Este é meu primeiro post, espero que gostem. Com o tempo, com certeza minha escrita vai melhorar, então desde já peço desculpas pela narração e espero que entendam que não é fácil na primeira vez. Dito isso, vamos começar.
Primeiro, vou me apresentar: me chamo Rodrigo, trabalho em um escritório de advocacia (estou quase me formando), tenho 30 anos, 1,80m de altura, não sou magro nem gordo, não tenho um corpo trabalhado, mas me mantenho bem. Pele branca, cabelo preto, olhos claros e uma das minhas maiores qualidades é ser simpático (isso é o que os outros falam, não eu). Agora, o post em si.
Eu estava no trabalho como todas as manhãs (só pra deixar claro, de manhã fico sozinho no escritório), organizando a documentação pendente do dia anterior. Eram quase 9 horas quando o interfone começou a tocar sem parar.
- Quem é?
- Oi, sou a Graciela… Por favor, me abre rápido.
Quando deixei ela entrar, ela me contou que vinha buscar a pasta do caso Gutiérrez, porque o chefe dela tinha dito que precisaria dela por volta das 11h30 sem falta, senão ele a demitiria, já que era super importante.
Expliquei que não podia entregar documentação sem a autorização do advogado dono do escritório. Não sou do tipo que se aproveita da desgraça dos outros, mas dessa vez não consegui evitar. Talvez fosse o tesão que me deu ao ver ela disposta a fazer qualquer coisa pra conseguir o que o chefe pediu, ou simplesmente por causa do quanto essa mulher era gostosa, uns trinta e poucos anos, no seu terno de secretária sexy (cabelo preso, minissaia, blusa decotada, salto alto, e aquele toque especial que me atraía nos óculos dela).
- Olha, Graciela, eu entendo que seu emprego depende disso, mas e o meu?
- Não entendi, como assim o seu?
- Ué, te expliquei que não sou autorizado e isso poderia me dar problemas no trabalho. Você estaria disposta a me pagar um favor?
- Que tipo de favor? favor?
- Não sei, quando te vejo me vêm várias coisas na cabeça. Você tem alguma ideia?
- Eu devia ter imaginado, devia ter começado por aí.
A resposta me deixou atônito e não consegui reagir. Graciela já estava abaixando minha calça e começou a fazer um boquete de outro mundo. Nem preciso dizer que eu já estava louco.
Ela sabia o que fazia, dava pra ver que não era a primeira vez, e até parecia que tava curtindo; começou a me punhetar tão rápido enquanto chupava minhas bolas que eu não aguentei.
- Vou gozar, vou gozar…
Na mesma hora, ela colocou na boca e engoliu todo o meu leite como se estivesse desesperada, continuou chupando até deixar limpinho e brilhando, guardou e, em seguida, se levantou e pediu a pasta.
Acompanhei ela até a porta, pasmo com o que tinha acabado de rolar; antes de ir, ela me perguntou:
- Que horas você entra no trabalho?
- Oito, por quê?
- Porque semana que vem provavelmente vão me mandar buscar a pasta do caso Fernández, e não é só minha boca que quer te conhecer.
Dito isso, sorriu pra mim e foi embora.
Espero que tenham gostado. O que aconteceu na semana seguinte fica pra outra ocasião.
Primeiro, vou me apresentar: me chamo Rodrigo, trabalho em um escritório de advocacia (estou quase me formando), tenho 30 anos, 1,80m de altura, não sou magro nem gordo, não tenho um corpo trabalhado, mas me mantenho bem. Pele branca, cabelo preto, olhos claros e uma das minhas maiores qualidades é ser simpático (isso é o que os outros falam, não eu). Agora, o post em si.
Eu estava no trabalho como todas as manhãs (só pra deixar claro, de manhã fico sozinho no escritório), organizando a documentação pendente do dia anterior. Eram quase 9 horas quando o interfone começou a tocar sem parar.
- Quem é?
- Oi, sou a Graciela… Por favor, me abre rápido.
Quando deixei ela entrar, ela me contou que vinha buscar a pasta do caso Gutiérrez, porque o chefe dela tinha dito que precisaria dela por volta das 11h30 sem falta, senão ele a demitiria, já que era super importante.
Expliquei que não podia entregar documentação sem a autorização do advogado dono do escritório. Não sou do tipo que se aproveita da desgraça dos outros, mas dessa vez não consegui evitar. Talvez fosse o tesão que me deu ao ver ela disposta a fazer qualquer coisa pra conseguir o que o chefe pediu, ou simplesmente por causa do quanto essa mulher era gostosa, uns trinta e poucos anos, no seu terno de secretária sexy (cabelo preso, minissaia, blusa decotada, salto alto, e aquele toque especial que me atraía nos óculos dela).
- Olha, Graciela, eu entendo que seu emprego depende disso, mas e o meu?
- Não entendi, como assim o seu?
- Ué, te expliquei que não sou autorizado e isso poderia me dar problemas no trabalho. Você estaria disposta a me pagar um favor?
- Que tipo de favor? favor?
- Não sei, quando te vejo me vêm várias coisas na cabeça. Você tem alguma ideia?
- Eu devia ter imaginado, devia ter começado por aí.
A resposta me deixou atônito e não consegui reagir. Graciela já estava abaixando minha calça e começou a fazer um boquete de outro mundo. Nem preciso dizer que eu já estava louco.
Ela sabia o que fazia, dava pra ver que não era a primeira vez, e até parecia que tava curtindo; começou a me punhetar tão rápido enquanto chupava minhas bolas que eu não aguentei.
- Vou gozar, vou gozar…
Na mesma hora, ela colocou na boca e engoliu todo o meu leite como se estivesse desesperada, continuou chupando até deixar limpinho e brilhando, guardou e, em seguida, se levantou e pediu a pasta.
Acompanhei ela até a porta, pasmo com o que tinha acabado de rolar; antes de ir, ela me perguntou:
- Que horas você entra no trabalho?
- Oito, por quê?
- Porque semana que vem provavelmente vão me mandar buscar a pasta do caso Fernández, e não é só minha boca que quer te conhecer.
Dito isso, sorriu pra mim e foi embora.
Espero que tenham gostado. O que aconteceu na semana seguinte fica pra outra ocasião.
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