Olá, querida comunidade, como este é meu primeiro post, com o qual venho a público depois de ler e ver infinitos posts, pelos quais agradeço imensamente a todos.
Deixo aqui minha contribuição.
Há um tempo atrás, em 2007, conheci uma gringa que veio pra Buenos Aires num intercâmbio de estudos, europeia, miudinha, bundinha pequena e empinada, cabelo loiro e olhos claros. A gente se deu super bem e começou a sair, a atração pelo novo marcou cada encontro, loucos pra se conhecer, a gente transava das formas mais variadas, rolando pela cama inteira, às vezes sem falar muito porque o idioma era difícil, mas o corpo tem sua própria linguagem e a gente se entendia. Até aí, igual qualquer relação normal onde duas pessoas se conhecem, o legal começa quando ela, depois de três meses, teve que voltar pra terra natal pra terminar os estudos, com a promessa de que voltaria e a gente continuaria o relacionamento. Nessa época, já tinha conhecido outra mina, argentina, muito safada, com quem a gente tinha se visto algumas vezes, mas até então não tinha rolado nada. A gente conversava nas aulas que dividia e, uma vez ou outra, trocávamos uns amassos, deixando claro que tava tudo mais que certo.
As duas se conheciam, mas não se falavam, eu suspeitava que era porque percebiam que algo entre a gente tava rolando. Depois elas confirmaram, bom, na verdade, entre elas.
Então a gringa viaja por um tempo, eu, como não acredito em promessas, só acredito no que posso ver e tocar. Começo a me aproximar dessa morena argentina que, ao saber que eu tava sozinho, começou com seu jogo de sedução. A gente transbordava paixão em cada encontro, só de se olhar já tava se comendo gostoso, morena de lábios grossos, em cima e embaixo, linda por onde se olhe e com uma vontade louca de pau e um par de peitos bem grandes. Com ela, compartilhei vários meses de putaria sem fim.
Por enquanto, o básico: uma loira e uma Morena, primeiro uma, depois a outra. Eu tranquilo porque nunca quis nem precisei mentir pra nenhuma dentro desse relacionamento, já deixo claro antes porque, ao tentar entender o que tava vivendo, os comentários dos amigos próximos eram sempre como se fosse um relacionamento paralelo ou uma traição, e nada mais longe da realidade.
Conversando com cada uma delas, nos diferentes momentos em que compartilhamos intimidades, as duas tinham me confessado que sentiam atração pela ideia de ficar com outra mulher. Aí eu perguntava como elas gostariam que fosse a outra garota, e não sei se era meu destino ou pura sorte, uma me descrevia a outra... Ou simplesmente ouvi o que queria ouvir.
A questão é que quando a europeia volta, no começo tenho que cortar minha relação com a argentina, o que me trouxe muita tristeza porque tinha que devolver o coração dela machucado depois de termos compartilhado momentos muito lindos. Naquela época, não imaginava como meu coração podia ter dois amores, nem que esses amores um dia se realizariam. Então me afasto da morena e continuo meu relacionamento com a europeia, porque tinha me comprometido a ficar com ela se ela voltasse, e assim como não minto, também gosto de cumprir minha palavra.
Já com a loira estávamos a todo vapor, quando, depois de dois meses de volta, começamos a falar sobre a fantasia dela de ficar com outra garota. Ela realiza isso com uma jovem desconhecida depois de um jantar em casa, eu dei espaço pra que ela, sendo a primeira vez dela, ficasse confortável e se sentisse segura. Elas transaram no quarto de hóspedes e, ao amanhecer, ela voltou pra minha cama feliz por ter saciado a curiosidade dela.
O tempo passa, eu continuava falando com a morena, porque sentia que o vínculo tava frágil, ela ficou muito magoada depois que nos separamos. A gente se viu algumas vezes, mas nunca rolou nada. Teria sido mais fácil pra mim propor que fôssemos amantes, mas não era isso que eu queria.
No começo, quis acalmar um pouco o coração dela, ela realmente estava magoada, mas toda vez que a gente se mudava, ficávamos um tempo sem nos ver. Isso foi assim por um ano...
Pra mim foi difícil entender que estava amando duas mulheres ao mesmo tempo. O comentário machista dos meus amigos era: "Pô, mete marcha nas duas" e o comentário machista das minhas amigas era: "Mas o que ela tem que ficar no meio de vocês dois?"
Me senti realmente incompreendido, poucas pessoas pude contar o que estava vivendo e poucas souberam me entender. Até que um dia pensei: se não podia compartilhar meu sentimento mais profundo com as mulheres com quem divido minha intimidade, com quem confesso minhas ideias mais loucas, então de que adiantava estar com alguém sem me sentir livre? Foi aí que decidi criar situações pra elas se encontrarem, claro, depois elas decidiriam como tudo seguiria, porque era algo que eu não podia controlar, por mais que quisesse. Mas minha curiosidade falou mais alto e nos juntamos os três num encontro onde começamos a falar sobre nós e tudo que tínhamos vivido. Coube a mim me abrir primeiro, contar o que estava sentindo e que não queria mais ficar em silêncio, que já não aguentava mais...
Depois elas conversaram entre si, primeiro se conhecendo, e depois falando sobre como cada uma se sentia com a presença da outra.
Aos poucos fomos marcando saídas, atividades diferentes juntos, até que um dia ficamos pra dormir em casa, os três juntos, e eu fiquei no meio...
Assim que me deitei, cada uma pegou minha mão do lado dela e levou pra entre as pernas, apertando meu antebraço com as coxas. Situação bonita, se é que existe.
Brincando com os barulhos da noite, a gente ouvia os gatos miando no telhado e, brincando, brincando, elas começaram a ronronar nos meus ouvidos. Pra mim, era o paraíso, e ainda não tinha provado nada.
Nos acariciamos muito, por um bom tempo.
Eu com a A europeia tinha falado várias vezes que a dor da brunette era porque ela se sentiu deslocada e que cabia a gente mimar ela primeiro. Claro, eu sabia que ela também era a mais fogosa e que com certeza ia ficar no ponto de caramelo ao sentir nós dois acariciando o corpo dela. Já tinha imaginado essa cena várias vezes: a argentina gemendo de prazer e a loira se excitando de ver ela tão gostosa.
Foi assim que começamos a dar prazer pra ela, nós dois. Primeiro acariciamos a barriga dela, enquanto eu beijava a loira nos lábios timidamente e começava a acariciar a entreperna da brunette. Ela foi cedendo aos poucos, deixando eu sentir os fluidos que escorriam da buceta carnuda dela. A loira continuou com os peitos, eu acariciava as duas, não acreditava que tinha tanta beleza na minha frente. Meu sonho mais lindo era realidade, e tudo que eu achava que era só fruto da minha imaginação, naquela noite, naquela cama com duas mulheres lindas, estava se realizando.
A loira começou a descer com a língua até beijar o clitóris da brunette, que uivava de prazer. Eu, com a pica toda dura de tesão, pulsando mais forte que o coração, aproximei ela da boca da loira, que começou a chupar com devoção. Ela lambia de cima pra baixo, tirava a pica pelo canto da boca fazendo barulho de desarrolhar, lambia minhas bolas. Era um espetáculo, o tesão tava no ar. De repente, trocamos de posição. A brunette, que até então tava numa atitude passiva recebendo as carícias dos dois, se levantou com maestria, e a loira continuava lambendo a bocetinha dela. A brunette enfiava toda a buceta na cara da loira enquanto se punhetava. Eu fiquei de pé e continuei metendo naquela boca majestosa. Agora a brunette tava me dando um boquete profundo que deixava ela lamber minhas bolas com a pica toda dentro. Era a glória.
Meu tesão continuava crescendo. Agora a loira e a brunette começaram a compartilhar minha pica, chupavam e riam, se acariciavam. Era uma imagem... linda. Então a morena começa a chupar a buceta da loira e me pede pra meter o pau, assim de quatro como ela tava, e eu respondi com dedicação. A buceta dela tava explodindo de tesão, ela gemia, ria, pedia mais, os movimentos eram intensos, ela curtia satisfazer a loira e eu ao mesmo tempo. Depois a loira começou a chupar minhas bolas, lambia os sucos da morena e chupava meu pau. Mudamos de posição, agora a loira montava em mim enquanto a morena sentava na minha cara de frente pra loira, enquanto elas se beijavam, me deram a melhor foda da minha vida. O ar tava pesado com cheiro de mulher no tesão, eu tava em êxtase, ficamos assim por um tempão, uma por cima da outra e eu alternando metidas em cada uma, as duas me dando prazer, se dando prazer entre si, era uma guerra de corpos pra se satisfazer, corpos quentes cheios de paixão e amor.
Ficamos assim por 3 anos sem apagar a paixão que nos define, mas infelizmente, tudo tem um fim, e hoje em dia não me relaciono mais com elas, talvez seja por isso que compartilho minha experiência com vocês. Essas duas mulheres gostosas que viraram minha vida do jeito mais lindo, realizando meu sonho mais bonito, agora sei que o que sentia não era fantasia. Meu coração continua guerreiro e esperando uma nova chance de se realizar.
Espero que tenham gostado do meu relato.
Deixo aqui minha contribuição.
Há um tempo atrás, em 2007, conheci uma gringa que veio pra Buenos Aires num intercâmbio de estudos, europeia, miudinha, bundinha pequena e empinada, cabelo loiro e olhos claros. A gente se deu super bem e começou a sair, a atração pelo novo marcou cada encontro, loucos pra se conhecer, a gente transava das formas mais variadas, rolando pela cama inteira, às vezes sem falar muito porque o idioma era difícil, mas o corpo tem sua própria linguagem e a gente se entendia. Até aí, igual qualquer relação normal onde duas pessoas se conhecem, o legal começa quando ela, depois de três meses, teve que voltar pra terra natal pra terminar os estudos, com a promessa de que voltaria e a gente continuaria o relacionamento. Nessa época, já tinha conhecido outra mina, argentina, muito safada, com quem a gente tinha se visto algumas vezes, mas até então não tinha rolado nada. A gente conversava nas aulas que dividia e, uma vez ou outra, trocávamos uns amassos, deixando claro que tava tudo mais que certo.
As duas se conheciam, mas não se falavam, eu suspeitava que era porque percebiam que algo entre a gente tava rolando. Depois elas confirmaram, bom, na verdade, entre elas.
Então a gringa viaja por um tempo, eu, como não acredito em promessas, só acredito no que posso ver e tocar. Começo a me aproximar dessa morena argentina que, ao saber que eu tava sozinho, começou com seu jogo de sedução. A gente transbordava paixão em cada encontro, só de se olhar já tava se comendo gostoso, morena de lábios grossos, em cima e embaixo, linda por onde se olhe e com uma vontade louca de pau e um par de peitos bem grandes. Com ela, compartilhei vários meses de putaria sem fim.
Por enquanto, o básico: uma loira e uma Morena, primeiro uma, depois a outra. Eu tranquilo porque nunca quis nem precisei mentir pra nenhuma dentro desse relacionamento, já deixo claro antes porque, ao tentar entender o que tava vivendo, os comentários dos amigos próximos eram sempre como se fosse um relacionamento paralelo ou uma traição, e nada mais longe da realidade.
Conversando com cada uma delas, nos diferentes momentos em que compartilhamos intimidades, as duas tinham me confessado que sentiam atração pela ideia de ficar com outra mulher. Aí eu perguntava como elas gostariam que fosse a outra garota, e não sei se era meu destino ou pura sorte, uma me descrevia a outra... Ou simplesmente ouvi o que queria ouvir.
A questão é que quando a europeia volta, no começo tenho que cortar minha relação com a argentina, o que me trouxe muita tristeza porque tinha que devolver o coração dela machucado depois de termos compartilhado momentos muito lindos. Naquela época, não imaginava como meu coração podia ter dois amores, nem que esses amores um dia se realizariam. Então me afasto da morena e continuo meu relacionamento com a europeia, porque tinha me comprometido a ficar com ela se ela voltasse, e assim como não minto, também gosto de cumprir minha palavra.
Já com a loira estávamos a todo vapor, quando, depois de dois meses de volta, começamos a falar sobre a fantasia dela de ficar com outra garota. Ela realiza isso com uma jovem desconhecida depois de um jantar em casa, eu dei espaço pra que ela, sendo a primeira vez dela, ficasse confortável e se sentisse segura. Elas transaram no quarto de hóspedes e, ao amanhecer, ela voltou pra minha cama feliz por ter saciado a curiosidade dela.
O tempo passa, eu continuava falando com a morena, porque sentia que o vínculo tava frágil, ela ficou muito magoada depois que nos separamos. A gente se viu algumas vezes, mas nunca rolou nada. Teria sido mais fácil pra mim propor que fôssemos amantes, mas não era isso que eu queria.
No começo, quis acalmar um pouco o coração dela, ela realmente estava magoada, mas toda vez que a gente se mudava, ficávamos um tempo sem nos ver. Isso foi assim por um ano...
Pra mim foi difícil entender que estava amando duas mulheres ao mesmo tempo. O comentário machista dos meus amigos era: "Pô, mete marcha nas duas" e o comentário machista das minhas amigas era: "Mas o que ela tem que ficar no meio de vocês dois?"
Me senti realmente incompreendido, poucas pessoas pude contar o que estava vivendo e poucas souberam me entender. Até que um dia pensei: se não podia compartilhar meu sentimento mais profundo com as mulheres com quem divido minha intimidade, com quem confesso minhas ideias mais loucas, então de que adiantava estar com alguém sem me sentir livre? Foi aí que decidi criar situações pra elas se encontrarem, claro, depois elas decidiriam como tudo seguiria, porque era algo que eu não podia controlar, por mais que quisesse. Mas minha curiosidade falou mais alto e nos juntamos os três num encontro onde começamos a falar sobre nós e tudo que tínhamos vivido. Coube a mim me abrir primeiro, contar o que estava sentindo e que não queria mais ficar em silêncio, que já não aguentava mais...
Depois elas conversaram entre si, primeiro se conhecendo, e depois falando sobre como cada uma se sentia com a presença da outra.
Aos poucos fomos marcando saídas, atividades diferentes juntos, até que um dia ficamos pra dormir em casa, os três juntos, e eu fiquei no meio...
Assim que me deitei, cada uma pegou minha mão do lado dela e levou pra entre as pernas, apertando meu antebraço com as coxas. Situação bonita, se é que existe.
Brincando com os barulhos da noite, a gente ouvia os gatos miando no telhado e, brincando, brincando, elas começaram a ronronar nos meus ouvidos. Pra mim, era o paraíso, e ainda não tinha provado nada.
Nos acariciamos muito, por um bom tempo.
Eu com a A europeia tinha falado várias vezes que a dor da brunette era porque ela se sentiu deslocada e que cabia a gente mimar ela primeiro. Claro, eu sabia que ela também era a mais fogosa e que com certeza ia ficar no ponto de caramelo ao sentir nós dois acariciando o corpo dela. Já tinha imaginado essa cena várias vezes: a argentina gemendo de prazer e a loira se excitando de ver ela tão gostosa.
Foi assim que começamos a dar prazer pra ela, nós dois. Primeiro acariciamos a barriga dela, enquanto eu beijava a loira nos lábios timidamente e começava a acariciar a entreperna da brunette. Ela foi cedendo aos poucos, deixando eu sentir os fluidos que escorriam da buceta carnuda dela. A loira continuou com os peitos, eu acariciava as duas, não acreditava que tinha tanta beleza na minha frente. Meu sonho mais lindo era realidade, e tudo que eu achava que era só fruto da minha imaginação, naquela noite, naquela cama com duas mulheres lindas, estava se realizando.
A loira começou a descer com a língua até beijar o clitóris da brunette, que uivava de prazer. Eu, com a pica toda dura de tesão, pulsando mais forte que o coração, aproximei ela da boca da loira, que começou a chupar com devoção. Ela lambia de cima pra baixo, tirava a pica pelo canto da boca fazendo barulho de desarrolhar, lambia minhas bolas. Era um espetáculo, o tesão tava no ar. De repente, trocamos de posição. A brunette, que até então tava numa atitude passiva recebendo as carícias dos dois, se levantou com maestria, e a loira continuava lambendo a bocetinha dela. A brunette enfiava toda a buceta na cara da loira enquanto se punhetava. Eu fiquei de pé e continuei metendo naquela boca majestosa. Agora a brunette tava me dando um boquete profundo que deixava ela lamber minhas bolas com a pica toda dentro. Era a glória.
Meu tesão continuava crescendo. Agora a loira e a brunette começaram a compartilhar minha pica, chupavam e riam, se acariciavam. Era uma imagem... linda. Então a morena começa a chupar a buceta da loira e me pede pra meter o pau, assim de quatro como ela tava, e eu respondi com dedicação. A buceta dela tava explodindo de tesão, ela gemia, ria, pedia mais, os movimentos eram intensos, ela curtia satisfazer a loira e eu ao mesmo tempo. Depois a loira começou a chupar minhas bolas, lambia os sucos da morena e chupava meu pau. Mudamos de posição, agora a loira montava em mim enquanto a morena sentava na minha cara de frente pra loira, enquanto elas se beijavam, me deram a melhor foda da minha vida. O ar tava pesado com cheiro de mulher no tesão, eu tava em êxtase, ficamos assim por um tempão, uma por cima da outra e eu alternando metidas em cada uma, as duas me dando prazer, se dando prazer entre si, era uma guerra de corpos pra se satisfazer, corpos quentes cheios de paixão e amor.
Ficamos assim por 3 anos sem apagar a paixão que nos define, mas infelizmente, tudo tem um fim, e hoje em dia não me relaciono mais com elas, talvez seja por isso que compartilho minha experiência com vocês. Essas duas mulheres gostosas que viraram minha vida do jeito mais lindo, realizando meu sonho mais bonito, agora sei que o que sentia não era fantasia. Meu coração continua guerreiro e esperando uma nova chance de se realizar.
Espero que tenham gostado do meu relato.
3 comentários - Trio de 3 anos: história real de amor livre