Ninguém que não tenha vivido isso pode imaginar o tormento que é morar com quatro mulheres, ainda mais quando três delas são praticamente adolescentes. Minha família é composta por pai e mãe ainda jovens, papai com 44 e mamãe com 43, depois eu com 21, uma irmã de 20 e as gêmeas com 18. Meu pai é vendedor viajante e fica fora de casa três semanas por mês, então o único homem da casa quase o tempo todo sou eu.
Todo mundo acha que somos uma família bonita, papai e mamãe são jovens, muito esportistas e extremamente atraentes, mamãe é uma verdadeira gostosa. Minha irmã mais velha, Agustina, é a que mais se parece com ela, com seu um metro e setenta e cinco e sua figura imponente de tirar o fôlego. As gêmeas não são tão altas ainda, mas têm um corpinho espetacular, umas tetinhas maravilhosas e uma bunda pequena e redonda que dá água na boca, além de uma carinha de meninas perversas que promete os prazeres proibidos mais excitantes. De mim, prefiro não falar por pudor, mas garanto que faço muito sucesso com as garotas.
O problema é a convivência, porque elas nunca me consideram um homem. Saem do quarto de calcinha para ir ao banheiro, penduram as calcinhas nas torneiras, guardam absorventes no armário sem se importar que eu veja, deixam sutiãs no chão, penduram meias no varal da banheira e muitas vezes esquecem de fechar a porta quando tomam banho. Quando entro sem querer, soltam uns gritos que gelam o sangue e me xingam aos berros, mas isso não é nada comparado ao cheiro.
Sim, as mulheres fedem, e fedem forte. Abusam de perfumes e cremes, usam xampus e condicionadores bem cheirosos, e esses odores doces e enjoativos, misturados com suor e o cheiro acre de buceta quando estão menstruadas, formam uma mistura realmente nauseante. De manhã, passar pelo quarto onde minhas três irmãs dormem me dá Náuseas, sai dela um fedor digno de caverna de urso hibernando, mas confesso uma coisa: esse cheiro de buceta também me esquenta pra caralho.
Claro que vocês vão pensar que eu já deveria estar acostumado, mas minhas irmãs são umas gostosas e minha mãe ainda chama atenção igual quando tinha a idade delas, e eu não sou de ferro. Imaginem: vejo minhas irmãs semi-vestidas (ou semi-peladas) todo santo dia e já vi elas peladas um monte de vezes (sempre sem querer) e sinto o cheiro delas o tempo todo. Minha mãe, costumo ver de camisola quando ela me dá o beijo de boa noite e quando faz o café da manhã, sempre coberta com um roupão, mas não consigo evitar de espiar pelo decote. Minha mãe tem os peitos sardentos. De manhã, quando meu pai está em casa, ela costuma cheirar a sexo e me excita pra caramba pensar que durante a noite eles transaram sem parar (os coitados devem querer compensar o tempo que ficam separados).
Viver rodeado de mulheres lindas é um verdadeiro teste de paciência e um desafio à castidade, mas mesmo que eu me mantenha fiel aos meus princípios e tenha eliminado da minha mente a possibilidade de me masturbar pensando nas minhas irmãs e na minha mãe, a natureza costuma me trair muitas noites e tenho sonhos eróticos com elas que terminam em poluções noturnas violentas que depois me enchem de culpa. Já me perguntei se minhas irmãs passam pelo mesmo, se já passou pela cabeça delas se masturbar pensando em mim, ou se já fizeram isso, ou se também têm sonhos eróticos que terminam em orgasmos inesperados. A resposta veio do jeito mais inesperado.
A primeira mensagem chegou uma noite. Eu estava tirando as cobertas da cama para deitar quando vi em cima do travesseiro uma calcinha fio-dental rosa pequenina e, do lado, um bilhete. O triângulo da calcinha que cobre a rachinha estava molhado e o bilhete dizia: "Me molhei pensando em você". Senti o cheiro, cheirava delicadamente a buceta, depois passei a língua e adorei o gosto, não consegui evitar isso e tive uma ereção, uma ereção monstruosa, e quebrei pela primeira vez a regra que eu mesmo tinha imposto: bati uma punheta violenta enrolando a glande na calcinha fio-dental e depois levei ela pro banheiro e joguei no cesto de roupa suja.
Na manhã seguinte, fiquei observando atentamente o rosto das minhas irmãs, tentando descobrir algum gesto que denunciasse a dona da calcinha, mas nenhuma se comportou diferente do normal. À noite, quando fui tirar as cobertas, encontrei outro bilhete: "Valeu pelo presentinho, adorei seu leite". Um tremor incontrolável me tomou, me imaginei minha irmã lambendo o leite da calcinha, mas qual delas?
Duas noites depois, ao entrar no meu quarto, encontrei as cobertas da minha cama amassadas e, no espelho da cômoda, um bilhete colado: "Na frente desse espelho, dancei pelada pra você e depois bati uma punheta na sua cama, te deixo meu sutiã". Era um sutiã branco e me pareceu que ainda estava quente, mas o tamanho não me dava nenhuma pista de quem era, porque todas usam o mesmo número, até a mamãe, eu sei porque ela reclama direto que elas pegam os dela. Quem quer que fosse sabia muito bem o que estava fazendo, tava me deixando louco de tesão.
Na noite seguinte, encontrei meu pijama em cima da cama e um bilhete: "Vesti seu pijama pra bater a melhor punheta da minha vida, me desculpa se molhei ele um pouquinho". E realmente estava molhado na parte da virilha, ela tinha batido uma punheta em cima do pijama, e eu bati uma cheirando aquele cheiro delicioso de buceta. De manhã, ficava olhando fixamente pra elas, mas nenhuma fazia o menor gesto que a denunciasse, eu tava ficando louco, fosse quem fosse. Pra piorar, naquela tarde, quando voltei pra casa, fui pro meu quarto estudar e descobri outro bilhete colado no monitor do computador: "Te deixo uma foto pra você começar a me conhecer".
Liguei o computador, ela tinha colocado como papel de parede uma foto de uma buceta tirada de frente. No No escritório, havia um ícone "Meu use the word: pussy" chamado. Abri, era outro bilhete: "Tirei essa foto com sua câmera digital, espero que goste". Observei atentamente, ela era linda, lábios grossos, pelos depilados, exceto um pequeno tufo no topo, e o clitóris mais bonito que já tinha visto, rosado e ereto, saindo da capinha. Gozei no monitor depois de uma punheta frenética. Na manhã seguinte, ao entrar no banheiro, encontrei o espelho escrito com batom: "Te desejo", dizia.
Enquanto tomava banho, pensava desesperadamente em como descobrir quem era a autora das mensagens, estava ficando louco e até pensei em interrogá-las francamente, uma por uma, até fazer a autora confessar e depois comê-la por horas, mas quando voltei a me vestir, encontrei outro bilhete no meu quarto: "Se esta noite você me quiser na sua cama, durante o jantar diga a palavra 'SIM' em voz alta e clara, depois me espere no seu quarto. Tem duas condições: não pode acender a luz e não pode falar uma única palavra enquanto estiver comigo".
Naquela noite, enquanto jantávamos, num momento em que fez silêncio, eu disse "Sim" em voz alta, as quatro levantaram a cabeça e me olharam estranhas, mamãe perguntou: "Sim o quê?" Fiquei vermelho: "Desculpa, estava pensando em algo e falei alto", disse enquanto todas me olhavam com curiosidade, mas eu sabia que uma delas tinha recebido a mensagem. Deitei nu e estava com um tesão tão grande que tremia como se tivesse febre, ela me fez esperar mais de uma hora, mas veio.
Deslizou silenciosamente para minha cama e entrou debaixo das cobertas, estava nua e sua pele estava muito quente, senti ela tremer quando a abracei e sua boca procurou a minha, ofegante: "Agustina", descobri, então era ela. Percebi pela altura e pelas pernas longas, mas o tesão transbordava e a mão dela agarrou meu pau e apertou ansiosa, puxando para que eu metesse sem demora, mas ela não me deixou tomar a iniciativa, subiu em cima. em cima e se auto-penetrou, gemindo alto com a boca aberta. Tudo que pude fazer foi enfiar um dedo no cu dela. Foi rápido demais, ela tava muito quente e o orgasmo a devastou, eu também gozei sem controle.
A gente se sacudiu igual possesso, com as bocetas pulsando por um tempão. Eu sentia o esfíncter anal dela apertando meu dedo enterrado no reto com contrações fortes. Depois, a gente se beijou demorado, com as línguas entrelaçadas, agradecidos pelo orgasmo maravilhoso que tínhamos dado um ao outro. Quando a gente se acalmou, Agustina se levantou em silêncio total e saiu do meu quarto. Pensei que fosse no banheiro e voltasse, mas esperei à toa. Naquela noite, a sessão tinha acabado.
No dia seguinte, ela nem me olhou. Me cumprimentou como se nada tivesse acontecido, e eu entendi que ela não queria que ninguém percebesse que algo diferente do normal tinha rolado. Depois do café, voltei pro meu quarto e encontrei uma nova mensagem e um vidrinho pequeno de Anal Lub. A mensagem dizia: "Pra hoje à noite". Minhas mãos tremeram. Agustina ia me entregar o último segredo dela.
Naquela noite, esperei ansioso. Ela chegou em silêncio, igual da outra vez, e se enfiou na minha cama, tremendo de tesão. Tava tão quente que soluçava enquanto se apertava contra meu corpo, e as mãos dela agarravam meu pau. Apertei ela, beijei, mordi, chupei os peitos dela fazendo ela gemer, e enfiei minha boca na buceta dela, provocando uma sequência interminável de orgasmos. Finalmente, ela separou minha boca da virilha dela e virou, se ajoelhando de quatro. Aí eu me joguei no cu dela, lambi e enfiei a língua, saboreando. Depois, peguei o lubrificante anal e lubrifiquei generosamente, primeiro enfiando um dedo e depois dois, enquanto masturbava ela. Agustina gemia e bufava, e eu também lubrifiquei minha pica. Aí enfiei devagar.
O gemido da Agus virou um uivo, que ela mal conseguiu abafar mordendo o travesseiro. Nunca tinha penetrado um cu tão... mais gostosa da minha vida inteira, era maravilhoso e meu pau deslizava dentro dele com uma suavidade incrível. "A melhor buceta da minha vida", pensei enquanto metia e tirava meu pau duro e Agus rugia com a boca afundada no travesseiro, aquela mulher estava gozando como uma puta e eu me sentia um super-homem.
Quando sentiu o primeiro jato de gozo dentro do cu, acabou rugindo, tive que me agarrar na cintura dela com toda minha força porque ela rebolava tão forte que quase me jogou da cama, era uma potra indomável tentando se livrar do cavaleiro, mas montei nela como um domador experiente até que aos poucos foi se acalmando, finalmente se deixou cair esmagada na cama debaixo do meu peso, ofegando como se tivesse galopado por horas enquanto eu beijava seu pescoço e lambia sua nuca. Agustina me enlouquecia, era uma mulher apaixonada como nunca conheci outra, mas além disso agora entendia que suas condições, transar em silêncio e com a luz apagada, eram uma genialidade que adicionava um tempero extra, adivinhar nossos corpos e não falar me excitava pra caralho.
Dessa vez ela não foi embora tão rápido, ficou um tempão abraçada em mim enquanto nos beijávamos longamente e a mão dela me masturbava devagar até conseguir uma nova ereção, então fizemos um 69 antológico e ela só foi embora quando bebeu a última gota do meu gozo. Na manhã seguinte, enquanto tomávamos café, procurei seus olhos tentando descobrir algum gesto, mas Agustina não me dirigiu nem um olhar que pudesse entregá-la. Mamãe levou as gêmeas pra escola e depois foi passar o dia com a vovó, Agus e eu ficamos inesperadamente sozinhos, era uma oportunidade magnífica para aproveitar de outro jeito de nos amar, com luz e com palavras.
Ela virou as costas e começou a lavar as xícaras do café, estava muito tentadora com seu shortinho de tênis branco enfiando sua bunda redonda, que tanto prazer me deu na noite anterior, suas pernas longas bronzeadas e a regata curta que levantavam as paradinhas tetinhas deixando seu delicioso umbigo à mostra, fiquei de água na boca quando me aproximei dela por trás, pronto pra dar uma surpresa gostosa. Abracei ela por trás, apertando os peitos duros dela e encostando minha bela ereção entre as bundinhas dela, mas ela não reagiu como eu esperava.
Ela se virou furiosa e, virando-se, me deu um tapa violento que virou minha cara, enquanto gritava: "Que que cê tá fazendo, idiota?" Fiquei paralisado olhando pra ela sem saber o que dizer, e ela falou: "Se tá com tesão, paga uma puta!" Eu só balbuciei: "Mas... mas..." "Mas o quê? Imbecil!" Ela gritou de novo "Agus... você e eu... Não entendo..." Então, como uma revelação, a verdade atravessou minha mente "Agus, agora entendo tudo, por favor senta e deixa eu explicar" "O que é que você vai explicar?" Gritou ainda furiosa. "Por favor, me escuta" Supliquei e Agustina sentou de má vontade numa cadeira e eu na frente dela.
Contei tudo desde o começo, as mensagens, como eu as recebia, minha curiosidade pra saber quem deixava, as condições de escuridão total e silêncio impostas pra gente se encontrar e minhas dúvidas até a noite em que, quem eu pensei que era ela, entrou na minha cama e na noite anterior tinha me entregado a portinha dos fundos. "Pela altura e pelo corpo descartei as gêmeas e tive certeza que era você, nem me passou pela cabeça pensar em outra mulher... até agora" "Mãe!" Exclamou Agustina levando a mão à boca como se tentasse abafar a palavra. "Sim, mãe" Confirmei "Só podia ser ela"
Agustina desabou a chorar amargamente "Velha puta! Hipócrita! Me fazer passar por puta pra dar pro próprio filho! Puta imunda!" Tava furiosa e eu entendia ela, mamãe tinha usado a semelhança física dela se passando por ela pra entrar na minha cama... Será que tava tão no cio que não podia esperar papai voltar? Pensei enquanto tentava consolar a Agus, que só então percebeu uma coisa que até o num momento escapou: "E você achava que estava transando comigo?" "Sim", respondi.
"Você gosta de mim?" Ela perguntou, ainda soluçando. "Sim", respondi, envergonhado. "Você já me desejou antes da mamãe começar com isso?" "Sim, mas como era impossível, me neguei a possibilidade de pensar em você", respondi. "E as gêmeas também?" "Não como você", falei, sincero. Ela ficou em silêncio por alguns minutos, soluçando enquanto pensava, e então disse: "Me sinto estranha... Acabei de descobrir que meu irmão me deseja, que minha mãe me usou pra transar com ele e que comecei a pensar em coisas que não queria pensar..." "Que coisas, Agus?", perguntei. "Que eu também te desejei... Quando era pequena, muitas vezes me imaginei com você, mas você era meu irmão e tirei isso da cabeça, e agora a mamãe te traz de volta..."
Sentei ao lado dela e passei meu braço sobre os ombros dela, e Agustina apoiou a cabeça em mim. "Nunca mais vou fazer isso com ela, não conseguiria", disse a ela. Ela acariciou minha bochecha com ternura e, olhando nos meus olhos, disse: "Pelo menos vou ter que agradecer a ela por nos fazer abrir o jogo." Então peguei seu queixo com a mão e aproximei minha boca da dela. Agus fechou os olhos e entreabriu os lábios pra receber meu beijo. Carreguei ela no colo até a cama.
Quando a despi, entendi que deveria ter percebido que quem vinha pra minha cama à noite não era a Agustina. A carne dela era firme e a pele lisa, o corpo dela era claramente diferente do da nossa mãe, mas minha excitação e o sutil trabalho de sedução que ela tinha desenvolvido me confundiram e seduziram. Só uma coisa as igualava: ambas eram igualmente ardentes e apaixonadas. No entanto, algo as diferenciava notavelmente: Agustina me fazia sentir amado, e a mamãe só me fazia sentir desejado.
A amei devagar, diferente do jeito que amava a mamãe. Ela também reagia de forma diferente. Mesmo no auge do clímax, se manifestava com gentil delicadeza, gemia docemente e soluçava ao chegar em cada orgasmo enquanto cravava os dedos. no meu cabelo e me acariciava ternamente. O corpo dela se acendia quando minhas mãos percorriam ele, os peitos pequenos e firmes eram extremamente sensíveis e quando lambi os bicos duros, os gemidos dela entregaram que minha língua era capaz de provocar orgasmos, mesmo sem tocar seu tesouro mais precioso.
Quando cheguei, o corpo da Agustina se transformou num vulcão em erupção, a pussy dela jorrava lava ardente e os lábios vaginais firmes incharam e se abriram, se preparando pra receber o membro tão desejado que ia inundar as entranhas dela com meu esperma, mas só penetrei ela quando tive certeza de que ia dar o maior prazer que já tinha proporcionado a qualquer mulher na minha vida inteira.
Comi ela bem devagar enquanto Agustina desfalecia nos meus braços e os gemidos dela eram música celestial nos meus ouvidos. As mãos dela percorriam minhas costas e acariciavam suavemente, mas também passavam as unhas bem de leve na minha pele, me fazendo arrepiar. Eu me movia devagar, entrando e saindo dela, e aos poucos Agustina foi se encaixando no meu ritmo até que nós dois parecíamos executantes magistrais de uma sinfonia maravilhosa. Eu nunca tinha amado uma mulher como amava minha irmã e estava pasmo com nossa sincronia.
Naquela mesma tarde, papai voltou pra casa com uma boa notícia: Tinham nomeado ele Gerente de Vendas e ele não ia mais viajar. Mamãe e as gêmeas receberam a novidade com alegria, e eu e Agustina com um alívio profundo. Não iam ter mais mensagens nem simulações, mamãe ia ter todo dia o que tanto precisava. Mas as visitas noturnas na minha cama não pararam, pelo contrário, aumentaram pra caralho. Eu e Agustina nos amávamos e desejávamos loucamente, a ponto de, uns meses depois, resolvermos confessar nosso relacionamento e ir morar juntos.
Pra papai, a notícia caiu como um balde de água fria, mas ele aceitou, respeitando nossa decisão. Mamãe engoliu seco e não opinou, ela sabia que a mentira dela tinha sido descoberta. As gêmeas opinaram qual era a história de amor mais romântica que já tinham ouvido na vida inteira e nos apoiaram fervorosamente, até fizeram planos e imaginaram nomes para os futuros sobrinhos. Cinco anos depois, eles tiveram o prazer de escolher o nome do nosso primogênito, mas no ano seguinte, para o nome da nossa menina, exigi que respeitassem minha decisão inabalável:
Ela se chama Agustina.
Todo mundo acha que somos uma família bonita, papai e mamãe são jovens, muito esportistas e extremamente atraentes, mamãe é uma verdadeira gostosa. Minha irmã mais velha, Agustina, é a que mais se parece com ela, com seu um metro e setenta e cinco e sua figura imponente de tirar o fôlego. As gêmeas não são tão altas ainda, mas têm um corpinho espetacular, umas tetinhas maravilhosas e uma bunda pequena e redonda que dá água na boca, além de uma carinha de meninas perversas que promete os prazeres proibidos mais excitantes. De mim, prefiro não falar por pudor, mas garanto que faço muito sucesso com as garotas.
O problema é a convivência, porque elas nunca me consideram um homem. Saem do quarto de calcinha para ir ao banheiro, penduram as calcinhas nas torneiras, guardam absorventes no armário sem se importar que eu veja, deixam sutiãs no chão, penduram meias no varal da banheira e muitas vezes esquecem de fechar a porta quando tomam banho. Quando entro sem querer, soltam uns gritos que gelam o sangue e me xingam aos berros, mas isso não é nada comparado ao cheiro.
Sim, as mulheres fedem, e fedem forte. Abusam de perfumes e cremes, usam xampus e condicionadores bem cheirosos, e esses odores doces e enjoativos, misturados com suor e o cheiro acre de buceta quando estão menstruadas, formam uma mistura realmente nauseante. De manhã, passar pelo quarto onde minhas três irmãs dormem me dá Náuseas, sai dela um fedor digno de caverna de urso hibernando, mas confesso uma coisa: esse cheiro de buceta também me esquenta pra caralho.
Claro que vocês vão pensar que eu já deveria estar acostumado, mas minhas irmãs são umas gostosas e minha mãe ainda chama atenção igual quando tinha a idade delas, e eu não sou de ferro. Imaginem: vejo minhas irmãs semi-vestidas (ou semi-peladas) todo santo dia e já vi elas peladas um monte de vezes (sempre sem querer) e sinto o cheiro delas o tempo todo. Minha mãe, costumo ver de camisola quando ela me dá o beijo de boa noite e quando faz o café da manhã, sempre coberta com um roupão, mas não consigo evitar de espiar pelo decote. Minha mãe tem os peitos sardentos. De manhã, quando meu pai está em casa, ela costuma cheirar a sexo e me excita pra caramba pensar que durante a noite eles transaram sem parar (os coitados devem querer compensar o tempo que ficam separados).
Viver rodeado de mulheres lindas é um verdadeiro teste de paciência e um desafio à castidade, mas mesmo que eu me mantenha fiel aos meus princípios e tenha eliminado da minha mente a possibilidade de me masturbar pensando nas minhas irmãs e na minha mãe, a natureza costuma me trair muitas noites e tenho sonhos eróticos com elas que terminam em poluções noturnas violentas que depois me enchem de culpa. Já me perguntei se minhas irmãs passam pelo mesmo, se já passou pela cabeça delas se masturbar pensando em mim, ou se já fizeram isso, ou se também têm sonhos eróticos que terminam em orgasmos inesperados. A resposta veio do jeito mais inesperado.
A primeira mensagem chegou uma noite. Eu estava tirando as cobertas da cama para deitar quando vi em cima do travesseiro uma calcinha fio-dental rosa pequenina e, do lado, um bilhete. O triângulo da calcinha que cobre a rachinha estava molhado e o bilhete dizia: "Me molhei pensando em você". Senti o cheiro, cheirava delicadamente a buceta, depois passei a língua e adorei o gosto, não consegui evitar isso e tive uma ereção, uma ereção monstruosa, e quebrei pela primeira vez a regra que eu mesmo tinha imposto: bati uma punheta violenta enrolando a glande na calcinha fio-dental e depois levei ela pro banheiro e joguei no cesto de roupa suja.
Na manhã seguinte, fiquei observando atentamente o rosto das minhas irmãs, tentando descobrir algum gesto que denunciasse a dona da calcinha, mas nenhuma se comportou diferente do normal. À noite, quando fui tirar as cobertas, encontrei outro bilhete: "Valeu pelo presentinho, adorei seu leite". Um tremor incontrolável me tomou, me imaginei minha irmã lambendo o leite da calcinha, mas qual delas?
Duas noites depois, ao entrar no meu quarto, encontrei as cobertas da minha cama amassadas e, no espelho da cômoda, um bilhete colado: "Na frente desse espelho, dancei pelada pra você e depois bati uma punheta na sua cama, te deixo meu sutiã". Era um sutiã branco e me pareceu que ainda estava quente, mas o tamanho não me dava nenhuma pista de quem era, porque todas usam o mesmo número, até a mamãe, eu sei porque ela reclama direto que elas pegam os dela. Quem quer que fosse sabia muito bem o que estava fazendo, tava me deixando louco de tesão.
Na noite seguinte, encontrei meu pijama em cima da cama e um bilhete: "Vesti seu pijama pra bater a melhor punheta da minha vida, me desculpa se molhei ele um pouquinho". E realmente estava molhado na parte da virilha, ela tinha batido uma punheta em cima do pijama, e eu bati uma cheirando aquele cheiro delicioso de buceta. De manhã, ficava olhando fixamente pra elas, mas nenhuma fazia o menor gesto que a denunciasse, eu tava ficando louco, fosse quem fosse. Pra piorar, naquela tarde, quando voltei pra casa, fui pro meu quarto estudar e descobri outro bilhete colado no monitor do computador: "Te deixo uma foto pra você começar a me conhecer".
Liguei o computador, ela tinha colocado como papel de parede uma foto de uma buceta tirada de frente. No No escritório, havia um ícone "Meu use the word: pussy" chamado. Abri, era outro bilhete: "Tirei essa foto com sua câmera digital, espero que goste". Observei atentamente, ela era linda, lábios grossos, pelos depilados, exceto um pequeno tufo no topo, e o clitóris mais bonito que já tinha visto, rosado e ereto, saindo da capinha. Gozei no monitor depois de uma punheta frenética. Na manhã seguinte, ao entrar no banheiro, encontrei o espelho escrito com batom: "Te desejo", dizia.
Enquanto tomava banho, pensava desesperadamente em como descobrir quem era a autora das mensagens, estava ficando louco e até pensei em interrogá-las francamente, uma por uma, até fazer a autora confessar e depois comê-la por horas, mas quando voltei a me vestir, encontrei outro bilhete no meu quarto: "Se esta noite você me quiser na sua cama, durante o jantar diga a palavra 'SIM' em voz alta e clara, depois me espere no seu quarto. Tem duas condições: não pode acender a luz e não pode falar uma única palavra enquanto estiver comigo".
Naquela noite, enquanto jantávamos, num momento em que fez silêncio, eu disse "Sim" em voz alta, as quatro levantaram a cabeça e me olharam estranhas, mamãe perguntou: "Sim o quê?" Fiquei vermelho: "Desculpa, estava pensando em algo e falei alto", disse enquanto todas me olhavam com curiosidade, mas eu sabia que uma delas tinha recebido a mensagem. Deitei nu e estava com um tesão tão grande que tremia como se tivesse febre, ela me fez esperar mais de uma hora, mas veio.
Deslizou silenciosamente para minha cama e entrou debaixo das cobertas, estava nua e sua pele estava muito quente, senti ela tremer quando a abracei e sua boca procurou a minha, ofegante: "Agustina", descobri, então era ela. Percebi pela altura e pelas pernas longas, mas o tesão transbordava e a mão dela agarrou meu pau e apertou ansiosa, puxando para que eu metesse sem demora, mas ela não me deixou tomar a iniciativa, subiu em cima. em cima e se auto-penetrou, gemindo alto com a boca aberta. Tudo que pude fazer foi enfiar um dedo no cu dela. Foi rápido demais, ela tava muito quente e o orgasmo a devastou, eu também gozei sem controle.
A gente se sacudiu igual possesso, com as bocetas pulsando por um tempão. Eu sentia o esfíncter anal dela apertando meu dedo enterrado no reto com contrações fortes. Depois, a gente se beijou demorado, com as línguas entrelaçadas, agradecidos pelo orgasmo maravilhoso que tínhamos dado um ao outro. Quando a gente se acalmou, Agustina se levantou em silêncio total e saiu do meu quarto. Pensei que fosse no banheiro e voltasse, mas esperei à toa. Naquela noite, a sessão tinha acabado.
No dia seguinte, ela nem me olhou. Me cumprimentou como se nada tivesse acontecido, e eu entendi que ela não queria que ninguém percebesse que algo diferente do normal tinha rolado. Depois do café, voltei pro meu quarto e encontrei uma nova mensagem e um vidrinho pequeno de Anal Lub. A mensagem dizia: "Pra hoje à noite". Minhas mãos tremeram. Agustina ia me entregar o último segredo dela.
Naquela noite, esperei ansioso. Ela chegou em silêncio, igual da outra vez, e se enfiou na minha cama, tremendo de tesão. Tava tão quente que soluçava enquanto se apertava contra meu corpo, e as mãos dela agarravam meu pau. Apertei ela, beijei, mordi, chupei os peitos dela fazendo ela gemer, e enfiei minha boca na buceta dela, provocando uma sequência interminável de orgasmos. Finalmente, ela separou minha boca da virilha dela e virou, se ajoelhando de quatro. Aí eu me joguei no cu dela, lambi e enfiei a língua, saboreando. Depois, peguei o lubrificante anal e lubrifiquei generosamente, primeiro enfiando um dedo e depois dois, enquanto masturbava ela. Agustina gemia e bufava, e eu também lubrifiquei minha pica. Aí enfiei devagar.
O gemido da Agus virou um uivo, que ela mal conseguiu abafar mordendo o travesseiro. Nunca tinha penetrado um cu tão... mais gostosa da minha vida inteira, era maravilhoso e meu pau deslizava dentro dele com uma suavidade incrível. "A melhor buceta da minha vida", pensei enquanto metia e tirava meu pau duro e Agus rugia com a boca afundada no travesseiro, aquela mulher estava gozando como uma puta e eu me sentia um super-homem.
Quando sentiu o primeiro jato de gozo dentro do cu, acabou rugindo, tive que me agarrar na cintura dela com toda minha força porque ela rebolava tão forte que quase me jogou da cama, era uma potra indomável tentando se livrar do cavaleiro, mas montei nela como um domador experiente até que aos poucos foi se acalmando, finalmente se deixou cair esmagada na cama debaixo do meu peso, ofegando como se tivesse galopado por horas enquanto eu beijava seu pescoço e lambia sua nuca. Agustina me enlouquecia, era uma mulher apaixonada como nunca conheci outra, mas além disso agora entendia que suas condições, transar em silêncio e com a luz apagada, eram uma genialidade que adicionava um tempero extra, adivinhar nossos corpos e não falar me excitava pra caralho.
Dessa vez ela não foi embora tão rápido, ficou um tempão abraçada em mim enquanto nos beijávamos longamente e a mão dela me masturbava devagar até conseguir uma nova ereção, então fizemos um 69 antológico e ela só foi embora quando bebeu a última gota do meu gozo. Na manhã seguinte, enquanto tomávamos café, procurei seus olhos tentando descobrir algum gesto, mas Agustina não me dirigiu nem um olhar que pudesse entregá-la. Mamãe levou as gêmeas pra escola e depois foi passar o dia com a vovó, Agus e eu ficamos inesperadamente sozinhos, era uma oportunidade magnífica para aproveitar de outro jeito de nos amar, com luz e com palavras.
Ela virou as costas e começou a lavar as xícaras do café, estava muito tentadora com seu shortinho de tênis branco enfiando sua bunda redonda, que tanto prazer me deu na noite anterior, suas pernas longas bronzeadas e a regata curta que levantavam as paradinhas tetinhas deixando seu delicioso umbigo à mostra, fiquei de água na boca quando me aproximei dela por trás, pronto pra dar uma surpresa gostosa. Abracei ela por trás, apertando os peitos duros dela e encostando minha bela ereção entre as bundinhas dela, mas ela não reagiu como eu esperava.
Ela se virou furiosa e, virando-se, me deu um tapa violento que virou minha cara, enquanto gritava: "Que que cê tá fazendo, idiota?" Fiquei paralisado olhando pra ela sem saber o que dizer, e ela falou: "Se tá com tesão, paga uma puta!" Eu só balbuciei: "Mas... mas..." "Mas o quê? Imbecil!" Ela gritou de novo "Agus... você e eu... Não entendo..." Então, como uma revelação, a verdade atravessou minha mente "Agus, agora entendo tudo, por favor senta e deixa eu explicar" "O que é que você vai explicar?" Gritou ainda furiosa. "Por favor, me escuta" Supliquei e Agustina sentou de má vontade numa cadeira e eu na frente dela.
Contei tudo desde o começo, as mensagens, como eu as recebia, minha curiosidade pra saber quem deixava, as condições de escuridão total e silêncio impostas pra gente se encontrar e minhas dúvidas até a noite em que, quem eu pensei que era ela, entrou na minha cama e na noite anterior tinha me entregado a portinha dos fundos. "Pela altura e pelo corpo descartei as gêmeas e tive certeza que era você, nem me passou pela cabeça pensar em outra mulher... até agora" "Mãe!" Exclamou Agustina levando a mão à boca como se tentasse abafar a palavra. "Sim, mãe" Confirmei "Só podia ser ela"
Agustina desabou a chorar amargamente "Velha puta! Hipócrita! Me fazer passar por puta pra dar pro próprio filho! Puta imunda!" Tava furiosa e eu entendia ela, mamãe tinha usado a semelhança física dela se passando por ela pra entrar na minha cama... Será que tava tão no cio que não podia esperar papai voltar? Pensei enquanto tentava consolar a Agus, que só então percebeu uma coisa que até o num momento escapou: "E você achava que estava transando comigo?" "Sim", respondi.
"Você gosta de mim?" Ela perguntou, ainda soluçando. "Sim", respondi, envergonhado. "Você já me desejou antes da mamãe começar com isso?" "Sim, mas como era impossível, me neguei a possibilidade de pensar em você", respondi. "E as gêmeas também?" "Não como você", falei, sincero. Ela ficou em silêncio por alguns minutos, soluçando enquanto pensava, e então disse: "Me sinto estranha... Acabei de descobrir que meu irmão me deseja, que minha mãe me usou pra transar com ele e que comecei a pensar em coisas que não queria pensar..." "Que coisas, Agus?", perguntei. "Que eu também te desejei... Quando era pequena, muitas vezes me imaginei com você, mas você era meu irmão e tirei isso da cabeça, e agora a mamãe te traz de volta..."
Sentei ao lado dela e passei meu braço sobre os ombros dela, e Agustina apoiou a cabeça em mim. "Nunca mais vou fazer isso com ela, não conseguiria", disse a ela. Ela acariciou minha bochecha com ternura e, olhando nos meus olhos, disse: "Pelo menos vou ter que agradecer a ela por nos fazer abrir o jogo." Então peguei seu queixo com a mão e aproximei minha boca da dela. Agus fechou os olhos e entreabriu os lábios pra receber meu beijo. Carreguei ela no colo até a cama.
Quando a despi, entendi que deveria ter percebido que quem vinha pra minha cama à noite não era a Agustina. A carne dela era firme e a pele lisa, o corpo dela era claramente diferente do da nossa mãe, mas minha excitação e o sutil trabalho de sedução que ela tinha desenvolvido me confundiram e seduziram. Só uma coisa as igualava: ambas eram igualmente ardentes e apaixonadas. No entanto, algo as diferenciava notavelmente: Agustina me fazia sentir amado, e a mamãe só me fazia sentir desejado.
A amei devagar, diferente do jeito que amava a mamãe. Ela também reagia de forma diferente. Mesmo no auge do clímax, se manifestava com gentil delicadeza, gemia docemente e soluçava ao chegar em cada orgasmo enquanto cravava os dedos. no meu cabelo e me acariciava ternamente. O corpo dela se acendia quando minhas mãos percorriam ele, os peitos pequenos e firmes eram extremamente sensíveis e quando lambi os bicos duros, os gemidos dela entregaram que minha língua era capaz de provocar orgasmos, mesmo sem tocar seu tesouro mais precioso.
Quando cheguei, o corpo da Agustina se transformou num vulcão em erupção, a pussy dela jorrava lava ardente e os lábios vaginais firmes incharam e se abriram, se preparando pra receber o membro tão desejado que ia inundar as entranhas dela com meu esperma, mas só penetrei ela quando tive certeza de que ia dar o maior prazer que já tinha proporcionado a qualquer mulher na minha vida inteira.
Comi ela bem devagar enquanto Agustina desfalecia nos meus braços e os gemidos dela eram música celestial nos meus ouvidos. As mãos dela percorriam minhas costas e acariciavam suavemente, mas também passavam as unhas bem de leve na minha pele, me fazendo arrepiar. Eu me movia devagar, entrando e saindo dela, e aos poucos Agustina foi se encaixando no meu ritmo até que nós dois parecíamos executantes magistrais de uma sinfonia maravilhosa. Eu nunca tinha amado uma mulher como amava minha irmã e estava pasmo com nossa sincronia.
Naquela mesma tarde, papai voltou pra casa com uma boa notícia: Tinham nomeado ele Gerente de Vendas e ele não ia mais viajar. Mamãe e as gêmeas receberam a novidade com alegria, e eu e Agustina com um alívio profundo. Não iam ter mais mensagens nem simulações, mamãe ia ter todo dia o que tanto precisava. Mas as visitas noturnas na minha cama não pararam, pelo contrário, aumentaram pra caralho. Eu e Agustina nos amávamos e desejávamos loucamente, a ponto de, uns meses depois, resolvermos confessar nosso relacionamento e ir morar juntos.
Pra papai, a notícia caiu como um balde de água fria, mas ele aceitou, respeitando nossa decisão. Mamãe engoliu seco e não opinou, ela sabia que a mentira dela tinha sido descoberta. As gêmeas opinaram qual era a história de amor mais romântica que já tinham ouvido na vida inteira e nos apoiaram fervorosamente, até fizeram planos e imaginaram nomes para os futuros sobrinhos. Cinco anos depois, eles tiveram o prazer de escolher o nome do nosso primogênito, mas no ano seguinte, para o nome da nossa menina, exigi que respeitassem minha decisão inabalável:
Ela se chama Agustina.
14 comentários - Minha mãe e minha irmã
te sigo, espero sigas escribiendo
saludos!