Fantasias na Academia

Nesses dias que tá muito frio ou chovendo, a única motivação que me leva até a academia é saber que vou ver uns rabos bons de calça justa.
Esse relato é durante um desses dias.
Para a aula de localizada daquele dia tinha mais alunos que o normal, a academia estava lotada, a última fileira de meninas chegava até os aparelhos, lá no fundão.
Tava difícil me concentrar na minha rotina, tinha duas ou três gostosas a menos de 1 metro, agachando, jogando a bunda pra trás, dava até pra ouvir a respiração ofegante delas.

Fantasias na Academia
A de leggings cinza foi a que mais me chamou a atenção, com o cabelo negríssimo, longo até a cintura, pele branca como a neve, a cintura não devia ter nem 60cm e realçava aquele rabão enorme, carnudo e firme, como se fizesse um milhão de agachamentos por dia. Não parecia ter mais de 20 anos. Enquanto ela se ajeitava para começar a aula, olhei pro rosto dela, no único momento que não tive a bunda dela na minha direção. Tinha olhos grandes, verdes escuros, nariz pequeno e a boca também, uma princesinha, daquelas que nem olham pra você se não estiver descendo de um carro último modelo.
A negrinha musculosa, colada na roupa, também deixava ver um belo par de peitos.
tá de sacanagempensei, por aquela velha regra de que se tem uma bunda boa não pode ter peitos bons.
Quando ela ficou de quatro no colchonete e começou a mover uma perna para trás, parei de fazer o que estava fazendo. A bunda ficou ali servida, se esticasse a mão dava pra tocar. E agachada como estava, a legging parecia grudar mais nas nádegas duras, duríssimas, nem precisava tocar pra perceber isso.
Senti que ela percebeu meu olhar pervertido, fiz-me de desentendido, alonguei, só pra fazer alguma coisa.
Ela voltou a ficar de pé e, seguindo a instrução da professora, separou as pernas e começou a agachar, uma e outra vez. O suor dava pra ver na virilha e mal na fenda. Eu estava completamente excitado, disfarçadamente tive que ajustar o pacote pra esconder uma ereção.
Até que ela começou a alongar, ela em pé, as pernas estendidas ao máximo, as coxas se apertavam cada vez mais debaixo da legging. Tinha pernas boas também, esticou os braços e foi descendo até tocar a ponta dos pés.

Adolescente
Minha cabeça e minha vontade não aguardaram mais, estiquei o braço, senti a textura da legging fina, meu dedo anular se incrustou na sua buceta e apertei, apertei e apertei, até sentir meu dedo ficar molhado de suor e de melado. Tinha a mão enfiada entre suas duas nádegas (duríssimas como havia imaginado) quando me dei conta do que estava fazendo.

Imaginei o grito dela, o tapa, os professores da academia me expulsando, a vergonha.

Mas nada disso aconteceu, ela apenas virou a cabeça e pude ver um sorriso.

A aula continuou mais um pouco, eu me mudei para outro aparelho um pouco mais longe, mas a observava atentamente.
tá esperando a aula acabar pra me chamar lá na frentepensei.
Quando a professora finalmente encerrou a aula, algumas saíram correndo pro vestiário, outras foram pra aula de spinning, mas ela ficou dando voltas, guardando o colchonete e os pesos que tinha usado, como se esperasse a sala esvaziar.
Vi ela se aproximar quando só restavam alguns poucos levantando ferro —
e agora, o que a gente faz?- ele me perguntou.
Eu fiquei em branco, sentia que qualquer coisa que eu dissesse ia soar idiota, -
você me deixou com muito tesão, que mãozada, gato- ela me disse com sua vozinha de menininha certinha -eu me responsabilizo pelo que causo em você, agora você assume essa aqui- e apontou para a buceta que estava suada de academia e de tesão.vamos?- mal consegui dizer. Ele pegou minha mão e me levou até a cabine do massagista.temos meia hora até a galera da outra turma chegar- disse enquanto tirava a regata e ficava só de top, deixando à minha vista um belo par de tetas, caídas, mas divinas.
academia
Com a mesma naturalidade com que tirou a parte de cima, ela fez a leggins voar. Eu não reagia, senti um choque quando pude ver a calcinha fio dental preta desenhada naquele bumbum dos sonhos. Me senti um idiota, ela percebeu e me olhou com um sorriso malicioso, como dizendo "eu sei do que você precisa". Se ajoelhou e puxou meu moletom e a cueca juntos. Seja por nervosismo ou sei lá por quê, eu não estava com o pau ereto, estava meio termo. Sem hesitar, ela enfiou ele inteiro naquela boquinha vermelha, entrava rápido e saía devagar, e a cada saída ele ficava mais grosso e duro, até alcançar um tamanho como nunca antes tinha visto. Eu sentia o pau enorme, a cabeça do pênis como se fosse abrir em dois. Da minha posição, podia ver a bunda dela empinada, perfeita. Isso me deixava ainda mais louco. De vez em quando, ela levantava os olhos e me olhava como se soubesse o que estava prestes a acontecer e me autorizasse a fazer o que eu ia fazer. Depois de 5 ou talvez 3 minutos, não sei, eu explodi na boca dela. Senti um jorro de porra saindo de mim, soltei um pequeno gemido e ela esticou uma mão como me mandando calar. Ela se afastou do meu pau, abriu a boca para me mostrar a quantidade de porra que tinha saído e, em seguida, engoliu tudo como quem saboreia a melhor sobremesa. Um segundo de prazer e, no segundo seguinte, a frustração de não tê-la penetrado, NEM TINHA BEIJADO ELA! Mas ela sorria, parecia ler minha mente e me disse:vamos continuar no meu apê?-

fantasia

3 comentários - Fantasias na Academia

dificil concentrarse asi, no? 😃

buen relato

calcas
!Te espero en mi post!
Besos