Olá, meu nome é Sebastián e o que vou contar aconteceu semana passada, mas não aguentei a vontade de dividir isso.
Tenho 24 anos e sou cliente assíduo de bares de stripper, ou como é mais conhecido, "Tabledance". Geralmente frequento um perto da minha casa, e por razões óbvias não vou dizer o nome. Mas enfim, ultimamente ele tem decaído um pouco, e um amigo do escritório me recomendou um que fica bem longe de casa, mas disse que era excelente.
Bom, sábado passado eu ia sair com meus amigos, mas na hora não rolou nada, então fiquei em casa, mas fiquei tão entediado que decidi ir conhecer esse antro da perdição.
O lugar era bem legal, gostei que a música não é ensurdecedora, e tocam muito rock, coisa rara nesse tipo de antro. As minas eram super gostosas, e tinha pra todos os gostos.
Mas uma em particular chamou minha atenção: loira, com um corpo delicioso, vestia um top rosa, mas transparente que deixava ver seus peitos lindos e maravilhosos, uma saia super curta da mesma cor, uma calcinha fio dental lilás e uma cinta-liga preta com rosa, e meias pretas, que beleza, dava vontade de devorar ela. O rostinho radiante, olhos verdes e os cabelos úmidos e cacheados caindo sobre os ombros. Não foi difícil reconhecê-la, apesar do cabelo loiro e dos olhos verdes.
Minha irmãzinha trabalha num "Table". Ela se chama Laura, mas lá o nome dela era Dafne, o que me fez rir pra caralho, porque quando criança ela sempre dizia que se chamava assim, acho que por causa do Scooby Doo. Bom, o ponto é que com 19 anos já tá nessa vida.
Minha primeira reação foi levantar e vazar dali, mas ela parecia tão gostosa, e pra falar a verdade, sempre gostei dela, quando ainda morávamos juntos eu me masturbava com a calcinha dela, mas nunca insinuei nada nem rolou nada.
Opção dois: ficar ali e, se ela me visse, dar um oi e cada um pro seu lado. Digo, acho que ela não vai deixar de me ver, mas sempre podemos fazer de conta que não nos vimos. Mas de repente, me veio Veio à mente outra opção, bem quando eu pensava que pelo menos ia vê-la pelada pela primeira vez quando ela dançasse; mas e se eu convidasse ela pra um drink? Se ela fosse pro meu trampo, eu teria que atendê-la, não é?
Chamei um garçom e mandei ele falar com ela. Ele trouxe ela pela mão, como é de costume. Ela sorria feliz, talvez porque ia começar a noite com um cliente e não ia ficar sem ganhar nada. Mas o sorriso dela sumiu completamente quando me viu. A luz batia no rosto dela, então vi a reação dela perfeitamente; ela hesitou uns segundos, talvez pensando em ir embora, em fazer um escândalo, mas no fim sorriu de novo e sentou do meu lado.
Ela me cumprimentou com um beijo na bochecha, e eu correspondi, mas sabia que ela tava esperando o garçom ir embora. Aproveitei a situação pra colocar minha mão na perna dela, bem pertinho da saia curta.
— Oi.
— Oi.
O garçom foi embora. Dava pra ver o nervosismo na cara dela, e um baita incômodo.
— Trabalho num bar, vai lá e conta pra todo mundo.
— Todo mundo?
— Você sabe de quem eu tô falando. Não tem muitos bares perto de onde você mora.
— Que grossa que você é, eu não falei nada, faz quase um ano que a gente não se vê e você me trata assim.
— E o que você quer que eu faça? A gente não vai ficar falando de quando era criança, que vergonha. O que você esperava?
— Vergonha?
— Você fica muito feliz que sua irmãzinha trabalha como stripper. — Quando ela disse isso, quase gozei. — Não é?
— Não me incomoda.
— Claro. — Ela tirou minha mão da perna dela. — Me dá um cigarro.
— É um trabalho. Não é? — Dei o cigarro pra ela e acendi.
Olhei ela dos pés à cabeça sem disfarçar, percorri as pernas dela com o olhar devagar, parando na saia curta como se tentasse imaginar o que ela e a calcinha fio dental cobriam, depois subi pro abdômen, pros peitos dela; que peitos lindos, perfeitamente redondos, com aqueles mamilos rosados e duros que pareciam querer rasgar o tecido, e então olhei nos olhos dela.
— Você é um safado. — Ela deu uma tragada funda no cigarro. — Achei que você já tinha superado essa. etapa de se masturbar com a calcinha da sua irmã.
Eu achei que você não sabia.
Todas sabíamos. A Laura e a minha mãe, mas ela disse que era algo normal e que não enchessemos o seu saco.
Te incomodava?
Não
E que eu te veja desse jeito agora?
Claro, calcinha é roupa, mas isso é sujo.
Já te falei, é um trabalho. – Apaguei meu cigarro. – Sou um cliente. Você decide. – Falei ao ver que o garçom se aproximava.
Algo para a moça? – Ele perguntou.
Claro. – Falei e coloquei a mão de novo na perna da "Dafne". O garçom olhou pra ela, esperando que ela dissesse o que ia pedir.
Ela ficou calada por uns segundos, que pareceram uma eternidade. Eu sabia que, respondesse o que respondesse, não faria nada, só ficaria ali com outra garota, curtiria ver minha irmãzinha dançar pelada quando fosse a vez dela, e aliviaria o tesão num privê com a mina que mais me agradasse; mas de jeito nenhum contaria pra ninguém que ela trabalhava como dançarina nua. Mas ela não sabia disso, e dava pra ver na cara dela que tava pensando na situação.
Dafne? – O garçom insistiu.
Uma conga, por favor. – Ela ficou calada enquanto o garçom ia embora, e eu aproveitei pra enfiar a mão na saia dela até colocar entre as pernas dela, só roçando a calcinha fio dental. – Você me apalpa, eu te provoco como se fosse qualquer Zé Mané, e não conto pra ninguém. Fechado?
Não.
Como?
Não como qualquer Zé Mané, você tem que ser muito carinhosa com seu irmão, além disso, vou gastar uma grana com você. – (Pra quem não sabe como funciona num "table", se você convida uma dama pra uma bebida, cobram caro e ela ganha uma parte do que você pagou. A mesma coisa num privê.)
Quão carinhosa?
Isso você decide. O quanto é importante pra você que ninguém descubra?
O garçom chegou com a bebida dela, e abriu outra cerveja pra mim, entregou o ticket da bebida que eu paguei e foi embora; minha irmã guardou na bolsinha dela e se levantou.
Vou ser tão carinhosa que você vai ficar Aqui toda semana." — Ela disse enquanto se sentava no meu colo e colocava minha mão num dos peitos dela. Beijei ela nos lábios sem ela protestar nada, e enquanto fazia isso, desci minha mão e enfiei por baixo da blusa dela, que pra minha sorte, além de ser quase transparente, era elástica.
Pude sentir pela primeira vez os peitos gostosos dela na minha mão, aqueles peitos que vi crescer desde que ela entrou na adolescência e que sempre chamavam minha atenção. Agora sentia os bicos dela durinhos entre meus dedos. Ela rebolava a cintura em círculos bem em cima da minha pica. Era minha Irmã, e isso tornava tudo ainda mais excitante. Muito mais. Tirei uma mão da blusa dela e comecei a passar pelas pernas dela, pela cintura e pela parte da bunda que dava pra tocar, depois subi a mão e coloquei bem em cima da bucetinha dela, começando a esfregar de leve.
"Não mudou nada, irmãozinho." — Ela disse mordendo o lábio de um jeito sedutor. — "Continua o mesmo tarado."
Ela se virou e se ajoelhou no banco, deixando minhas pernas entre as dela. A gente se beijou, e eu apertei os peitos dela com muita safadeza. Laura... bom, Dafne desceu a mão dela e começou a esfregar minha pica por cima da calça. Que lindo, minha irmãzinha já tinha bastante experiência nisso, dava pra ver. Comecei a descer minha mão e coloquei na calcinha fio dental dela, bem na buceta, e comecei a esfregar devagar, e devagar também enfiei um dedo nela. Por um instante, senti no meu dedo o calor da bucetinha da minha irmã. Só um instante, porque ela logo pegou minha mão e tirou dali.
Minha irmã chegou perto de mim e começou a beijar minha orelha.
"Se te virem na mesa enfiando a mão aqui, vão te expulsar, irmãozinho."
"Não consegui resistir." — "Isso é normal."
Minha irmã também não perdia tempo, porque pedia uma dose atrás da outra. Caríssimas, e nem colocam vinho direito, bom, depende do que elas quiserem.
"Então você vai ter que fazer."
"E num privê?"
"Imagino que você saiba como são os privês, irmãozinho. Dança, nu total e você me apalpa, sem enfiar seus dedinhos em mim."
"Mas como é que vai ser? Privado pro teu irmão?
Quer descobrir?
Sim.
Paga.
Logo naquele momento veio o segundo chamado pra dançar e ela foi se trocar. Fiquei ali olhando pras outras minas. Mas quando a Dafne saiu de novo, fiquei de olho arregalado. Ela saiu com um vestidinho preto, não sei como chama, de meia taça, que deixava ver os bicos dos peitos deliciosos e marcava a cintura e o quadril. Cobrindo a rachinha dela só uma calcinha fio dental preta com umas asinhas rosas nas perninhas. Do vestidinho saíam as ligas que seguravam umas meias de rede. Tava linda e super gostosa. Chegou e sentou do meu lado, a única coisa que me veio na cabeça foi beijar ela e apalpar tudo que dava, mas logo chamaram ela pra dançar.
Quase gozei só de ver ela dançar. Dançou duas músicas tranquilas, a dançarina manda muito bem no cano. Com muita sensualidade girava nele e o cabelo dela ficava lindo balançando com os movimentos. Quase no fim da primeira música, tirou o vestidinho e ficou com os peitos de fora, só de fio dental e meias. Deitou de bruços no chão e levantou a bunda abrindo as pernas, aí tirou a calcinha, bem rápido, quase de um puxão. A bocetinha dela ficou à mostra pra todo mundo que tava na frente. Depois virou, ajoelhou e começou a esfregar os peitos, levantou eles e começou a lamber eles mesma. Foi incrível.
Quando a dança acabou, vestiu a calcinha e foi sentar comigo. Deixou os peitos de fora e eu aproveitei a situação. Ficamos assim um tempão, até que não aguentei mais o tesão.
Vamos pro privado, irmãzinha. Lembra que tem que ser muito carinhosa comigo, até agora me tratou como qualquer cliente.
Compra dois bilhetes e não vai se arrepender. – Disse enquanto passava a língua nos lábios.
Comprei os bilhetes e fomos pro privado. Eram quatro músicas por direito e pra minha sorte foram longas. No começo, ela sentou em cima de mim de costas e esfregou a rola As nalgas, delicioso. Depois ela se agachou e a bunda inteira ficou na minha cara. Comecei a beijar e lamber, enquanto puxava a calcinha fio dental até os pés dela. Ela se levantou e chutou a calcinha pro lado. Virou-se e veio na minha direção. Subiu o joelho no banco e começou a esfregar minha pica de novo, mas com o joelho. Comecei a chupar os peitos dela, comi todos, mordi os bicos.
Calma, irmãozinho.
Já era demais. Desci minha mão e passei suavemente pela buceta linda dela, desci devagar até sentir de novo o calor da rachinha, mas dessa vez não foi por uns segundos. Esfreguei, a raposa também ficou excitada por estar com o irmão, porque tava toda molhada. Enfiei um dedo, enquanto ela com a mão começou a esfregar minha pica por cima da calça. Me abraçou e eu já ouvia os gemidos abafados no meu ouvido. Enfiei dois dedos e comecei a meter e tirar, agora a cintura dela se mexia no ritmo.
Tira ela pra fora. — Falei.
Não dá, irmãozinho.
Tira. — Falei num suspiro.
Como você é convincente.
Ela desabotoou minha calça, abaixou o zíper e lutou um pouco com a posição, mas logo minha pica brotou durona na direção dela. Ela se levantou apesar dos meus esforços pra segurar ela.
Virou-se de novo e sentou em cima de mim. Começou a se mexer como se a gente tivesse transando, esfregando minha pica na bunda. No começo foi gostoso, mas logo ficou incrível, segurei os peitos dela e fiz um esforço danado pra não gozar.
Deixa eu meter.
Não.
Por favor.
Não.
Vou guardar seu segredo se você deixar.
Eu tava quase gozando com os movimentos tão efusivos e selvagens dela. Podia sentir o calor da buceta dela na minha pele, e a umidade. Mas ela não deixava eu colocar no lugar pra enfiar.
E se não?
Não guardo.
Não vou fazer.
Então todo mundo vai saber, irmãzinha.
Ela parou e aproximou o rosto do meu. Minha pica levantou na hora, louca pra penetrar ela, comer minha irmã. Ela me deu um beijo na lábios.
E se eu….
Depois disso, passou a língua pelos lábios e baixou os olhos. Já estava quase no fim da terceira música, então não tinha muitas opções.
Beleza.— Falei.
Ajoelhou-se e começou a me masturbar com uma mão e a passar a mão nas minhas bolas com a outra.
Tá gostando?
Pra caralho.
Baixou a cara e começou a lamber minha glande, depois a beijar, depois enfiou na boca e engoliu minha pica inteira. Que jeito de mamar, minha irmã deve ser uma puta. Nunca me chuparam tão gostoso. Torcia com a mão, passava a mão nas minhas bolas e chupava deliciosamente. Eu tava no êxtase.
Assim, Laura, assim, irmãzinha.
Essas palavras foram o prelúdio de uma gozada foda. Tentei segurar e isso deixou ainda mais gostoso. O leite saiu duríssimo. Depois de receber o primeiro jato na boca, a Dafne tirou minha pica da boca e banhou as tetas gostosas dela com meu gozo. Depois me deu o lindo espetáculo de ver ela lambendo, exatamente como fez quando dançou.
Limpei ela com meu moletom e saímos como se tivesse sido um privê simples e normal. Comprei outra dose pra ela, depois pedi a conta, beijei ela e fui embora. Claro, com a firme intenção de voltar e convencer minha irmãzinha a deixar eu meter a pica.
Tenho 24 anos e sou cliente assíduo de bares de stripper, ou como é mais conhecido, "Tabledance". Geralmente frequento um perto da minha casa, e por razões óbvias não vou dizer o nome. Mas enfim, ultimamente ele tem decaído um pouco, e um amigo do escritório me recomendou um que fica bem longe de casa, mas disse que era excelente.
Bom, sábado passado eu ia sair com meus amigos, mas na hora não rolou nada, então fiquei em casa, mas fiquei tão entediado que decidi ir conhecer esse antro da perdição.
O lugar era bem legal, gostei que a música não é ensurdecedora, e tocam muito rock, coisa rara nesse tipo de antro. As minas eram super gostosas, e tinha pra todos os gostos.
Mas uma em particular chamou minha atenção: loira, com um corpo delicioso, vestia um top rosa, mas transparente que deixava ver seus peitos lindos e maravilhosos, uma saia super curta da mesma cor, uma calcinha fio dental lilás e uma cinta-liga preta com rosa, e meias pretas, que beleza, dava vontade de devorar ela. O rostinho radiante, olhos verdes e os cabelos úmidos e cacheados caindo sobre os ombros. Não foi difícil reconhecê-la, apesar do cabelo loiro e dos olhos verdes.
Minha irmãzinha trabalha num "Table". Ela se chama Laura, mas lá o nome dela era Dafne, o que me fez rir pra caralho, porque quando criança ela sempre dizia que se chamava assim, acho que por causa do Scooby Doo. Bom, o ponto é que com 19 anos já tá nessa vida.
Minha primeira reação foi levantar e vazar dali, mas ela parecia tão gostosa, e pra falar a verdade, sempre gostei dela, quando ainda morávamos juntos eu me masturbava com a calcinha dela, mas nunca insinuei nada nem rolou nada.
Opção dois: ficar ali e, se ela me visse, dar um oi e cada um pro seu lado. Digo, acho que ela não vai deixar de me ver, mas sempre podemos fazer de conta que não nos vimos. Mas de repente, me veio Veio à mente outra opção, bem quando eu pensava que pelo menos ia vê-la pelada pela primeira vez quando ela dançasse; mas e se eu convidasse ela pra um drink? Se ela fosse pro meu trampo, eu teria que atendê-la, não é?
Chamei um garçom e mandei ele falar com ela. Ele trouxe ela pela mão, como é de costume. Ela sorria feliz, talvez porque ia começar a noite com um cliente e não ia ficar sem ganhar nada. Mas o sorriso dela sumiu completamente quando me viu. A luz batia no rosto dela, então vi a reação dela perfeitamente; ela hesitou uns segundos, talvez pensando em ir embora, em fazer um escândalo, mas no fim sorriu de novo e sentou do meu lado.
Ela me cumprimentou com um beijo na bochecha, e eu correspondi, mas sabia que ela tava esperando o garçom ir embora. Aproveitei a situação pra colocar minha mão na perna dela, bem pertinho da saia curta.
— Oi.
— Oi.
O garçom foi embora. Dava pra ver o nervosismo na cara dela, e um baita incômodo.
— Trabalho num bar, vai lá e conta pra todo mundo.
— Todo mundo?
— Você sabe de quem eu tô falando. Não tem muitos bares perto de onde você mora.
— Que grossa que você é, eu não falei nada, faz quase um ano que a gente não se vê e você me trata assim.
— E o que você quer que eu faça? A gente não vai ficar falando de quando era criança, que vergonha. O que você esperava?
— Vergonha?
— Você fica muito feliz que sua irmãzinha trabalha como stripper. — Quando ela disse isso, quase gozei. — Não é?
— Não me incomoda.
— Claro. — Ela tirou minha mão da perna dela. — Me dá um cigarro.
— É um trabalho. Não é? — Dei o cigarro pra ela e acendi.
Olhei ela dos pés à cabeça sem disfarçar, percorri as pernas dela com o olhar devagar, parando na saia curta como se tentasse imaginar o que ela e a calcinha fio dental cobriam, depois subi pro abdômen, pros peitos dela; que peitos lindos, perfeitamente redondos, com aqueles mamilos rosados e duros que pareciam querer rasgar o tecido, e então olhei nos olhos dela.
— Você é um safado. — Ela deu uma tragada funda no cigarro. — Achei que você já tinha superado essa. etapa de se masturbar com a calcinha da sua irmã.
Eu achei que você não sabia.
Todas sabíamos. A Laura e a minha mãe, mas ela disse que era algo normal e que não enchessemos o seu saco.
Te incomodava?
Não
E que eu te veja desse jeito agora?
Claro, calcinha é roupa, mas isso é sujo.
Já te falei, é um trabalho. – Apaguei meu cigarro. – Sou um cliente. Você decide. – Falei ao ver que o garçom se aproximava.
Algo para a moça? – Ele perguntou.
Claro. – Falei e coloquei a mão de novo na perna da "Dafne". O garçom olhou pra ela, esperando que ela dissesse o que ia pedir.
Ela ficou calada por uns segundos, que pareceram uma eternidade. Eu sabia que, respondesse o que respondesse, não faria nada, só ficaria ali com outra garota, curtiria ver minha irmãzinha dançar pelada quando fosse a vez dela, e aliviaria o tesão num privê com a mina que mais me agradasse; mas de jeito nenhum contaria pra ninguém que ela trabalhava como dançarina nua. Mas ela não sabia disso, e dava pra ver na cara dela que tava pensando na situação.
Dafne? – O garçom insistiu.
Uma conga, por favor. – Ela ficou calada enquanto o garçom ia embora, e eu aproveitei pra enfiar a mão na saia dela até colocar entre as pernas dela, só roçando a calcinha fio dental. – Você me apalpa, eu te provoco como se fosse qualquer Zé Mané, e não conto pra ninguém. Fechado?
Não.
Como?
Não como qualquer Zé Mané, você tem que ser muito carinhosa com seu irmão, além disso, vou gastar uma grana com você. – (Pra quem não sabe como funciona num "table", se você convida uma dama pra uma bebida, cobram caro e ela ganha uma parte do que você pagou. A mesma coisa num privê.)
Quão carinhosa?
Isso você decide. O quanto é importante pra você que ninguém descubra?
O garçom chegou com a bebida dela, e abriu outra cerveja pra mim, entregou o ticket da bebida que eu paguei e foi embora; minha irmã guardou na bolsinha dela e se levantou.
Vou ser tão carinhosa que você vai ficar Aqui toda semana." — Ela disse enquanto se sentava no meu colo e colocava minha mão num dos peitos dela. Beijei ela nos lábios sem ela protestar nada, e enquanto fazia isso, desci minha mão e enfiei por baixo da blusa dela, que pra minha sorte, além de ser quase transparente, era elástica.
Pude sentir pela primeira vez os peitos gostosos dela na minha mão, aqueles peitos que vi crescer desde que ela entrou na adolescência e que sempre chamavam minha atenção. Agora sentia os bicos dela durinhos entre meus dedos. Ela rebolava a cintura em círculos bem em cima da minha pica. Era minha Irmã, e isso tornava tudo ainda mais excitante. Muito mais. Tirei uma mão da blusa dela e comecei a passar pelas pernas dela, pela cintura e pela parte da bunda que dava pra tocar, depois subi a mão e coloquei bem em cima da bucetinha dela, começando a esfregar de leve.
"Não mudou nada, irmãozinho." — Ela disse mordendo o lábio de um jeito sedutor. — "Continua o mesmo tarado."
Ela se virou e se ajoelhou no banco, deixando minhas pernas entre as dela. A gente se beijou, e eu apertei os peitos dela com muita safadeza. Laura... bom, Dafne desceu a mão dela e começou a esfregar minha pica por cima da calça. Que lindo, minha irmãzinha já tinha bastante experiência nisso, dava pra ver. Comecei a descer minha mão e coloquei na calcinha fio dental dela, bem na buceta, e comecei a esfregar devagar, e devagar também enfiei um dedo nela. Por um instante, senti no meu dedo o calor da bucetinha da minha irmã. Só um instante, porque ela logo pegou minha mão e tirou dali.
Minha irmã chegou perto de mim e começou a beijar minha orelha.
"Se te virem na mesa enfiando a mão aqui, vão te expulsar, irmãozinho."
"Não consegui resistir." — "Isso é normal."
Minha irmã também não perdia tempo, porque pedia uma dose atrás da outra. Caríssimas, e nem colocam vinho direito, bom, depende do que elas quiserem.
"Então você vai ter que fazer."
"E num privê?"
"Imagino que você saiba como são os privês, irmãozinho. Dança, nu total e você me apalpa, sem enfiar seus dedinhos em mim."
"Mas como é que vai ser? Privado pro teu irmão?
Quer descobrir?
Sim.
Paga.
Logo naquele momento veio o segundo chamado pra dançar e ela foi se trocar. Fiquei ali olhando pras outras minas. Mas quando a Dafne saiu de novo, fiquei de olho arregalado. Ela saiu com um vestidinho preto, não sei como chama, de meia taça, que deixava ver os bicos dos peitos deliciosos e marcava a cintura e o quadril. Cobrindo a rachinha dela só uma calcinha fio dental preta com umas asinhas rosas nas perninhas. Do vestidinho saíam as ligas que seguravam umas meias de rede. Tava linda e super gostosa. Chegou e sentou do meu lado, a única coisa que me veio na cabeça foi beijar ela e apalpar tudo que dava, mas logo chamaram ela pra dançar.
Quase gozei só de ver ela dançar. Dançou duas músicas tranquilas, a dançarina manda muito bem no cano. Com muita sensualidade girava nele e o cabelo dela ficava lindo balançando com os movimentos. Quase no fim da primeira música, tirou o vestidinho e ficou com os peitos de fora, só de fio dental e meias. Deitou de bruços no chão e levantou a bunda abrindo as pernas, aí tirou a calcinha, bem rápido, quase de um puxão. A bocetinha dela ficou à mostra pra todo mundo que tava na frente. Depois virou, ajoelhou e começou a esfregar os peitos, levantou eles e começou a lamber eles mesma. Foi incrível.
Quando a dança acabou, vestiu a calcinha e foi sentar comigo. Deixou os peitos de fora e eu aproveitei a situação. Ficamos assim um tempão, até que não aguentei mais o tesão.
Vamos pro privado, irmãzinha. Lembra que tem que ser muito carinhosa comigo, até agora me tratou como qualquer cliente.
Compra dois bilhetes e não vai se arrepender. – Disse enquanto passava a língua nos lábios.
Comprei os bilhetes e fomos pro privado. Eram quatro músicas por direito e pra minha sorte foram longas. No começo, ela sentou em cima de mim de costas e esfregou a rola As nalgas, delicioso. Depois ela se agachou e a bunda inteira ficou na minha cara. Comecei a beijar e lamber, enquanto puxava a calcinha fio dental até os pés dela. Ela se levantou e chutou a calcinha pro lado. Virou-se e veio na minha direção. Subiu o joelho no banco e começou a esfregar minha pica de novo, mas com o joelho. Comecei a chupar os peitos dela, comi todos, mordi os bicos.
Calma, irmãozinho.
Já era demais. Desci minha mão e passei suavemente pela buceta linda dela, desci devagar até sentir de novo o calor da rachinha, mas dessa vez não foi por uns segundos. Esfreguei, a raposa também ficou excitada por estar com o irmão, porque tava toda molhada. Enfiei um dedo, enquanto ela com a mão começou a esfregar minha pica por cima da calça. Me abraçou e eu já ouvia os gemidos abafados no meu ouvido. Enfiei dois dedos e comecei a meter e tirar, agora a cintura dela se mexia no ritmo.
Tira ela pra fora. — Falei.
Não dá, irmãozinho.
Tira. — Falei num suspiro.
Como você é convincente.
Ela desabotoou minha calça, abaixou o zíper e lutou um pouco com a posição, mas logo minha pica brotou durona na direção dela. Ela se levantou apesar dos meus esforços pra segurar ela.
Virou-se de novo e sentou em cima de mim. Começou a se mexer como se a gente tivesse transando, esfregando minha pica na bunda. No começo foi gostoso, mas logo ficou incrível, segurei os peitos dela e fiz um esforço danado pra não gozar.
Deixa eu meter.
Não.
Por favor.
Não.
Vou guardar seu segredo se você deixar.
Eu tava quase gozando com os movimentos tão efusivos e selvagens dela. Podia sentir o calor da buceta dela na minha pele, e a umidade. Mas ela não deixava eu colocar no lugar pra enfiar.
E se não?
Não guardo.
Não vou fazer.
Então todo mundo vai saber, irmãzinha.
Ela parou e aproximou o rosto do meu. Minha pica levantou na hora, louca pra penetrar ela, comer minha irmã. Ela me deu um beijo na lábios.
E se eu….
Depois disso, passou a língua pelos lábios e baixou os olhos. Já estava quase no fim da terceira música, então não tinha muitas opções.
Beleza.— Falei.
Ajoelhou-se e começou a me masturbar com uma mão e a passar a mão nas minhas bolas com a outra.
Tá gostando?
Pra caralho.
Baixou a cara e começou a lamber minha glande, depois a beijar, depois enfiou na boca e engoliu minha pica inteira. Que jeito de mamar, minha irmã deve ser uma puta. Nunca me chuparam tão gostoso. Torcia com a mão, passava a mão nas minhas bolas e chupava deliciosamente. Eu tava no êxtase.
Assim, Laura, assim, irmãzinha.
Essas palavras foram o prelúdio de uma gozada foda. Tentei segurar e isso deixou ainda mais gostoso. O leite saiu duríssimo. Depois de receber o primeiro jato na boca, a Dafne tirou minha pica da boca e banhou as tetas gostosas dela com meu gozo. Depois me deu o lindo espetáculo de ver ela lambendo, exatamente como fez quando dançou.
Limpei ela com meu moletom e saímos como se tivesse sido um privê simples e normal. Comprei outra dose pra ela, depois pedi a conta, beijei ela e fui embora. Claro, com a firme intenção de voltar e convencer minha irmãzinha a deixar eu meter a pica.
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