divertidas, já que ela também trabalhava como consultora de casa. A gente se divertia pra caralho conversando, falava de tudo um pouco. Um belo dia, a conversa esquentou, começamos a falar de uma fantasia. Ela é uma mina com um pouco de peso, mas com as curvas bem definidas. A aventura começou quando pedi pra ela montar o cenário. Ela descreveu um cafezinho na frente da Universidade dela. Eu chegava numa tarde chuvosa, procurando um lugar pra me abrigar. Quando cheguei, ela tava lá sentada, com um terno, saia e blusa meio decotada. A saia dela deixava ver de leve a liga. Quando passei do lado dela, roçuei um pouco, tentando arrepiar ela. Ela respondeu com um tremor total. Como não tinha mais mesas livres, pedi se ela me deixava sentar junto. Ela aceitou, fazendo uma cara de irritada. Ela tava lendo um livro enquanto... que eu pegasse meu notebook pra trabalhar, mas não parava de olhar as pernas dela. Ela percebeu e, atrevida, cruzou a perna, sabendo que a saia ia subir e me deixaria ver mais pra cima, até onde ficava a fita da liga. Mmmm, naquela hora comecei a suar frio. Atrevidamente, ofereci um café; ela aceitou. Quando o café chegou, ao passar pra ela, me apressei e peguei o açúcar, mas cheguei quando ela já tinha na mão. Aproveitei pra roçar a mão dela com a minha de um jeito bem delicado... Ela estremeceu, e vi uma gota de suor descendo do pescoço dela até o peito, entre os seios. Isso é uma imagem que excita qualquer um. Eu já queria tirar ela dali, mas tinha que tomar cuidado, porque até então eu não a conhecia direito. Ela deixou o livro na mesa e pegou o café, me dando um olhar atrevido. Ao tomar o café, na borda da xícara, isso me excitou mais ainda. Já tinha entendido que ela também queria. Começou a chover e meu motorista não chegava. Perguntei se ela esperava alguém, ela respondeu que não. A voz dela era muito doce, encantadora. Ela respondeu: "Não, tô esperando a chuva passar pra ir pro meu apartamento." Falei que se quisesse, eu dava uma carona, que ia pro norte. Ela respondeu: "Ah, obrigada", de um jeito seco. Entendi que tinha pisado na bola, mas ainda dava pra fazer algo. Levantei pra ligar pro motorista no celular. Ao passar, coloquei a mão no ombro dela e afastei o cabelo do pescoço. Me aproximei do pescoço dela e rocei meus lábios nele. Minha narina exalou no pescoço dela delicadamente e sussurrei no ouvido: "Quero que você seja minha. Você me fascina, me encanta, e essa é a última chance de nos conhecermos." Ela estremeceu e aproximou a cabeça pro meu lado, onde disse: "Você demorou, por que tá demorando tanto?" Falei: "Vamos." Liguei pro motorista, que, por causa do trânsito da cidade, não tinha conseguido chegar. Ele disse que me esperava a duas quadras. Peguei meu notebook, estendi minha mão pra ela enquanto a olhava fixamente. Ela ficou me olhando. Com seus olhões e lábios carnudos de um vermelho escuro lindo, ela me deu a mão. Peguei o casaco dela e coloquei nas costas dela, juntei as coisas dela e botei na minha bolsa. Quando saímos, ainda estava chovendo, então ela se molhou um pouco. Ela tava com uma blusa rosa choque e por baixo um sutiã de renda preto com rosa choque, hummm, o peito dela era firme, e cada gota que caía deixava ver mais os peitos dela. Corri rápido, o máximo que os saltos dela permitiam, chegamos no carro, coloquei ela primeiro e depois entrei. Pedi pro motorista me levar pro apê, e ela só respirou fundo e colocou a mão na minha perna, apertando bem de leve e subindo um pouco. E eu já tava tão excitado que duvidava se ia aguentar. A gente conversou sobre outros assuntos no carro pra disfarçar, como se a gente se conhecesse há uma vida inteira. Quando chegamos no apartamento, descemos na rua e corremos pro elevador. O porteiro cumprimentou a gente e eu falei pra ninguém nos incomodar, que a gente ia trabalhar. Quando entramos no elevador, não aguentamos mais e nos beijamos bem de leve, feito dois adolescentes. Quando chegou no andar, saí na frente pra abrir a porta e ver se tava tudo em ordem. Meu apê é na parte alta da cidade, da janela da sala e do quarto dá pra ver a cidade. É um apê com uma janelona e uma lareira, tudo branco e piso de madeira.

Quando entramos, ela entrou, bem tímida, e sentou. Perguntei se ela queria uma toalha, que tinha no banheiro. Descarreguei minha mala rápido, no banheiro tinha um roupão de seda e um de toalha.Como Me Tornei Infiel Parte (I)
sexoEnquanto isso, acendi a lareira e preparei um café, fiquei com a camisa meio molhada e a calça também. De repente, ela saiu do banheiro — eu já imaginava vê-la assim. Ela vestiu o roupão de seda, dava pra ver a calcinha de renda, a liga e as curvas dela. Já falei, não era uma modelo, era uma mulher de verdade, com as curvas bem no lugar, um pouco gordinha, mas do jeito que tava ali... Ela me perguntou: "Tem algo quente?" Respondi: "Sim, já vou te trazer um café." Só que eu tava com uma cara de idiota que não dava pra disfarçar. Enfim, quando me aproximei, deixei ela sentar no sofá em frente à lareira, passei o café pra ela e fui tomar um banho pra esfriar a cabeça, porque aquilo já tava pegando fogo. Tomei a ducha. Quando saí, ela tava com as pernas cruzadas em cima da cadeira, os ombros de fora. Dos dois lados da lareira, tinha janelões que mostravam a cidade inteira. Eu saí só de cueca branca e roupão branco. Ela se levantou e foi ver um quadro na parede. De repente, deixou o roupão cair pra eu ver ela por trás. Na hora, o efeito da ducha fria foi pro espaço. O quarto já tava quente, não só por causa da lareira, mas por causa dela. Agarrei ela contra a parede, sem deixar ela virar, beijei o pescoço dela e desci pelas costas enquanto ela tremia e dizia: "Demorou demais." Comecei a beijar, cheguei na bunda dela e acariciei com as mãos, percorrendo não só a bunda, mas também o quadril, indo pra frente até tocar a barriga dela — lugar onde ela se arrepiava só de passar minhas unhas de leve. Ela virou e me beijou, me puxou pelo pescoço e subiu até meus lábios, me levou até o sofá, onde eu sentei e ela sentou em cima de mim, sem tirar a roupa de baixo. Que êxtase. Tirei o sutiã dela e beijei os peitos, ao mesmo tempo que mordia de leve. Ela se arrepiava, e minhas mãos também acariciavam a bunda dela, como se eu não quisesse soltar. Uff, de repente ela se abaixou, ajoelhou, eu ainda tava sentado na cadeira e ela começou a me fazer um boquete, cara, que coisa mais maravilhosa, nunca tinha recebido assim, ela pegava com uma paixão que nem dá pra descrever, eu não aguentei mais, coloquei ela no braço da cadeira e arranquei a calcinha de renda dela com violência, rasguei, deixei marcado num lado de tanta força que usei, peguei ela pela cintura, coloquei quase em cima do meu púbis e meti, ela tremeu, tremeu muito, uff, e ainda fiquei acariciando o clitóris dela enquanto metia, ela rebolava cada vez mais em cima de mim, de repente senti que ela teve um orgasmo, me preocupei em tirar mais dois dela, depois que ela gozou, tirei ela da cadeira e deitei no tapete, comecei a meter do jeito tradicional, mas dessa vez ela me ajudou, ela mesma se acariciou o clitóris, ficou tão excitada que gozou de novo, eu já tava quase gozando, ela se abaixou, me deitou no chão e se posicionou olhando pros meus pés, enquanto se acariciava o clitóris e sentia cada vez mais quente, num momento ela virou, e enquanto se jogava em cima de mim falava "me diz coisas, fala comigo", eu não sabia o que dizer, tava aproveitando tanto que não sabia o que falar, eu dizia "você me fascina, amo seus peitos, sua bunda, você é incrível", ela ficou mais e mais excitada, de repente deu um grito arrepiante, e senti um líquido quente no meu corpo, pensei que era xixi, mas não, era um orgasmo enorme, nunca tinha sentido algo assim, isso me excitou ainda mais, e fez eu gozar, ela enquanto gemia ficou sem ar, sério, nunca tinha sentido isso, enfim, gozei completamente, ela se deixou cair pro lado e disse "que maravilha, que delícia", eu fiquei no chão...

Peguei um copo de suco de abacaxi que tinha em casa e ofereci pra ela, de repente ela perguntou "você gostou de mim?", e eu respondi "você me fascinou, e você?", ela disse "sim, mas fiquei com vontade de mais", eu falei pra ela. você precisa me dar tempo pra me recuperar, ela disse não quero e é agora, se ajoelhou e começou a chupar meu pau, achei que não ia fazer porque ainda tinha esperma nele, mas ela adorou, eu me aproximei do sofá e sentei, ela conseguiu me excitar de novo, e daí me coloquei atrás dela, penetrando ela pela buceta, o que me deixou mais louco, ela gemia cada vez mais, se levantou e se pôs em cima do sofá, e me pediu pra penetrar ela de novo, eu perguntei se ela deixava eu dar umas palmadas e ela disse que nunca tinha feito mas que podia ir em frente, enquanto eu metia nela dava uns tapinhas de leve, ela tremia a cada um, a ponto de dizer mais forte, faz o que quiser comigo, gritava adoro seu ritmo, eu só ficava dando ritmo de músicas que vinham na minha cabeça, isso sim deixou essa gostosa doida, num momento eu não aguentava mais e falei vou gozar, ela disse me dá um segundo eu também, de repente os dois gozamos e trememos por completo.....ColombiaEssa história que construímos juntos foi por telefone. No final, ela me disse: "Sabe, eu me excitei e gozei, a gente precisa se ver." Eu respondi: "Mas eu sou casado, e você?" Ela falou: "Olha, somos jovens, vamos aproveitar e pronto, ou esperamos pra ver o que acontece." Eu ficava curioso pra saber o que rolaria se a gente se encontrasse. Tinha uma vontade danada de vê-la, saber como ela estava e se algo ia rolar. Depois disso, tivemos vários encontros sexuais virtuais, nos masturbamos pela webcam e aconteceram outras coisas que vou contar em outra história, se vocês quiserem mais, comentem.

De brinde, uma imagem de alguém muito parecida com ela. Obviamente, não vou colocar a foto real, mas essa é bem parecida com a protagonista.oficina

4 comentários - Como Me Tornei Infiel Parte (I)

Muy bueno el relato

No entendi esta imagen!
Es una publicidad en medio del relato? 😉 😀

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