O que vou contar é como um alívio, aconteceu há mais de 16 anos, agora tenho 44, então não sou nem era um garoto. Eu trabalhava numa oficina mecânica como empregado e fiz uma boa amizade tanto com ele quanto com toda a família dele. Ele tinha e tem 13 anos a mais que eu, tinha a esposa e 3 filhas. A mais velha sempre foi toda afim de mim, mas por questão de respeito nunca fiz nada. Já fiquei com uma prima dela, mas isso é outra história que um dia vou contar.
A filha do meio era baixinha, muito linda e com uns peitos impressionantes, iguais aos da mãe. Ela sempre vinha, me cumprimentava, me abraçava. Tínhamos uns 10 anos de diferença, e vocês sabem, naquela idade eu era tipo um pai ou um amigo do pai, uma pessoa velha pra ela. Assim minha vida seguia sem problemas, a verdade é que naquela oficina cansei de pegar umas gostosas, tanto casadas quanto da minha idade, mais novas, mais velhas, de tudo. A real é que eu tinha muito sucesso com as mulheres, até que os destinos da vida me levaram a um emprego com salário melhor. Mesmo assim, passava lá direto pra cumprimentar, mesmo tendo que desviar do caminho de casa, porque no fundo sentia falta daquela vida, gostava de estar lá, pena que o pagamento era pouco.
Um dia cheguei pra cumprimentar como sempre e o dono e a filha do meio estavam conversando. Ela pedia pra ele levá-la na casa da prima, e ele dizia, com razão, que não podia fechar a oficina pra levar ela. Aí eu cheguei na hora e ele me pediu se, quando eu fosse embora, não dava uma carona pra ela. Eu respondi que sim, que a gente tomava um mate e ia. Conversa vai, conversa vem, ela ficou feliz, mas acho que nenhum de nós dois imaginava que aquilo era o começo de tudo. Tomamos o mate, ela se despediu e fomos. Ela sentou e saímos, íamos conversando numa boa. Ela estava de jeans e uma camiseta que destacava os peitos, mas nada provocante, e não importava o que vestisse, aqueles peitos eram impossíveis de esconder. A conversa foi levando pro lado Os carros e, num momento, ela me diz que não dirigia porque o pai não queria ensinar, sendo que ele tinha uns 3 carros. Falei que, se ela quisesse, eu ensinava. Ela ficou super feliz, disse que sim e que já podíamos começar as aulas. Então parei o carro no acostamento, desci e falei pra ela sentar no volante que ia ensinar. Toda feliz, sentou. Nessa época, pra deixar claro, meu carro era um 128 em estado mais ou menos. O banco, como o chão tava meio podre, tava soldado no meu tamanho, então não mexia. Ela sentou, tentou ajustar, expliquei que era fixo. Aí ela sentou na ponta e tentou fazer o que eu falava. De 10 tentativas, só uma conseguiu ligar o carro e fomos parar no acostamento porque ela soltava a embreagem tão rápido que os pés desgrudavam dos pedais e ela ia pra trás. Depois do susto, ela me fala: "E se eu não sentar e você ensinar eu a dirigir o volante enquanto você acelera, freia e troca as marchas?" Aí eu passei pro banco do carona e ela sentou em cima de mim, com as pernas abertas porque eu precisava controlar os pedais. Saímos, no começo de boa, mas conforme fomos andando, meu pau foi endurecendo. Ela nem percebeu. Depois de um tempo, paramos, ela desceu, sentou do lado e levei ela pra casa da prima. Sinceramente, adorei. Não conseguia parar de pensar naquilo e na quicada que eu daria nela. Sonhava em comer ela, mas sabia que não podia fazer nada. Uns 3 dias depois, ela me liga e diz que quer outra aula, senão não ia aprender mais. Combinamos de nos encontrar na casa do pai, mas ela pediu pra não falar nada, senão ele ia se opor. Nos encontramos, ela pedindo pro pai levar ela de novo e eu chegando como quem não quer nada. Dessa vez, ela tava de calça de ginástica. Chegou do mesmo jeito da outra vez e eu levei ela. Quando chegamos no lugar do treino, mal estacionei, ela passou por dentro e sentou em cima de mim. Eu já tava duro só de pensar no que vinha. Sinto a buceta dela apoiada no meu pau. Arrancamos e, com os movimentos do carro, eu sentia como a calça de ginástica entrava na buceta dela. Parei e mandei ela levantar pra eu me ajeitar, ela levantou e eu coloquei meu pau pra encaixar direitinho na fenda da buceta. Arrancamos de novo e já sentia ela melhor, parece que aquilo fez efeito porque de tanto roçar quando paramos ela tava vermelha e com os mamilos duros. Levei ela na casa da prima e fui embora.
No outro dia ela me liga e fala que quer continuar praticando, mas que eu fosse buscá-la a três quadras de casa pra gente poder treinar mais e o pai não desconfiar. Automaticamente meu pau subiu sabendo que ela vinha, então me preparei e fui buscá-la. Quando chegou, ela tava com uma saia daquelas fininhas, comprida, meio transparente. Cumprimentei ela e saímos. Sempre falando de qualquer coisa, chegamos no lugar de sempre, ela passa pro meu lado e antes de sentar, abre a saia e apoia a calcinha em cima de mim. Eu já tava com o pau igual da outra vez, ajeitado de frente, apontando pro umbigo. Arrancamos, e o pau com calça e tudo foi se metendo entre a buceta e o cu dela. Depois de andar um pouco, ela se encosta em mim e soltava uns gemidinhos baixos. Falo pra parar, estaciono, e ela fica encostada em mim, meio relaxada. Percebo que ela tá toda molhada, mas não faço nada. Deixo ela se recuperar e arrancamos de novo. Ela pega um caminho bem esburacado, e em cada buraco ela gemia. Quando estacionamos, ela passa pro lado e quando sai, minha calça e meu pau tão todos molhados dos sucos da buceta dela. Ela me olha, fica vermelha, me pede desculpa e fala "vamos". Então fomos embora no mais absoluto silêncio, sem falar nada. Chegamos, ela me cumprimentou e foi pra casa dela.
Eu fiquei totalmente excitado. Toda vez que tava com ela, acabava batendo uma, ou se tivesse alguém disponível, comia pensando nela. Os dias passaram e ela não ligava. Ia na casa do pai e não tava lá. Fingia de bobo e perguntava por todo mundo, principalmente por ela, e ele me dizia que todo mundo tava bem, então pensei que ela devia ter ficado com vergonha e, antes de rolar algo, decidiu não fazer mais. Tipo um mês depois do último encontro, a mais nova fez aniversário e me convidaram. Chego, cumprimento, todo mundo me abraça como sempre, e ela continuava distante, diferente das outras vezes. De repente, saio pra fumar um cigarro e vejo ela vindo. Ela me pede desculpa, diz que me ama muito, mas que não podia continuar com o que a gente tinha começado porque não achava certo. Finjo que sou um completo idiota, falo que não sei do que ela tá falando. Ela ri e diz que eu sei muito bem do que ela tá falando. Deixamos tudo por isso mesmo, demos um abraço, ela sorriu de novo e entrou. Eu tava com a pica dura de novo, toda vez que ela chegava perto eu endurecia.
A filha do meio era baixinha, muito linda e com uns peitos impressionantes, iguais aos da mãe. Ela sempre vinha, me cumprimentava, me abraçava. Tínhamos uns 10 anos de diferença, e vocês sabem, naquela idade eu era tipo um pai ou um amigo do pai, uma pessoa velha pra ela. Assim minha vida seguia sem problemas, a verdade é que naquela oficina cansei de pegar umas gostosas, tanto casadas quanto da minha idade, mais novas, mais velhas, de tudo. A real é que eu tinha muito sucesso com as mulheres, até que os destinos da vida me levaram a um emprego com salário melhor. Mesmo assim, passava lá direto pra cumprimentar, mesmo tendo que desviar do caminho de casa, porque no fundo sentia falta daquela vida, gostava de estar lá, pena que o pagamento era pouco.
Um dia cheguei pra cumprimentar como sempre e o dono e a filha do meio estavam conversando. Ela pedia pra ele levá-la na casa da prima, e ele dizia, com razão, que não podia fechar a oficina pra levar ela. Aí eu cheguei na hora e ele me pediu se, quando eu fosse embora, não dava uma carona pra ela. Eu respondi que sim, que a gente tomava um mate e ia. Conversa vai, conversa vem, ela ficou feliz, mas acho que nenhum de nós dois imaginava que aquilo era o começo de tudo. Tomamos o mate, ela se despediu e fomos. Ela sentou e saímos, íamos conversando numa boa. Ela estava de jeans e uma camiseta que destacava os peitos, mas nada provocante, e não importava o que vestisse, aqueles peitos eram impossíveis de esconder. A conversa foi levando pro lado Os carros e, num momento, ela me diz que não dirigia porque o pai não queria ensinar, sendo que ele tinha uns 3 carros. Falei que, se ela quisesse, eu ensinava. Ela ficou super feliz, disse que sim e que já podíamos começar as aulas. Então parei o carro no acostamento, desci e falei pra ela sentar no volante que ia ensinar. Toda feliz, sentou. Nessa época, pra deixar claro, meu carro era um 128 em estado mais ou menos. O banco, como o chão tava meio podre, tava soldado no meu tamanho, então não mexia. Ela sentou, tentou ajustar, expliquei que era fixo. Aí ela sentou na ponta e tentou fazer o que eu falava. De 10 tentativas, só uma conseguiu ligar o carro e fomos parar no acostamento porque ela soltava a embreagem tão rápido que os pés desgrudavam dos pedais e ela ia pra trás. Depois do susto, ela me fala: "E se eu não sentar e você ensinar eu a dirigir o volante enquanto você acelera, freia e troca as marchas?" Aí eu passei pro banco do carona e ela sentou em cima de mim, com as pernas abertas porque eu precisava controlar os pedais. Saímos, no começo de boa, mas conforme fomos andando, meu pau foi endurecendo. Ela nem percebeu. Depois de um tempo, paramos, ela desceu, sentou do lado e levei ela pra casa da prima. Sinceramente, adorei. Não conseguia parar de pensar naquilo e na quicada que eu daria nela. Sonhava em comer ela, mas sabia que não podia fazer nada. Uns 3 dias depois, ela me liga e diz que quer outra aula, senão não ia aprender mais. Combinamos de nos encontrar na casa do pai, mas ela pediu pra não falar nada, senão ele ia se opor. Nos encontramos, ela pedindo pro pai levar ela de novo e eu chegando como quem não quer nada. Dessa vez, ela tava de calça de ginástica. Chegou do mesmo jeito da outra vez e eu levei ela. Quando chegamos no lugar do treino, mal estacionei, ela passou por dentro e sentou em cima de mim. Eu já tava duro só de pensar no que vinha. Sinto a buceta dela apoiada no meu pau. Arrancamos e, com os movimentos do carro, eu sentia como a calça de ginástica entrava na buceta dela. Parei e mandei ela levantar pra eu me ajeitar, ela levantou e eu coloquei meu pau pra encaixar direitinho na fenda da buceta. Arrancamos de novo e já sentia ela melhor, parece que aquilo fez efeito porque de tanto roçar quando paramos ela tava vermelha e com os mamilos duros. Levei ela na casa da prima e fui embora.
No outro dia ela me liga e fala que quer continuar praticando, mas que eu fosse buscá-la a três quadras de casa pra gente poder treinar mais e o pai não desconfiar. Automaticamente meu pau subiu sabendo que ela vinha, então me preparei e fui buscá-la. Quando chegou, ela tava com uma saia daquelas fininhas, comprida, meio transparente. Cumprimentei ela e saímos. Sempre falando de qualquer coisa, chegamos no lugar de sempre, ela passa pro meu lado e antes de sentar, abre a saia e apoia a calcinha em cima de mim. Eu já tava com o pau igual da outra vez, ajeitado de frente, apontando pro umbigo. Arrancamos, e o pau com calça e tudo foi se metendo entre a buceta e o cu dela. Depois de andar um pouco, ela se encosta em mim e soltava uns gemidinhos baixos. Falo pra parar, estaciono, e ela fica encostada em mim, meio relaxada. Percebo que ela tá toda molhada, mas não faço nada. Deixo ela se recuperar e arrancamos de novo. Ela pega um caminho bem esburacado, e em cada buraco ela gemia. Quando estacionamos, ela passa pro lado e quando sai, minha calça e meu pau tão todos molhados dos sucos da buceta dela. Ela me olha, fica vermelha, me pede desculpa e fala "vamos". Então fomos embora no mais absoluto silêncio, sem falar nada. Chegamos, ela me cumprimentou e foi pra casa dela.
Eu fiquei totalmente excitado. Toda vez que tava com ela, acabava batendo uma, ou se tivesse alguém disponível, comia pensando nela. Os dias passaram e ela não ligava. Ia na casa do pai e não tava lá. Fingia de bobo e perguntava por todo mundo, principalmente por ela, e ele me dizia que todo mundo tava bem, então pensei que ela devia ter ficado com vergonha e, antes de rolar algo, decidiu não fazer mais. Tipo um mês depois do último encontro, a mais nova fez aniversário e me convidaram. Chego, cumprimento, todo mundo me abraça como sempre, e ela continuava distante, diferente das outras vezes. De repente, saio pra fumar um cigarro e vejo ela vindo. Ela me pede desculpa, diz que me ama muito, mas que não podia continuar com o que a gente tinha começado porque não achava certo. Finjo que sou um completo idiota, falo que não sei do que ela tá falando. Ela ri e diz que eu sei muito bem do que ela tá falando. Deixamos tudo por isso mesmo, demos um abraço, ela sorriu de novo e entrou. Eu tava com a pica dura de novo, toda vez que ela chegava perto eu endurecia.
1 comentários - A filha do meu amigo. Primeira parte real