Passada uma semana (do que aconteceu no relato 1)
Eu não aguentava mais, já vinha pensando naqueles peitos e naquele corpinho, queria fazer ele meu, porra!
E era só domingo, por causa da faculdade e outras coisas, a gente não podia se ver antes
Imagina o que foi segurar a calentura até o sábado!
A gente tinha se falado na segunda, convidei ela pro cinema no sábado, que eu tava livre
e falei pra ela vir dormir em casa, ela aceitou quase na hora, tava igual a mim, os dois tavam com muita vontade,
a semana toda preparando: a casa, o rolê, e pensando no que ia falar pra não ficar calado e estragar os momentos, e tudo mais pra não deixar nada ao acaso.
Chegou o sábado, fomos no cinema que fica uns 20 min da minha casa, e vendo o filme não aguentei mais, abracei ela e puxei pro meu peito, e começamos a nos beijar, a gente se beijou quase o filme inteiro
Mal lembro do que era o filme, andando pelo shopping onde ficava o cinema, ali mesmo já tinha passado do bem e do mal, como todo homem entende, quando chega a situação a gente já não pensa direito, encostei ela numa vitrine de uma loja fechada e comecei a beijar com paixão, e a apalpar um pouco, acariciava as costas dela
A amiga dela tinha me falado que era o ponto fraco dela, então entre isso e os beijos ternos e quentes no pescoço, a situação foi esquentando mais um pouco, já não aguentava mais
Aí falei que tava cansado, perguntei se ela topava a gente voltar pra minha casa, ela não teve problema, então avisamos o casal que tinha ido com a gente (antes eu tinha falado com meu amigo porque, na calentura, não comprei camisinha e tive que pedir umas pra ele), eles não tiveram problema.
Chegando em casa, levei ela pro quarto, ela se despiu um pouquinho, tava com um pijama por baixo da roupa e falou:
- Vim assim porque se eu me pelar toda, você vai achar que sou uma puta, e não quero isso.
Eu sorri e falei: - Tá divina, não se preocupa que eu tenho boa memória, lembro bem do seu corpo.
E ela ria.
A gente Deitamos, e ela me disse que se hoje dava pra deixar pra lá sem rolar nada, e eu topei. Não queria forçar a barra, até porque sou do tipo que acha que quanto mais demora o prazer, mais gostoso é no ápice.
Lá pras 2 da manhã, de conchinha numa noite bem fresca, não aguentei. Abracei ela com força e comecei a acariciar as coxas dela, subindo a mão devagar pela coluna até chegar nos ombros. Encostei a boca no ouvido dela e fui sussurrando umas coisas, reacendendo o clima. Comecei a beijar o pescoço dela por um tempo, alternando com a boca. Num surto de loucura, virei ela de bruços, tirei a parte de cima do pijama e comecei a beijar as costas dela inteiras, mas não igual um bicho, não — fui com calma, beijo por beijo, gravando aquele corpo na pedra da minha memória. Ela não aguentava mais, queria que eu fosse descendo, e eu fui. Finalmente consegui chegar naquela bundinha linda dela — não era grande coisa, mas pra mim era uma maravilha. Beijei o cóccix dela com paixão, e ela amou. Virei ela de novo, abri as pernas dela e vi aquele tesouro molhadinho me esperando. Me despi, e com o pau duro fui subindo até a boca dela também, juntando nossos sexos. Com cuidado, encostei minha rola entre os lábios da buceta dela e, enquanto beijava a boca dela, me certificava de roçar de um jeito gostoso. Ela me agarrava com força e arranhava minhas costas, o que me deixava louco — aquela grossura dela pedia pra gente foder como se fosse bicho. Já tava na hora. Tinha passado uns 30 minutos desde que começamos a preliminar, e eu não aguentava mais esperar, queria meter. Peguei a camisinha que meu amigo tinha me dado e pensei: "é agora". Coloquei, e quando fui penetrar ela, a camisinha estourou. Não deu pra continuar porque naquela hora não tinha onde comprar outra. Seguimos nos pegando e acabamos num 69. Ela pegava no meu pau com carinho, dava pra ver que não tinha experiência naquilo, e começou a beijar ele, fazendo com cuidado. De um jeito inexperiente e bem intenso, eu tava adorando. Eu debaixo dela, com uma visão linda daquela buceta branca e rosadinha, parecia de novinha. Passei minha língua com cuidado pra ir estimulando ela aos pouquinhos. Ouvia os gemidos dela, tão delicados, como se fossem de uma princesa — era algo digno de um rei. Enfiei dois dedos, flexionando eles, apertando a parte rugosa da buceta e alternando com mais e menos pressão. Via ela se mexendo até que não aguentou mais e falou: "Quero ele dentro". Aí ela se levantou, pegou meu pau e colocou sem camisinha.
Não consigo explicar o que era aquela buceta. Era uma caverninha perfeita pro meu pau. Senti como se tivesse nascido pra estar ali dentro. Não aguentei muito. Até aí, já tínhamos uns 50 minutos entre preliminares e sexo oral, e meu pau tava pedindo pra explodir. Então, assim que ela colocou ele dentro, apertei pra segurar um pouco mais. Depois de uns 4 ou 5 minutos, tive que gozar. Obviamente, juntei os peitos dela e terminei em cima daqueles dois monumentos que eram meus. E, depois de deixar até a última gota, escrevi meu nome neles, como se fosse a assinatura de um autor após finalizar sua maior obra. Depois de nos higienizarmos, tomando um banho porque estávamos muito suados, ela me abraçou, dormiu no meu peito e disse: "Isso a gente tem que repetir direto.
Eu não aguentava mais, já vinha pensando naqueles peitos e naquele corpinho, queria fazer ele meu, porra!
E era só domingo, por causa da faculdade e outras coisas, a gente não podia se ver antes
Imagina o que foi segurar a calentura até o sábado!
A gente tinha se falado na segunda, convidei ela pro cinema no sábado, que eu tava livre
e falei pra ela vir dormir em casa, ela aceitou quase na hora, tava igual a mim, os dois tavam com muita vontade,
a semana toda preparando: a casa, o rolê, e pensando no que ia falar pra não ficar calado e estragar os momentos, e tudo mais pra não deixar nada ao acaso.
Chegou o sábado, fomos no cinema que fica uns 20 min da minha casa, e vendo o filme não aguentei mais, abracei ela e puxei pro meu peito, e começamos a nos beijar, a gente se beijou quase o filme inteiro
Mal lembro do que era o filme, andando pelo shopping onde ficava o cinema, ali mesmo já tinha passado do bem e do mal, como todo homem entende, quando chega a situação a gente já não pensa direito, encostei ela numa vitrine de uma loja fechada e comecei a beijar com paixão, e a apalpar um pouco, acariciava as costas dela
A amiga dela tinha me falado que era o ponto fraco dela, então entre isso e os beijos ternos e quentes no pescoço, a situação foi esquentando mais um pouco, já não aguentava mais
Aí falei que tava cansado, perguntei se ela topava a gente voltar pra minha casa, ela não teve problema, então avisamos o casal que tinha ido com a gente (antes eu tinha falado com meu amigo porque, na calentura, não comprei camisinha e tive que pedir umas pra ele), eles não tiveram problema.
Chegando em casa, levei ela pro quarto, ela se despiu um pouquinho, tava com um pijama por baixo da roupa e falou:
- Vim assim porque se eu me pelar toda, você vai achar que sou uma puta, e não quero isso.
Eu sorri e falei: - Tá divina, não se preocupa que eu tenho boa memória, lembro bem do seu corpo.
E ela ria.
A gente Deitamos, e ela me disse que se hoje dava pra deixar pra lá sem rolar nada, e eu topei. Não queria forçar a barra, até porque sou do tipo que acha que quanto mais demora o prazer, mais gostoso é no ápice.
Lá pras 2 da manhã, de conchinha numa noite bem fresca, não aguentei. Abracei ela com força e comecei a acariciar as coxas dela, subindo a mão devagar pela coluna até chegar nos ombros. Encostei a boca no ouvido dela e fui sussurrando umas coisas, reacendendo o clima. Comecei a beijar o pescoço dela por um tempo, alternando com a boca. Num surto de loucura, virei ela de bruços, tirei a parte de cima do pijama e comecei a beijar as costas dela inteiras, mas não igual um bicho, não — fui com calma, beijo por beijo, gravando aquele corpo na pedra da minha memória. Ela não aguentava mais, queria que eu fosse descendo, e eu fui. Finalmente consegui chegar naquela bundinha linda dela — não era grande coisa, mas pra mim era uma maravilha. Beijei o cóccix dela com paixão, e ela amou. Virei ela de novo, abri as pernas dela e vi aquele tesouro molhadinho me esperando. Me despi, e com o pau duro fui subindo até a boca dela também, juntando nossos sexos. Com cuidado, encostei minha rola entre os lábios da buceta dela e, enquanto beijava a boca dela, me certificava de roçar de um jeito gostoso. Ela me agarrava com força e arranhava minhas costas, o que me deixava louco — aquela grossura dela pedia pra gente foder como se fosse bicho. Já tava na hora. Tinha passado uns 30 minutos desde que começamos a preliminar, e eu não aguentava mais esperar, queria meter. Peguei a camisinha que meu amigo tinha me dado e pensei: "é agora". Coloquei, e quando fui penetrar ela, a camisinha estourou. Não deu pra continuar porque naquela hora não tinha onde comprar outra. Seguimos nos pegando e acabamos num 69. Ela pegava no meu pau com carinho, dava pra ver que não tinha experiência naquilo, e começou a beijar ele, fazendo com cuidado. De um jeito inexperiente e bem intenso, eu tava adorando. Eu debaixo dela, com uma visão linda daquela buceta branca e rosadinha, parecia de novinha. Passei minha língua com cuidado pra ir estimulando ela aos pouquinhos. Ouvia os gemidos dela, tão delicados, como se fossem de uma princesa — era algo digno de um rei. Enfiei dois dedos, flexionando eles, apertando a parte rugosa da buceta e alternando com mais e menos pressão. Via ela se mexendo até que não aguentou mais e falou: "Quero ele dentro". Aí ela se levantou, pegou meu pau e colocou sem camisinha.
Não consigo explicar o que era aquela buceta. Era uma caverninha perfeita pro meu pau. Senti como se tivesse nascido pra estar ali dentro. Não aguentei muito. Até aí, já tínhamos uns 50 minutos entre preliminares e sexo oral, e meu pau tava pedindo pra explodir. Então, assim que ela colocou ele dentro, apertei pra segurar um pouco mais. Depois de uns 4 ou 5 minutos, tive que gozar. Obviamente, juntei os peitos dela e terminei em cima daqueles dois monumentos que eram meus. E, depois de deixar até a última gota, escrevi meu nome neles, como se fosse a assinatura de um autor após finalizar sua maior obra. Depois de nos higienizarmos, tomando um banho porque estávamos muito suados, ela me abraçou, dormiu no meu peito e disse: "Isso a gente tem que repetir direto.
2 comentários - mi primer relato parte 2
igual te re banco campeon