COM A PROFESSORA DE INGLÊS
Olá a todos e todas as poringa girls, vocês já leram meus contos, este vai ser um pouco diferente. Como já leram sobre minhas aventuras com alunas, foram várias e ainda tem mais que vão poder ler. Este conto é a aventura com uma professora de inglês. Vamos começar.
Na escola onde eu trabalhava, já era bem conhecido pela maioria dos estudantes, principalmente as alunas. Essa escola em particular tinha tido boa aceitação na comunidade, formou-se um bom grupo de professores, que fizemos uma grande equipe, organizávamos muitos eventos, jantares, saídas, festas, etc.
No quadro de funcionários tinha uma professora de inglês madura, uns 40 anos, embora a professora fosse mais velha, a verdade é que ela parava o trânsito em qualquer lugar. Eu tinha uns 25 anos e, apesar das minhas muitas aventuras sexuais com várias garotas, nunca tinha ficado com uma mulher mais velha que eu. A professora era muito atenciosa e cordial, no geral havia boa amizade e respeito. Com o passar dos meses, ela decidiu sair da escola, então organizamos um pequeno jantar de despedida. Em determinado momento, ela agradeceu a todos pela boa companhia e começou a pedir os telefones dos presentes. Dei o meu sem pensar em outra coisa, pois achei que ela só queria manter contato com os colegas.
Lembro que era um sábado, estava em casa e recebi uma ligação no celular. E surpresa: era a professora de inglês. Realmente surpreso, ficamos conversando um pouco e, para não alongar isso, ela me convidou para uma reunião. Não tinha nada para fazer naquele sábado e aceitei. Ela disse que era na casa dela e que a gente ia se divertir. Ainda num gesto de inocência da minha parte, perguntei: "Quem vai estar lá? Você convidou os colegas?" Ela respondeu: "Liguei para alguns sim." "Quer que eu leve alguma coisa?", perguntei. Ela disse: "Traga música da que você gosta para dançar." Então me preparei, me arrumei e fui para a reunião.
Vale mencionar que a professora sempre usava minissaias e blusas decotadas, o que Mostrava a figura bem torneada, o tamanho dos peitos então nem se fala, as pernas e o quadril dela eram um monumento. Ela morava num apê na zona sul do DF. Quando cheguei, liguei pra ela e ela desceu pra me receber, me cumprimentou de um jeito bem efusivo, um beijão na bochecha e um abraço enorme, o que não dei muita importância, já que eu ainda tava na ideia de que era um encontro em grupo.
Já no apê dela, começamos a conversar, mas achei estranho ninguém chegar. Eu sabia que ela era casada e comecei a perguntar pelo marido e pelos outros, e ela respondeu: "Te informaram errado, sou viúva há vários anos, e dos outros não sei, ninguém vem."
Me serviu um copo de cerveja, colocou música e começamos a dançar. É isso, só ela e eu. Naquele momento, caiu a ficha e pensei: "Não pode ser, ela me chamou só pra mim." E era verdade, não tinha reunião nenhuma, ela só tinha me convidado pra transar.
Na dança, comecei a sentir que ela grudava cada vez mais em mim. O corpo dela era excitante, ela se mexia muito bem dançando. Naquela hora, meu pau já tava duro, o que eu tentava disfarçar, mas no meio da música ela me deu um beijão que me deixou sem ar, e eu respondi com outro igualmente intenso, junto com um apertão gostoso na bunda deliciosa dela.
Ela só riu e continuou me beijando, o pescoço, minhas orelhas, e olha, nesse momento eu já nem disfarçava mais, meu pau tava duro e rígido igual um ferro. Nessa altura, minhas mãos já tinham percorrido praticamente o corpo todo dela.
Quando a música acabou, ela me levou pro quarto dela. Camisa pra fora, blusa pra fora, calça pra fora e minissaia pra fora. Quando vi ela de lingerie, fiquei igual um leão. Ela tava com uma tanguinha pequena e bolinhas, foi algo super excitante ver ela daquele jeito, o que me deixou a mil.
Ela puxou minha cueca de uma vez e começou a me chupar como ninguém nunca tinha feito. Lá estava a professora de inglês, metendo meu pau na boca dela uma e outra vez. Eu tava de pé, realmente surpreso, e a cena era genial: ver ela ajoelhada na minha frente me chupando. deixei ela continuar no trampo dela. Chegou a hora, queria provar ela, queria sentir os fluidos dela na minha boca, então levantei ela e abaixei sem tirar aquela tanga maravilhosa, minha língua percorreu os poucos pelinhos pubianos dela já que ela se depilava, tava encharcada, tinha gosto de céu, os gemidinhos dela foram aumentando até virar gritos violentos, primeiro "nossa que gostoso", "continua não para", "cê é um cão, sabe usar a língua", "mexe essa língua gostosa, cão, não para", era intensa... Depois de continuar nos provando os dois, ela falou, "já quero que cê meta", "essa pica vou despedaçar, papai", perguntei quer que use camisinha? E ela disse "sim, mas eu que coloco em você". Colocou a camisinha na ponta do meu pau e, surpresa, de um boquete só encaixou, "era algo que nunca tinham feito, meu pau entrou inteiro na boca dela e de um puxão só, camisinha colocada. Começamos a ação, meti de uma vez e ela deu um gritinho, hahaha foi lindo, continuei com calma enfiando uma e outra vez, o movimento perfeito de entra e sai, ela se mexia como ninguém, de verdade tava fazendo coisas que só uma mulher mais velha sabe fazer, transamos e transamos sem parar, ela gozou uma e outra vez, os gritos dela eram excitantes, ter ela montada em mim era estar no paraíso, gozei e tirei a camisinha, deixamos passar um tempo, tomamos mais uns copos de cerveja e segundo round, posições se eu contar não acabo mais, de quatro, por cima, por baixo, numa cadeira, era incrível, pela segunda vez gozei, ela tava feliz, nessa altura minhas costas já pareciam um mapa marcado pelas unhas dela. E chegou o final, ela falou vamos tomar um banho juntos, aí veio o terceiro round e minha surpresa foi que ela pediu pra eu dar por trás, foi o máximo, meter meu pau no cu dela, não acreditei, graças à água do chuveiro, meu pau entrou tão fácil quanto se entrasse na buceta dela, ela só gemia e apertava a bundinha dela, apertava e soltava, de verdade era uma experiência divina, e depois de um tempo, zás, gozei dentro dela Booty, eu me sentia no céu…
Saímos do chuveiro e eu disse que era hora de ir, ela queria que eu ficasse, mas não aceitei. Mesmo assim, os encontros se repetiram várias vezes.
E foi assim, amigos, minha aventura com a professora de inglês e uma mulher mais velha.
😀 😀 😀 😀 😀
Olá a todos e todas as poringa girls, vocês já leram meus contos, este vai ser um pouco diferente. Como já leram sobre minhas aventuras com alunas, foram várias e ainda tem mais que vão poder ler. Este conto é a aventura com uma professora de inglês. Vamos começar.
Na escola onde eu trabalhava, já era bem conhecido pela maioria dos estudantes, principalmente as alunas. Essa escola em particular tinha tido boa aceitação na comunidade, formou-se um bom grupo de professores, que fizemos uma grande equipe, organizávamos muitos eventos, jantares, saídas, festas, etc.
No quadro de funcionários tinha uma professora de inglês madura, uns 40 anos, embora a professora fosse mais velha, a verdade é que ela parava o trânsito em qualquer lugar. Eu tinha uns 25 anos e, apesar das minhas muitas aventuras sexuais com várias garotas, nunca tinha ficado com uma mulher mais velha que eu. A professora era muito atenciosa e cordial, no geral havia boa amizade e respeito. Com o passar dos meses, ela decidiu sair da escola, então organizamos um pequeno jantar de despedida. Em determinado momento, ela agradeceu a todos pela boa companhia e começou a pedir os telefones dos presentes. Dei o meu sem pensar em outra coisa, pois achei que ela só queria manter contato com os colegas.
Lembro que era um sábado, estava em casa e recebi uma ligação no celular. E surpresa: era a professora de inglês. Realmente surpreso, ficamos conversando um pouco e, para não alongar isso, ela me convidou para uma reunião. Não tinha nada para fazer naquele sábado e aceitei. Ela disse que era na casa dela e que a gente ia se divertir. Ainda num gesto de inocência da minha parte, perguntei: "Quem vai estar lá? Você convidou os colegas?" Ela respondeu: "Liguei para alguns sim." "Quer que eu leve alguma coisa?", perguntei. Ela disse: "Traga música da que você gosta para dançar." Então me preparei, me arrumei e fui para a reunião.
Vale mencionar que a professora sempre usava minissaias e blusas decotadas, o que Mostrava a figura bem torneada, o tamanho dos peitos então nem se fala, as pernas e o quadril dela eram um monumento. Ela morava num apê na zona sul do DF. Quando cheguei, liguei pra ela e ela desceu pra me receber, me cumprimentou de um jeito bem efusivo, um beijão na bochecha e um abraço enorme, o que não dei muita importância, já que eu ainda tava na ideia de que era um encontro em grupo.
Já no apê dela, começamos a conversar, mas achei estranho ninguém chegar. Eu sabia que ela era casada e comecei a perguntar pelo marido e pelos outros, e ela respondeu: "Te informaram errado, sou viúva há vários anos, e dos outros não sei, ninguém vem."
Me serviu um copo de cerveja, colocou música e começamos a dançar. É isso, só ela e eu. Naquele momento, caiu a ficha e pensei: "Não pode ser, ela me chamou só pra mim." E era verdade, não tinha reunião nenhuma, ela só tinha me convidado pra transar.
Na dança, comecei a sentir que ela grudava cada vez mais em mim. O corpo dela era excitante, ela se mexia muito bem dançando. Naquela hora, meu pau já tava duro, o que eu tentava disfarçar, mas no meio da música ela me deu um beijão que me deixou sem ar, e eu respondi com outro igualmente intenso, junto com um apertão gostoso na bunda deliciosa dela.
Ela só riu e continuou me beijando, o pescoço, minhas orelhas, e olha, nesse momento eu já nem disfarçava mais, meu pau tava duro e rígido igual um ferro. Nessa altura, minhas mãos já tinham percorrido praticamente o corpo todo dela.
Quando a música acabou, ela me levou pro quarto dela. Camisa pra fora, blusa pra fora, calça pra fora e minissaia pra fora. Quando vi ela de lingerie, fiquei igual um leão. Ela tava com uma tanguinha pequena e bolinhas, foi algo super excitante ver ela daquele jeito, o que me deixou a mil.
Ela puxou minha cueca de uma vez e começou a me chupar como ninguém nunca tinha feito. Lá estava a professora de inglês, metendo meu pau na boca dela uma e outra vez. Eu tava de pé, realmente surpreso, e a cena era genial: ver ela ajoelhada na minha frente me chupando. deixei ela continuar no trampo dela. Chegou a hora, queria provar ela, queria sentir os fluidos dela na minha boca, então levantei ela e abaixei sem tirar aquela tanga maravilhosa, minha língua percorreu os poucos pelinhos pubianos dela já que ela se depilava, tava encharcada, tinha gosto de céu, os gemidinhos dela foram aumentando até virar gritos violentos, primeiro "nossa que gostoso", "continua não para", "cê é um cão, sabe usar a língua", "mexe essa língua gostosa, cão, não para", era intensa... Depois de continuar nos provando os dois, ela falou, "já quero que cê meta", "essa pica vou despedaçar, papai", perguntei quer que use camisinha? E ela disse "sim, mas eu que coloco em você". Colocou a camisinha na ponta do meu pau e, surpresa, de um boquete só encaixou, "era algo que nunca tinham feito, meu pau entrou inteiro na boca dela e de um puxão só, camisinha colocada. Começamos a ação, meti de uma vez e ela deu um gritinho, hahaha foi lindo, continuei com calma enfiando uma e outra vez, o movimento perfeito de entra e sai, ela se mexia como ninguém, de verdade tava fazendo coisas que só uma mulher mais velha sabe fazer, transamos e transamos sem parar, ela gozou uma e outra vez, os gritos dela eram excitantes, ter ela montada em mim era estar no paraíso, gozei e tirei a camisinha, deixamos passar um tempo, tomamos mais uns copos de cerveja e segundo round, posições se eu contar não acabo mais, de quatro, por cima, por baixo, numa cadeira, era incrível, pela segunda vez gozei, ela tava feliz, nessa altura minhas costas já pareciam um mapa marcado pelas unhas dela. E chegou o final, ela falou vamos tomar um banho juntos, aí veio o terceiro round e minha surpresa foi que ela pediu pra eu dar por trás, foi o máximo, meter meu pau no cu dela, não acreditei, graças à água do chuveiro, meu pau entrou tão fácil quanto se entrasse na buceta dela, ela só gemia e apertava a bundinha dela, apertava e soltava, de verdade era uma experiência divina, e depois de um tempo, zás, gozei dentro dela Booty, eu me sentia no céu…
Saímos do chuveiro e eu disse que era hora de ir, ela queria que eu ficasse, mas não aceitei. Mesmo assim, os encontros se repetiram várias vezes.
E foi assim, amigos, minha aventura com a professora de inglês e uma mulher mais velha.
😀 😀 😀 😀 😀
6 comentários - Aventura do profe com as misses de inglês