Fala, poringa boys e poringa girls. Hoje o que me motiva a escrever pra vocês é a lembrança da Graciela L., que faleceu na sexta depois de uma doença difícil. Na hora me veio à mente aquele corpo escultural que ela teve até não muito tempo atrás, só acabou murchando por causa da doença. Os peitos enormes dela e aquela bunda que balançava num andar sexy era a admiração dos caras e a inveja das vizinhas. Ela me conhecia desde pequeno, me dava alfajor e bala toda vez que me via na rua. Com o tempo, ela elogiava meu físico ("como eu queria um namorado alto que nem você"), mas sem ser nada exagerado nem nada demais. Um dia a gente começou a se encontrar na volta do trabalho, se cumprimentava e trocava ideia sobre nossas coisas, fofoca do bairro, etc. Os dias foram passando, mas eu nunca conseguia tirar da cabeça a ideia de ter algo com essa mulher, era uma fantasia que eu alimentava desde a puberdade. Então, aos poucos, comecei a usar todas as minhas armas de sedução disponíveis. Devagar fui conquistando ela, só precisava superar o preconceito dela de estar com seus 53 anos e um cara prestes a fazer 21. Naquele dia, o trem parou na estação Colegiales e, por algum motivo, parou de funcionar. O tempo passava e a gente se olhava com tesão; nossos corpos estavam se encostando por causa do trem lotado e, quase sem perceber, a gente se deu as mãos. Sem pensar duas vezes, descemos do trem, saímos da estação e nos abraçamos num calor gostoso; a gente se beijou com paixão e fomos pro hotel que fica em frente à estação. Quando entramos na suíte, ela hesitou por um instante, mas, decidido, quebrei o gelo desabotoando a blusa branca dela e a saia escura justa. Naquele exato momento, descobri o que era objeto das minhas fantasias: os peitões enormes dela presos num sutiã branco e aquela bunda linda que nem os anos conseguiam derrubar. Tímida, ela abaixou o zíper da minha calça jeans e puxou meu pau, que tava pulsando pra tomar ar. Com muita doçura, eu acariciava ela e dei um boquete suave e estimulante. Os peitos dela mostravam uns mamilos grandes e eretos que, com o roçar dos meus dedos, ficavam ainda mais excitados. Já pelados, a gente deitou e se entregou a um 69 delicioso; eu lambia com vontade a buceta dela, que tinha um cheiro suave e afrodisíaco. Ela gemia e se contorcia em espasmos fortes, gozando loucamente. Ela pedia pra eu gozar na boca dela, e foi o que eu fiz, pra alegria dela. Quase na hora, ela subiu em cima de mim e começou a cavalgar meu pau freneticamente; nessa altura, os instintos sexuais dela venceram o recato e os preconceitos, nada era como antes, ela era uma mulher pronta pra curtir com um cara bem mais novo. Os orgasmos dela eram óbvios pelos movimentos espasmódicos e pelos gritos de delírio. Depois de uns minutos, meu gozo inundou a buceta dela, e a cara dela mostrava que tava levando um sexo bom. Ela gozava sem preconceito, às vezes ria e gritava. A gente ficou deitado na cama se olhando, quase sem entender ou sem acreditar na situação; o olhar dela era firme e doce, e meu sorriso no rosto era sinal de satisfação. Depois de conversar uns minutos, a gente tomou um banho juntos e, quando ia se vestir pra ir embora, começamos a acariciar as zonas erógenas um do outro e a nos beijar. Com meus dedos, comecei a brincar com o cu dela, acariciando e, com um pouco de gel, enfiando meus dedos grossos. Percebi que, instintivamente, ela tentou fechar a porta do cu, mas ao mesmo tempo tava gostando. Meu pau tava pronto pra mais ação, duro e bem ereto. Ela só se deixou levar, tava de quatro com a raba à minha disposição. Com muita paciência (porque a bunda era boa, mas não tinha 20 anos), comecei a enfiar meu pau no cu dela, no meio de gritos de dor e prazer ao mesmo tempo. Apesar de ter sido difícil, por causa da grossura do meu pau, consegui penetrar o cu dela enquanto ela, de costas pra mim, tentava me segurar como se não quisesse que eu saísse ou tirasse meu pau. Fiquei parado um tempo e vi que ela tava se acariciando. a buceta dela, foi assim que comecei a empurrar devagar mas gostoso até pegar um ritmo.
—Me arromba toda, bebê!!!! Sou sua!!!!
Ouvir isso me deu um tesão que me estimulou ainda mais; saber que ela era uma senhora respeitável, que eu conhecia desde a infância, me excitou pra caralho. Minutos depois, o cu dela recebia todo o meu leite. De novo tomamos banho e, de mãos dadas, saímos do hotel.
O cabelo volumoso dela, o corpo bem encaixado na roupa e o perfume foram a última lembrança daquela noite. Dias depois, a gente conversou sobre o assunto e ela pediu pra não repetir, mas não cumprimos. Nossas noites de sexo e luxúria terminaram quando um dia eu saí do bairro e troquei de emprego. Anos mais tarde, quando ia na casa dos meus pais, cruzei com ela e nos cumprimentamos como velhos vizinhos. Na última vez, piscamos o olho um pro outro, cúmplices.
Hoje, com umas lágrimas nos olhos, trago ela na memória e compartilho minha lembrança com todos vocês.
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—Me arromba toda, bebê!!!! Sou sua!!!!
Ouvir isso me deu um tesão que me estimulou ainda mais; saber que ela era uma senhora respeitável, que eu conhecia desde a infância, me excitou pra caralho. Minutos depois, o cu dela recebia todo o meu leite. De novo tomamos banho e, de mãos dadas, saímos do hotel.
O cabelo volumoso dela, o corpo bem encaixado na roupa e o perfume foram a última lembrança daquela noite. Dias depois, a gente conversou sobre o assunto e ela pediu pra não repetir, mas não cumprimos. Nossas noites de sexo e luxúria terminaram quando um dia eu saí do bairro e troquei de emprego. Anos mais tarde, quando ia na casa dos meus pais, cruzei com ela e nos cumprimentamos como velhos vizinhos. Na última vez, piscamos o olho um pro outro, cúmplices.
Hoje, com umas lágrimas nos olhos, trago ela na memória e compartilho minha lembrança com todos vocês.
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3 comentários - Em memória da Graciela L. (1940-2012)