Inverno e Buenos Aires.
Curto, breve, desconcertante. Às vezes outonalmente invernal… de vez em quando, cru e impiedoso.
Talvez por isso, eu criei o hábito de toda sexta-feira passar para buscar minha namorada (vocês a conhecem dos meus posts) no trabalho… pra evitar que ela pegue um metrô superlotado, espremida que nem sardinha.
Finalmente sexta-feira, cansaço, caos no trânsito e, de um cartaz amarelo, alguém insiste em me fazer acreditar que “Vai ser bom, Buenos Aires”. 18h30, microcentro, e minha namorada esperando na porta do trabalho, sempre gostosa, sempre agradável, e sempre com o Gonzalo, um dos colegas de trabalho dela.
— “E aí? Muita correria hoje no trampo?”
— “Oi! Sim… sexta-feira… você sabe como é sexta-feira”
— “Pois é… de qualquer forma, o dia já acabou”
Quando falei isso, nunca imaginei que ainda restava tanta vida pra uma sexta-feira que, naquele momento, parecia ter poucas horas de sobrevida.
— “Agora, entre nós… esse tal de Gonzalo, qual é a dele? O cara é uma figurinha carimbada!”
— “Haha… coitado, não! Ele é meio chato, mas sempre me dá conversa enquanto espero você”
— “Não seja ingênua! Ele quer te comer!”
— “Não fala assim! Além disso, ele tá namorando uma loira muito gostosa…”
— “Como se isso tivesse alguma coisa a ver…”
Aos meus olhos, a situação era clara, era só olhar pro cara… discípulo do Morgan e do Jack Sparrow, claramente um pirata em busca constante de alguém pra saquear, com um bronzeado de cama solar e uma superficialidade tão evidente quanto aqueles olhos verdes falsos que ele tentava passar por naturais…
— “Ainda tá de pé o plano de hoje à noite?” mudei de assunto
— “Sim, claro! Me deixa em casa pra eu me arrumar e depois passa pra me buscar”
Já fazia um tempo que a gente tinha a ideia de ir pra alguma balada swing, com a intenção de continuar alimentando nossos ratos, que naqueles dias não paravam de roer a fantasia de fazer aquilo em público.
Lá pras 1h30 da manhã, passo pra buscá-la. Ela desce e me surpreende com um vestido curto de oncinha, justo na cintura, de onde se abria a Saia etérea que ficava a uns 20 centímetros dos joelhos dela… decote amplo e generoso como os peitos dela, e uma costa totalmente de fora que impossibilitava o uso de qualquer sutiã. Tudo isso por baixo de um casaco peludo preto que tentava disfarçar o decote safado.
— “Ah, beleza…! Como você veio!!!”
— “Não gostou? Achei que sim… além disso, tô toda combinando…”
Ela acabou de sentar, quando levantou o vestido pra me mostrar uma calcinha fio-dental tão pequena quanto leopardo…
— “Mas você não tem pena! Tá no auge!”
— “É… verdade, tô mesmo… além disso, enquanto me vestia, tomei um pouco de vinho e você já me conhece quando bebo”
É verdade, quando os lábios dela entram em contato com um bom vinho, rola uma reação química por dentro que a transforma numa versão completamente sem vergonha dela mesma.
Com a excitação à flor da pele, chegamos na rua Anchorena.
Não vou mentir pra vocês, dava pra ver o nervosismo dos dois novatos num ambiente totalmente estranho. Entramos e a primeira sensação foi… “por que demoramos tanto pra vir aqui!!!”
Não consigo explicar aquele momento… a gente tinha a fascinação de um jogador viciado que acabou de chegar em Las Vegas… o ambiente nos envolveu… não era bem uma experiência orgiástica, mas a eletricidade no ar nos conectava com cada um ali presente.
Um balcão, os drinks que logo apareceram nas nossas mãos, os olhos que caíam no decote da minha mina, beijos quentes, minha mão sempre em contato com a pele dela… uma volta pelo lugar, até chegar na área onde estavam os casais… era a exacerbação dos sentidos… a pouca luz fazia a vista se aguçar pra ver corpos volumosos se recortando no ambiente, cheiro de calor, minha boca anestesiada por um drink doce, meus toques nas costas arrepiadas dela, e um ouvido de gato que permitia sentir cada gemidinho e suspiro que flutuava no ar. A gente estava fora de si… não tinha medo, não tinha dúvida, só excitação… nós Sentamos, ela no meu colo… os dois se tocando, mas olhando tudo ao redor… beijos, carícias, roçadas, minha mão levantou a saia dela pra deixar à vista de todos a calcinha fio dental… ela se esfregava no meu pau que tava duro desde a 1:30… a gente se esqueceu do resto e só cuidou da gente, até que uma frase botou um freio:
— “Gordo, tão passando a mão na minha bunda, vamos melhor…”
E, de fato, um dos nossos vizinhos ocasionais, enquanto beijava a namorada dele, passava a mão bem de leve na bunda da minha… e ainda buscava minha cumplicidade em cada olhar que cruzava…
— “Tem certeza?...”
— “Sim, sim… além disso, quero que você me coma num hotel”
Meio contrariado, a gente desceu e foi saindo do lugar… dava pra ver na cara dela a excitação… entre o álcool, o ambiente, e ter sido apalpada por um estranho, ela tava pronta pra tudo.
Rápido a gente chegou no carro, e fez o caminho todo pro hotel sem falar nada, ela com a cabeça encostada no meu ombro e a mão dela no meu volume.
Quando vi o primeiro hotel que me pareceu mais ou menos decente, a gente entrou. Estacionamento gigante, cheio de carros, a gente desceu, ela toda fogosa, recepção, pedindo um quarto, e um “não tenho quarto disponível até daqui uns 30 minutos, podem esperar aqui ou no carro” que me bateu forte que nem um cruzado de direita do Tyson. Por sorte ela disse: “vamos esperar um pouquinho, gordo…” enquanto passava a mão no meu pau…
Não curti ter que esperar por um quarto, mas a situação toda era tão quente que não importava. Uns sofazinhos azuis surrados, num espaço minúsculo, formavam uma sala de espera que, por sorte, tava vazia. A gente sentou, se olhou, e se beijou… muito gostoso, muito quente… já começando o jogo sexual, soltei um:
— “Que pena que você não gostou de terem passado a mão na sua bunda…”
— “Quem disse que não gostei? Adorei… mas fiquei com medo” e, sem nenhum pudor, apertava o tronco da minha pica.
Fascinado, falei:
— “É? Olha só… mas do que você se assustou, boba… se você tava gostando, tava tudo certo” bem..."
Antes que eu pudesse responder, ouvimos umas vozes e passos se aproximando, um casal tinha acabado de chegar na salinha. O que já era uma situação desconfortável, virou algo desagradável, e ela disse:
— "Gon? Oi! Que doidera!"
Virei a cabeça, e não podia acreditar... lá estava ele... com aquele bronzeado no meio de junho, e olhos que agora estranhamente tinham virado pretos, o colega de trabalho dela... minha impressão inicial tinha acabado de se confirmar... superficialidade pura, igual à loira que o acompanhava. Cumprimentos, apresentações pra todo lado, e do nada nos vimos metidos numa conversa de 4 que era insustentável... risadas exageradas, olhares cruzados, ela segurando minha mão, e toda excitada esquentando a pica dele... o decote dela balançava, ameaçando mostrar os bicos a qualquer momento, eu só balançava a cabeça concordando com tudo. O tempo não passava nunca, e a loira fala: "Gonza, vamos pro carro? Tô com frio aqui." Ele, sempre de olho nas tetas da minha mina, cuspiu um "bem... já vamos. Beleza, galera, a gente vai pro carro, falou."
Quando eles mal tinham começado a ir pro estacionamento, um...
— "gordo, a gente também podia ir esperar no carro, né? tá fresquinho aqui."
— "ok, bora, mas não sabia que você era tão piranha."
— "por quê?" ela disse com um meio sorriso...
— "ah, para de encher o saco...! Você esquentou a pica do seu amiguinho pra caralho... ele vai comer ela pensando que é você agora."
— "haha... olha o que você fala...! e bem, deixa ele, problema dele, né?"
Já andando pro carro... vejo que o colega dela tava subindo no carro estacionado do lado do meu... inacreditável...! Justo nesse hotel, nesse dia, nessa hora, nesse espaço do estacionamento geral, tinha que ter estacionado!!!
— "viu quem é nosso vizinho de estacionamento?"
— "sim... haha"
Assim que entrei no carro, tentei esquecer tudo e comecei a beijar ela gostoso... ela tava ainda mais tesuda do que antes... deslizei minha mão por baixo do vestidinho curto dela, e ela disse:
— "para...! o meu colega tá do lado... espera aí —se a gente nos vê?"
—"Você adoraria que a gente fosse visto, mas fica tranquilo, ele tá na dele..."
Ela virou a cabeça pra ver o que rolava no carro do lado, e se deparou com "o Gon dela", agarrado nas tetas da loira... minha mina se ajeitou no banco pra não perder nenhum detalhe do que acontecia no outro carro... encostou as costas no meu peito, e aproveitei a situação pra começar a acariciar os bicos dela com uma mão, e a buceta dela com a outra... enquanto sussurrava:
—"Te excita, né? Cê tem vontade de comer ele...?"
—"Sim, verdade... a situação me dá um tesão danado."
Fiquei duro, seco, frio.
A cena, longe de me irritar, me deixou com muito tesão, tanto que aumentei a aposta:
—"Ah, é?! Então vai lá e come ele... duvido você ter coragem..."
—"Tem certeza que eu não tenho?"
Ela nem terminou de falar, se virou, me deu um beijo e disse:
—"Olha."
Abriu a porta do carro, andou os dois passos que separavam os carros, bateu no vidro do motorista e entrou no banco de trás... não acreditava no que tava vivendo... duvidei se era brincadeira ou se ela realmente faria aquilo... as dúvidas sumiram rápido.
Vi que trocaram umas palavras, e na hora ele puxou ela pela nuca e beijou a boca dela sem controle... eu sabia que deveria me sentir puto, furioso, mas tava adorando o que via... ele começou a apalpar as tetas dela enquanto se virava pro banco de trás... a loira... ficou apavorada, perdida igual a mim... deu um jeito de sair do carro batendo a porta, soltando uns xingos no ar, e sumiu... eles já estavam se beijando sem vergonha, e as mãos dele se multiplicavam pra tocar ela... eu com o pau apontando pro teto e a calça jeans desabotoada.
Foi tudo muito rápido, até hoje não consigo explicar a sensação... tava puto, com ciúme como nunca, mas queria que ele comesse ela com tudo, sem dó... ele... sem esforço nenhum, sentou ela no colo dele e, de um puxão, desfez o nó que segurava o vestido dela atrás da nuca... deixando as tetas dela, duras, respingadas à mercê dele… o… se mergulhou nelas… as lambia com desespero, as espremia, os mamilos da minha mina tinham virado tipo chiclete pra ele… minha namorada… puta como nunca, gostosa como sempre… apertava a cabeça dele contra o peito dela, e se esfregava na braguilha dele… minha mão subia e descia no meu pau… a cabeça prestes a explodir… sabia que tinha que fazer algo, mas não sabia o quê… enquanto isso, o show pornô continuava e os vidros começavam a embaçar… consegui ver uns movimentos brutos, assumi que era ele tentando tirar a calça… não aguentei mais… meti meu pau dentro da calça, saí do carro, parei do lado do deles que já começava a balançar no ritmo… abri a porta da frente e vi ela… só de tanguinha de leopardo… de joelhos, com o pau inteiro dele na boca… ao sentir meu olhar na nuca dela, sem largar a rola nunca, me olhou por um segundo, e voltou a lamber delicadamente… ele de olhos fechados, em transe… eu… sentei no banco do carona, fechei a porta, e continuei batendo punheta… isso a excitou ainda mais… ela chupava ele todinho… e me olhava… ele segurava ela pela nuca, e fazia ela enfiar bem fundo na garganta… eu tipo louco… adorava ver ela comendo um pau que não era o meu enquanto ela mexia a bunda gloriosa enfiada na calcinha. Tesão falei
— “não acredito que você é tão puta…!”
Ele se assustou e abriu os olhos… aparentemente, nunca tinha percebido que eu estava no carro… separou ela do pau dele e, assustado como um moleque pego no flagra, chegou a gaguejar…
— “cara! Me desculpa… juro que não queria…!”
— “você não queria, mas eu sim… aproveita que ela chupa como ninguém…!”
Ela me olhou, cúmplice, como nunca mais me olhou, e tendo recebido minha aprovação… se dedicou a ordenhar os ovos dele engolindo o pau inteiro…
Ele ainda nervoso, começou a relaxar, ao me ouvir dizer… “vai, chupa ele igual chupa em mim… tira todo o leite dele”, enquanto, eu pajeava furiosamente…ela gemia…chupava aquela rola brutalmente, tava cega…ele, entregue…eu querendo que aquele momento nunca acabasse…ele fez uma careta grotesca no rosto…ela sentiu a rola dele pulsando dentro da boca, anunciando o inevitável…eu desejando que a rola explodisse na boca dela e esfregando minha pica tão forte que dava pra acender uma fogueira…com a mão esquerda, toquei a buceta depilada dela de vez, e meus dedos começaram a escorrer com os sucos dela…a cabeça dela pra cima e pra baixo, ele implorando, eu batendo uma pra nós dois…até que, sem mais…começou um efeito dominó arrepiante:
Com um grito que tentou abafar…encheu a boca da minha mina de porra branca e morna…eu, ao ver que ela continuava lambendo e um fio fino de sêmen ligava a língua dela à cabeça da rola dele…não aguentei mais, e gozei de um jeito violento…minha porra voou pelo ar, sujou o teto, e começou a cair nas costas da minha puta divina que, ao sentir a porra dele na boca e a minha caindo impassível nas costas dela, teve um orgasmo nos meus dedos que coroou com um grito que de contido não teve nada…
Ali estávamos nós três…a rola dele ainda soltando porra…ela rendida de joelhos com a cabeça apoiada no banco e banhada a dois de porra…enquanto eu tentava guardar cada segundo na memória…
O aviso do quarto disponível nos surpreendeu vestindo no carro, onde ninguém emitiu som. Já ao descer, ele se atreveu a se desculpar de novo e perguntar pela namorada dele…voltamos pro meu carro, nos olhamos, engatei a primeira…e ela teve a boa ideia de devorar minha rola o caminho todo de volta pra casa.
Essa foi a primeira vez que fomos três…tomara que não tenha sido a última…topam mais?
Curto, breve, desconcertante. Às vezes outonalmente invernal… de vez em quando, cru e impiedoso.
Talvez por isso, eu criei o hábito de toda sexta-feira passar para buscar minha namorada (vocês a conhecem dos meus posts) no trabalho… pra evitar que ela pegue um metrô superlotado, espremida que nem sardinha.
Finalmente sexta-feira, cansaço, caos no trânsito e, de um cartaz amarelo, alguém insiste em me fazer acreditar que “Vai ser bom, Buenos Aires”. 18h30, microcentro, e minha namorada esperando na porta do trabalho, sempre gostosa, sempre agradável, e sempre com o Gonzalo, um dos colegas de trabalho dela.
— “E aí? Muita correria hoje no trampo?”
— “Oi! Sim… sexta-feira… você sabe como é sexta-feira”
— “Pois é… de qualquer forma, o dia já acabou”
Quando falei isso, nunca imaginei que ainda restava tanta vida pra uma sexta-feira que, naquele momento, parecia ter poucas horas de sobrevida.
— “Agora, entre nós… esse tal de Gonzalo, qual é a dele? O cara é uma figurinha carimbada!”
— “Haha… coitado, não! Ele é meio chato, mas sempre me dá conversa enquanto espero você”
— “Não seja ingênua! Ele quer te comer!”
— “Não fala assim! Além disso, ele tá namorando uma loira muito gostosa…”
— “Como se isso tivesse alguma coisa a ver…”
Aos meus olhos, a situação era clara, era só olhar pro cara… discípulo do Morgan e do Jack Sparrow, claramente um pirata em busca constante de alguém pra saquear, com um bronzeado de cama solar e uma superficialidade tão evidente quanto aqueles olhos verdes falsos que ele tentava passar por naturais…
— “Ainda tá de pé o plano de hoje à noite?” mudei de assunto
— “Sim, claro! Me deixa em casa pra eu me arrumar e depois passa pra me buscar”
Já fazia um tempo que a gente tinha a ideia de ir pra alguma balada swing, com a intenção de continuar alimentando nossos ratos, que naqueles dias não paravam de roer a fantasia de fazer aquilo em público.
Lá pras 1h30 da manhã, passo pra buscá-la. Ela desce e me surpreende com um vestido curto de oncinha, justo na cintura, de onde se abria a Saia etérea que ficava a uns 20 centímetros dos joelhos dela… decote amplo e generoso como os peitos dela, e uma costa totalmente de fora que impossibilitava o uso de qualquer sutiã. Tudo isso por baixo de um casaco peludo preto que tentava disfarçar o decote safado.
— “Ah, beleza…! Como você veio!!!”
— “Não gostou? Achei que sim… além disso, tô toda combinando…”
Ela acabou de sentar, quando levantou o vestido pra me mostrar uma calcinha fio-dental tão pequena quanto leopardo…
— “Mas você não tem pena! Tá no auge!”
— “É… verdade, tô mesmo… além disso, enquanto me vestia, tomei um pouco de vinho e você já me conhece quando bebo”
É verdade, quando os lábios dela entram em contato com um bom vinho, rola uma reação química por dentro que a transforma numa versão completamente sem vergonha dela mesma.
Com a excitação à flor da pele, chegamos na rua Anchorena.
Não vou mentir pra vocês, dava pra ver o nervosismo dos dois novatos num ambiente totalmente estranho. Entramos e a primeira sensação foi… “por que demoramos tanto pra vir aqui!!!”
Não consigo explicar aquele momento… a gente tinha a fascinação de um jogador viciado que acabou de chegar em Las Vegas… o ambiente nos envolveu… não era bem uma experiência orgiástica, mas a eletricidade no ar nos conectava com cada um ali presente.
Um balcão, os drinks que logo apareceram nas nossas mãos, os olhos que caíam no decote da minha mina, beijos quentes, minha mão sempre em contato com a pele dela… uma volta pelo lugar, até chegar na área onde estavam os casais… era a exacerbação dos sentidos… a pouca luz fazia a vista se aguçar pra ver corpos volumosos se recortando no ambiente, cheiro de calor, minha boca anestesiada por um drink doce, meus toques nas costas arrepiadas dela, e um ouvido de gato que permitia sentir cada gemidinho e suspiro que flutuava no ar. A gente estava fora de si… não tinha medo, não tinha dúvida, só excitação… nós Sentamos, ela no meu colo… os dois se tocando, mas olhando tudo ao redor… beijos, carícias, roçadas, minha mão levantou a saia dela pra deixar à vista de todos a calcinha fio dental… ela se esfregava no meu pau que tava duro desde a 1:30… a gente se esqueceu do resto e só cuidou da gente, até que uma frase botou um freio:
— “Gordo, tão passando a mão na minha bunda, vamos melhor…”
E, de fato, um dos nossos vizinhos ocasionais, enquanto beijava a namorada dele, passava a mão bem de leve na bunda da minha… e ainda buscava minha cumplicidade em cada olhar que cruzava…
— “Tem certeza?...”
— “Sim, sim… além disso, quero que você me coma num hotel”
Meio contrariado, a gente desceu e foi saindo do lugar… dava pra ver na cara dela a excitação… entre o álcool, o ambiente, e ter sido apalpada por um estranho, ela tava pronta pra tudo.
Rápido a gente chegou no carro, e fez o caminho todo pro hotel sem falar nada, ela com a cabeça encostada no meu ombro e a mão dela no meu volume.
Quando vi o primeiro hotel que me pareceu mais ou menos decente, a gente entrou. Estacionamento gigante, cheio de carros, a gente desceu, ela toda fogosa, recepção, pedindo um quarto, e um “não tenho quarto disponível até daqui uns 30 minutos, podem esperar aqui ou no carro” que me bateu forte que nem um cruzado de direita do Tyson. Por sorte ela disse: “vamos esperar um pouquinho, gordo…” enquanto passava a mão no meu pau…
Não curti ter que esperar por um quarto, mas a situação toda era tão quente que não importava. Uns sofazinhos azuis surrados, num espaço minúsculo, formavam uma sala de espera que, por sorte, tava vazia. A gente sentou, se olhou, e se beijou… muito gostoso, muito quente… já começando o jogo sexual, soltei um:
— “Que pena que você não gostou de terem passado a mão na sua bunda…”
— “Quem disse que não gostei? Adorei… mas fiquei com medo” e, sem nenhum pudor, apertava o tronco da minha pica.
Fascinado, falei:
— “É? Olha só… mas do que você se assustou, boba… se você tava gostando, tava tudo certo” bem..."
Antes que eu pudesse responder, ouvimos umas vozes e passos se aproximando, um casal tinha acabado de chegar na salinha. O que já era uma situação desconfortável, virou algo desagradável, e ela disse:
— "Gon? Oi! Que doidera!"
Virei a cabeça, e não podia acreditar... lá estava ele... com aquele bronzeado no meio de junho, e olhos que agora estranhamente tinham virado pretos, o colega de trabalho dela... minha impressão inicial tinha acabado de se confirmar... superficialidade pura, igual à loira que o acompanhava. Cumprimentos, apresentações pra todo lado, e do nada nos vimos metidos numa conversa de 4 que era insustentável... risadas exageradas, olhares cruzados, ela segurando minha mão, e toda excitada esquentando a pica dele... o decote dela balançava, ameaçando mostrar os bicos a qualquer momento, eu só balançava a cabeça concordando com tudo. O tempo não passava nunca, e a loira fala: "Gonza, vamos pro carro? Tô com frio aqui." Ele, sempre de olho nas tetas da minha mina, cuspiu um "bem... já vamos. Beleza, galera, a gente vai pro carro, falou."
Quando eles mal tinham começado a ir pro estacionamento, um...
— "gordo, a gente também podia ir esperar no carro, né? tá fresquinho aqui."
— "ok, bora, mas não sabia que você era tão piranha."
— "por quê?" ela disse com um meio sorriso...
— "ah, para de encher o saco...! Você esquentou a pica do seu amiguinho pra caralho... ele vai comer ela pensando que é você agora."
— "haha... olha o que você fala...! e bem, deixa ele, problema dele, né?"
Já andando pro carro... vejo que o colega dela tava subindo no carro estacionado do lado do meu... inacreditável...! Justo nesse hotel, nesse dia, nessa hora, nesse espaço do estacionamento geral, tinha que ter estacionado!!!
— "viu quem é nosso vizinho de estacionamento?"
— "sim... haha"
Assim que entrei no carro, tentei esquecer tudo e comecei a beijar ela gostoso... ela tava ainda mais tesuda do que antes... deslizei minha mão por baixo do vestidinho curto dela, e ela disse:
— "para...! o meu colega tá do lado... espera aí —se a gente nos vê?"
—"Você adoraria que a gente fosse visto, mas fica tranquilo, ele tá na dele..."
Ela virou a cabeça pra ver o que rolava no carro do lado, e se deparou com "o Gon dela", agarrado nas tetas da loira... minha mina se ajeitou no banco pra não perder nenhum detalhe do que acontecia no outro carro... encostou as costas no meu peito, e aproveitei a situação pra começar a acariciar os bicos dela com uma mão, e a buceta dela com a outra... enquanto sussurrava:
—"Te excita, né? Cê tem vontade de comer ele...?"
—"Sim, verdade... a situação me dá um tesão danado."
Fiquei duro, seco, frio.
A cena, longe de me irritar, me deixou com muito tesão, tanto que aumentei a aposta:
—"Ah, é?! Então vai lá e come ele... duvido você ter coragem..."
—"Tem certeza que eu não tenho?"
Ela nem terminou de falar, se virou, me deu um beijo e disse:
—"Olha."
Abriu a porta do carro, andou os dois passos que separavam os carros, bateu no vidro do motorista e entrou no banco de trás... não acreditava no que tava vivendo... duvidei se era brincadeira ou se ela realmente faria aquilo... as dúvidas sumiram rápido.
Vi que trocaram umas palavras, e na hora ele puxou ela pela nuca e beijou a boca dela sem controle... eu sabia que deveria me sentir puto, furioso, mas tava adorando o que via... ele começou a apalpar as tetas dela enquanto se virava pro banco de trás... a loira... ficou apavorada, perdida igual a mim... deu um jeito de sair do carro batendo a porta, soltando uns xingos no ar, e sumiu... eles já estavam se beijando sem vergonha, e as mãos dele se multiplicavam pra tocar ela... eu com o pau apontando pro teto e a calça jeans desabotoada.
Foi tudo muito rápido, até hoje não consigo explicar a sensação... tava puto, com ciúme como nunca, mas queria que ele comesse ela com tudo, sem dó... ele... sem esforço nenhum, sentou ela no colo dele e, de um puxão, desfez o nó que segurava o vestido dela atrás da nuca... deixando as tetas dela, duras, respingadas à mercê dele… o… se mergulhou nelas… as lambia com desespero, as espremia, os mamilos da minha mina tinham virado tipo chiclete pra ele… minha namorada… puta como nunca, gostosa como sempre… apertava a cabeça dele contra o peito dela, e se esfregava na braguilha dele… minha mão subia e descia no meu pau… a cabeça prestes a explodir… sabia que tinha que fazer algo, mas não sabia o quê… enquanto isso, o show pornô continuava e os vidros começavam a embaçar… consegui ver uns movimentos brutos, assumi que era ele tentando tirar a calça… não aguentei mais… meti meu pau dentro da calça, saí do carro, parei do lado do deles que já começava a balançar no ritmo… abri a porta da frente e vi ela… só de tanguinha de leopardo… de joelhos, com o pau inteiro dele na boca… ao sentir meu olhar na nuca dela, sem largar a rola nunca, me olhou por um segundo, e voltou a lamber delicadamente… ele de olhos fechados, em transe… eu… sentei no banco do carona, fechei a porta, e continuei batendo punheta… isso a excitou ainda mais… ela chupava ele todinho… e me olhava… ele segurava ela pela nuca, e fazia ela enfiar bem fundo na garganta… eu tipo louco… adorava ver ela comendo um pau que não era o meu enquanto ela mexia a bunda gloriosa enfiada na calcinha. Tesão falei
— “não acredito que você é tão puta…!”
Ele se assustou e abriu os olhos… aparentemente, nunca tinha percebido que eu estava no carro… separou ela do pau dele e, assustado como um moleque pego no flagra, chegou a gaguejar…
— “cara! Me desculpa… juro que não queria…!”
— “você não queria, mas eu sim… aproveita que ela chupa como ninguém…!”
Ela me olhou, cúmplice, como nunca mais me olhou, e tendo recebido minha aprovação… se dedicou a ordenhar os ovos dele engolindo o pau inteiro…
Ele ainda nervoso, começou a relaxar, ao me ouvir dizer… “vai, chupa ele igual chupa em mim… tira todo o leite dele”, enquanto, eu pajeava furiosamente…ela gemia…chupava aquela rola brutalmente, tava cega…ele, entregue…eu querendo que aquele momento nunca acabasse…ele fez uma careta grotesca no rosto…ela sentiu a rola dele pulsando dentro da boca, anunciando o inevitável…eu desejando que a rola explodisse na boca dela e esfregando minha pica tão forte que dava pra acender uma fogueira…com a mão esquerda, toquei a buceta depilada dela de vez, e meus dedos começaram a escorrer com os sucos dela…a cabeça dela pra cima e pra baixo, ele implorando, eu batendo uma pra nós dois…até que, sem mais…começou um efeito dominó arrepiante:
Com um grito que tentou abafar…encheu a boca da minha mina de porra branca e morna…eu, ao ver que ela continuava lambendo e um fio fino de sêmen ligava a língua dela à cabeça da rola dele…não aguentei mais, e gozei de um jeito violento…minha porra voou pelo ar, sujou o teto, e começou a cair nas costas da minha puta divina que, ao sentir a porra dele na boca e a minha caindo impassível nas costas dela, teve um orgasmo nos meus dedos que coroou com um grito que de contido não teve nada…
Ali estávamos nós três…a rola dele ainda soltando porra…ela rendida de joelhos com a cabeça apoiada no banco e banhada a dois de porra…enquanto eu tentava guardar cada segundo na memória…
O aviso do quarto disponível nos surpreendeu vestindo no carro, onde ninguém emitiu som. Já ao descer, ele se atreveu a se desculpar de novo e perguntar pela namorada dele…voltamos pro meu carro, nos olhamos, engatei a primeira…e ela teve a boa ideia de devorar minha rola o caminho todo de volta pra casa.
Essa foi a primeira vez que fomos três…tomara que não tenha sido a última…topam mais?
21 comentários - Compartilhando minha namorada (conto rápido)
De a poco voy a leer todos.