As coisas acontecem muitas vezes sem a gente procurar, simplesmente acontecem. Foi mais ou menos isso que me aconteceu. Sou um homem normal de 34 anos, casado em um casamento normal e feliz, com uma mulher que me satisfaz plenamente, de 32 anos, e um filho de 11. Quando nos casamos, meus sogros nos deixaram morar com eles, já que a casa deles é grande e confortável, por um tempo enquanto comprávamos a nossa. Isso já faz 12 anos. Com meus sogros tenho uma relação mais do que boa, nos gostamos e respeitamos muito e não temos nenhum problema.
Uma tarde, isso faz alguns meses, fui para casa mais cedo. Havia um funeral de um parente dos meus sogros, e eles com minha mulher iriam ao cemitério, então eu estaria sozinho. Quando cheguei em casa, ao entrar na sala me encontro com minha sogra sentada no sofá. A atitude dela era um pouco estranha, ela baixava a saia apressadamente, vermelha como uma pimenta, enquanto me olhava surpresa.
—Oi, sogrinha! — cumprimentei — Achei que estivessem no cemitério.
—Não quis ir — me respondeu entrecortada — O senhor sabe que essas coisas me deprimem.
Dei uma rápida olhada ao redor e entendi a situação. Umas duas ou três revistas pornô de minha propriedade estavam espalhadas no sofá e em um canto dele estavam… a calcinha branca da minha sogrinha! Imediatamente me sentei em cima dela. Peguei uma das revistas e folheei —São boas essas revistas, sogrinha — disse em tom debochado — Gostou?
—Eu não leio essas coisas — respondeu secamente, enquanto se levantava do sofá alisando a saia com as mãos e com o olhar procurava algo.
—Mas estavam ao seu lado… — comecei a dizer.
—Já disse que não leio — respondeu fazendo-se de brava, enquanto com a vista continuava procurando algo.
—Está procurando isso, sogrinha? — perguntei, tirando com a mão a calcinha que estava debaixo do meu corpo e mostrando para ela.
Ela olhou para a calcinha entre envergonhada e brava.
—Chega! — quase gritou — Me entregue! — estendendo a mão para pegá-la.
Eu Fiz uma verônica com a calcinha dela e escondi atrás das minhas costas.
-Entrego pra senhora, sogrinha, se me deixar colocar nela - me ocorreu dizer na hora.
- Você está louco?! - replicou - como lhe passa pela cabeça uma barbaridade dessas, não percebe quem eu sou? - Sim - respondi calmamente - a senhora é minha sogrinha, mas também é uma mulher muito gostosa.
- Agora, só faltava essa! Vamos, me entregue minha calcinha e esqueçamos o assunto! - Já disse, sogrinha, só entrego se me deixar colocar nela.
- Você está louco! - respondeu e, com uma careta de raiva, virou-se e subiu as escadas para o segundo andar. Eu peguei as revistas e coloquei sob as almofadas do sofá, pensando em subir atrás da minha sogra para ver o que acontecia ou devolver sua calcinha, quando chegaram minha mulher e meu sogro.
- Oi, meu amor - minha esposa me cumprimentou com um beijo - Oi - cumprimentei os dois. Ainda bem que não me ocorreu seguir minha sogra.
Nisso, minha sogra apareceu na escada, sorrindo. Estava com a mesma roupa - teria colocado outra calcinha ou ainda estaria sem nada por baixo? - Oi, querido! - cumprimentou meu sogro - O que aconteceu que chegaram tão rápido? - Nada - respondeu meu sogro - a coisa ficou meio chata e decidimos voltar com a Andrea.
Subimos com minha mulher e conversamos sobre assuntos domésticos. Ela decidiu tomar um banho e eu desci. Meu sogro pôs-se a ver televisão e minha sogra foi para a cozinha preparar o jantar. Entrei atrás dela e, segurando-a por trás pelos ombros, disse - Sogrinha, está brava? - Não - respondeu séria - por que estaria? O melhor que você pode fazer é me devolver a calcinha e aqui não aconteceu nada.
- Já disse, sogrinha... se a senhora me deixar colocar nela... é sua. Colocou outra agora? - O que você acha? - respondeu já não tão séria, quase num sussurro - agora vá para a sala de jantar, não vá alguém entrar...
Pelo visto, ela também não queria que alguém descobrisse minha brincadeira. Decidi continuar para ver o que acontecia. Durante o jantar, todos conversamos várias coisas, mas de repente nossos olhares se cruzavam, como dando a entender que tínhamos algo pendente. Ambos estávamos nervosos, mas tínhamos que disfarçar muito bem. Naquela noite não aconteceu nada, todos fomos dormir, embora eu tenha ficado muito inquieto e acho que minha sogra também.
No dia seguinte, não aguentei e liguei para ela.
- Oi sogrinha, como amanheceu? - Bem, Luis, e o senhor? - ela me respondeu. Já não a percebia tão dura, parecia mais relaxada.
- Bem, sogrinha, conte-me - continuei - já pensou no que eu disse? - Olhe, Luis - ela me respondeu meio séria - vamos terminar essa brincadeira, me diga onde está com minha calcinha e encerramos o assunto. Imagine se a Andrea descobrir, seria um escândalo! E se ela souber que é minha, será pior! - Não se preocupe, sogrinha - respondi - eu estou com elas e estão bem seguras. Vamos fazer um trato. Se você quiser que eu devolva, não use calcinha hoje, e se não quiser, me avise à noite que eu devolvo e assunto encerrado, mas… bem, você sabe.
- Não pensou que eu poderia ser sua mãe?… além do mais, sou a mãe da sua esposa! - Sogrinha, o que sei é que com toda essa situação, vejo em você uma mulher lindíssima e desejável… Pense nisso…
- Então é isso, quer que eu o espere sem calcinha?… não quer que eu tire o sutiã também? Ou talvez fosse melhor que eu o esperasse peladinha, não acha? Hahaha! - Não seria má ideia. Bom, espero saber à noite. Tchau, sogrinha.
- Tchau, e não crie ilusões.
À tarde, quando chegamos, minha esposa subiu para tomar banho, meu sogro chegaria em mais ou menos uma hora e o menino estava na casa de um amigo. Minha sogra, como sempre, na cozinha preparando o jantar. Entrei na cozinha, segurei ela pelas cadeiras por trás e dei um beijo de cumprimento na bochecha, perto da orelha.
- Oi, sogrinha - disse - como está? Colocou calcinha ou está esperando a que eu tenho? - O que você acha? - ela respondeu quase num sussurro - por que não descobre você mesmo? Fiquei nervoso. Desci minhas mãos pelos seus coxas, tenha paciência… já me devolverá minha calcinha! me disse bem baixinho, esfregando sua bunda gostosa no meu pau e me dando um beijo leve de despedida.
O jantar foi cheio de nervosismo, tentamos agir normal, mas igual na noite anterior, trocávamos olhares cúmplices agora ainda mais carregados de tesão. Naquela noite não deu pra rolar nada. Chegou o dia seguinte e depois de deixar nosso filho na escola e minha mulher no trabalho, fui pro meu, mas me virei pra inventar uma desculpa pra sair um tempinho. Liguei pra minha esposa pra avisar que ia resolver um trâmite, pra ela não me ligar, e parti pra casa.
Quando cheguei, minha sogra estava na cozinha. Estava vestida só com uma camisola preta semitransparente até o joelho e bem decotada. Eu deixei o paletó e a gravata no sofá.
— Tava te esperando — me disse como cumprimento sem virar a cabeça, dando as costas. Eu a peguei pelos quadris e a apertei contra meu corpo, acariciando com minhas mãos aquele par de nádegas maravilhoso que me deixava louco, duras, grandes e bem formadas. Ela se virou e nos beijamos com paixão. Eu desci as alças da camisola dela, deixando à mostra uns peitos redondos e grandes com mamilos que estavam eretos, escuros e compridos. Comecei a lamber e chupar, me deliciando pela primeira vez com os peitos gostosos da minha sogra… claro que isso dava um morbo especial e ela também sentia assim. Ela, com a cabeça jogada pra trás, gemía baixinho e se deixava aproveitar. Fui descendo os beijos, levantei a camisola dela e beijei sua barriga um pouco saliente, até chegar no tesouro mais preciado… me ajoelhei e com meus dedos acariciei aquela mata de pelos fartos e fui abrindo os lábios da buceta… depois os beijei e os cheirei… um aroma de tesão total exalava… estavam molhados… os lambi e aos poucos fui enfiando minha língua entre eles… Ela aumentou os gemidos e começou a mover levemente os quadris, acompanhando o ritmo das minhas lambidas… em foi quando encontrei seu clitóris… uuuuuf foi a coisa mais gostosa! Lamber e chupar aquilo foi um verdadeiro deleite… ela gemia e gritava baixinho, se rebolava toda louca e apertava seus peitões, empurrava minha cabeça pedindo mais e mais…
– Assim… assim… Luis… que gostoso… há quanto tempo ninguém me faz isso..! Ohhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh céus…! Ahhhhhhhhhhhhhggggggg é… tão… bo…m…acho… que… acho… aaaaaah… ohhhhhhh… acho que vou go… gozar… gozandooooo! …. ooooohhhhhhhhh por… favor… continua… continua… assim… mais… mais… gozandooooo!
Ela ficou toda mole, eu me levantei, com o rosto encharcado dos seus fluidos, beijei-a e ela sentiu o gosto da própria buceta, me limpei com o camisola dela e continuei beijando.
– Vamos pra minha cama – ela pediu – faz tempo que não dou uma trepada matinal e quero sentir essa sensação de novo na minha própria cama…. vamos!
Subimos a escada abraçados, eu ia acariciando aquele rabo gostoso, que despertava tanto desejo e tantos elogios na rua e agora era meu.
– Que rabo gostoso, sogrinha! Como eu sempre admirei, como isso me esquentou!
– Agora é seu, Luis, todo meu corpo é seu. Quero me sentir mulher desejada de novo, quero aproveitar meu corpo e fazer um homem como você gozar… obrigada por me dar tanto! – enquanto isso, ela ia me despindo, tirou minha camisa e quando entramos no quarto, eu só estava de cueca e ela com o camisola enrolado na cintura.
A cama estava bagunçada, pois segundo ela, queria sentir que ainda não tinha se levantado – e isso me deixava ainda mais excitado, porque via nela uma mulher diferente, era minha sogra, mas minha verdadeira sogra, quente como uma puta.
Ela abriu as pernas o máximo que pôde e me abraçou. Coloquei a cabeça na entrada e ela começou a passá-la pelos lábios como se fosse um pincel, gritando e gemendo, não se importava em soltar gritos, estava desesperada para ter um pau na sua buceta. Depois levantou os quadris e ela mesma se enfiou… entrou com um grito de dor até o fundo e começamos uma mexidinha suave no início, que foi… aumentando à medida que nosso desejo e tesão cresciam, até que com um grito e um bufido, ela levantou o quadril uns cinquenta centímetros e começou a gozar entre gemidos, queixos e soluços... isso fez com que eu, que já estava me segurando bastante, soltasse e jorrasse jatos de porra quente que inundaram sua buceta quente e molhada, misturando seus líquidos com meu sêmen...
—Que delícia, genro...! Que delícia... como você jorra seus leitinhos em mim...! Assim... assim... encha minha raba quente com seus leitinhos...! Que coisa mais gostosa...! Acho que fico louca...! Você vai me matar...! Assim... assssiiiiiiiiiiiiiiii... nunca imaginei... gozar tanto com... com meu genro...!
E ficamos deitados, exaustos, com nossa respiração ofegante e um prazer indescritível. Eu tinha que ir trabalhar. Tomamos banho juntos, em outra sessão de apalpadas, onde ela mamou meu pau de novo, me fazendo gozar na sua boca, algo que no início deu um pouco de nojinho, mas depois ela engoliu tranquila, me contando que pouquíssimas vezes tinha chupado um pau, e bem pouco, e nunca nem pensou em sentir os leitinhos na boca.
—O que eu estava perdendo! —exclamou— Minha filha chupa assim e engole, genro? —Sim, sogrinha —respondi— ela é expert e quando não podemos transar, ela me chupa e eu acabo na boca dela.
—E ela fica com vontade? —Depois eu também chupo a buceta dela ou faço uma siririca com os dedos. Mas isso é quando não estamos na nossa cama, claro.
—Onde? —quis saber.
—No carro, num passeio, no cinema...
—Pelo visto vocês são bem degeneradinhos. Como eu gostaria de fazer tudo isso... recuperar o tempo perdido... tenho uma amiga que me conta muitas coisas... safadinhas... talvez muitas sejam só fantasias... ou talvez não..., mas me deixam com muito tesão.
—Sogrinha linda —disse a ela— comigo você vai recuperar o tempo perdido, prometo que faremos muitas coisas, tudo depende de guardarmos bem esse segredo e prometo que você vai se divertir muito! —Tantas coisas que nunca Feito na minha vida… mas com você estou disposta a fazer tudo! Até me acostumei a me masturbar por você… ontem à noite depois que nos deitamos… uuuuuf!
Demos um beijo gostoso, me vesti e ela, pelada, me deixou na porta.
— Me liga e me diz umas coisinhas safadas e gostosas por telefone, para eu te esperar toda quente, tá?
— Tá bom, sogrinha, prometido.
Esse foi o começo de uma relação gostosa com minha sogra, que tentou recuperar o tempo perdido e percebeu que, apesar dos anos ou da idade,
nunca é tarde para esquentar e gozar.
Uma tarde, isso faz alguns meses, fui para casa mais cedo. Havia um funeral de um parente dos meus sogros, e eles com minha mulher iriam ao cemitério, então eu estaria sozinho. Quando cheguei em casa, ao entrar na sala me encontro com minha sogra sentada no sofá. A atitude dela era um pouco estranha, ela baixava a saia apressadamente, vermelha como uma pimenta, enquanto me olhava surpresa.
—Oi, sogrinha! — cumprimentei — Achei que estivessem no cemitério.
—Não quis ir — me respondeu entrecortada — O senhor sabe que essas coisas me deprimem.
Dei uma rápida olhada ao redor e entendi a situação. Umas duas ou três revistas pornô de minha propriedade estavam espalhadas no sofá e em um canto dele estavam… a calcinha branca da minha sogrinha! Imediatamente me sentei em cima dela. Peguei uma das revistas e folheei —São boas essas revistas, sogrinha — disse em tom debochado — Gostou?
—Eu não leio essas coisas — respondeu secamente, enquanto se levantava do sofá alisando a saia com as mãos e com o olhar procurava algo.
—Mas estavam ao seu lado… — comecei a dizer.
—Já disse que não leio — respondeu fazendo-se de brava, enquanto com a vista continuava procurando algo.
—Está procurando isso, sogrinha? — perguntei, tirando com a mão a calcinha que estava debaixo do meu corpo e mostrando para ela.
Ela olhou para a calcinha entre envergonhada e brava.
—Chega! — quase gritou — Me entregue! — estendendo a mão para pegá-la.
Eu Fiz uma verônica com a calcinha dela e escondi atrás das minhas costas.
-Entrego pra senhora, sogrinha, se me deixar colocar nela - me ocorreu dizer na hora.
- Você está louco?! - replicou - como lhe passa pela cabeça uma barbaridade dessas, não percebe quem eu sou? - Sim - respondi calmamente - a senhora é minha sogrinha, mas também é uma mulher muito gostosa.
- Agora, só faltava essa! Vamos, me entregue minha calcinha e esqueçamos o assunto! - Já disse, sogrinha, só entrego se me deixar colocar nela.
- Você está louco! - respondeu e, com uma careta de raiva, virou-se e subiu as escadas para o segundo andar. Eu peguei as revistas e coloquei sob as almofadas do sofá, pensando em subir atrás da minha sogra para ver o que acontecia ou devolver sua calcinha, quando chegaram minha mulher e meu sogro.
- Oi, meu amor - minha esposa me cumprimentou com um beijo - Oi - cumprimentei os dois. Ainda bem que não me ocorreu seguir minha sogra.
Nisso, minha sogra apareceu na escada, sorrindo. Estava com a mesma roupa - teria colocado outra calcinha ou ainda estaria sem nada por baixo? - Oi, querido! - cumprimentou meu sogro - O que aconteceu que chegaram tão rápido? - Nada - respondeu meu sogro - a coisa ficou meio chata e decidimos voltar com a Andrea.
Subimos com minha mulher e conversamos sobre assuntos domésticos. Ela decidiu tomar um banho e eu desci. Meu sogro pôs-se a ver televisão e minha sogra foi para a cozinha preparar o jantar. Entrei atrás dela e, segurando-a por trás pelos ombros, disse - Sogrinha, está brava? - Não - respondeu séria - por que estaria? O melhor que você pode fazer é me devolver a calcinha e aqui não aconteceu nada.
- Já disse, sogrinha... se a senhora me deixar colocar nela... é sua. Colocou outra agora? - O que você acha? - respondeu já não tão séria, quase num sussurro - agora vá para a sala de jantar, não vá alguém entrar...
Pelo visto, ela também não queria que alguém descobrisse minha brincadeira. Decidi continuar para ver o que acontecia. Durante o jantar, todos conversamos várias coisas, mas de repente nossos olhares se cruzavam, como dando a entender que tínhamos algo pendente. Ambos estávamos nervosos, mas tínhamos que disfarçar muito bem. Naquela noite não aconteceu nada, todos fomos dormir, embora eu tenha ficado muito inquieto e acho que minha sogra também.
No dia seguinte, não aguentei e liguei para ela.
- Oi sogrinha, como amanheceu? - Bem, Luis, e o senhor? - ela me respondeu. Já não a percebia tão dura, parecia mais relaxada.
- Bem, sogrinha, conte-me - continuei - já pensou no que eu disse? - Olhe, Luis - ela me respondeu meio séria - vamos terminar essa brincadeira, me diga onde está com minha calcinha e encerramos o assunto. Imagine se a Andrea descobrir, seria um escândalo! E se ela souber que é minha, será pior! - Não se preocupe, sogrinha - respondi - eu estou com elas e estão bem seguras. Vamos fazer um trato. Se você quiser que eu devolva, não use calcinha hoje, e se não quiser, me avise à noite que eu devolvo e assunto encerrado, mas… bem, você sabe.
- Não pensou que eu poderia ser sua mãe?… além do mais, sou a mãe da sua esposa! - Sogrinha, o que sei é que com toda essa situação, vejo em você uma mulher lindíssima e desejável… Pense nisso…
- Então é isso, quer que eu o espere sem calcinha?… não quer que eu tire o sutiã também? Ou talvez fosse melhor que eu o esperasse peladinha, não acha? Hahaha! - Não seria má ideia. Bom, espero saber à noite. Tchau, sogrinha.
- Tchau, e não crie ilusões.
À tarde, quando chegamos, minha esposa subiu para tomar banho, meu sogro chegaria em mais ou menos uma hora e o menino estava na casa de um amigo. Minha sogra, como sempre, na cozinha preparando o jantar. Entrei na cozinha, segurei ela pelas cadeiras por trás e dei um beijo de cumprimento na bochecha, perto da orelha.
- Oi, sogrinha - disse - como está? Colocou calcinha ou está esperando a que eu tenho? - O que você acha? - ela respondeu quase num sussurro - por que não descobre você mesmo? Fiquei nervoso. Desci minhas mãos pelos seus coxas, tenha paciência… já me devolverá minha calcinha! me disse bem baixinho, esfregando sua bunda gostosa no meu pau e me dando um beijo leve de despedida.
O jantar foi cheio de nervosismo, tentamos agir normal, mas igual na noite anterior, trocávamos olhares cúmplices agora ainda mais carregados de tesão. Naquela noite não deu pra rolar nada. Chegou o dia seguinte e depois de deixar nosso filho na escola e minha mulher no trabalho, fui pro meu, mas me virei pra inventar uma desculpa pra sair um tempinho. Liguei pra minha esposa pra avisar que ia resolver um trâmite, pra ela não me ligar, e parti pra casa.
Quando cheguei, minha sogra estava na cozinha. Estava vestida só com uma camisola preta semitransparente até o joelho e bem decotada. Eu deixei o paletó e a gravata no sofá.
— Tava te esperando — me disse como cumprimento sem virar a cabeça, dando as costas. Eu a peguei pelos quadris e a apertei contra meu corpo, acariciando com minhas mãos aquele par de nádegas maravilhoso que me deixava louco, duras, grandes e bem formadas. Ela se virou e nos beijamos com paixão. Eu desci as alças da camisola dela, deixando à mostra uns peitos redondos e grandes com mamilos que estavam eretos, escuros e compridos. Comecei a lamber e chupar, me deliciando pela primeira vez com os peitos gostosos da minha sogra… claro que isso dava um morbo especial e ela também sentia assim. Ela, com a cabeça jogada pra trás, gemía baixinho e se deixava aproveitar. Fui descendo os beijos, levantei a camisola dela e beijei sua barriga um pouco saliente, até chegar no tesouro mais preciado… me ajoelhei e com meus dedos acariciei aquela mata de pelos fartos e fui abrindo os lábios da buceta… depois os beijei e os cheirei… um aroma de tesão total exalava… estavam molhados… os lambi e aos poucos fui enfiando minha língua entre eles… Ela aumentou os gemidos e começou a mover levemente os quadris, acompanhando o ritmo das minhas lambidas… em foi quando encontrei seu clitóris… uuuuuf foi a coisa mais gostosa! Lamber e chupar aquilo foi um verdadeiro deleite… ela gemia e gritava baixinho, se rebolava toda louca e apertava seus peitões, empurrava minha cabeça pedindo mais e mais…
– Assim… assim… Luis… que gostoso… há quanto tempo ninguém me faz isso..! Ohhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh céus…! Ahhhhhhhhhhhhhggggggg é… tão… bo…m…acho… que… acho… aaaaaah… ohhhhhhh… acho que vou go… gozar… gozandooooo! …. ooooohhhhhhhhh por… favor… continua… continua… assim… mais… mais… gozandooooo!
Ela ficou toda mole, eu me levantei, com o rosto encharcado dos seus fluidos, beijei-a e ela sentiu o gosto da própria buceta, me limpei com o camisola dela e continuei beijando.
– Vamos pra minha cama – ela pediu – faz tempo que não dou uma trepada matinal e quero sentir essa sensação de novo na minha própria cama…. vamos!
Subimos a escada abraçados, eu ia acariciando aquele rabo gostoso, que despertava tanto desejo e tantos elogios na rua e agora era meu.
– Que rabo gostoso, sogrinha! Como eu sempre admirei, como isso me esquentou!
– Agora é seu, Luis, todo meu corpo é seu. Quero me sentir mulher desejada de novo, quero aproveitar meu corpo e fazer um homem como você gozar… obrigada por me dar tanto! – enquanto isso, ela ia me despindo, tirou minha camisa e quando entramos no quarto, eu só estava de cueca e ela com o camisola enrolado na cintura.
A cama estava bagunçada, pois segundo ela, queria sentir que ainda não tinha se levantado – e isso me deixava ainda mais excitado, porque via nela uma mulher diferente, era minha sogra, mas minha verdadeira sogra, quente como uma puta.
Ela abriu as pernas o máximo que pôde e me abraçou. Coloquei a cabeça na entrada e ela começou a passá-la pelos lábios como se fosse um pincel, gritando e gemendo, não se importava em soltar gritos, estava desesperada para ter um pau na sua buceta. Depois levantou os quadris e ela mesma se enfiou… entrou com um grito de dor até o fundo e começamos uma mexidinha suave no início, que foi… aumentando à medida que nosso desejo e tesão cresciam, até que com um grito e um bufido, ela levantou o quadril uns cinquenta centímetros e começou a gozar entre gemidos, queixos e soluços... isso fez com que eu, que já estava me segurando bastante, soltasse e jorrasse jatos de porra quente que inundaram sua buceta quente e molhada, misturando seus líquidos com meu sêmen...
—Que delícia, genro...! Que delícia... como você jorra seus leitinhos em mim...! Assim... assim... encha minha raba quente com seus leitinhos...! Que coisa mais gostosa...! Acho que fico louca...! Você vai me matar...! Assim... assssiiiiiiiiiiiiiiii... nunca imaginei... gozar tanto com... com meu genro...!
E ficamos deitados, exaustos, com nossa respiração ofegante e um prazer indescritível. Eu tinha que ir trabalhar. Tomamos banho juntos, em outra sessão de apalpadas, onde ela mamou meu pau de novo, me fazendo gozar na sua boca, algo que no início deu um pouco de nojinho, mas depois ela engoliu tranquila, me contando que pouquíssimas vezes tinha chupado um pau, e bem pouco, e nunca nem pensou em sentir os leitinhos na boca.
—O que eu estava perdendo! —exclamou— Minha filha chupa assim e engole, genro? —Sim, sogrinha —respondi— ela é expert e quando não podemos transar, ela me chupa e eu acabo na boca dela.
—E ela fica com vontade? —Depois eu também chupo a buceta dela ou faço uma siririca com os dedos. Mas isso é quando não estamos na nossa cama, claro.
—Onde? —quis saber.
—No carro, num passeio, no cinema...
—Pelo visto vocês são bem degeneradinhos. Como eu gostaria de fazer tudo isso... recuperar o tempo perdido... tenho uma amiga que me conta muitas coisas... safadinhas... talvez muitas sejam só fantasias... ou talvez não..., mas me deixam com muito tesão.
—Sogrinha linda —disse a ela— comigo você vai recuperar o tempo perdido, prometo que faremos muitas coisas, tudo depende de guardarmos bem esse segredo e prometo que você vai se divertir muito! —Tantas coisas que nunca Feito na minha vida… mas com você estou disposta a fazer tudo! Até me acostumei a me masturbar por você… ontem à noite depois que nos deitamos… uuuuuf!
Demos um beijo gostoso, me vesti e ela, pelada, me deixou na porta.
— Me liga e me diz umas coisinhas safadas e gostosas por telefone, para eu te esperar toda quente, tá?
— Tá bom, sogrinha, prometido.
Esse foi o começo de uma relação gostosa com minha sogra, que tentou recuperar o tempo perdido e percebeu que, apesar dos anos ou da idade,
nunca é tarde para esquentar e gozar.
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