Tudo começou um dia, eu tinha 18 anos.
Só gostava de mulher. Mas tinha um amigo que adorava tirar a rola dele pra fora, que era bem grande (uns 14 cm mole, com uns 3,50 de grossura), e mostrar só pra zuar (o filho da puta).
Um dia fomos pescar, coisa que a gente fazia direto porque os dois curtem pesca. Pegamos nossas bicicletas e carregamos a barraca, a churrasqueira, as varas e o lampião. Partimos rumo ao riacho. Era pleno verão, então depois de uns quilômetros já estávamos sem camisa. Mas não rolava nada estranho, porque isso era normal.
Chegamos, montamos a barraca e o acampamento, e fomos pescar e tomar um vinho. Não pegávamos muito peixe, então começamos a falar de mulher e do que a gente fazia com elas. Eu tinha muito mais histórias porque sou bem atraente. Nisso, ele fala que vai mijar a uns metros. Eu continuo pescando, ele termina de mijar e coloca a rola pra trás, entre as pernas, aparecendo só os pelos na frente e
– me fala: "olha essa buceta".
– E eu morria de rir.
Ele abre as pernas na hora e aparece o pedaço dele mole. E eu não parava de olhar. Aí ele subiu a calça e continuamos pescando. Nisso, começo a ficar com a cabeça cheia daquele pedaço de carne. E me sentia excitado, uma coisa muito estranha. Passou um tempo e voltei ao normal, continuamos bebendo e contando histórias. Vou mijar e tento fazer a mesma coisa pra gente rir. Ele me olha e fala:
– que buceta bonita você tem. E ria.
Me arrumo e ele vê meu pau, que tem uns 15 cm duro. E ele começa a falar quando vê ele mole:
– é isso que você tem? E ria. Como é que você faz com as mulheres?
– Transo super bem, você é que tem um pedaço bonito, falo.
– Rindo, ele fala: "e você nem viu ele duro."
– Não, verdade, não conheço ele nesse estado, falo e sorrio.
Ele tira o pau mole e fala:
– olha isso? Não queria sentir como é pegar um pedaço desse? E ri.
– Tá me zoando?, falo.
Ele ri e fala:
– sim, mas eu sei que você queria. sentir como é.
e ela se aproxima andando e me diz
— pega, segura
ao que eu respondo — cê tá doido? que que cê tem?
— não tô te zoando não, mas vi como cê olhava pra mim hoje. pega nela, vai, só pra sentir como é.
tanto insistir que eu peguei, senti tanta coisa quando segurei.
— falei pra ela que é grossa, que é gostoso de sentir.
— aí ela respondeu: quer provar?
— e antes que insistisse de novo, peguei de volta e enfiei tudo de uma vez na boca. e falei: olha, nunca fiz isso, não sei se cê vai gostar?
— e ela disse: continua, que cê tem a noite toda pra aprender.
eu até tinha uma ideia por causa das minas com quem transei que tinham me feito oral.
segurei bem, levantei e comecei a passar a língua por todas as bolas e a enfiá-las na boca, passando mais e mais língua. já tava amando o que tava fazendo. comecei a subir pelo tronco, passando bem a língua, e via que tava crescendo aos poucos. e cada vez tava maior e mais venosa. e não aguentei, comecei a chupar tudo e passar cada vez mais língua quando já tava no tamanho total. a cock dela era linda, era enorme, nunca tinha visto igual. deu mais vontade de chupar e chupar. ela gemia e gemia e falava:
— continua assim que eu adoro. e segurava minha cabeça e empurrava contra a cock dela e eu engolia mais ainda aquela cock. nisso ela disse: — olha, tô quase gozando. faz eu gozar batendo uma e vê como meu gozo cai na grama.
peguei nela e comecei a bater uma bem forte e vi como começou a tremer e o gozo começou a jorrar de um jeito impressionante, jorrava e jorrava jatos de gozo. parecia aqueles filmes onde gozam sem parar. quando terminou, ela disse: — ainda não acabou isso.
abaixou meu short e começou a tocar minha bunda e disse: — olha, vou te foder pra você nunca esquecer de mim.
— ao que eu respondi: sim, meu garanhão, quero que me parta ao meio.
começou a passar a língua bem na minha bunda, que delícia que é. passava mais e mais língua, começou a enfiar um dedinho e eu Ela colocava cada vez mais saliva, logo em seguida enfiou o outro dedo e foi metendo devagarzinho. Me encheu bem de baba e eu já tava com o pau duro de novo, parecia até mais rijo. Chupei ele gostoso e babei bastante pra deixar bem lubrificado. Ela me virou e colocou a cabeça do pau, que tava bem inchada, na porta do meu cu. E foi enfiando devagar, primeiro a cabeça, ficou parada e de repente enterrou até o fundo. Eu chorava, mas tava adorando. Ela começou a meter com muita força. De vez em quando tirava e enfiava de uma vez com tudo, e eu amava. Me colocou de quatro e metia com mais força ainda, era maravilhoso o que eu sentia. Mas aí não enfiava mais tudo, só até a metade. E eu recuava pra entrar inteiro e tocava com a mão pra ver se tava tudo dentro. Depois de meia hora de sexo sem limites, ela falou: "olha, vou gozar, bate uma pra mim como hoje". Eu respondi: "nem fodendo, quero todo esse leite que você gozou hoje". Me virei, ajoelhei e comecei a chupar com força, enfiando até a garganta. Quando ela pegou no pau e começou a bater uma, deu duas sacudidas e colocou na minha língua, e começou a jorrar aqueles jatos de leite deliciosos. Eu engolia e engolia, e ela não parava de soltar, e ainda encheu minha cara toda de porra também. Que delícia sentir todo aquele leite na minha cara. Me limpei e chupei até deixar bem limpinho.
À noite, a gente fez de novo, uma vez atrás da outra. E ela encheu minha bunda de leite umas duas vezes, que gostoso era sentir quando ela gozava dentro de mim.
Espero comentários pra continuar postando mais relatos. Feliz punheta, é uma pena que você não esteja aqui pra tomar meu leitinho.
Só gostava de mulher. Mas tinha um amigo que adorava tirar a rola dele pra fora, que era bem grande (uns 14 cm mole, com uns 3,50 de grossura), e mostrar só pra zuar (o filho da puta).
Um dia fomos pescar, coisa que a gente fazia direto porque os dois curtem pesca. Pegamos nossas bicicletas e carregamos a barraca, a churrasqueira, as varas e o lampião. Partimos rumo ao riacho. Era pleno verão, então depois de uns quilômetros já estávamos sem camisa. Mas não rolava nada estranho, porque isso era normal.
Chegamos, montamos a barraca e o acampamento, e fomos pescar e tomar um vinho. Não pegávamos muito peixe, então começamos a falar de mulher e do que a gente fazia com elas. Eu tinha muito mais histórias porque sou bem atraente. Nisso, ele fala que vai mijar a uns metros. Eu continuo pescando, ele termina de mijar e coloca a rola pra trás, entre as pernas, aparecendo só os pelos na frente e
– me fala: "olha essa buceta".
– E eu morria de rir.
Ele abre as pernas na hora e aparece o pedaço dele mole. E eu não parava de olhar. Aí ele subiu a calça e continuamos pescando. Nisso, começo a ficar com a cabeça cheia daquele pedaço de carne. E me sentia excitado, uma coisa muito estranha. Passou um tempo e voltei ao normal, continuamos bebendo e contando histórias. Vou mijar e tento fazer a mesma coisa pra gente rir. Ele me olha e fala:
– que buceta bonita você tem. E ria.
Me arrumo e ele vê meu pau, que tem uns 15 cm duro. E ele começa a falar quando vê ele mole:
– é isso que você tem? E ria. Como é que você faz com as mulheres?
– Transo super bem, você é que tem um pedaço bonito, falo.
– Rindo, ele fala: "e você nem viu ele duro."
– Não, verdade, não conheço ele nesse estado, falo e sorrio.
Ele tira o pau mole e fala:
– olha isso? Não queria sentir como é pegar um pedaço desse? E ri.
– Tá me zoando?, falo.
Ele ri e fala:
– sim, mas eu sei que você queria. sentir como é.
e ela se aproxima andando e me diz
— pega, segura
ao que eu respondo — cê tá doido? que que cê tem?
— não tô te zoando não, mas vi como cê olhava pra mim hoje. pega nela, vai, só pra sentir como é.
tanto insistir que eu peguei, senti tanta coisa quando segurei.
— falei pra ela que é grossa, que é gostoso de sentir.
— aí ela respondeu: quer provar?
— e antes que insistisse de novo, peguei de volta e enfiei tudo de uma vez na boca. e falei: olha, nunca fiz isso, não sei se cê vai gostar?
— e ela disse: continua, que cê tem a noite toda pra aprender.
eu até tinha uma ideia por causa das minas com quem transei que tinham me feito oral.
segurei bem, levantei e comecei a passar a língua por todas as bolas e a enfiá-las na boca, passando mais e mais língua. já tava amando o que tava fazendo. comecei a subir pelo tronco, passando bem a língua, e via que tava crescendo aos poucos. e cada vez tava maior e mais venosa. e não aguentei, comecei a chupar tudo e passar cada vez mais língua quando já tava no tamanho total. a cock dela era linda, era enorme, nunca tinha visto igual. deu mais vontade de chupar e chupar. ela gemia e gemia e falava:
— continua assim que eu adoro. e segurava minha cabeça e empurrava contra a cock dela e eu engolia mais ainda aquela cock. nisso ela disse: — olha, tô quase gozando. faz eu gozar batendo uma e vê como meu gozo cai na grama.
peguei nela e comecei a bater uma bem forte e vi como começou a tremer e o gozo começou a jorrar de um jeito impressionante, jorrava e jorrava jatos de gozo. parecia aqueles filmes onde gozam sem parar. quando terminou, ela disse: — ainda não acabou isso.
abaixou meu short e começou a tocar minha bunda e disse: — olha, vou te foder pra você nunca esquecer de mim.
— ao que eu respondi: sim, meu garanhão, quero que me parta ao meio.
começou a passar a língua bem na minha bunda, que delícia que é. passava mais e mais língua, começou a enfiar um dedinho e eu Ela colocava cada vez mais saliva, logo em seguida enfiou o outro dedo e foi metendo devagarzinho. Me encheu bem de baba e eu já tava com o pau duro de novo, parecia até mais rijo. Chupei ele gostoso e babei bastante pra deixar bem lubrificado. Ela me virou e colocou a cabeça do pau, que tava bem inchada, na porta do meu cu. E foi enfiando devagar, primeiro a cabeça, ficou parada e de repente enterrou até o fundo. Eu chorava, mas tava adorando. Ela começou a meter com muita força. De vez em quando tirava e enfiava de uma vez com tudo, e eu amava. Me colocou de quatro e metia com mais força ainda, era maravilhoso o que eu sentia. Mas aí não enfiava mais tudo, só até a metade. E eu recuava pra entrar inteiro e tocava com a mão pra ver se tava tudo dentro. Depois de meia hora de sexo sem limites, ela falou: "olha, vou gozar, bate uma pra mim como hoje". Eu respondi: "nem fodendo, quero todo esse leite que você gozou hoje". Me virei, ajoelhei e comecei a chupar com força, enfiando até a garganta. Quando ela pegou no pau e começou a bater uma, deu duas sacudidas e colocou na minha língua, e começou a jorrar aqueles jatos de leite deliciosos. Eu engolia e engolia, e ela não parava de soltar, e ainda encheu minha cara toda de porra também. Que delícia sentir todo aquele leite na minha cara. Me limpei e chupei até deixar bem limpinho.
À noite, a gente fez de novo, uma vez atrás da outra. E ela encheu minha bunda de leite umas duas vezes, que gostoso era sentir quando ela gozava dentro de mim.
Espero comentários pra continuar postando mais relatos. Feliz punheta, é uma pena que você não esteja aqui pra tomar meu leitinho.
16 comentários - Meu primeiro contato (gay)
buen relato, que lindo pescar una pijota asi 🙂