El mejor polvo de mi vida (2º parte).

Olá, espero que vocês tenham curtido minha experiência. Aqui vai a segunda e última parte.
Aqui está o link da primeira parte.http://www.poringa.net/posts/relatos/2195352/_Relato_-El-mejor-polvo-de-mi-vida-_1_-Parte__.htmlBeijos.

Um sinal comum de excitação. Uma contração involuntária do esfíncter que marca o ponto máximo da ereção. Ele continuou sem responder, um silêncio estranho tomou conta do escritório por longos segundos. Aquele silêncio que anuncia que não há mais o que dizer e é hora de agir ou cair fora.

Sem nos movermos das nossas posições e olhando um para o meio das pernas do outro, cortei o silêncio. Era tudo ou nada, a hesitação dele diante das minhas propostas me dava uma ternura. Eu sabia que ele queria que eu me despisse na frente dele, sabia que ele desejava que a gente se masturbasse junto. Fingindo um movimento de agarrar a pica dele prestes a explodir, parei bruscamente a poucos centímetros do tronco dele e perguntei:

— Posso?

Ele não respondeu. Avancei depois de alguns segundos e peguei devagar a pica dele com a minha mão. Apertei de leve, acariciei com os dedos a pele quente e lisa dele. Na frente dele e olhando para baixo, dava para sentir o cheiro dos hormônios que o pau dele exalava. Uma mistura de cheiro de loção, sexo e pré-gozo. Uma mistura doce, mas afrodisíaca. Minha pica pulsava no ritmo da dele debaixo da minha calça jeans.

Continuávamos em silêncio. Eu acariciando o membro inteiro dele devagar, como se meus dedos tivessem memória e quisessem gravar cada milímetro de pele da pica dele.

Eu tinha que continuar avançando devagar. Embora ele me deixasse fazer o que quisesse com a pica dele, o silêncio do Federico desde a minha investida me garantia que ele ainda não estava pronto para o que o corpo dele desejava fazer comigo. Reafirmei na minha mente mais uma vez que ele era virgem. Virgem de tudo: de mulheres, de homens, de punhetas compartilhadas, de sensações, de paus. Os desejos dele se canalizavam em se masturbar todo dia ou pelo menos até o corpo dele se acalmar.

— Você gosta? — perguntei quase sussurrando para não quebrar o clima.

— Sim. — respondeu ele pela primeira vez desde que eu tinha partido para cima dele.

— Continuo?

— Sim.

— Por onde? — Levantei a cabeça, ele também, e a gente se olhou fundo. Tirei a mão do membro dele. Dessa vez, eu queria uma resposta com decisão.

Para mim. Surpresa, ele não respondeu, mas atendeu ao meu aperto me beijando decididamente nos lábios.
Breve, mas intenso, afastou os lábios dos meus e me cedeu o próximo passo.
Sem cerimônia e com energia, peguei seu rosto e o beijei enquanto minha outra mão acariciava seu peito com intensidade.
Ele respondeu com a mesma excitação diante de mim. Começou a tentar tirar minha camisa de dentro da calça e depois foi para os botões. Com a outra mão, procurava minha ereção através do meu jeans.
Diante do fracasso em desabotoar o terceiro botão da minha camisa, tirei minhas mãos do corpo dele e o ajudei a me despir. Quase arranquei minha camisa enquanto me esticava em direção a ele para não interromper o jogo das nossas línguas.
Com minha ajuda na camisa, suas mãos buscaram outra ocupação e desceram até minha calça, que começou a desabotoar desajeitadamente, arrancando alguns pelos da minha barriga baixa.
Joguei minha camisa no chão e o agarrei por debaixo das axilas, com a maior parte das minhas mãos sobre o peito dele, puxei-o para perto de mim até que o pau dele bateu violentamente no meu púbis, que começava a aparecer por trás dos botões desabotoados do jeans.
Continuamos nos beijando sem parar, nossas línguas brincavam alternadamente nas bocas de ambos. Nossos corpos colados começavam a suar de tesão, sexo puro.
Perdia a noção da posição das mãos dele e das minhas.
Em certo momento, estávamos ambos completamente nus, ou seja, eu fiquei completamente nu.
Sem parar de beijá-lo e tocá-lo, comecei a empurrá-lo em direção à cadeira da escrivaninha do pai dele, sentei-o ali e comecei a descer pelo corpo dele, chupando cada milímetro da sua pele. Chegava ao púbis, o pau dele batia no meu queixo e eu subia de volta até a boca dele. Estava fazendo ele desejar, esquentando-o devagar para passar para o próximo passo.
Seus gemidos iniciais de prazer foram aumentando até se transformarem em gemidos mais altos. Eu o tinha no ponto.
Parei de chupá-lo abruptamente e desci sem cerimônia até o membro dele, duro como pedra. Lentamente, passei minha língua pelas laterais do tronco dele, repeti várias vezes e, de vez em quando, ameaçava chupar tudo de uma vez. O desejo dele só aumentava, até que ele soltou a frase que eu esperava:
— Chupa ela, por favor, não aguento mais. — Disse com uma voz extasiada, completamente tomada pelo tesão e pela putaria.

Enfiei o pau dele na boca, lambia a glande escorregadia e brilhante, parava com a ponta no frênulo e na uretra. Federico gemia e dava pequenos espasmos. Eu não queria que ele gozasse ainda, então controlava o boquete a cada espasmo.

Depois de alguns minutos, tirei o pau da boca, me levantei e aproximei meu pau fervendo do rosto dele. Ele hesitou por uns instantes e depois levou à boca.
— Você vai gostar, acredite. — Falei pra convencer de vez.

Ele enfiou meu pau na boca de uma vez e começou a chupar. Dava pra ver que não era a primeira vez que fazia aquilo, mas também que não tinha muita experiência em chupar rola. Movimentos bruscos, pouca língua e uns raspões de dente me deram esse diagnóstico, mas mesmo assim eu queria que aquele momento nunca acabasse.

Tentei enfiar a glande na garganta dele, mas a manobra foi brusca e ele soltou meu pau tossindo. Pedi desculpa, notei que ele ficou meio assustado e me ajoelhei na frente dele, enquanto começava a bater uma punheta devagar, passando o dedo no frênulo de vez em quando pra aproveitar o pré-gozo que escorria.

— FEDE, não quero que você faça nada que não curta, mas você me deixa muito louco. Quero te comer, topa? — Falei suave, quase ronronando.

Ele deu um sorriso sincero, mostrando todos os dentes. — Quero experimentar, mas não tenho coragem. — Confessou.
— Deixa comigo, a gente para quando você quiser, mas confia em mim. Não vou te machucar.

Juro que, por uns momentos, senti que estava prestes a comer um moleque de doze anos. Aquela inocência, tesão, inexperiência e ternura com que ele falava me davam essa sensação, mas eu voltava a prestar atenção no corpo dele e via uma tela em branco pra eu espalhar minha melhor obra de arte sexual.

Voltei a chupar com gosto, batendo uma punheta com uma mão, enquanto alternava entre a cabeça dele e um boquete fundo quando parava de bater, tudo isso enquanto massageava as bolas macias e firmes dele com a outra mão. Em poucos segundos, levei ele ao ápice do sexo, de toda a safadeza e desejo dele. Sei que ele disse alguma coisa, mas não ouvi. Só sei que naquele momento, quando minha mente estava em câmera lenta, senti algo muito quente na boca bem na hora em que eu rodeava a glande dele freneticamente com a língua. Na mesma hora, sem parar de chupar, minha boca foi enchendo de porra quente, agridoce, um licor anestésico que eu saboreava no paladar e resistia em engolir. Mas a gozada dele era intensa e eu precisava equilibrar o sêmen que se depositava na minha boca, engolindo o excesso para não ultrapassar a capacidade. A ejaculação dele foi tão forte que, nos segundos do ápice do orgasmo, tive que segurar firme o pau dele, porque ele pulava violentamente com espasmos fortes, correndo o risco de escapar da minha boca. Aqueles segundos que duraram o orgasmo inteiro foram como anos inteiros de sexo delicioso, como se de repente Cronos trocasse segundos por anos.
Saí do pau dele sem dizer uma palavra, o rosto dele estava roxo, escorrendo suor, assim como o peito, e nossas respirações eram ofegantes tão altas que dava para ouvir até no térreo da empresa.
Levamos vários minutos para nos recuperar, mas eu queria mais. Minhas bolas ainda não tinham descarregado e eu continuava tão excitado quanto no primeiro minuto daquela putaria.
Pegando umas gotas generosas de porra que cuspi de propósito no couro da cadeira, ali entre as pernas do Federico, na hora de tirar o pau pulsante da minha boca; levei com os dedos até a entrada do cu dele. Federico levantou instintivamente as pernas e, sem deixar que o desejo dele sumisse depois da gozada violenta que tinha tido, comecei a enfiar um dedo lubrificado no licor dele. Ele não disse nada, a mente dele ainda estava voltando do orgasmo que tinha vivido, então Aproveitei e adicionei a ponta de um segundo dedo. Isso ele percebeu e disse que doía um pouquinho. Tirei o dedo extra e continuei penetrando ele com um só. Girava, enfiava e tirava várias vezes do esfíncter dele. Em poucos minutos, já estava penetrando ele com dois dedos enquanto acariciava o pau dele meio dormindo. Um pau muito comprido pra estar flácido, mas muito mole pra estar ereto. Isso fez com que a dor momentânea que meus dedos causavam dentro dele fosse compensada pelo prazer de sentir uma ereção dura lentamente de novo. Logo, a dilatação crescente do esfíncter dele diminuiu a dor, que se transformou numa sensação gostosa. Comecei a massagear a próstata dele sem deixar de dar atenção ao membro com a outra mão. Faltava só mais um pouco pra chegar no meu objetivo. Me estiquei levemente pra começar a chupar ele de novo sem parar de esfregar a próstata. Quando ele começou a soltar uns gemidos baixinhos de prazer, introduzi um terceiro dedo no cu dele, que já tava perfeitamente dilatado. Ele nem percebeu, e o pau dele já tava lubrificando de novo. Me levantei. Tinha chegado a hora. Deitei ele no chão, no tapete, e levantando as pernas dele, apoiei minha glande babando na entrada do cu dele. Me deitei sobre ele pra beijar ele enquanto enfiava a ponta do meu pau. - Tá doendo, para, para! - ele disse desesperado. - Só a metade, fede, é só mais um pouquinho. - Não, não, para. Tirei meu pau e enfiei de novo em segundos, fui alternando as entradas enquanto beijava ele. Num momento, com um empurrão seco, enfiei até o talo. Ele gritou de dor. Passei os dedos nos lábios dele, beijei ele e, sem tirar, falei: - Aguenta uns segundos assim, eu não me mexo. Mas quando o cu se adaptar ao tamanho do meu pau, juro que não vai doer mais. - Não, para, por favor, tá doendo. - Sério, papi, só mais um toque. Se a dor não passar aos poucos, prometo que tiro e não continuo. Confia em mim, não vou te machucar. Minhas palavras sussurradas acalmaram ele. Se entregou pra mim. O rosto dele franzido, aguentando a sensação nova no cu, foi diminuindo com os segundos. Nesses momentos, comecei a me mover devagar dentro dele. Uma combinação equilibrada de movimentos com a diminuição da dor dele.
Continuei assim até meu pau entrar e sair com total facilidade. Federico começava a sentir aquela mudança de sensações, de dor pra prazer.
A gente se beijava intensamente, eu beliscava os mamilos dele, acariciava o peito dele e batia uma pra ele de novo, duro como pedra.
Federico se movia no meu ritmo, empurrando a pélvis contra meu pau, acariciava todo meu peito, minha bunda, minhas pernas molhadas de suor sexual.
Não paramos um segundo por vários minutos. Ele largou meu corpo pra se masturbar com violência e eu metia no cu dele num vai e vem completo, frenético, com estocadas profundas. Nossos corpos pulsavam sincronizados, o orgasmo na flor da pele nos pegou num momento único.
Tirei meu pau e, rapidamente batendo uma por cima dele, gozei com desmedida, com violência, com um orgasmo que me fez gritar igual um gol do meu time de futebol numa final. Minha porra se misturou com a do Federico, espirrando no peito dele todo, na cara, na pélvis, no cabelo e um pouco além, no tapete. Sempre gozei muita quantidade, normalmente solto não menos que 5 ou 6 jatos fortes de leite a uma boa distância, mas dessa vez foi algo incomum, algo explosivo demais. Sinceramente, não consegui contar, mas pelo jeito que pintei sexualmente aquela tela em branco que era o corpo do Federico, não menos que 14 jatos de porra eu tinha esguichado nele.
A gozada dele também não foi leve como eu esperava, considerando que já era a segunda em poucos minutos.
Desci até o pau dele que ainda pulsava, chupei juntando a porra que escorria dele e subi até a boca dele arrastando minha língua do abdômen até o peito, juntando toda a gozada no caminho. A gente se beijou com muita intensidade, trocando fluidos de uma boca pra outra.
Voltei a Me joguei pra trás e, dessa vez, juntei o gozo com meu pau ainda duro no peito dele e levei até a boca dele, que não fez cara feia pro presente. Ele continuou chupando com vontade, como se nunca tivéssemos terminado, chupou com as mesmas técnicas que tinha aprendido comigo minutos antes. Comecei a mexer a pélvis na boca dele, acompanhando o boquete que o Federico tava me dando. A língua dele começou a se mover com uma aceleração incrível na cabeça do meu pau e, depois de alguns minutos, gozei de novo, não com tanta intensidade e volume, mas com uma sensação feroz de que a próstata ia sair pelo meu cu. A pouca porra que ele não engoliu caiu no rosto dele quando ele tirou minha rola da boca. As últimas gotas caíram ali e, se o pornô me ensinou algo pra essas horas, é que tem que espalhar pelos lábios com a ponta do pau. Foi o que fiz, pra depois terminar de limpar com um beijo profundo, cheio de um final de ternura quando a gente se olhou nos olhos.
Pouco posso contar do depois dessa trepada toda. A gente transou várias outras vezes, mas nunca tivemos — pelo menos eu — a adrenalina e o nível de testosterona correndo no sangue que tive naquela primeira vez com o Federico. A primeira vez do Federico.

8 comentários - El mejor polvo de mi vida (2º parte).

PQP, ¡tengo que salir a hacer mandados y me dejaste al repalo! 🤤 ¡Fueron puntos, va paja! 😃
Chabon muy buena la historia, pero me encanto la manera de redactar y de narrar que tenes. Me gustaria ponerme en contacto con vos, te dejo mi skype sersac@hotmail.com.ar
GRACIAS PÁ. NO TENGO SKYPE, SORRY.
ME MOJE TODO LEYENDOLO !!! GENIAL TE FELICIT !!