Porrista Perde a Virgindade

Tudo começou aos meus 18 anos na escola, onde eu adorava provocar os caras com meu uniforme de líder de torcida e também o do colégio, que eu subia até a metade da coxa. Na sala, eu ficava mostrando quase até a calcinha quando me sentava. Tinha um professor jovem que dava aula de biologia, e uma amiga me desafiou a mostrar a calcinha pra ele, porque um dia a gente pegou ele olhando nossas pernas. Então, a partir daquele dia, comecei a mostrar um pouco mais, fingindo que não sabia me sentar direito, e ele via quase tudo. Depois, quando sabia que ele tava olhando, eu cruzava a perna e, na troca, deixava ele ver minha calcinha. Fiz isso por vários dias, até que um dia, eu tava meio excitada e decidi deixar ele ver por mais tempo. Fingi que virava pra conversar com a garota de trás e abri um pouco as pernas pra ele enxergar melhor. Depois me virei pra ver... e o coitado tava com os olhos ardendo, olhando pra minha intimidade virginal. Olhei nos olhos dele, e ele ficou vermelho porque percebeu que eu sabia o que ele tava pensando. Então, resolvi provocar mais ainda: peguei um pirulito Tutsi e comecei a chupar e lamber bem devagar, como se não tivesse notado nada. O pobre preferiu sentar, acho que pra não deixar o volume aparecer. Nessa época, eu ia pra academia das 2 às 3 da tarde, e não sei como, mas dias depois do que aconteceu, ele começou a ir também. E depois, vivia puxando conversa do meu lado. Duas semanas depois, um dia só tinha duas pessoas na academia: eu e ele. Eu tava usando uma legging curta, uma tanga e um top cropped, e tava no banco com um haltere no braço, com um joelho apoiado no banco, inclinada, mas de pé. Me virei e ele tava atrás de mim, olhando minha bunda. Não sei o que deu em mim, mas não me mexi e continuei fazendo o exercício, olhando pra trás. Depois, fui pro aparelho de abrir e fechar as pernas. Ele continuava malhando e me olhando. Suava e suava, até que de repente... Percebo que não tinha mais ninguém, só nós dois. O encarregado estava na entrada, e como era uma casa de dois andares, ele ficava embaixo. Eu já estava meio excitada e então me preparei para levantar um peso, onde você se agacha e levanta só com os braços. Nisso, ele aproveitou que não tinha mais ninguém e se aproximou por trás, supostamente para me ajudar, aproveitando para encostar um pouco o volume dele no momento em que me agachava no chão. Aí ele encostou totalmente. Me fazendo de inocente, perguntei: "O que é isso que você tem na calça?" Ele, com a voz trêmula, disse: "É minha rola. Já viu alguma?" Eu já estava tremendo e disse que não (menti). E ele falou: "Então, se quiser, eu te mostro e te ensino para que serve." Na hora, por um momento, fiquei com medo de ter ido longe demais, então disse que melhor não, que já ia embora. Mas ele me pegou pela mão, me virou e me deu um beijo na boca, e encostou a coisa dele na minha bucetinha, segurando minhas bundas e começando a me acariciar. Eu resisti um pouco, mas comecei a sentir que algo escorria da minha buceta e, então, me deixei levar. Quando viu que eu não resistia mais, ele enfiou uma mão dentro da minha lycra, pegando na minha calcinha fio dental, e com a outra mão pegou na minha mão para eu começar a segurar o volume dele. Então decidi tirar o pau dele para ver. Antes, eu só tinha visto (e chupado) o pênis de um taxista, mas era pequeno e sem pelos. Esse era maior e com a cabeça grossa. Ao ver minha cara de surpresa, ele me pegou pelos ombros, me abaixou e disse: "Chupa como se fosse seu pirulito. Lembra?" Eu, sem reação, e pá, ele enfiou na minha boca. E eu chupei ele, enquanto ele segurava minha cabeça e bombava na minha boca. Acabei ficando mais excitada, porque via a cena no espelho: eu mamando na rola dele. Depois, ele me colocou de pé, tirou meus peitos para fora e chupou eles como um desesperado. Tudo acontecia muito rápido. Ele me deitou no banco, tirou minha lycra junto com a calcinha fio dental. Minha bucetinha já estava pulsando, e ele começou a esfregar a cabeçona inchada dele na entrada. Eu falei: "Mete logo." Ele começou a dar estocadas. ... aí me arrependi, porque tava doendo. "Você é bem apertadinha, que gostosa" ele disse, e quando comecei a me afastar pra trás, ele me agarrou pela cintura e, zás, de um só empurrão, meteu tudo... Eu gritei de dor, mas a música alta abafou. As lágrimas escorreram e comecei a bater nas costas dele, porque doeu até a alma. Ele me beijou na boca pra me calar e ficou parado, enquanto eu me acostumava com aquela sensação de ter um pedaço de pau dentro de mim pela primeira vez. "Que apertadinha que é sua buceta, até dói em mim" ele disse. Eu sentia cada veia dele e como pulsava dentro de mim, enquanto ele apertava meus peitos. Começou devagar a meter e tirar, no início doía, mas depois comecei a gostar e entrei no ritmo com ele. Depois de uns minutos, ele falou "vou gozar", tirou e jogou o leite na minha barriga e nos peitos. Eu não gozei, por causa da mistura de dor, prazer e nervoso de alguém chegar. Fiquei olhando pro pau dele com os vestígios da minha virgindade, e ele com um sorrisão de orelha a orelha. Não consegui evitar começar a sentir vergonha, e a excitação foi embora. Quis me cobrir, peguei a toalha dele e limpei minha buceta dolorida, e no banco deixei as marcas do crime. Ele pegou a toalha, se limpou e guardou como um troféu. Eu me vesti e saí como pude. Ele não queria me deixar ir, me deu um beijo e disse que queria me ver de novo. Até vi ele na escola, mas fugia dele de vergonha e nunca mais voltei na academia.

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