Já faz 2 horas que a gente tá procurando um lugar pra comer, beber e dançar, mas como não era um rolê formal, complicou um pouco. Eu e minha esposa estávamos de jeans, algo mais casual. Nossos amigos Rogelio e Rebecca estavam mais arrumados ainda. Rebecca usava uma minissaia marrom escuro bem justinha no corpo, da cintura pra baixo, com uma meia-calça escura que destacava as pernas dela de um jeito bem sensual, combinando com uns sapatos pretos foscas e salto alto.
No fim, encontramos a Taberna, um lugar bem tranquilo que tinha comida e dança popular, sem aquela música escandalosa de balada...
Pedimos as coisas e, enquanto a comida não chegava, cada um já foi tomando umas cervejas, se ambientando no lugar. No começo, tinha música ao vivo de dois caras gordinhos: um cantava e o outro tocava pra animar o ambiente, que não tava lotado, só com umas mesas pela metade.
Passaram mais 2 horas e minha esposa Valery recebeu uma ligação. Uma prima dela tava por perto e, de última hora, a gente convidou ela pra terminar a noite de farra com a gente. Desde que casamos, Valery não se encontrava com as primas, que são da mesma geração, e elas já tavam com saudade de um rolê fora das festas de família.
Chegou a prima Angie, que eu já conhecia das intermináveis festas de família que rolavam todo ano na família da minha esposa. Ela veio com uns amigos, mas, pra minha surpresa, percebi que eles só deixaram ela na Taberna.
Angie já tinha tomado uns drinks, e dava pra ver o calor que emanava do corpo dela. Ela tava com um top meio decotado que mostrava uns peitos redondos, firmes e grandes pra altura de 1,50m dela. Usava umas leggings pretas e uns saltos abertos na frente, que deixavam ver o peito do pé pequeno dela.
Como não tinha par pra ela em algumas danças — enquanto a conversa entre Valery e Rebecca tava super animada, com cara de "não enche o saco agora" —, Rogelio e eu dançamos algumas músicas com a Angie. Nessas horas, ela se encostava bem, peito com peito. deixava sentir a dureza dos peitos dela, algumas vezes cheguei a sentir o biquinho durinho pela excitação do roçar. Isso não passou despercebido pelo Rogelio, que com olhares e sinais discretos me fazia entender que a Angie era uma putinha em busca de pica e se lamentava que a gente estivesse acompanhado naquele momento, senão já teria levado ela pra um Motel pra tirar esse tesão dela.
Chegou a hora de ir embora, a gente ainda bem animado, algo que era comum era continuar a festa na casa de algum de nós, e convidamos a Angie pra continuar com a gente e assim poderíamos levar ela em casa já de manhã.
Dessa vez continuamos na casa do Rogelio, que era a mais perto. No caminho, as minas sentaram no banco de trás do carro, eu e o Rogelio na frente. De algum jeito, surgiu o papo entre as minas sobre por que os homens sempre querem transar depois de uma festa e de copo cheio.
A Valery e a Rebecca já estavam nessa conversa há um tempo, e a Angie se juntou a elas, pelo visto retomando o assunto no carro, onde ela comentava que passava pela mesma coisa, mas era ela que não conseguia parar de pensar em sexo quando bebia. Dizia que era por causa do álcool, que a fazia se sentir mais gostosa e tarada.
No momento em que ela comentava a situação, mudou a voz pra uma bem sexy e provocante, abriu as pernas com as duas mãos pela parte de dentro até chegar na buceta por cima do leggins e deixou a mão esquerda ali pra se esfregar enquanto a direita continuava o caminho pela cintura até os peitos e fazia o mesmo com eles, e com a cabeça pra trás soltando uns gemidinhos de prazer.
Ela soltou umas risadas safadas junto com as outras minas, que estavam surpresas com a forma como ela contou a sua taradice, mas não assustadas com a situação.
A Valery tomou a iniciativa na mesma hora.
— Você diz que quando tá bebada não para de pensar em sexo, e acho que agora a gente vai ter que Resolver esse probleminha – disse Valery enquanto acariciava a perna dela e brincava com o cabelo de Angie na mão, completando – Vamos resolver o problema da Angie, Rebecca.
Rebecca fez o mesmo do lado dela – Isso mesmo, Angie, vamos ver se conseguimos resolver seu probleminha enquanto chegamos em casa.
As três mulheres começaram a se acariciar e se beijar pelo corpo todo, onde o espaço do banco de trás do carro permitia. Rebecca e Valery passavam a mão na buceta e nos peitos de Angie, e ela tentava retribuir para cada uma delas. Os gemidos e beijos estavam enlouquecendo a gente na frente, e Rogelio pedia pra eu me apressar pra chegar na casa dele.
O cheiro dos fluidos delas tomou conta do ambiente. Pelo espelho, percebi que Angie já estava muito extasiada, com o top abaixo dos peitos, que já estavam pra fora do sutiã e muito molhados pela saliva de Valery e Rebecca, que não paravam de chupar e beijar Angie sem parar, provocando uma ereção nos bicos dos peitos que eu só tinha sentido por cima da roupa enquanto dançávamos. Agora eu confirmava que eram enormes e irresistíveis pra umas mordidas. A calça legging já estava abaixo dos joelhos, e as mãos de Rebecca e Valery brincavam doce e suavemente, desviando da calcinha fio dental que, naquela altura, ensopada de fluidos, estava com a cor vinho na parte da buceta lubrificada.
Quase a algumas quadras de chegar, Rebecca parou devagar e avisou Angie e Valery que estávamos perto e que era hora de entrar em casa pra ficar mais confortável.
No fim, encontramos a Taberna, um lugar bem tranquilo que tinha comida e dança popular, sem aquela música escandalosa de balada...
Pedimos as coisas e, enquanto a comida não chegava, cada um já foi tomando umas cervejas, se ambientando no lugar. No começo, tinha música ao vivo de dois caras gordinhos: um cantava e o outro tocava pra animar o ambiente, que não tava lotado, só com umas mesas pela metade.
Passaram mais 2 horas e minha esposa Valery recebeu uma ligação. Uma prima dela tava por perto e, de última hora, a gente convidou ela pra terminar a noite de farra com a gente. Desde que casamos, Valery não se encontrava com as primas, que são da mesma geração, e elas já tavam com saudade de um rolê fora das festas de família.
Chegou a prima Angie, que eu já conhecia das intermináveis festas de família que rolavam todo ano na família da minha esposa. Ela veio com uns amigos, mas, pra minha surpresa, percebi que eles só deixaram ela na Taberna.
Angie já tinha tomado uns drinks, e dava pra ver o calor que emanava do corpo dela. Ela tava com um top meio decotado que mostrava uns peitos redondos, firmes e grandes pra altura de 1,50m dela. Usava umas leggings pretas e uns saltos abertos na frente, que deixavam ver o peito do pé pequeno dela.
Como não tinha par pra ela em algumas danças — enquanto a conversa entre Valery e Rebecca tava super animada, com cara de "não enche o saco agora" —, Rogelio e eu dançamos algumas músicas com a Angie. Nessas horas, ela se encostava bem, peito com peito. deixava sentir a dureza dos peitos dela, algumas vezes cheguei a sentir o biquinho durinho pela excitação do roçar. Isso não passou despercebido pelo Rogelio, que com olhares e sinais discretos me fazia entender que a Angie era uma putinha em busca de pica e se lamentava que a gente estivesse acompanhado naquele momento, senão já teria levado ela pra um Motel pra tirar esse tesão dela.
Chegou a hora de ir embora, a gente ainda bem animado, algo que era comum era continuar a festa na casa de algum de nós, e convidamos a Angie pra continuar com a gente e assim poderíamos levar ela em casa já de manhã.
Dessa vez continuamos na casa do Rogelio, que era a mais perto. No caminho, as minas sentaram no banco de trás do carro, eu e o Rogelio na frente. De algum jeito, surgiu o papo entre as minas sobre por que os homens sempre querem transar depois de uma festa e de copo cheio.
A Valery e a Rebecca já estavam nessa conversa há um tempo, e a Angie se juntou a elas, pelo visto retomando o assunto no carro, onde ela comentava que passava pela mesma coisa, mas era ela que não conseguia parar de pensar em sexo quando bebia. Dizia que era por causa do álcool, que a fazia se sentir mais gostosa e tarada.
No momento em que ela comentava a situação, mudou a voz pra uma bem sexy e provocante, abriu as pernas com as duas mãos pela parte de dentro até chegar na buceta por cima do leggins e deixou a mão esquerda ali pra se esfregar enquanto a direita continuava o caminho pela cintura até os peitos e fazia o mesmo com eles, e com a cabeça pra trás soltando uns gemidinhos de prazer.
Ela soltou umas risadas safadas junto com as outras minas, que estavam surpresas com a forma como ela contou a sua taradice, mas não assustadas com a situação.
A Valery tomou a iniciativa na mesma hora.
— Você diz que quando tá bebada não para de pensar em sexo, e acho que agora a gente vai ter que Resolver esse probleminha – disse Valery enquanto acariciava a perna dela e brincava com o cabelo de Angie na mão, completando – Vamos resolver o problema da Angie, Rebecca.
Rebecca fez o mesmo do lado dela – Isso mesmo, Angie, vamos ver se conseguimos resolver seu probleminha enquanto chegamos em casa.
As três mulheres começaram a se acariciar e se beijar pelo corpo todo, onde o espaço do banco de trás do carro permitia. Rebecca e Valery passavam a mão na buceta e nos peitos de Angie, e ela tentava retribuir para cada uma delas. Os gemidos e beijos estavam enlouquecendo a gente na frente, e Rogelio pedia pra eu me apressar pra chegar na casa dele.
O cheiro dos fluidos delas tomou conta do ambiente. Pelo espelho, percebi que Angie já estava muito extasiada, com o top abaixo dos peitos, que já estavam pra fora do sutiã e muito molhados pela saliva de Valery e Rebecca, que não paravam de chupar e beijar Angie sem parar, provocando uma ereção nos bicos dos peitos que eu só tinha sentido por cima da roupa enquanto dançávamos. Agora eu confirmava que eram enormes e irresistíveis pra umas mordidas. A calça legging já estava abaixo dos joelhos, e as mãos de Rebecca e Valery brincavam doce e suavemente, desviando da calcinha fio dental que, naquela altura, ensopada de fluidos, estava com a cor vinho na parte da buceta lubrificada.
Quase a algumas quadras de chegar, Rebecca parou devagar e avisou Angie e Valery que estávamos perto e que era hora de entrar em casa pra ficar mais confortável.
Continua…
0 comentários - Da Taberna (HHMMM) Parte 1