Fala, poringa boys e poringa girls. Aos 18 anos, eu trabalhava numa distribuidora de alimentos em San Martín. Toda manhã eu acordava cedo pra preparar os pedidos, separar a mercadoria, e se fosse minha vez de dirigir, limpava a caminhonete ou recebia os fornecedores quando não precisava sair. Isso geralmente acontecia às quartas, mas nesse dia meu chefe pediu pra eu ficar porque o fornecedor principal adiantou a entrega.
O depósito era colado na casa do meu chefe, tinha até uma porta que ligava os dois. Ele era um cara de uns 30 anos, meio gordinho, com cara de quem só tinha conseguido aquela mulher gostosa por causa da grana que tinha. Ela era paraguaia, uma morena muito bonita, peitos pequenos mas uma bunda firme e bem proporcionada.
Naquela terça, o fornecedor veio cedo, então eu fui organizar o depósito e o escritório pra fazer o tempo passar rápido. Perto das 11 e meia, ouvi a porta que ligava o depósito à casa se abrir, e saíram risadinhas e vozes de lá. Sem sair do escritório, percebi que estavam se aproximando, então fui pra cozinha pequena e fiquei esperando eles entrarem por ali. Como demoraram, espiei e, pra minha surpresa, vi a Laura, a esposa do meu chefe, curvada, semi-nua, apoiando os peitos na mesa do escritório e deixando aquela bunda linda toda exposta. Atrás dela estava o Gustavo, um vizinho deles, que lambia sem parar a buceta dela enquanto brincava com os dedos no cu dela. Ela gozava com gemidos intensos, isso me deixou com muito tesão, então abaixei o zíper da calça e tirei o pau pra bater uma punheta gostosa, estimulado pelo show ao vivo.
Pouco depois, o cara tirou o pau dele e meteu por trás, enquanto falava um monte de putaria que deixava a Laura ainda mais excitada, ironicamente coisas que ela não deixava o marido falar na frente dela.
— Cê gosta, sua putinha paraguaia?
— Sim, sim, me dá... tudo... inteiro. — ela dizia entre gemidos.
— Se o corno do teu marido visse a gente... Sim,... o corno...do...do Rubén...agh, agh, agh.
Ele fazia ela tremer com as pancadas que dava, ela de boca aberta e uma cara de prazer e putaria que me fez soltar a primeira gozada na punheta gostosa que eu tava tirando.
Depois ele virou ela, fazendo ela apoiar as costas na mesa, e ela abriu as pernas pra receber o amante. Ele não perdeu tempo e meteu a vara naquela buceta suculenta com um pouco de brusquidão, começando a bombar num ritmo intenso enquanto provocava os primeiros orgasmos dela, e os gritos dela ficavam cada vez mais altos. Enquanto isso, eu comecei minha segunda punheta, agitando meu pau quase no mesmo ritmo que o moleque bombava a mulher do meu chefe. Depois de uns minutos, ele tira o pau de repente e goza nos peitos e na cara dela, enquanto ela espalhava todo o esperma no corpo.
De repente, o cara a pega bruscamente, coloca ela de volta na primeira posição e, com os dedos babados, estimula o cu de Laura.
— Não, a bunda não. O Rubén vai perceber...
— Quê!!!!???? Essa raba linda tem que ser minha!!!
— Eu não deixo o Rubén...
— Que gordo otário! Agora você vai ver o que é bom.
Com o cu de Laura à disposição, Gustavo pega uma estatueta em forma de obelisco da mesa e começa a enfiar devagar no cu dela, sem parar.
A estatueta entrou quase toda, então ele começou a meter e tirar, com os gemidos dela de fundo. Eu, tocava uma como se não estivessem ali e eu só tivesse vendo um filme pornô.
Ele pegou ela de novo por trás e começou a meter o pau no cu já dilatado. Ela me descobre ali, vendo tudo, e percebe que eu tô batendo uma, então dá um sorrisinho, fazendo uma cara de puta do caralho.
Foi aí que ela começou a gritar gemidos gostosos até ele encher o cu dela de porra.
Ele se limpa no banheiro do escritório e sai rápido. Ela, ainda pelada, me chama e pede pra não contar nada pro o marido dela.
De tarde, meu chefe voltou da entrega e já foi entrando da caminhonete aos berros.
- Você ficou se masturbando o dia inteiro!!!!!!!!!!!!!!!
- Sim, o que você não imagina é vendo quem. — Sussurrei pra mim mesma
🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤
O depósito era colado na casa do meu chefe, tinha até uma porta que ligava os dois. Ele era um cara de uns 30 anos, meio gordinho, com cara de quem só tinha conseguido aquela mulher gostosa por causa da grana que tinha. Ela era paraguaia, uma morena muito bonita, peitos pequenos mas uma bunda firme e bem proporcionada.
Naquela terça, o fornecedor veio cedo, então eu fui organizar o depósito e o escritório pra fazer o tempo passar rápido. Perto das 11 e meia, ouvi a porta que ligava o depósito à casa se abrir, e saíram risadinhas e vozes de lá. Sem sair do escritório, percebi que estavam se aproximando, então fui pra cozinha pequena e fiquei esperando eles entrarem por ali. Como demoraram, espiei e, pra minha surpresa, vi a Laura, a esposa do meu chefe, curvada, semi-nua, apoiando os peitos na mesa do escritório e deixando aquela bunda linda toda exposta. Atrás dela estava o Gustavo, um vizinho deles, que lambia sem parar a buceta dela enquanto brincava com os dedos no cu dela. Ela gozava com gemidos intensos, isso me deixou com muito tesão, então abaixei o zíper da calça e tirei o pau pra bater uma punheta gostosa, estimulado pelo show ao vivo.
Pouco depois, o cara tirou o pau dele e meteu por trás, enquanto falava um monte de putaria que deixava a Laura ainda mais excitada, ironicamente coisas que ela não deixava o marido falar na frente dela.
— Cê gosta, sua putinha paraguaia?
— Sim, sim, me dá... tudo... inteiro. — ela dizia entre gemidos.
— Se o corno do teu marido visse a gente... Sim,... o corno...do...do Rubén...agh, agh, agh.
Ele fazia ela tremer com as pancadas que dava, ela de boca aberta e uma cara de prazer e putaria que me fez soltar a primeira gozada na punheta gostosa que eu tava tirando.
Depois ele virou ela, fazendo ela apoiar as costas na mesa, e ela abriu as pernas pra receber o amante. Ele não perdeu tempo e meteu a vara naquela buceta suculenta com um pouco de brusquidão, começando a bombar num ritmo intenso enquanto provocava os primeiros orgasmos dela, e os gritos dela ficavam cada vez mais altos. Enquanto isso, eu comecei minha segunda punheta, agitando meu pau quase no mesmo ritmo que o moleque bombava a mulher do meu chefe. Depois de uns minutos, ele tira o pau de repente e goza nos peitos e na cara dela, enquanto ela espalhava todo o esperma no corpo.
De repente, o cara a pega bruscamente, coloca ela de volta na primeira posição e, com os dedos babados, estimula o cu de Laura.
— Não, a bunda não. O Rubén vai perceber...
— Quê!!!!???? Essa raba linda tem que ser minha!!!
— Eu não deixo o Rubén...
— Que gordo otário! Agora você vai ver o que é bom.
Com o cu de Laura à disposição, Gustavo pega uma estatueta em forma de obelisco da mesa e começa a enfiar devagar no cu dela, sem parar.
A estatueta entrou quase toda, então ele começou a meter e tirar, com os gemidos dela de fundo. Eu, tocava uma como se não estivessem ali e eu só tivesse vendo um filme pornô.
Ele pegou ela de novo por trás e começou a meter o pau no cu já dilatado. Ela me descobre ali, vendo tudo, e percebe que eu tô batendo uma, então dá um sorrisinho, fazendo uma cara de puta do caralho.
Foi aí que ela começou a gritar gemidos gostosos até ele encher o cu dela de porra.
Ele se limpa no banheiro do escritório e sai rápido. Ela, ainda pelada, me chama e pede pra não contar nada pro o marido dela.
De tarde, meu chefe voltou da entrega e já foi entrando da caminhonete aos berros.
- Você ficou se masturbando o dia inteiro!!!!!!!!!!!!!!!
- Sim, o que você não imagina é vendo quem. — Sussurrei pra mim mesma
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11 comentários - Testemunhando a chifrada do meu chefe
Te puedo asegurar que apeleé hasta a la extorsión, pero la mina no quizo.
Apuesto mi 10 a q la próxima le entras...
Gracias por los puntos, pero lamentablemente perdiste la apuesta porque eso pasó hace 21 años. Ahora la paraguayita esta por ser abuela y tiene menos forma que una bolsa de leña. Saludos!!!!!
Tenés razón, estuve lerdo.... Gracias por comentar