Fala aí, poringas boys, vou começar a contar minha história. A Lúcia é uma amiga da minha mãe que é uma gostosa, conheço ela desde que me entendo por gente, e hoje tenho 26 anos. Ela é daquelas amigas da família que a gente dividia férias e tudo mais, obviamente nos anos 90. Nada de mais, hein, era na costa argentina, mas era pra se divertir.
Depois ela arrumou um parceiro, meus pais se separaram, eu morei mais tempo com meu pai e minha irmã mais nova, e a gente via ela menos. Mesmo assim, no Natal ou Ano Novo, dependendo do ano e da festa que rolava com a minha mãe, a gente via ela com certeza.
O negócio é que a partir dos 15 anos, a coisa ficou mais pesada, digamos... Eu via ela e automaticamente o amigão subia, haja. Já tava ficando incontrolável, mas não era só com ela, né, eu era adolescente e os hormônios tavam a mil. Mas tinha algo especial com a Lúcia.
Até que no dezembro passado (dezembro de 2011), passei o Natal fora, na costa, com meu pai e a namorada dele, e o Ano Novo me esperava na casa da minha mãe, com minha irmã, primos e etc. E a Lúcia, claro, tava lá, haja.
A ceia foi tranquila, comemos leitão que meu tio mandou fazer no forno de padaria, tomamos uma cerveja bem gelada e depois das 23h, lá pra 1h30, fomos pro terraço com meus primos fumar uns baseados de colheita natural.
À 1h, fogos, bebedeira e a Lúcia chegou perto de mim e falou:
— Ô, Javi, aquilo que eu cheirei não era qualquer coisa dessas que andam por aí, né...
Olhei pra ela meio rindo e falei:
— É, você tem razão, é da colheita de um amigo.
— Bom, se você quiser e puder, me liga essa semana que eu queria provar aquilo que cheirava tão bem.
Na semana seguinte, liguei pra ela e combinamos de ela ir lá em casa... Bolamos um, tomamos um copo de Coca, passamos pra cerveja, sempre batendo papo. Ela tava totalmente doida, ria de qualquer coisa, de tudo, o tempo todo. Era muito divertido e a gente tava se curtindo pra caralho.
Ela pediu pra bolarmos outro e no meio desse, a conversa ficou mais picante. Aí eu confessei que, a partir de... Aos 15 não aguentava mais com ela, me esquentava pra caralho e nunca tinha ficado com uma mulher mais velha que eu (uns anos a mais sim, mas não a diferença que tinha com a Lúcia, que tem 47).
A gente se olhou e, já sem inibição, nos beijamos de boca aberta. Eu, desesperado total, fiquei apalpando a bunda dela por um bom tempo, e ela gemia daquele jeito de coroa tarada que tava... tenho que admitir, me deixou duro e me esquentou pra cacete.
A gente ficou pelado rapidinho ali na sala dela (tipo colegial), e ficamos nos esfregando nus no chão primeiro, depois no sofá, e num momento a sala ficou pequena, então fomos pro quarto da Lúcia.
Cama de casal grande, confortável, daquelas que quicam, colchão duro haha.
Ali, chupei primeiro a buceta dela por um bom tempo, adoro chupar, admito, sou culpado disso.
Quando ela tava quase gozando, eu parava de chupar e a Lúcia gritava:
— Vai, vagabundo, continua chupando que eu tô transbordando!
Assim continuei por mais um tempo, até que ela me empurrou e se pendurou no meu pau, chupando ele pra cima e pra baixo meio desesperada no começo, enchendo ele de saliva, deixando ele todo melado, bem gostoso. Eu olhava e meio que ria, alucinando com o momento foda que tava vivendo.
Gozei nos peitos dela e a gente se jogou na cama. Não subiu de novo na hora... mas depois de 20 minutos ela começou a me provocar de novo e meu pau ficou no modo "ferro quente".
Mais umas chupadas na buceta, coloquei a camisinha e meti de ladinho, meio conchinha, entrando e saindo devagar... com aquela sensação de que em cinco bombadas você vai gozar.
Ficamos assim por um tempo até que fomos pro papai-e-mamãe. Eu metia forte e ela gritava:
— Aaaah ahahahahahahahahaha!
E eu:
— Grrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrr!
Super tesão, janeiro de 2012, um calor do caralho, a gente era um mar de suor.
Até que ela cansou e falou:
— Deita.
Ela subiu em cima de mim primeiro, me olhando, e começou a se mexer pra esquerda, direita, frente, trás, com o pau todo dentro.
Já era uma competição de gemidos, mais ou menos.
Depois ela virou e ficou de quatro. Agachada, me dando a bunda e começou a subir e descer, primeiro devagar e depois rápido.
Falei pra ela: — Lu, olha que com esse pulinho que você tá dando e a visão que você tá me dando, vou gozar em 1 minuto.
Ela respondeu: — Não tô nem aí, cê acha o quê? Que vai ser a única vez que a gente vai foder? — e riu.
E foi isso, pulou mais um minuto e eu gozei tudo, ela pulou um pouco mais e também gozou.
Ela saiu de cima e a gente deitou.
A camisinha completamente cheia de porra.
Tinha duas opções: dormir ou tomar banho.
A gente tomou banho junto num chuveiro bem pequeno, mas não liguei, quase que eu enfiei na torneira, hahahaha.
Saímos, ela pediu pra eu bolar outro baseado, a gente fumou, conversou mais um pouco com uma cerveja quase congelada, rimos do que tinha acabado de rolar e combinamos que se pintasse de novo, a gente repetia.
Ela foi viajar e ainda não voltou, mas não é que eu tô morrendo de vontade e apaixonado, foi muito bom e com certeza vai ser bom de novo.
Mas é isso, essa foi minha experiência com a Lúcia.
Se eu me inspirar, conto mais alguma, mas não com a Lúcia, e sim com minas da minha idade.
Só pra deixar claro, eu curto as gostosas mais velhas que eu.
Então quem quiser me mandar uma mensagem, a gente começa a conversar.
Abraços pra todos.
Depois ela arrumou um parceiro, meus pais se separaram, eu morei mais tempo com meu pai e minha irmã mais nova, e a gente via ela menos. Mesmo assim, no Natal ou Ano Novo, dependendo do ano e da festa que rolava com a minha mãe, a gente via ela com certeza.
O negócio é que a partir dos 15 anos, a coisa ficou mais pesada, digamos... Eu via ela e automaticamente o amigão subia, haja. Já tava ficando incontrolável, mas não era só com ela, né, eu era adolescente e os hormônios tavam a mil. Mas tinha algo especial com a Lúcia.
Até que no dezembro passado (dezembro de 2011), passei o Natal fora, na costa, com meu pai e a namorada dele, e o Ano Novo me esperava na casa da minha mãe, com minha irmã, primos e etc. E a Lúcia, claro, tava lá, haja.
A ceia foi tranquila, comemos leitão que meu tio mandou fazer no forno de padaria, tomamos uma cerveja bem gelada e depois das 23h, lá pra 1h30, fomos pro terraço com meus primos fumar uns baseados de colheita natural.
À 1h, fogos, bebedeira e a Lúcia chegou perto de mim e falou:
— Ô, Javi, aquilo que eu cheirei não era qualquer coisa dessas que andam por aí, né...
Olhei pra ela meio rindo e falei:
— É, você tem razão, é da colheita de um amigo.
— Bom, se você quiser e puder, me liga essa semana que eu queria provar aquilo que cheirava tão bem.
Na semana seguinte, liguei pra ela e combinamos de ela ir lá em casa... Bolamos um, tomamos um copo de Coca, passamos pra cerveja, sempre batendo papo. Ela tava totalmente doida, ria de qualquer coisa, de tudo, o tempo todo. Era muito divertido e a gente tava se curtindo pra caralho.
Ela pediu pra bolarmos outro e no meio desse, a conversa ficou mais picante. Aí eu confessei que, a partir de... Aos 15 não aguentava mais com ela, me esquentava pra caralho e nunca tinha ficado com uma mulher mais velha que eu (uns anos a mais sim, mas não a diferença que tinha com a Lúcia, que tem 47).
A gente se olhou e, já sem inibição, nos beijamos de boca aberta. Eu, desesperado total, fiquei apalpando a bunda dela por um bom tempo, e ela gemia daquele jeito de coroa tarada que tava... tenho que admitir, me deixou duro e me esquentou pra cacete.
A gente ficou pelado rapidinho ali na sala dela (tipo colegial), e ficamos nos esfregando nus no chão primeiro, depois no sofá, e num momento a sala ficou pequena, então fomos pro quarto da Lúcia.
Cama de casal grande, confortável, daquelas que quicam, colchão duro haha.
Ali, chupei primeiro a buceta dela por um bom tempo, adoro chupar, admito, sou culpado disso.
Quando ela tava quase gozando, eu parava de chupar e a Lúcia gritava:
— Vai, vagabundo, continua chupando que eu tô transbordando!
Assim continuei por mais um tempo, até que ela me empurrou e se pendurou no meu pau, chupando ele pra cima e pra baixo meio desesperada no começo, enchendo ele de saliva, deixando ele todo melado, bem gostoso. Eu olhava e meio que ria, alucinando com o momento foda que tava vivendo.
Gozei nos peitos dela e a gente se jogou na cama. Não subiu de novo na hora... mas depois de 20 minutos ela começou a me provocar de novo e meu pau ficou no modo "ferro quente".
Mais umas chupadas na buceta, coloquei a camisinha e meti de ladinho, meio conchinha, entrando e saindo devagar... com aquela sensação de que em cinco bombadas você vai gozar.
Ficamos assim por um tempo até que fomos pro papai-e-mamãe. Eu metia forte e ela gritava:
— Aaaah ahahahahahahahahaha!
E eu:
— Grrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrr!
Super tesão, janeiro de 2012, um calor do caralho, a gente era um mar de suor.
Até que ela cansou e falou:
— Deita.
Ela subiu em cima de mim primeiro, me olhando, e começou a se mexer pra esquerda, direita, frente, trás, com o pau todo dentro.
Já era uma competição de gemidos, mais ou menos.
Depois ela virou e ficou de quatro. Agachada, me dando a bunda e começou a subir e descer, primeiro devagar e depois rápido.
Falei pra ela: — Lu, olha que com esse pulinho que você tá dando e a visão que você tá me dando, vou gozar em 1 minuto.
Ela respondeu: — Não tô nem aí, cê acha o quê? Que vai ser a única vez que a gente vai foder? — e riu.
E foi isso, pulou mais um minuto e eu gozei tudo, ela pulou um pouco mais e também gozou.
Ela saiu de cima e a gente deitou.
A camisinha completamente cheia de porra.
Tinha duas opções: dormir ou tomar banho.
A gente tomou banho junto num chuveiro bem pequeno, mas não liguei, quase que eu enfiei na torneira, hahahaha.
Saímos, ela pediu pra eu bolar outro baseado, a gente fumou, conversou mais um pouco com uma cerveja quase congelada, rimos do que tinha acabado de rolar e combinamos que se pintasse de novo, a gente repetia.
Ela foi viajar e ainda não voltou, mas não é que eu tô morrendo de vontade e apaixonado, foi muito bom e com certeza vai ser bom de novo.
Mas é isso, essa foi minha experiência com a Lúcia.
Se eu me inspirar, conto mais alguma, mas não com a Lúcia, e sim com minas da minha idade.
Só pra deixar claro, eu curto as gostosas mais velhas que eu.
Então quem quiser me mandar uma mensagem, a gente começa a conversar.
Abraços pra todos.
1 comentários - A amiga gostosa da minha mãe