Encontro com uma Princesinha (dia 1)

Tudo começa há uns 20 dias. Meu plano de passar férias em Madri, na Espanha, complicou porque meu pai precisava que eu viajasse pra uma cidade no norte do México. Como ele é advogado, tinha que resolver um negócio de testamento, mas não conseguia viajar porque a gente é de Apatzingán, Michoacán. Seria uma viagem de alguns dias. Aceitei pela grana que ia ganhar, só faltava um detalhe: esperar a pessoa que ia me levar até onde estavam os papéis que meu pai tanto precisava.

No dia seguinte, o cara chegou, entrei no carro dele e a gente partiu pra uma viagem de 18 horas pela estrada até a cidade de Obregón, Sonora. Como de costume, a conversa deixa o tempo mais leve, e foi assim. O senhor me contou sobre a família dele, que tinha duas filhas lindas, uma de 24 anos e a outra de 18, um ano mais nova que eu. Ele me disse abertamente que quando eu conhecesse a filha mais nova, ia ficar encantado, e se rolasse um relacionamento sério, não teria problema nenhum pra ele. Enfim, o tempo passou e chegamos no destino.

Chegamos perto das 4 da tarde. A casa era uma fazenda nos arredores da cidade, estilo colonial, muito bonita, pra ser sincero. Quando cheguei, fui apresentado à esposa dele e à filha mais velha, mas a mais nova não estava porque ainda não tinha saído do colégio. A gente almoçou, e o senhor disse que a gente ia ver os assuntos no dia seguinte. Eu só falei que não tinha problema e fui pro quarto que me deram. Quando começou a escurecer, bateu uma vontade de fumar, e fui perguntar pro senhor onde eu podia comprar cigarros. Ele me deu umas referências pra chegar a um mercadinho pequeno. O lugar é meio afastado da civilização, então eu teria que andar uns 20 minutos pra conseguir os cigarros. Não me importei, fui andando até o ponto e, na volta, de uma estradinha de terra saiu um ônibus urbano, e desceu uma pessoa. Pela escuridão meio fraca, não dava pra distinguir muito, só notei que era uma mulher não muito alta. O ônibus seguiu seu caminho, e eu também, mas depois percebi que a pessoa que tinha descido seguia o mesmo caminho que eu, o que me deixou meio incomodado, e eu andei devagar. Depois de alguns passos, a pessoa me ultrapassou de longe e chegou até a porta da fazenda onde eu ia ficar por vários dias. De longe, vi que ela entrou e pensei comigo que era a filha mais nova daquele senhor, de quem tanto tinham me falado, e corri pra ver, mais por curiosidade se era bonita ou não.

Ao chegar, descobri que era ela mesmo, mas pra minha surpresa, era mais gostosa do que eu imaginava. Ela virou e ficou me encarando, e perguntou se eu queria alguma coisa. Eu não soube o que responder. Passaram-se alguns segundos de silêncio quando o pai dela saiu e disse: "Não se assusta, esse garoto é filho do advogado do seu falecido avô." Ela se desculpou e se apresentou, disse: "Desculpa, eu não sabia, meu nome é Caro", e se aproximou pra me beijar na bochecha como cumprimento, ao que respondi: "Prazer, eu sou Derain." Ela seguiu seu caminho, e eu fiquei vários minutos conversando com o pai dela. Já eram 9 da noite, e como é costume deles, nessa hora eles se preparam pra jantar. O jantar foi bem agradável, mas senti como se a família da minha namorada estivesse me interrogando, mas foi interessante. Depois, como também é costume deles, terminando de jantar, os pais vão dormir e só saem no dia seguinte bem cedo. Eu fiquei na sala jogando no iPad, não sabia o que fazer, me senti muito estranho e desconfortável, porque tinham me deixado sozinho.

Já estava indo dormir, mas os quartos dos senhores ficavam no andar de cima, assim como o da irmã mais velha. Embaixo, havia dois quartos, onde eu ficava, e na frente, outro. E como eu disse, andei por um corredor comprido até chegar ao meu quarto, e do quarto da frente... Saiu a Princesinha, eu só olhei pra ela e soltei um sorriso amigável, e ela me perguntou: "Já vai dormir?" Eu respondi que não, mas que estava me sentindo estranho naquela fazenda enorme. Ela disse: "Vem, vamos pra cozinha, quer um café?" Eu respondi que sim. E fomos pra cozinha e conversamos por um bom tempo sobre nossas vidas dentro e fora da escola. A gente sentiu uma química entre nós, nos dávamos super bem, ou pelo menos eu senti isso. Depois de um tempão na cozinha, caminhamos por outro corredor e chegamos a uma sala rústica. Sentamos, eu peguei um cigarro e ofereci pra ela, ela disse que não fumava, mas eu fumei o meu.

E chegou a hora das perguntas importantes. Ela me perguntou se eu tinha namorada, eu respondi que não, e na sequência perguntei a mesma coisa. Ela respondeu que não, que nunca tinha tido namorado, mas que já estava interessada em ter um. Perguntei se tinha alguém que interessava ela, e ela disse que não, e perguntou o mesmo. Eu disse que não, até aquele momento. Ela falou: "Como assim?" E eu disse que, à primeira vista, ela tinha me chamado muito a atenção, e contei como o pai dela insinuou durante a viagem que gostaria que rolasse algo entre nós. Ela respondeu com um sorriso safado, uma das coisas que mais me fascinam nela.

Continuamos conversando e saíram dos lábios dela as palavras que eu queria ouvir: "Você também me chamou a atenção." E sorrimos, nos olhando nos olhos. Eu senti vontade de beijá-la, mas ela é muito inocente, e imaginei que ela me rejeitaria ou estragaria o que estava sendo construído aos poucos. E foram várias vezes de sorrisos e olhares, e na quarta vez, não pensei mais e beijei ela. Ela não resistiu, e nos beijamos muitas vezes mais. Felizmente ou infelizmente, o relógio bateu meia-noite, e ela disse que ia descansar. Eu falei que também ia dormir, e caminhamos por aquele corredor enorme de mãos dadas. Era algo muito inocente.

Chegamos nos nossos quartos e ela disse: Boa noite e ela se preparou pra abrir a porta, eu não perdi a chance e me apressei pra beijar ela antes que entrasse, e foi isso, a gente se beijou por um tempão, logo em seguida ouviu uns passos na escada de madeira e ela me puxou pro quarto dela, embora não tenha sido nada, isso deixou a gente alerta, acho que foi a sensação do momento que fez ela correr pra me beijar e a gente caiu num sofá bem pequeno, na verdade tava machucando minhas costas, então me levantei e ela pensou que eu ia embora, mas não foi assim, a gente se levantou e continuei beijando ela, puxei ela até a cama e deitamos, mais por impulso comecei a tocar as pernas dela, ela resistiu um pouco mas continuei beijando, minhas mãos chegaram na bunda dela, ela tem um rosto lindo, uns peitos não muito grandes mas na minha opinião perfeitos, umas pernas grossas e uma bunda boa, onde minhas mãos chegaram e ela falou "agora não, não agora", eu perguntei "o que foi?", ela respondeu "nunca estive com ninguém e te conheci hoje, acho que não é certo", aí eu respondi "você tem razão, a gente não se conhece, mas sem mentir, eu quero algo sério com você e se acha que isso é errado, vou respeitar e ir embora", foram as palavras mais sinceras da minha vida porque eu tava falando a verdade, depois do que eu respondi ela falou "não! não quero que você vá, mas também não quero que a gente faça isso e depois você suma e eu nunca mais te veja", eu não falei nada, só beijei ela e depois falei "eu ficaria a vida inteira com você". Acho que foram as palavras-chave porque ela soltou minha mão e quando toquei na bunda dela de novo, ela não falou nada.

Depois tirei a roupa dela aos poucos, beijei cada parte do corpo dela. Resumindo, a gente não tava transando, a gente tava fazendo amor, e sei que parece brega mas foi assim, depois de muito tempo nos beijando, nos acariciando e tudo mais, chegou a hora da penetração, já tive várias experiências com virgens, mas ela era especial assim. que me dispus a enfiar devagar, e como ela disse que era virgem, senti aquela pelinha romper com a cabeça do meu pau, na hora de enfiar a respiração dela ficou mais longa, depois disso os movimentos foram lentos e de vez em quando eu acelerava, só trocamos de posição umas duas vezes, perdemos a noção do tempo, eu tentava me guiar pelo ritmo da respiração dela, mais do que tudo tentava me segurar, queria fazer ela chegar ao primeiro orgasmo, mas não fazia ideia de quanto tempo ia demorar, sem passar pela minha cabeça ela começou a dar sinais de que o orgasmo já tava chegando, aí eu acelerei os movimentos e pelo que percebi gozamos os dois quase ao mesmo tempo, como era de esperar terminamos cansados, mas sem dúvida foi a melhor experiência da minha vida, embora já tenha tido muitas em toda a minha vida, a maioria eu não curtia porque tava bêbado ou muito na pica, mas essa foi a exceção, foi algo muito gostoso.

Depois disso, ela entrou no banheiro dela e trocou de roupa, eu só me vesti mas não sabia se ia embora ou não, então fiquei e esperei ela sair, quando saiu ela falou fica mais um pouco, nem passou pela minha cabeça uma segunda vez, só imaginava deitar com ela abraçado e pensando no que o dia seguinte ia trazer, e foi assim, a gente se deitou de conchinha, ela falou me abraça forte, eu abracei e senti como se a gente se conhecesse há muito tempo. Ficamos assim por um bom tempo, eu mantinha ela abraçada e ela não soltava minhas mãos, pela janela vi que já tava amanhecendo, era hora de ir pro meu quarto, ela tava dormindo e quando tentei me levantar sem acordar ela, ela acordou e eu falei, já vou, a gente se vê mais tarde, ela sorriu e falou te amo, eu me aproximei pra beijar ela e saí, mas o te amo dela ficou na minha cabeça rodando. Antes de entrar no meu quarto fui no banheiro e na volta, quando abri a porta, uma voz me assustou, era o pai dela que me Perguntou se eu tinha dormido bem, eu não sabia o que responder e falei que sim, só levantei pra ir no banheiro. Ele respondeu: "volta pra cama, ainda é cedo. Eu te acordo pra tomar café e depois a gente vê os pendentes."

E assim termina a primeira parte desse relato, que, diferente dos outros que publiquei, é especial pelo que já expliquei nele. Esse foi o primeiro encontro de 4, foi o mais inocente. Nos próximos dias, vou postar todos. Quero agradecer a 3 pessoas que me mandam mensagens privadas me parabenizando pelos meus relatos e pelas fotos que publico. Vou postar uma foto da princesinha desse relato, eu mesmo tirei ela antes de voltar pra minha casa.Encuentro Con una Princesita ( dia 1 )http://gostosa]
Como vocês podem ver, é exatamente como descrevi. A gente se vê no próximo conto.

10 comentários - Encontro com uma Princesinha (dia 1)

Tremendo !!!! aplausos y haste te armo un desfile, muy buena historia.

Linda la chica, me enamore ...
MUY BUEN RELATO AMIGO SALUDOS ALRATO ME LEO LA SEGUNDA PARTE