Relato real de como, numa viagem de juventude, uma mulher madura tirou a virgindade minha e do meu amigo
Antonio e eu éramos amigos desde a infância, fomos juntos pro pré-escolar e ficamos juntos durante todo o ensino fundamental. No fim dessa etapa dos nossos estudos, a gente tinha 14 anos e esse seria o último ano que estudaríamos juntos, já que eu iria pro colégio e ele pra escola técnica industrial.
Tínhamos o verão pela frente e começamos a fazer planos pra ele... tipo um acampamento, ou passar todos os dias na praia olhando as minas. Por fim, decidimos que podíamos ir pra um camping na costa de Manilva – a gente tinha visto um anúncio dele e era uma chance de viver uma aventura longe dos nossos pais, mas tudo dependia de eles darem o consentimento, o que conseguimos depois de muito implorar e prometer que íamos nos comportar e ligar todo dia.
Então, num dia de meados de julho, pegamos o ônibus, cheios de expectativa pra passar 5 dias – o dinheiro que nos deram não dava pra mais – longe do controle familiar.
Chegamos no camping por volta do meio-dia. Quando fomos na recepção, nos disseram que não tinha nenhuma vaga livre, que sentiam muito... mas quem sentiu mais fomos nós, já que nossa aventura já ia dar errado logo de cara. Um cara que estava lá nos falou que perto dali tinha um bosque, perto da praia, onde alguns acampavam de vez em quando, mas que não armássemos a barraca muito perto da praia, por causa da fiscalização da guarda civil... Agradecemos e fomos pro bosque. Levamos uns 20 minutos pra chegar, procuramos um lugar adequado e montamos a barraca.
Passamos os 4 primeiros dias lá sem problemas. Ficamos confiantes porque podíamos deixar tudo e ir curtir a praia ou um centro juvenil não muito longe, e até uma balada na praia, onde não pediam identidade. Mas foi no quarto dia, quando voltamos da balada, que ao chegar... Encontramos nossa barraca... tem certeza que estava aqui? — perguntou o Antônio — Claro — respondi — não vê? Olha as marcas na árvore, o sinal de onde a barraca estava... Passamos a noite inteira andando pelos arredores tentando encontrar os ladrões... O sol nasceu e a gente tava bem cansado, frustrado... embora por sorte nossas carteiras e o pouco dinheiro que sobrou a gente tinha levado com a gente. Ficamos até desistir de quase todas as nossas coisas... Era quase meio-dia e fomos sentar na praia — era nosso último dia e decidimos aguentar e ir embora no dia seguinte de ônibus — só tínhamos dinheiro pra pegar ele.
Lá pelas duas da tarde já estávamos muito cansados, ali na praia, só tinha um cigarro e quando fomos fumar o isqueiro não funcionava... Olhei em volta e vi uma mulher que tava perto, levantei e fui pedir fogo... Quando cheguei nela — ela tava deitada de barriga pra cima de olhos fechados — vi que era uma mulher de uns 35 ou 40 anos, ruiva, usava um biquíni vermelho que segurava um belo par de peitos... Oi, desculpa — falei — pode me dar fogo?... Ela abriu os olhos e, protegendo eles do sol com a mão, me olhou... Sim, claro — disse — mas você não acha que é meio novo pra fumar?... Bom, sim, mas a gente não fuma muito, é só um cigarro pro meu amigo e pra mim — falei apontando pro Antônio — Vocês são daqui? — disse enquanto se sentava e procurava o isqueiro na bolsa — Não — respondi — somos de Algeciras, estamos passando uns dias de férias, mas fomos roubados... Quê? Roubaram vocês? — perguntou sem me deixar terminar — Espera, espera — continuou — chama seu amigo e me conta o que aconteceu... Chamei o Antônio e ela mandou a gente sentar, contamos nossa pequena aventura, especialmente a última noite... E pelo que tão me dizendo — falou curiosa — desde quando não comem? Desde ontem — disse o Antônio... Minha nossa, vamos, meninos, comer alguma coisa. — agora vocês continuam me contando — disse ela se levantando —, pegou a toalha, colocou um pareô estampado na cintura e… vamos, tão esperando o quê? Nós a seguimos até um quiosque perto dali, lá ela pediu uma paella e salada. Durante a comida, ela nos contou que se chamava Lurdes, que era de Valladolid e que tinha vindo passar uns dias na costa pra descansar. Não deu mais detalhes da vida dela… E qual é o plano de vocês até amanhã, quando vão embora? — perguntou quase no fim da refeição — Bom, a gente tava pensando em passar a noite por aqui, na praia, e amanhã cedo pegar o ônibus… Ela ficou uns segundos pensativa e disse — Sabem de uma coisa? Tô vendo vocês muito cansados e, pra ser sincera, a roupa de vocês tá bem suja. Que tal virem pro meu apartamento, tomarem um banho, eu lavo a roupa de vocês e depois vocês decidem o que fazer?… Pra mim tá ótimo — falei — Pra mim também — respondeu o Antônio.
Ela se levantou e foi pagar. O Antônio e eu nos olhamos e comentamos a sorte que tivemos de encontrar aquela BOA MULHER.
Fomos pro apartamento dela, que era bem perto da praia. Quando entramos, a primeira coisa que vimos foi a sala com um sofá e duas poltronas, uma mesinha de centro e uma TV na frente… — Agora, meninos, pro banho — disse ela com autoridade — Deixem a roupa de vocês no bidê, depois eu recolho. Ela nos mostrou onde era o banheiro… — Vaaaai, pro banho — disse dando uns tapinhas na nossa bunda — porque vocês tão fedendo a bicho.
Fomos direto, tiramos a roupa e entramos na banheira. Abri a água, ajustei entre fria e quente… Nesse momento, a porta se abriu. Era a Lurdes, vinha com toalhas… — Desculpem, meninos, esqueci de dar as toalhas pra vocês — disse ela nos olhando, enquanto a gente se virava pra esconder as vergonhas — Kkkkkk — riu — Do que vocês têm vergonha, meninos? Eu podia ser mãe de vocês, kkkkkk — ria e dizia — Pronto, fiquem tranquilos, vou lavar as costas de vocês já que me deram essa chance, kkkk — disse enquanto pegava o sabonete líquido e colocava nas mãos, e em seguida começou a passar o gel. nas nossas costas, usando uma mão pra cada um.. fiquem tranquilos, gurizada, só curtam o banho — ela disse enquanto as mãos dela iam acariciando a gente devagar, foi descendo aos poucos, as unhas massageando suave, eu senti quando chegou na minha bunda, passou um dedo de leve pelo meio até chegar na base das minhas bolas — e falou: essa área tem que estar sempre bem limpa, as minas não curtem cheiro ruim.
Claro que nessa altura a gente já tava duro igual burro, ela continuou na dela devagar, colocou mais um pouco de gel nas mãos e disse: agora na frente. A gente se virou e ela colocou as mãos nos nossos peitos, mexendo sem pressa, foi descendo e pegou nas nossas pirocas… Hummm, como tão durinhas — falou enquanto batia uma punheta suave — eu não resisti e comecei a apalpar um peito dela por cima do biquíni… Quer ver? — perguntou me olhando com tesão — eu concordei com a cabeça… ela soltou nossas pirocas e tirou as alças do biquíni, deixando à mostra uns peitões com auréola marrom e os bicos durinhos… Podem pegar, gurizada — disse enquanto pegava de novo nos nossos paus — assim devagar, hummm… eram os primeiros peitos que eu tocava na vida, amei a textura macia… Cheguem mais pra perto — ela falou — e se inclinando começou a passar a língua nas nossas pirocas virgens… ahhhh… ohhhh — escapou de mim e do Antonio — ahhhhh ahhhh o Antonio fechou os olhos e começou a gozar o leite dele ahhhh ela enfiou a piroca dele na boca e engoliu toda a porra juvenil ohhhhh ahhhhh — eu já não aguentava mais, gozei — ela engoliu meu pau — ahhhhh ahhhh — eu sentia meu leite descarregando na boca quente dela, que sensação incrível — aaaahhhh terminei de gozar, ela ficou mais uns minutos limpando nossos paus com a língua, se levantou sorrindo pra gente… caramba, vocês tavam com os tanques cheios — disse — agora se enxuguem e deixem eu tomar meu banho, esperem por mim na sala, ok? — falou enquanto tirava o biquíni pelas pernas. deixando à mostra uma bunda linda e uma buceta peluda - eu passei a mão na bunda dela, mas ela falou calma, depois a gente continua, vai me esperar lá fora.
A gente sentou na sala - ela tinha deixado suco e copos - a gente tava nas nuvens, quase sem acreditar no que tava rolando, de repente Lurdes saiu, passou pela cozinha levando nossas roupas.. agora vou lavar isso e amanhã já tá seco, assim vocês vão pra casa limpos - disse entrando na cozinha, ela tinha vestido uma camisola branca bem curta, dava pra ver os peitos transparentando - a gente ouviu a máquina de lavar ligar, daí a pouco ela voltou e sentou no sofá falou…. Agora vou ensinar vocês a dar prazer pra uma mulher, venham sentar aqui, a gente levantou das poltronas e sentou um de cada lado dela, só com as toalhas enroladas na cintura e nossos paus duros de novo…. primeiro me dêem um beijinho, meninos – disse aproximando a boca da minha e começou a me beijar de língua – me dá sua língua assim. Eu coloquei minha língua na boca dela e ela chupou, entrelaçando a dela com a minha, virou pro Antonio e fez a mesma coisa…. hummm que gostinho bom que vocês têm, agora olhem – disse levando as mãos pra buceta peluda dela e abrindo com dois dedos – esse é o clitóris – disse tocando com um dedo, tava inchado – é por aqui que a gente sente mais prazer, esse buraquinho é o meato, é por onde a gente faz xixi, e essa é a vagina – disse enfiando um dedo no buraco – é por aqui que a gente tem os bebês e é por onde vocês enfiam isso – disse estendendo as mãos e pegando nossos paus por cima das toalhas – num movimento rápido soltou as toalhas e nossos paus pularam pra cima… hahaha assim tá melhor – riu – agora vem – disse pra mim – ajoelha aqui – eu fiquei entre as pernas dela e ela pegou minha cabeça e aproximou da buceta dela – lambe devagar, como se fosse um sorvete, eu estiquei a língua e comecei a lamber aquela buceta quente, adorei o gosto… ohhh isso aí devagar – disse – enquanto tirava uma teta disse pro Antonio: "chupa aqui, gostoso... ohhhh assim, garotos". Eu continuei focado no clitóris, ela empurrou minha cabeça um pouco... "lambe tudo, tudinho". Ahhh, levantei o olhar e vi Antonio chupando uma teta dela e pegando e amassando a outra. Ela segurava a pica do meu amigo na mão... "ahhhh sim, assim, não parem... ohhhh que delícia... ahhhhhh ahhhhhh" – gemeu de prazer – "tô gozando... ahhhhhh ohhhh". Senti os fluidos da buceta dela encharcando minha boca e meu rosto. Lurdes puxou pra cima, nossas caras ficaram bem perto, colocou as mãos nas nossas cabeças e começamos um beijo a três, misturando as línguas. Nessa posição, minha pica ficou na altura da boceta dela, roçando. Ela baixou uma mão, pegou minha pica e colocou na entrada dela – "empurra devagar" – disse. Meu pau começou a entrar na caverna quente e molhada dela sem dificuldade – "ohhhh" – gemi. "Devagar, love-me" – disse. Comecei um vai e vem lento – tava no paraíso – "ahhhhh ahhhhh ohhhh". Comecei a gozar de novo – "ahhhhh isso sim, ahhhh me dá seu leitinho" – dizia enquanto eu gozava dentro dela. Ela se mexeu, tirou minha pica e disse pro Antonio: "agora você". Saí e ele se colocou entre as pernas dela. Ela guiou a pica dele e começaram um vai e vem devagar... "ahhhh isso, mete tudinho... ahhhh quero que me dê seu leitinho... isso, ahhhhh". Antonio começou a gemer... "ohhhh ohhhh... isso sim, eu também tô gozando... ahhhhhh" – gemeu Lurdes com os olhos quase virados – "sim, ahhhhh". Antonio ficou deitado sobre ela por uns minutos. A gente tinha deixado de ser virgem, e de que jeito. Ela se levantou, beijou nós dois e foi pro chuveiro.
Dormimos lá na cama dela. Ela comeu a gente umas duas vezes cada um durante a noite até não sobrar uma gota de porra. Na manhã seguinte, nos despedimos dela, agradecendo por tudo. Ela também agradeceu, nos beijamos e fomos pra casa mais felizes que cachorro com dois rabos.
Antonio e eu éramos amigos desde a infância, fomos juntos pro pré-escolar e ficamos juntos durante todo o ensino fundamental. No fim dessa etapa dos nossos estudos, a gente tinha 14 anos e esse seria o último ano que estudaríamos juntos, já que eu iria pro colégio e ele pra escola técnica industrial.
Tínhamos o verão pela frente e começamos a fazer planos pra ele... tipo um acampamento, ou passar todos os dias na praia olhando as minas. Por fim, decidimos que podíamos ir pra um camping na costa de Manilva – a gente tinha visto um anúncio dele e era uma chance de viver uma aventura longe dos nossos pais, mas tudo dependia de eles darem o consentimento, o que conseguimos depois de muito implorar e prometer que íamos nos comportar e ligar todo dia.
Então, num dia de meados de julho, pegamos o ônibus, cheios de expectativa pra passar 5 dias – o dinheiro que nos deram não dava pra mais – longe do controle familiar.
Chegamos no camping por volta do meio-dia. Quando fomos na recepção, nos disseram que não tinha nenhuma vaga livre, que sentiam muito... mas quem sentiu mais fomos nós, já que nossa aventura já ia dar errado logo de cara. Um cara que estava lá nos falou que perto dali tinha um bosque, perto da praia, onde alguns acampavam de vez em quando, mas que não armássemos a barraca muito perto da praia, por causa da fiscalização da guarda civil... Agradecemos e fomos pro bosque. Levamos uns 20 minutos pra chegar, procuramos um lugar adequado e montamos a barraca.
Passamos os 4 primeiros dias lá sem problemas. Ficamos confiantes porque podíamos deixar tudo e ir curtir a praia ou um centro juvenil não muito longe, e até uma balada na praia, onde não pediam identidade. Mas foi no quarto dia, quando voltamos da balada, que ao chegar... Encontramos nossa barraca... tem certeza que estava aqui? — perguntou o Antônio — Claro — respondi — não vê? Olha as marcas na árvore, o sinal de onde a barraca estava... Passamos a noite inteira andando pelos arredores tentando encontrar os ladrões... O sol nasceu e a gente tava bem cansado, frustrado... embora por sorte nossas carteiras e o pouco dinheiro que sobrou a gente tinha levado com a gente. Ficamos até desistir de quase todas as nossas coisas... Era quase meio-dia e fomos sentar na praia — era nosso último dia e decidimos aguentar e ir embora no dia seguinte de ônibus — só tínhamos dinheiro pra pegar ele.
Lá pelas duas da tarde já estávamos muito cansados, ali na praia, só tinha um cigarro e quando fomos fumar o isqueiro não funcionava... Olhei em volta e vi uma mulher que tava perto, levantei e fui pedir fogo... Quando cheguei nela — ela tava deitada de barriga pra cima de olhos fechados — vi que era uma mulher de uns 35 ou 40 anos, ruiva, usava um biquíni vermelho que segurava um belo par de peitos... Oi, desculpa — falei — pode me dar fogo?... Ela abriu os olhos e, protegendo eles do sol com a mão, me olhou... Sim, claro — disse — mas você não acha que é meio novo pra fumar?... Bom, sim, mas a gente não fuma muito, é só um cigarro pro meu amigo e pra mim — falei apontando pro Antônio — Vocês são daqui? — disse enquanto se sentava e procurava o isqueiro na bolsa — Não — respondi — somos de Algeciras, estamos passando uns dias de férias, mas fomos roubados... Quê? Roubaram vocês? — perguntou sem me deixar terminar — Espera, espera — continuou — chama seu amigo e me conta o que aconteceu... Chamei o Antônio e ela mandou a gente sentar, contamos nossa pequena aventura, especialmente a última noite... E pelo que tão me dizendo — falou curiosa — desde quando não comem? Desde ontem — disse o Antônio... Minha nossa, vamos, meninos, comer alguma coisa. — agora vocês continuam me contando — disse ela se levantando —, pegou a toalha, colocou um pareô estampado na cintura e… vamos, tão esperando o quê? Nós a seguimos até um quiosque perto dali, lá ela pediu uma paella e salada. Durante a comida, ela nos contou que se chamava Lurdes, que era de Valladolid e que tinha vindo passar uns dias na costa pra descansar. Não deu mais detalhes da vida dela… E qual é o plano de vocês até amanhã, quando vão embora? — perguntou quase no fim da refeição — Bom, a gente tava pensando em passar a noite por aqui, na praia, e amanhã cedo pegar o ônibus… Ela ficou uns segundos pensativa e disse — Sabem de uma coisa? Tô vendo vocês muito cansados e, pra ser sincera, a roupa de vocês tá bem suja. Que tal virem pro meu apartamento, tomarem um banho, eu lavo a roupa de vocês e depois vocês decidem o que fazer?… Pra mim tá ótimo — falei — Pra mim também — respondeu o Antônio.
Ela se levantou e foi pagar. O Antônio e eu nos olhamos e comentamos a sorte que tivemos de encontrar aquela BOA MULHER.
Fomos pro apartamento dela, que era bem perto da praia. Quando entramos, a primeira coisa que vimos foi a sala com um sofá e duas poltronas, uma mesinha de centro e uma TV na frente… — Agora, meninos, pro banho — disse ela com autoridade — Deixem a roupa de vocês no bidê, depois eu recolho. Ela nos mostrou onde era o banheiro… — Vaaaai, pro banho — disse dando uns tapinhas na nossa bunda — porque vocês tão fedendo a bicho.
Fomos direto, tiramos a roupa e entramos na banheira. Abri a água, ajustei entre fria e quente… Nesse momento, a porta se abriu. Era a Lurdes, vinha com toalhas… — Desculpem, meninos, esqueci de dar as toalhas pra vocês — disse ela nos olhando, enquanto a gente se virava pra esconder as vergonhas — Kkkkkk — riu — Do que vocês têm vergonha, meninos? Eu podia ser mãe de vocês, kkkkkk — ria e dizia — Pronto, fiquem tranquilos, vou lavar as costas de vocês já que me deram essa chance, kkkk — disse enquanto pegava o sabonete líquido e colocava nas mãos, e em seguida começou a passar o gel. nas nossas costas, usando uma mão pra cada um.. fiquem tranquilos, gurizada, só curtam o banho — ela disse enquanto as mãos dela iam acariciando a gente devagar, foi descendo aos poucos, as unhas massageando suave, eu senti quando chegou na minha bunda, passou um dedo de leve pelo meio até chegar na base das minhas bolas — e falou: essa área tem que estar sempre bem limpa, as minas não curtem cheiro ruim.
Claro que nessa altura a gente já tava duro igual burro, ela continuou na dela devagar, colocou mais um pouco de gel nas mãos e disse: agora na frente. A gente se virou e ela colocou as mãos nos nossos peitos, mexendo sem pressa, foi descendo e pegou nas nossas pirocas… Hummm, como tão durinhas — falou enquanto batia uma punheta suave — eu não resisti e comecei a apalpar um peito dela por cima do biquíni… Quer ver? — perguntou me olhando com tesão — eu concordei com a cabeça… ela soltou nossas pirocas e tirou as alças do biquíni, deixando à mostra uns peitões com auréola marrom e os bicos durinhos… Podem pegar, gurizada — disse enquanto pegava de novo nos nossos paus — assim devagar, hummm… eram os primeiros peitos que eu tocava na vida, amei a textura macia… Cheguem mais pra perto — ela falou — e se inclinando começou a passar a língua nas nossas pirocas virgens… ahhhh… ohhhh — escapou de mim e do Antonio — ahhhhh ahhhh o Antonio fechou os olhos e começou a gozar o leite dele ahhhh ela enfiou a piroca dele na boca e engoliu toda a porra juvenil ohhhhh ahhhhh — eu já não aguentava mais, gozei — ela engoliu meu pau — ahhhhh ahhhh — eu sentia meu leite descarregando na boca quente dela, que sensação incrível — aaaahhhh terminei de gozar, ela ficou mais uns minutos limpando nossos paus com a língua, se levantou sorrindo pra gente… caramba, vocês tavam com os tanques cheios — disse — agora se enxuguem e deixem eu tomar meu banho, esperem por mim na sala, ok? — falou enquanto tirava o biquíni pelas pernas. deixando à mostra uma bunda linda e uma buceta peluda - eu passei a mão na bunda dela, mas ela falou calma, depois a gente continua, vai me esperar lá fora.
A gente sentou na sala - ela tinha deixado suco e copos - a gente tava nas nuvens, quase sem acreditar no que tava rolando, de repente Lurdes saiu, passou pela cozinha levando nossas roupas.. agora vou lavar isso e amanhã já tá seco, assim vocês vão pra casa limpos - disse entrando na cozinha, ela tinha vestido uma camisola branca bem curta, dava pra ver os peitos transparentando - a gente ouviu a máquina de lavar ligar, daí a pouco ela voltou e sentou no sofá falou…. Agora vou ensinar vocês a dar prazer pra uma mulher, venham sentar aqui, a gente levantou das poltronas e sentou um de cada lado dela, só com as toalhas enroladas na cintura e nossos paus duros de novo…. primeiro me dêem um beijinho, meninos – disse aproximando a boca da minha e começou a me beijar de língua – me dá sua língua assim. Eu coloquei minha língua na boca dela e ela chupou, entrelaçando a dela com a minha, virou pro Antonio e fez a mesma coisa…. hummm que gostinho bom que vocês têm, agora olhem – disse levando as mãos pra buceta peluda dela e abrindo com dois dedos – esse é o clitóris – disse tocando com um dedo, tava inchado – é por aqui que a gente sente mais prazer, esse buraquinho é o meato, é por onde a gente faz xixi, e essa é a vagina – disse enfiando um dedo no buraco – é por aqui que a gente tem os bebês e é por onde vocês enfiam isso – disse estendendo as mãos e pegando nossos paus por cima das toalhas – num movimento rápido soltou as toalhas e nossos paus pularam pra cima… hahaha assim tá melhor – riu – agora vem – disse pra mim – ajoelha aqui – eu fiquei entre as pernas dela e ela pegou minha cabeça e aproximou da buceta dela – lambe devagar, como se fosse um sorvete, eu estiquei a língua e comecei a lamber aquela buceta quente, adorei o gosto… ohhh isso aí devagar – disse – enquanto tirava uma teta disse pro Antonio: "chupa aqui, gostoso... ohhhh assim, garotos". Eu continuei focado no clitóris, ela empurrou minha cabeça um pouco... "lambe tudo, tudinho". Ahhh, levantei o olhar e vi Antonio chupando uma teta dela e pegando e amassando a outra. Ela segurava a pica do meu amigo na mão... "ahhhh sim, assim, não parem... ohhhh que delícia... ahhhhhh ahhhhhh" – gemeu de prazer – "tô gozando... ahhhhhh ohhhh". Senti os fluidos da buceta dela encharcando minha boca e meu rosto. Lurdes puxou pra cima, nossas caras ficaram bem perto, colocou as mãos nas nossas cabeças e começamos um beijo a três, misturando as línguas. Nessa posição, minha pica ficou na altura da boceta dela, roçando. Ela baixou uma mão, pegou minha pica e colocou na entrada dela – "empurra devagar" – disse. Meu pau começou a entrar na caverna quente e molhada dela sem dificuldade – "ohhhh" – gemi. "Devagar, love-me" – disse. Comecei um vai e vem lento – tava no paraíso – "ahhhhh ahhhhh ohhhh". Comecei a gozar de novo – "ahhhhh isso sim, ahhhh me dá seu leitinho" – dizia enquanto eu gozava dentro dela. Ela se mexeu, tirou minha pica e disse pro Antonio: "agora você". Saí e ele se colocou entre as pernas dela. Ela guiou a pica dele e começaram um vai e vem devagar... "ahhhh isso, mete tudinho... ahhhh quero que me dê seu leitinho... isso, ahhhhh". Antonio começou a gemer... "ohhhh ohhhh... isso sim, eu também tô gozando... ahhhhhh" – gemeu Lurdes com os olhos quase virados – "sim, ahhhhh". Antonio ficou deitado sobre ela por uns minutos. A gente tinha deixado de ser virgem, e de que jeito. Ela se levantou, beijou nós dois e foi pro chuveiro.
Dormimos lá na cama dela. Ela comeu a gente umas duas vezes cada um durante a noite até não sobrar uma gota de porra. Na manhã seguinte, nos despedimos dela, agradecendo por tudo. Ela também agradeceu, nos beijamos e fomos pra casa mais felizes que cachorro com dois rabos.
4 comentários - Uma boa gostosa
Gracias, lo voy a tener en cuenta
gracias @lord_is