6ª experiência gay (caminhoneiro me deu um presente)

Passaram-se várias semanas depois daquela viagem no hottie pro meu trampo. (relato 5)
Essa foi outra manhã em que perdi o busão.
Bom, começo, preparem seus paus.

Levanto e saio correndo pra pegar o bus, quando tô chegando no ponto vejo o bus passar na minha frente. Queria me matar. E como toda vez que perco o bus, começo a pedir carona pra ver se alguém me pega. Comecei a pedir carona e ninguém parava, mas eu sabia que meu amigo caminhoneiro passava como ele tinha me falado, só não sabia a que horas.

Passaram 20 minutos e ninguém parava pra mim, aí olho no horizonte e parece que vi o hottie vindo. Começo a pedir carona pra ele me ver. E assim que ele me vê, pisca os faróis e freia quando chega onde eu tava. Abre a porta e me diz: — Te levo? E eu respondi: — Sim, me faz esse favor.
— Sobe, ele fala. Subo e já imaginei no caminho o que ia rolar na hora de eu falar se dava 100 pila pra ele me dar uma carona.

Tudo seguia normal, até que no meio do caminho ele começa a falar do que tinha rolado da outra vez, que tinha adorado o que eu fiz com ele. Quando termina de falar, ele para o hottie na estrada e me diz: — Vou tirar a calça pra você ir me chupando no caminho, que tal? — Fala aí, eu digo. E começo a chupar o pau dele, eu tava com medo de a gente bater o carro por causa da excitação que ele podia ter, mas pouco me importei porque cada vez eu chupava com mais vontade e ele gemia de prazer. Aí ele fala: — Olha que eu vou gozar. E eu respondi: — Fala sério, tranquilo, enche minha boca. Não passou um segundo e ele tava enchendo minha boca e eu engolia e engolia, e escorria um pouco de porra pelos cantos da boca. Levanto e ele fala: — Tá aí o papel.

Seguimos viagem, ele continuava pelado e eu de vez em quando não me aguentava sem olhar pro pau dele. Aí ele fala: — Você gosta de pau, né? — Sim, adoro, eu digo, e ainda mais o seu que você sempre traz bem carregadinho de leite. — Então vou te dar um presentinho, ele fala. E eu respondi: — É? O quê? — Ele fala: — Abre aí onde tá a cama e olha. Sigo suas instruções, intrigado. Abro a porta, olho, e o que vejo é um homem negro dormindo, uns 50 anos ou mais. Saio pra frente e pergunto: "Esse é o meu presente?" — "Sim", ele diz, "o presente é o que ele esconde." E ri. Seguimos no hottie, eu sem dizer nada. Quando estamos chegando na rotatória da outra vez, vejo o caminhoneiro virar em direção ao mesmo lugar onde a gente tinha transado com ele. Ele freia o hottie e acorda o companheiro, dizendo: "Negão, chegamos no paraíso." E ri.

Ele me fala: "Tira a roupa como da outra vez, e vamos pro mato. Você também, negão, tira a roupa", diz.

Eu tava muito nervoso, não sei por quê. E não parava de olhar pro negão enquanto ele tirava a roupa. Nisso, o caminhoneiro fala: "Negão, deixa a cueca pra não ver a surpresa até chegar, e pega aqueles dois cobertores ali e traz."

Eu e o caminhoneiro entramos bem rápido no mato, deixando o negão pra trás. Quando encontramos um lugar entre as árvores com um espaço meio limpo pra jogar os cobertores, ficamos esperando o negão. Enquanto esperava, eu já tava chupando a pica do caminhoneiro pra não perder tempo. Nisso, chega o negão e diz: "Ah, mas ele gosta mesmo, hein?" E joga os dois cobertores no chão. Os dois ficam de pé, pelados, e eu me ajoelho e continuo chupando a pica do caminhoneiro. Tiro ela da minha boca e começo a olhar pro volume do negão, que tava na cueca, mas dava pra ver o tamanho impressionante. Então o caminhoneiro fala: "Vai lá e tira o presente que eu te fiz."

Me aproximo do negão, sempre de joelhos, na altura da pica dos dois, e pego a cueca dele. Mas antes de baixar, aperto com a boca aberta a pica do negão várias vezes. Abaixo a cueca dele, e aparece um pedaço que eu nunca tinha visto igual. Era algo lindo. Era bem preta, media uns 24 cm mole e bem grossa, e uns ovos bem grandes e caídos. Uma verdadeira pica.

Sem esperar mais, pego ela e enfio tudo na boca — na verdade, quase tudo, porque não cabia inteira — e começo a lamber ela uma e outra vez. Vendo desde o tronco até a cabeça. Entrava bem justinho na minha boca. Comecei a lamber os ovos dele uma e outra vez, colocando um de cada vez na boca e puxando pra baixo até que aquela pica ganhou força e ficou dura. Na real, não ficava totalmente ereta, mas ficava na meia altura, firme, com uns 32 cm de comprimento por uns 6 de largura. Eu chupava e chupava ela. Nisso, o caminhoneiro coloca a pica dele do lado do meu rosto pra eu chupar também. E assim eu tava, chupava um pouco de cada um, mas mais a do preto porque eu adorava aquela pica enorme. O caminhoneiro vai pra trás de mim, me faz ficar de quatro e começa a chupar meu cuzinho pra lubrificar bem enquanto eu continuava chupando o preto.

Depois de um tempo chupando meu cu, ele coloca a cabeça da pica no buraco e começa a enfiar devagar até colocar tudo. E começou a me comer com mais força, colocava toda e tirava, fez isso várias vezes até começar a meter com tudo. Eu gemia dentro do que dava porque tinha a pica do preto na boca. O caminhoneiro continuava me sacudindo e eu não aguentei mais de excitação e comecei a gozar, enquanto continuava chupando o preto e pensando como ia ser se ele resolvesse me comer também, mesmo já tendo provado uma pica grande como a do meu sementa (relato 1 e 2). Nisso, o caminhoneiro começa a apertar forte minhas nádegas e sinto ele começar a jorrar porra no meu rabo, sinto cada jato. Quando termina, ele tira a pica e fica na minha frente pra eu limpar com a boca.

O preto, sem eu perceber, ficou atrás de mim e começou a esfregar a pica no meu cu até posicionar bem no buraco e começou a enfiar a cabecinha devagar. Eu sentia como se fosse a primeira pica que tivesse me comendo, porque era tão grande e grossa. E foi enfiando de pouquinho em pouquinho. Depois que passou a cabeça, eu já sabia que tinha passado a parte mais difícil. Nisso, ele começa a empurrar e eu sentia que meu cu tava se partindo, que Estavam partindo ao meio e isso me excitava pra caralho. O negão começou a tirar ela toda e colocar de volta, fez isso várias vezes até me pegar pela cintura e começar a meter com tudo. Depois de um tempo de vai e vem, ele tira e senta no chão, e me fala: "vem, senta você e enfia até onde quiser". Eu virei e chupei bem o pau dele, cuspia e lambia tudo que podia. Sentei no pau dele e comecei a enfiar devagar, sentindo cada parte que entrava, e comecei a me mexer de pouquinho em pouquinho, subindo e descendo. Ia até a cabeça e descia quase até onde termina o tronco. E num momento eu tava tão excitada que fiz força pra baixo até ele entrar todo, e assim continuei cavalgando. Nisso apareceu o caminhoneiro e me deu o pau pra eu chupar. Passou meia hora ou mais, e o negão me colocou de quatro de novo e começou a meter com tudo enquanto eu chupava o caminhoneiro. Não passou cinco minutos de eu sendo comida de quatro, e o negão começou a gozar. Sentia cada jato de porra que ele soltava. Nunca tinha sentido tanto quando ele gozava, e ainda ficou um tempão gozando em mim. Quando terminou, ele tirou o pau e vestiu a cueca, enquanto o caminhoneiro começou a se masturbar e a jorrar porra na minha cara e boca, e eu engolia tudo que podia. E ele, com o pau na mão, empurrava a porra da minha cara pra dentro da minha boca pra eu engolir. Terminamos, o negão pegou o cobertor e fomos pro hot para continuar. Subimos no hot e arrancamos. Eu e o caminhoneiro na frente, e o negão atrás no quarto. Faltando um pouco pra chegar, fui pra trás com o negão e falei: "tira ele que quero chupar. Quero sentir sua porra na minha boca." Quando falei isso, o negão já tava duro e comecei a chupar. Estávamos quase chegando e ele não gozava. Então comecei a bater uma rápida e chupar tudo. Chegamos no meu trampo e ele ainda não tinha gozado, então continuei chupando até que num momento ele fala: "deixa eu pegar". Eu dou o pau pra ele e... diz "aí vem", abro a boca e começo a sentir os jatos batendo na minha garganta, e eu engulo e engulo, e o negão não parava de soltar porra. tive que engolir umas 6 ou 7 vezes o gozo dele. me limpei e falei: "espero que se repita, e muito obrigada pelo presente, me traz de volta", e desci pro meu trampo.
tava chegando uns 30 minutos atrasada. porque tinha demorado, mas não tava nem aí, porque tinha me divertido pra caralho.

que vontade de ser cheia de porra que eu tô agora, preciso disso,
escrevendo esse relato tive que bater uma duas vezes porque lembrava disso e ficava louca. adoraria poder engolir o leite de vocês. beijos nos seus paus e felizes punhetas, que elas sejam pensando em mim e me enchendo de gozo.

comentar é bem-vindo pra eu continuar contando minhas aventuras e quem sabe um dia contar a que podemos fazer com alguns de vocês.

7 comentários - 6ª experiência gay (caminhoneiro me deu um presente)

bicar +1
32 la del negro????
seguro no te sentaste una semana!!!
buen relato
me exito mucho
me encantó!! ne gustaría que en el próximo te vistas más de nena: tanga, tacos, mini, remerita, maquillaje, todo!! o que te vistas de colegiala, algo lindo.

te quiero llenar la boca de leche, putita

excelente!!!
ya te dejé todos mis puntos de hoy

6ª experiência gay (caminhoneiro me deu um presente)