Mãe satisfeita pelo pau do filho

Bom, depois de um tempo afastado, voltei com uma história daquelas que eu tanto gosto, de incesto. Dessa vez é uma mãe que, depois de muito tempo sem ficar com um homem, se deixa levar pelo momento e acaba transando com o filho, mas curte mais do que quando fazia com o ex-marido.

Essa história foi contada por ela mesma, então leiam o que ela escreveu sobre o que aconteceu.

Espero que vocês curtam.
Sou uma mulher madura de 40 anos, me chamo Sonsoles e estou divorciada do meu marido há cinco anos. Tenho dois filhos, o casalzinho que todo mundo deseja. A menina já está felizmente casada e meu filho Gregório, o caçula, ainda mora comigo. Eu trabalho a semana inteira fora de casa, limpando uns escritórios conhecidos na cidade, então à noite chego em casa morta de cansaço.

Não vou dizer que sou uma mulher de dar orgulho, mas sou bem bonitinha e ainda sou apetitosa pros homens. Ainda me conservo bem, apesar dos meus quarenta anos e das duas gestações. Sou baixinha, tenho 1,55 m, cabelo moreno e curtinho, e os peitos grandes, embora um pouco caídos. O quadril é largo, mas não sou gorda de jeito nenhum. O que mais se destaca no meu corpo são meus lábios carnudos e minha bunda enorme e empinada, que ainda faz mais de um homem virar a cabeça.

No trabalho, apesar do meu uniforme recatado, mais de um jovem executivo já me elogiou exaltando meu corpo ou, diretamente, me propôs transar com ele. Os habituais do escritório normalmente me tratam com todo respeito. O problema é com uns caras que aparecem de vez em quando e, por isso, não se seguram nem um pouco, me dizendo que tirariam meu avental ali mesmo ou coisas do tipo. Eu sempre tento manter a seriedade e a firmeza, sem dar a menor confiança, mas a verdade é que às vezes é difícil não responder aos pedidos deles. Tem um ou outro rapaz que eu deixaria me fazer um favor, pra que mentir.

Meu filho Gregório fez dezoito anos há apenas quatro meses. Nós dois somos muito unidos desde que a irmã dele casou. Recentemente ele tirou a carteira de motorista, então já começou a curtir a independência dele. Quero dizer, ele é como qualquer garoto da idade dele, já saiu com alguma garota, tem o grupo de amigos dele… O que ele não lida bem é com a separação dos pais. Mesmo já tendo passado cinco anos, ele ainda não superou. Ele não perdoa meu ex-marido. que me trocasse por outra, faz três anos que não fala com ele. A verdade é que eu lido muito melhor com isso do que ele. Eu tento amenizar a situação, dizendo que no fim das contas é o pai dele, que ele precisa conversar, mas o Gregório é teimoso pra caralho e não dá o braço a torcer.

Apresentados os protagonistas da história, vou contar o que rolou. A aventura que a gente viveu foi fora de casa. Eu tava com uns dias de folga no trampo, uns dez dias mais ou menos, então resolvi ligar pra uns parentes que a gente não via há um tempão. Eles ficaram super felizes de falar com a gente e disseram que se o Gregório não tivesse nada pra fazer, podia ir também, que iam adorar nos ver de novo. No dia seguinte, o Gregório tratou de comprar as passagens de trem e, com as malas prontas, a gente se preparou pra curtir uns dias no campo. A verdade é que eu merecia pra caralho, porque tava há mais de seis meses sem um dia de descanso. Quando chegamos na cidade, nossos parentes nos receberam com todo carinho e nos hospedaram na casa deles. A gente se divertiu pra burro nesses dias, é uma cidade pequena no interior do país, onde dá pra relaxar longe da bagunça da cidade grande.

Depois de uns dias lá, uma noite a gente encontrou um casal conhecido, que nos convidou pra passar um tempo numa balada perto dali, que era o point da juventude das cidades vizinhas. Perguntei pro meu filho se ele topava, e ele respondeu que se eu animasse, ele ia junto. Não pensei duas vezes e liguei pros meus amigos confirmando que a gente ia com eles rebolar um pouco. Eles disseram que passariam em casa pra nos pegar em uma hora, então tomei um banho rápido e me vesti o mais gostosa que pude pra causar uma boa impressão. Um pouco de maquiagem, uma gola rolê amarelo-limão, uma saia curta preta na altura da coxa, meia-calça amarelo-limão combinando com a gola Por último, uns sapatos pretos de salto alto pra realçar minha figura. Completei esse look todo com um colar de cristal de Murano que eu amava de paixão. Quando Gregório me viu, não consegui se segurar e disse que eu tava muito gostosa.

Na balada, a gente dançou até cair de cansada. A verdade é que eu adoro dançar e, com meu amigo, meu filho e algum local que me tirava pra dançar, não tive problema nenhum pra me sentir bem acompanhada. A gente se misturava entre os quatro e, em alguns momentos, eu via Gregório se divertindo na companhia de alguma garota jovem.

Pedimos várias rodadas de bebida, então, graças ao álcool, comecei a me soltar. Tava um calor infernal e ninguém nos conhecia ali, então relaxei completamente. Lá pelas duas e meia da madrugada, nossos amigos disseram que tavam cansados e queriam ir pra casa. Gregório tava se divertindo pra caramba dançando com várias minas, então pensei que, como a gente tava perto da vila, dava pra ficar mais um pouco e a gente se virava pra voltar com alguém, já que o povo é hospitaleiro e sempre tem quem te tire do aperto. Nossos amigos se despediram com dois beijos e a gente ficou sozinho.

Ao me ver sozinha na beira da pista, alguns caras me chamaram pra dançar. Me diverti de verdade dançando aqueles ritmos nos braços dos meus acompanhantes de ocasião.

Já deviam ser umas três e meia quando a gente resolveu descansar, porque tava realmente exausto, principalmente eu. Tenho que admitir que não aguento mais como quando era jovem, mas ainda me viro bem. Sentamos num sofá grande de frente pra galera e começamos a conversar sobre quem tava ali, sobre o calor que fazia.

— Mãe, cê tá se divertindo? Quer que a gente vá embora? Cê tá cansada?

— Não, Gregório, nada disso. A verdade é que tô me divertindo pra caramba. Vamos ficar mais um pouco. Fazia tempo que eu não me divertia tanto — respondi rindo.

Cinco minutos depois Tarde, o Gregório me chamou pra dançar e eu me deixei levar nos braços dele. Me sentia muito à vontade com ele e não parava de rir ouvindo os comentários que meu filho fazia sobre os casais que se agarravam mais do que deviam. Tenho que admitir que a noite estava sendo realmente divertida e que eu não lembrava da rotina do dia a dia.

Como eu disse, me vesti com aquele suéter de gola rolê que marcava perfeitamente minhas curvas. A saia batia um pouco acima dos joelhos, que estavam cobertos por umas meias amarelo-vivo que alongavam minhas pernas. Graças aos sapatos de salto, eu parecia tão alta quanto meu filho. A gente tinha deixado os casacos no guarda-roupa pra não ter que se preocupar com eles até a hora de ir embora.

Naquela hora avançada da noite, nós dois já tínhamos bebido mais do que o normal. Normalmente, com dois cubas-libres de vodca com limão, já fico de boa, mas com nossos amigos e meus acompanhantes ocasionais, acabei exagerando, porque também tomei uns doses a mais. As danças com o Gregório eram um verdadeiro desastre, porque eu mal conseguia ficar de pé. Minha cabeça rodava com os holofotes potentes da balada. De vez em quando, eu aproveitava pra me apoiar no corpo jovem dele, e o Gregório me segurava pela cintura ou pelos ombros, como se fôssemos um par de apaixonados. Numa das danças, meu filho se grudou em mim mais do que devia, e eu senti o roçar do volume dele numa das minhas coxas.

Naqueles momentos, a pista de dança estava escura, porque tinham apagado as luzes pra que os casais pudessem curtir seus corpos com a música da balada bonita que estava tocando. Não sei se foi por causa do calor que tava fazendo ou das doses a mais que eu tinha tomado, mas o fato é que o contato com o corpo jovem dele despertou em mim um sentimento há muito esquecido. Fazia um tempão que eu não sentia algo parecido.

Eu me sentia confortável nos braços dele. Gregorio ria de qualquer comentário que ele fazia. Sei que meu querido filho é bem dotado, porque uma vez, meio sem querer, vi ele pelado e, sinceramente, ele tem um pau enorme, bem maior que o do pai. Não consegui esquecer o corpo nu dele naquela vez que o vi saindo do chuveiro. Aquela lembrança inesquecível me deixou excitada sem jeito. Será que eu tava louca ou o que tava acontecendo comigo? É meu filho! — pensei num breve momento de lucidez. Rapidamente, deixei esse pensamento de lado e me entreguei àquele baile sensual que eu tanto amava.

— Tô com uma dor de cabeça, filho — falei no ouvido dele pra ele me ouvir, porque na hora o som da música tava mais alto.

— Você tem aspirina? — ele perguntou, realmente preocupado.

— Acho que tenho uma na bolsa. Vou ver.

— Espera aqui, mãe. Vou pegar uma garrafa de água no bar. Já volto.

Saí da pista de dança e sentei de novo no mesmo sofá onde a gente tava antes. Gregório demorou só uns dois minutos pra voltar pra perto de mim. Tomei a aspirina com um pouco da água da garrafa que ele trouxe, e a gente aproveitou pra descansar um pouco, vendo o povo dançar. Depois que passei o mal-estar, animei o Gregório a voltar pra pista.

Tocava uma música conhecida, e a gente juntou os corpos. Gregório me segurava pela cintura, e de repente eu tava de costas pra ele, sentindo o púbis dele colado na minha bunda. Eu balançava devagar pra frente e pra trás, me deixando levar pela música que me envolvia. Senti uma coisa dura apertando meu traseiro; era o pau dele, tinha certeza. Não podia ser outra coisa. Virei pra ele e continuei dançando. Apoiei uma mão no ombro dele e, com a outra, enrolei os dedos no cabelo dele, acariciando a nuca. Sentia o negócio dele colado no meu corpo e dava pra perceber como ele ia crescendo a cada momento. Gregório respirava com dificuldade perto do meu ouvido, mas não falou nada. Mexi os quadris contra ele, seguindo o ritmo. ritmo da música. Pude sentir uma leve sensação de bem-estar entre as pernas. Eu estava ficando com tesão ao sentir como meu filho se excitava com o contato do meu corpo maduro.

Naqueles momentos, tive um breve remorso de consciência sobre os pensamentos lascivos que vinham à minha cabeça. Meio tonta, me deixei levar pelo desejo, a razão não respondia. Sentia a música e o corpo do meu filho se movendo no ritmo dela. Fechei os olhos, curtindo o contato com aquele corpo jovem, não conseguia dizer uma palavra. Quem quer que nos visse pensaria que éramos um casal apaixonado, apesar da diferença de idade, pensaria que estávamos nos esquentando no meio da pista, porque não parávamos de nos mover de um jeito altamente sensual.

Devo admitir que me senti meio confusa, porque sentia minha entreperna completamente molhada. Sim, caro leitor, eu estava com a calcinha fio-dental totalmente encharcada por baixo da saia! Gregório devia ter percebido o que estava rolando, era impossível que não tivesse notado o tesão danado que invadia minha buceta. Aquilo era uma loucura! Era meu filho que me excitava daquele jeito; se me dissessem, jamais teria acreditado, mas a verdade é que eu estava gostando, me sentia realmente empolgada.

— Tá gostando, mãe? — ele perguntou gentilmente, levantando a voz.

— Sim, filho, realmente muito. Queria que a noite nunca acabasse — respondi, enquanto pensava nos braços masculinos dele que me deixavam enfeitiçada, nas mãos dele que me apertavam com força contra ele.

Eu mal conseguia respirar, acho que fiquei vermelha imaginando que Gregório pudesse desconfiar dos pensamentos que rondavam minha cabecinha louca. Graças a Deus, a escuridão escondia dele as várias emoções que me tomavam naqueles momentos, era uma espécie de nervosismo e inquietação. Esse nervosismo aumentou quando tive a sensação de que Gregório, discretamente, pressionava o púbis dele contra o meu, me fazendo sentir o volume enorme que ele guardava debaixo da calça…. Mas, e se aquilo fosse só uma ilusão que me dominava, uma fantasia maravilhosa, mas sem nenhum pingo de realidade?

Meu filho disse que estava cansado e me pediu pra sentarmos, então eu o acompanhei como uma autômata até um canto meio escuro. Começamos a conversar, não lembro bem sobre o quê, os dois rindo pra caramba. Aproveitei pra encostar a cabeça no peito dele enquanto Gregório me segurava pela cintura. Fechei os olhos de leve e, de repente, meu filho se inclinou sobre mim pra me dizer alguma coisa. Ele me olhou fixo nos olhos, como se quisesse me atravessar com o olhar, só consegui sorrir timidamente, me sentia como uma menininha, completamente indefesa. Sem eu esperar, ele pegou meu queixo com os dedos e me deu um beijo na testa e depois outro na boca.

Aqueles beijos doces, sem maldade aparente, me fizeram tremer de emoção. Eu tinha certeza, ou melhor, queria acreditar, que aqueles beijos do meu filho eram completamente inocentes, beijos de mãe e filho. No entanto, não pude deixar de entreabrir levemente os lábios, sentindo o contato gostoso com os dele. Senti a respiração do meu filho, os lábios molhados dele sobre os meus. Gregório aproveitou pra pedir mais duas doses pra uma jovem garçonete que passou por nós. Aquela moça gostosa sorriu pro meu filho de um jeito cúmplice, com certeza deve ter pensado que aquele rapaz bonito tinha pegado uma coroa. Me desvencilhei dele com dificuldade e, dando um beijo na bochecha dele, falei:

Gregório, vamos dançar. Só a última dança e a gente vai embora. Já são cinco da manhã.

De volta na pista, meu filho me acolheu entre os braços. Graças aos saltos altos, eu estava quase na altura dele. Eu estava com as pernas abertas, então sentia a dureza do pau do Gregório roçando nas minhas coxas e na minha buceta. Pensei que aquele roçar era impossível de ser por acaso. O filho da puta do meu filho estava se esfregando todo às minhas custas. Com certeza, quando ele estivesse sozinho, ia aproveitar pra bater uma punheta.

Reconheço que minha atitude era totalmente injustificável. Eu deixava meu filho jovem se esfregar em mim sem o menor pudor. Acho que tudo aquilo era por causa da minha falta de sexo, das bebidas acumuladas e da minha crescente angústia… Senti a virilha dele apertando de novo, parecia aumentar de tamanho a cada momento, pressionando com força contra o tecido da calça como se quisesse rasgá-la. A respiração do Gregório batia no meu ouvido, eu me sentia totalmente incapaz de parar aquilo.

Senti o roçar do corpo dele no meu. Agora sim, tinha certeza de que aquilo era completamente premeditado. Senti uma culpa por excitar daquele jeito meu pobre filho sem dar um jeito na situação. No entanto, virei de costas pra ele de novo, provocando enquanto empurrava minha bunda redonda pra trás. Gregório não recuou e, pelo contrário, se apertou contra mim, fazendo eu sentir a virilidade dele entre minhas nádegas. Dei um pulo ao sentir aquela humanidade terrível pressionando daquele jeito.

Continuamos dançando daquele jeito enlouquecedor, nos movendo com total descaramento. Com certeza estávamos dando um belo show. Me sentia encharcada entre as pernas, não ia demorar pra eu gozar se aquilo continuasse assim. E se for só coisa da minha cabeça? Não é possível que seja real. Quase falei algo pra ele, mas não quis passar por idiota e continuei dançando. Não aguentei mais aquela carícia perturbadora e fechei os olhos enquanto soltava um gemido forte de prazer, gozando nos braços dele.

— Mãe, o que tá acontecendo com a gente? A gente enlouqueceu? — ele sussurrou no meu ouvido enquanto eu tremia, sentindo o clímax percorrer da minha buceta até o cérebro.

As forças estavam me abandonando, minhas pernas não me seguravam em pé. Tive que me agarrar no pescoço dele pra não cair. Fazia tempo que não sentia um orgasmo tão intenso. Só consegui virar levemente a cabeça. oferecendo os lábios. Gregório juntou os dele e nos beijamos de forma apaixonada. Abri os lábios, deixando passar a língua molhada do meu filho, que se misturou com a minha.

Uns instantes depois, abri os olhos com dificuldade enquanto me afastava ligeiramente dele para olhá-lo nos olhos. A coisa já estava mais do que clara. Eu tinha gozado na companhia do meu filho e, sinceramente, tinha gostado — não me sentia culpada por isso.

— Filho, vamos pra casa. Tô cansada, mas quero ficar com você esta noite.

— Tem certeza mesmo? — ele perguntou, me olhando com olhos incrédulos.

— Total certeza — respondi com convicção. Acho que nunca tive tanta certeza de algo.

— Mãe, mas é pecado o que você tá me pedindo… sabe disso, né?

— Gregório, não me despreza. Quero que você me coma, não tem mais volta. Você me deixou com tesão e agora é sua vez de resolver — falei enquanto apertava com força o pau dele por cima do tecido da calça, fazendo ele gritar de dor.

Pegamos os casacos no guarda-roupa e saímos pra rua. Tava frio, mas eu tava tão quente que nem percebia. Na primeira esquina, logo encontramos um táxi, no qual subimos sem demora. Mal sentamos, me joguei em cima do Gregório, começando a beijá-lo de forma selvagem. Tirei minha língua da boca e a entreguei a ele, misturando minha saliva com a dele. Não pensei nem por um segundo que o taxista tava nos vendo — nem tinha reparado na presença dele. Continuamos com aquele beijo enlouquecedor, respirando com muita dificuldade.

De repente, desci a mão até a virilha do meu filho, começando a massageá-lo por cima da calça. Senti o pau dele duríssimo, como se fosse estourar. Abri ligeiramente os olhos e, de relance, vi o taxista nos observando pelo retrovisor. Era um homem de meia-idade, careca e não muito atraente. Sinceramente, ele tava se esbaldando — a gente tava dando um belo espetáculo pra ele. Me afastei do meu filho e, me dirigindo ao homem, falei:

— Olha aqui... este bilhete e não pare de dirigir até a gente mandar.

O homem olhou a quantia e, me agradecendo, disse:

A senhora quem manda. A senhora não gostaria de participar? – exclamou com total descaramento.

Querido, talvez outro dia. Por hoje já tive o suficiente – respondi antes de voltar a entregar meus lábios molhados para Gregório.

Meu filho não tinha aberto a boca o tempo todo, com certeza estava alucinando me vendo tão ousada. Desci com toda calma o zíper e enfiei minha mão procurando a virilidade dele. Notei como Gregório estremeceu ao sentir o contato da minha mão fria no seu membro quente. Tirei com decisão do seu esconderijo e ele apareceu brilhante e desafiador. Aquele músculo jovem e poderoso superava de longe tudo que eu tinha imaginado.

Senhora, me permite bater uma enquanto olho vocês? – perguntou o taxista com voz trêmula.

Faça o que quiser. Pra gente não tem problema nenhum.

O homem diminuiu a marcha enquanto abaixava com dificuldade o zíper da calça. Vi com satisfação como ele tirou um pau não tão grande quanto o do meu filho, mas nada desprezível. Começou a mover a mão devagar pra cima e pra baixo enquanto continuava nos observando pelo retrovisor.

Deixei o homem de lado pra me concentrar exclusivamente no meu filho. Abaixei a cabeça e comecei a lamber a cabeça molhada, que estava brilhando graças aos primeiros líquidos pré-seminais. Gregório gemeu de prazer. Agarrei com decisão aquela masculinidade horrível e me entretive subindo e descendo ao longo daquele tronco que estava à minha inteira disposição. Salivei ele por completo e finalmente o introduzi dentro da minha boca, começando a chupar sem parar.

Dava pra ouvir as respirações ofegantes do meu filho e do taxista. Gregório me agarrou pelo cabelo, me apertando contra ele. O pau dele enchia minha boca por completo e eu tinha dificuldade pra respirar. Levantei o olhar por alguns segundos e conferi a cara de prazer que mostrava meu filho. Ele tava se divertindo pra caralho.

Continua, continua assim! Continua chupando assim. Você me deixa louco!

Você gosta, amor? Quer que eu continue assim? – perguntei com voz melosa.

Ah, sim, você tá me enlouquecendo. Se continuar assim, acho que não vou demorar muito pra gozar.

Calma, meu menino, não tem pressa. Aguenta o máximo que puder, assim o prazer quando você estourar vai ser maior. Quero que você me dê todo o seu sêmen na boca. Não tira, tá bom?

Eu tava solta, me sentia uma verdadeira vadia transando com meu próprio filho na frente de um completo estranho. Mas, devo dizer, não tava nem aí, tava adorando cada segundo. Chupei e chupei cada vez mais rápido, sentindo como a ferramenta do meu querido filho pulsava entre meus dedos. Sentia entre meus lábios como aquele pau incrível não parava de bombear sangue. Lambi com gula aquele par de bolas cheias que logo me dariam todo o líquido que tinham guardado. Gregório se contorcia naquele banco apertado, eu tinha certeza que ele não ia aguentar muito mais. Ele segurou minha cabeça com força, me obrigando a engolir de novo o pau dele. Cuspi na rola dele, molhando pra deslizar mais fácil dentro da minha boca. Comecei a masturbá-lo com a mão enquanto chupava rápido com meus lábios e língua. Meu querido filho gemia, completamente louco.

Vou gozar. Não aguento mais. Deus, tô gozando. Que delícia!

Eu também tô gozando! – ouvi o taxista gritar, enquanto sentia, surpresa, Gregório explodir dentro da minha boca, enchendo ela de porra grossa, que engoli com dificuldade.

Parte daquela gozada abundante vazou pelos cantos dos meus lábios, caindo no estofado do banco de trás do táxi. Me recomponho, sentando no banco enquanto arrumava a saia amassada, puxando pra baixo com as mãos pra não aparecer a calcinha fio dental. Deus! O que eu tinha feito? Tinha Fiz meu próprio filho gozar e engoli o esperma dele com muito prazer. Me comportei como uma puta vulgar e, pra ser sincera, adorei cada segundo. Olhei pro taxista e vi ele guardando de volta o pau enrugado dele na calça.

— Bem, agora pode nos levar pra casa. O show acabou — falei com voz autoritária.

O homem acelerou com cara de desgosto, porque tenho certeza de que ele queria continuar em algum lugar mais discreto. Mas o final da festa eu guardava pro Gregório. Ele ainda tava de pau duro, mesmo depois de ter gozado. Bendita juventude! Lambi os lábios pensando no que faríamos quando chegássemos em casa. Como dormíamos no andar de cima, não tinha problema com os parentes, porque estariam dormindo a perna solta naquela hora avançada da madrugada.

Mesmo assim, abri a porta com cuidado pra não acordar ninguém e subimos na surdina pro quarto que nos deram. Assim que chegamos no quarto, falei pro meu filho que queria tomar um banho, porque precisava relaxar depois de tudo que vivi. Gregório começou a se despir na minha frente sem nenhum problema. Vi o torso nu dele aparecer quando tirou a camisa, e quando ele foi tirar a calça, corri pro banheiro rindo igual uma colegial pega no flagra.

Tomei um banho rápido com água fria pra desentorpecer os músculos. Eles estavam terrivelmente tensos, e o contato da água fria caindo no meu corpo conseguiu me relaxar. Peguei o vidro de gel e espalhei a espuma pelo corpo todo. Acariciei meus peitos com suavidade, e o leve toque dos meus dedos fez os bicos endurecerem na hora. Desci a mão procurando minha buceta. Enfiei dois dedos na minha boceta imaginando que era o Gregório quem tava fazendo aquilo. Ele tava a poucos metros de mim, no outro quarto. Eu não parava de fantasiar, pensando no que poderíamos fazer em alguns minutos.

Me masturbei com força, acariciando o clitóris, que cresceu na hora, cheio de vontade. de sentir o contato dos meus dedos. Precisava gozar, precisava de um alívio rápido pra acalmar aquele desejo terrível que me invadia… Meu Deus, como eu precisava disso! Movi meus dedos em círculos sobre meu clitóris inchado, ganhando velocidade a cada momento. A espuma ajudava o movimento dos meus dedos, que deslizavam entre minhas pernas, me dando um prazer inacreditável. Gregório, filho, eu te desejo… te desejo tanto! – falei baixinho, me masturbando de um jeito bestial. Senti o tão esperado orgasmo se aproximando e tive que morder o lábio inferior quando finalmente gozei, encharcando meus dedos com meus fluidos.

Depois de relaxar daquele jeito tão fantástico, vesti o roupão, escovei os dentes rapidinho e saí pro quarto, onde encontrei meu filho deitado na cama enorme, completamente nu, só de cueca box cinza cobrindo a masculinidade dele. Uma perna dele tava coberta pelo lençol preto de tafetá, que eu puxei pra deitar do lado dele. Olhei nos olhos dele e me joguei pra beijá-lo com uma devoção genuína. Passei minha saliva num beijo apaixonado enquanto esticava a mão e pousava na coxa dele.

– Mãe, tem certeza do que a gente vai fazer? – ele perguntou baixinho.

– Gregório, querido, já te falei antes: só quero dar uma foda com você hoje à noite. Então aproveita meu corpo e não faz mais perguntas.

Beijei ele de novo, mais suave, só encostando meus lábios nos dele. Levei minha mão safada até a virilha dele e encontrei aquele animal jovem que eu tinha curtido uns minutos antes na viagem pra casa.

– Meu Deus, é tão grande! Você tem muito maior que a do seu pai. Adoro! – exclamei, passando a língua nos lábios ressecados.

– É toda sua. Quer chupar ela de novo? – ele perguntou, enquanto eu sentia ele tremer.

Sem responder, me deitei em cima dele, chupando o pescoço dele como uma gata no cio. Peguei os mamilos dele e ouvi meu querido filho soluçando baixinho. deleitando-me com aquele jogo que ele me presenteava. Desci lentamente pela barriga lisa dele até chegar na altura daquele tesouro tão desejado por mim. Mordisquei por cima do tecido sem ousar ainda tirar aquela peça que escondia a ferramenta dura dele.

Mãe, pelo amor de Deus! Não me faça sofrer mais. Não seja má comigo.

Será que você quer me afogar com isso de novo? Quem é o malvado aqui? – perguntei, sorrindo de forma perversa.

Peguei o tecido da cueca dos dois lados e fui deixando cair com extrema calma pelas coxas dele até que finalmente pude ver como aquele membro tremendo saltava para frente, buscando respirar. Observei com atenção, realmente pasma com o desenvolvimento terrível que ele mostrava. Senti minha buceta completamente encharcada. Que vontade que eu tinha de sentir um intruso daqueles dentro de mim! Cravei meu olhar naquele cogumelo rosado, de onde brotavam gotas de líquido pré-seminal. As veias se marcavam ao longo daquele tronco como se o sangue que corria por elas quisesse explodir. Me dediquei a lamber os ovos dele com gosto, ouvindo meu filho gemer graças ao doce tratamento que eu dava.

Meu filho, que maravilha que você tem! Que vontade que eu tenho de você!

Sem mais demora, enfiei o pau dele na minha boca até a garganta. Tive que tirar e tossi com força. Aquilo era demais para a minha boquinha pobre. Na segunda tentativa, fui com mais calma, enfiando centímetro por centímetro enquanto ia salivando com minha língua gulosa. Tirei de novo e me dediquei a brincar com a ponta da língua sobre a glande grossa. Daí fui descendo por todo o comprimento do pau dele, salivando de cima a baixo. Estava adorando pra caralho dar prazer ao meu próprio filho. Queria que aquele fosse um momento único para nós dois.

Gregório me afastou do lado dele e me ajudou a tirar o roupão, desatando o cinto que o prendia na minha cintura. Uma vez nua, ele ficou me olhando com cara de safado, se deliciando na contemplação do meu corpo maduro e ainda apetitoso. Me deitou de barriga pra cima e se preparou pra aproveitar meus encantos. Dobrei as pernas, abrindo elas, pra que ele tivesse uma visão melhor da minha buceta excitada, que já tava escorrendo muitos fluidos.

“Chupa ela, amor, vamos, aproveita que ela tá pedindo” – incentivei com o tom de voz mais safado que consegui.

Ele se acomodou entre minhas pernas, abrindo elas ainda mais, e começou a me lamber com vontade. Vibrei de tesão sentindo aquela língua quente na entrada da minha buceta. Pegou meu clitóris, mordendo, lambendo, chupando de leve até começar a enfiar a ponta da língua lá dentro da minha xota. Era uma sensação gostosa demais sentir o calor subindo da minha ppk até meu rosto.

Meu corpo tremia, sentia arrepios de prazer. Ele voltou pro meu clitóris, batendo nele com a ponta da língua. Não demorou pra fazer ele responder às carícias, endurecendo com aquele contato. Rodava a língua em círculos ao redor do meu botão duro, arrancando gemidos gostosos de prazer. Tava ficando completamente louca com aquela carícia que ele me dava. Logo ia gozar explodindo entre os lábios dele, tinha certeza.

“Assim… assim, meu filho. Continua assim, você tá fazendo muito bem. Tá me deixando louca!” – falei, agarrando o cabelo dele pra que continuasse me fazendo gozar.

Meu filho não me deixou descansar nem um segundo e continuou chupando uma vez atrás da outra, cada vez mais rápido. Me dava pequenas mordidas no clitóris, prendendo ele entre os dentes. Tive que morder meu lábio inferior pra não gritar e sermos ouvidos. O escândalo podia ser enorme! Ali, fodendo numa casa estranha com meu próprio filho. Aquilo superava todas as expectativas que eu tinha. Finalmente gozei, enchendo os lábios do Gregório com meus fluidos. Nossa, como ele me fez gozar!

“Como você tá? Gostou?” Gostou, mãe? – me perguntou com cara de safado.

O que você acha? Nunca tinha aproveitado assim com seu pai. Devo dizer que você mandou muito bem. Mas agora você vai ter que me foder, isso ainda não acabou.

Fiz ele se levantar da cama e, pegando pela mão, fiz ele me acompanhar até o banheiro. Assim que chegamos, ele me fez sentar no mármore da pia, de frente pra ele. Se abaixou entre minhas pernas e começou a chupar minha bucetinha de novo pra deixar ela bem molhadinha. Tinha certeza que ele queria me foder, dava pra ver no olhar cheio de tesão dele. Só faltava dar o último empurrão pra ele finalmente se decidir a me fazer dele. Já fazia um tempo que eu queria que ele me fodesse, sentir o pau quente do meu filho dentro da minha caverna. Ele ficou molhando minha entrada com a língua e a saliva dele pra facilitar o serviço que logo ia fazer.

Vamos, Gregório, filho. Me fode logo, não me deixa esperando mais. Não aguento mais esse doce tormento.

Tem certeza, mãe? – ele disse, me olhando com o pau na mão.

Faz logo, vai! O que você está esperando? – falei, toda excitada.

Finalmente ele se decidiu e, se colocando entre minhas pernas e apontando pra entrada da minha bucetinha ensopada, foi empurrando com força até eu sentir o cogumelo grosso dele entrando, aproveitando o quanto eu estava dilatada. Meu querido filho pegou uma das minhas pernas e levantou até apoiar no ombro dele. Gritei de dor e prazer ao sentir ele dentro de mim. Era uma sensação gostosa e dolorida ao mesmo tempo. Tinha meu próprio filho dentro de mim e aquela era a sensação mais maravilhosa que já tinha sentido na vida. Ele teve que ficar na ponta dos pés pra ficar na minha altura e poder me penetrar com mais facilidade.

Mais fundo, vai, mais fundo! Quero você dentro de mim. Vai, amor, enfia até o talo! – incentivei, agarrando com força as nádegas dele e puxando pra perto de mim.

Gregório foi empurrando cada vez mais até que notei toda aquela enorme barra de carne dentro das minhas entranhas. Meu Deus, eu sentia ele forte e poderoso! Sentia o corpo jovem e suado dele junto ao meu. Levei um dos meus dedos até o buraquinho apertado dele, roçando de leve. Gregório deu um pulo ao sentir aquele toque. Acho que ninguém nunca tinha acariciado ele naquela área tão delicada. Percebi que ele gostou quando ouvi ele dizer:

Mãe, o que a senhora está fazendo? Assim, continue me acariciando aí. Eu gosto!

Ele ficou parado por uns instantes até que nós dois começamos a nos mexer como se fizéssemos parte de uma dança sensual e macabra. Meu filho me enfiava e me tirava a cada passo com uma paixão crescente enquanto eu aproveitava para enfiar um dedo no cu apertado dele. Sentia minhas costas contra o espelho frio do banheiro enquanto aquele êmbolo terrível não parava de me foder uma vez atrás da outra.

Fechei os olhos e mordi com força o ombro suado dele ao mesmo tempo que cravava as unhas nas costas dele, rasgando a pele fina. Ele estava me matando com aquela imensa humanidade. Aquela pica era magnífica, me preenchia até o fundo, arrancando de mim os melhores prazeres. Batia sem parar, me fazendo sentir uma cachoeira de emoções lascivas. Gozei nos braços dele, encadeando dois orgasmos; aquele prazer tremendo foi subindo pela minha coluna até bater no meu cérebro e de lá foi descendo até a minha buceta exausta.

Abri os olhos com dificuldade e me deparei com o rosto transtornado do meu jovem filho. Olhei pra ele com olhos de cordeiro degolado, ele tinha me feito a mulher mais feliz do mundo. Nem nas minhas melhores gozadas com meu ex-marido eu tinha aproveitado daquele jeito. Acho que a sacanagem de estar fodendo com meu filho me fez aproveitar ainda mais.

Gregório, filho, foi magnífico: Você me fez gozar como nunca. Obrigada, muito obrigada.

Obrigado a você, mãe! Adorei ver você se contorcendo e gozando de um jeito tão selvagem. Realmente fiquei surpreso.

Mas você ainda não gozou. Agora é sua vez. Vamos, me acompanha até o quarto. Minha bunda tá doendo de tanto ficar sentada! – falei, pegando na mão dele pra ele me seguir.

Voltamos pro quarto sem perder um segundo, o desejo nos empurrava a continuar aquele jogo perigoso que a gente tinha começado e que parecia não ter fim. Apoiei o Gregório na cômoda e me agachei entre as pernas dele. Rápido, peguei o pau dele de novo e levei à boca pra continuar aquela sessão incestuosa. Aquele pinto me deixava totalmente hipnotizada. Era tão grosso e poderoso que eu não tava disposta a deixar ele ir embora. Queria tirar dele todo o prazer que ele pudesse me dar.

De novo, lambuzei ele todo de saliva, pra satisfação dele. Não demorou pra ele ficar duro de novo, graças aos carinhos que eu fiz. Dava pra ver as veias azuladas se destacando ao longo da haste. Queria fazer ele gozar, queria que ele me desse todo o elixir masculino dele. Meu Deus! Tava com tanta vontade de ser dele! Chupei com gosto a cabecinha rosada dele, deixando ela limpinha das primeiras gotinhas de pré-gozo que mostravam tudo o que ele ia me dar logo. Peguei as bolas dele, lambendo elas como se quisesse tirar de lá todo o leite guardado.

– Assim, mãe, assim. Eu adoro o que você faz comigo! Você me dá tanto prazer!

– Você gosta, filho? Quer me foder agora? Vai, me fode, quero que você me faça sua! – estimulei ele pra isso.

Gregório me fez levantar e, mordiscando meu pescoço, me colocou de costas pra ele, de frente pro espelho grande da cômoda, onde a gente se via perfeitamente. Os dois rostos mostravam o desejo que tomava conta da gente. Gemi quando senti o filho esfregar a vara dura dele nas minhas nádegas gostosas. Meu cabelo tava bagunçado e minha testa suada. Gregório respirava perto do meu ouvido, fazendo eu sentir a respiração ofegante dele. Empinei minha bunda redonda, mexendo ela em círculos pra sentir ele mais forte. Pau grosso que não ia demorar pra estar me comendo.

Ele abriu minhas pernas, se acomodando entre elas pra direcionar o membro até a entrada da minha buceta desejosa, que jorrava sucos sem parar. Finalmente, apontou e começou a apertar com força, fazendo meus lábios vaginais irem dilatando, permitindo a entrada daquele músculo atroz. Eu sentia o pau dele pulsando dentro de mim, entrando devagar como se estivesse profanando um tesouro há muito cobiçado. Ele me empalou por completo, e eu pude sentir as bolas dele batendo nas minhas nádegas famintas.

Ficamos parados, como se quiséssemos aproveitar aquela entrega. Fui eu quem começou a me mexer, girando minha bunda em volta daquele eixo que me atravessava até o fundo. Gregório não demorou a me acompanhar naquela martelada doce, entrando e saindo cada vez mais rápido. Ele se distraiu chupando minha nuca e o lóbulo da minha orelha. Com extrema dificuldade, consegui abrir os olhos e me vi refletida no espelho. A cara de prazer que eu mostrava era realmente indescritível.

Eu tinha quebrado todos os limites da razão. Estava sendo comida pelo meu filho e adorando cada segundo. Aquele pau jovem me fodia sem descanso, sem dar sinal de cansaço. Ele me fodia até o fundo das minhas entranhas, me fazendo uivar de prazer. Gregório agarrou um dos meus peitos e, me puxando pra trás, começou a chupar meu pescoço enquanto sussurrava palavras obscenas no meu ouvido. Eu gozei de novo, caindo de bruços em cima da cômoda.

Gregório tirou o aparelho molhado de dentro da minha bucetinha e o direcionou pra entrada do meu cu, começando a brincar com ele.

— Cê não vai querer me comer o cu, vai? — perguntei com a voz trêmula.

Sem responder ou ligar pros meus pedidos, ele empurrou com força até que o anel fosse se abrindo, aceitando submisso a entrada daquele monstro enorme. Pensei que ia me abrir ao meio, me destruindo com aquela barra de aço. Graças à A lubrificação do pau dele fez a penetração ficar mais suave, embora eu tenha que admitir que achei que ia morrer de prazer. Me arrepiei sentindo a cabeça grossa dele dentro do meu buraquinho apertado.

Gregório grunhia como um verdadeiro animal, tanto era o prazer que ele tava sentindo. Joguei a cabeça pra trás enquanto me segurava com força na borda da cômoda, sentindo ele penetrar até invadir completamente meu cu aflito.

— Você me mata! Me mata, seu filho da puta, mas não para! — gritei olhando pra ele pelo espelho.

Ele começou a se mover rápido, com força renovada, parecia que nunca se cansava. Eu, por minha vez, só fazia gemer como se tivesse ficando sem ar enquanto meu filho continuava me socando de forma selvagem. Achei que ia perder o mundo de vista. Minha cabeça rodava como se eu tivesse montada num carrossel. Quicava no corpo dele sem parar. Sentia ele entrando e saindo do meu cu dolorido enquanto eu só jorrava melado pela minha bucetinha.

Consegui ver os primeiros raios de sol entrando pela janela. Já tava amanhecendo! A noite tinha passado voando. Nossos parentes não iam demorar pra acordar, então a gente tinha que ir encerrando aquele encontro explosivo. Por sorte, a gente podia dormir tranquilo até a hora do almoço, então tínhamos umas horas pra recuperar as forças.

Não aguentava mais, aquilo era completamente alucinante. Gregório era insaciável, eu invejava a sorte que a garota que fosse ficar com ele ia ter. Me aproximei do ouvido dele, avisando com a voz trêmula que ia gozar de novo.

— Mãe, posso gozar dentro? — ele perguntou de um jeito delicioso.

— Claro, idiota. Tá esperando o quê? Me dá tudo, vai, goza!

Um jato de porra saiu disparado pro dentro do meu cu, enchendo ele daquele líquido grosso que queimava por dentro. Gregório soltou toda a gozada até cair exausto nas minhas costas enquanto acariciava meus peitos.

Me senti no paraíso. me sentindo completamente cheia da sua jovem vitalidade. Um pensamento de culpa me invadiu, pensei em como ia resolver aquilo, mas rapidamente descartei. Não queria pensar no que a gente tinha feito, só queria aproveitar a companhia do meu filho. Já teria tempo pra pensar nisso depois.

— Filho, vamos dormir. Tô morrendo de sono! Precisamos recuperar as forças.

Baixei a persiana e a gente se meteu na cama, se cobrindo com os lençóis. Gregório se grudou em mim, me abraçando por trás. Senti o membro mole dele descansando nas minhas nádegas. O descanso do guerreiro tinha chegado, finalmente. Parecia mentira que aquela coisinha tão fraca tivesse me dado o prazer que me fez sentir. Fechei os olhos e em poucos segundos apaguei de vez…
Valeu por tirar um tempinho e ter parado pra ler esse post, espero que tenha gostado e que tenham curtido. Brigadão e deixem seus comentários aí.

23 comentários - Mãe satisfeita pelo pau do filho

sensacional. Me hizo revivir hasta las fantasias que no tengo. Imagino a la madre voluctuosa hermosisima y perra como nadie....
clooon
que mama si quiero conocerla eso es lo mas alusinante que he escuchado te dejo mi correo beibybello@gmail.com
simplente deja que tu imaginacion te lleve a sentir el deseo que vivieron, mmmm me imagino a esa mamasita toda boluctuosa hacer el amor con su propio hijo!!! excelente
guesme
excelente relato me tuve q masturbar un par de veces me gustaria una mama asi
quede completamente duro buen relato y yo tambien quisiera una mama con esa mente abierta y perversa
oh, la mina caliente, tu relato me hizo ponerme duro, y le entregaste tu ano a tu hijo, ohhh, excelente...
mierda.....!! que caliente el relato.... muy bueno..!!!
Me hiciste revivir el momento en que desvirgué los dos culitos más sagrados que me comi. BRILLANTE RELATO.
fue tan excitante leer tu relato que me dio ganas de conocerte y q me adoptes para poderte follar yo tambien
claro que me gusto me corri de solo leerlo eres fantastica, ya quisiera conocerte y tenerte
terrible relato... una locura .. me encanto ... tenes continuacionm??? exelente..
Realmente debe haber sido tremendo para ese hijo recojerse a esa tremenda madre (al menos así me la imagino,que envidia sana que tengo,me hubiera gustado mucho ser el hijo de esa mujer.
Rikooo 10ptsAsí….así, mi niño. Sigue así, lo haces muy bien. ¡Me estás volviendo loca! –dije agarrándole del cabello para que siguiera haciéndome gozar