A história que vou contar agora é de longe uma das experiências mais eróticas que já vivi. Meu nome é Cláudio, tenho 37 anos e sou médico; minha vida é tranquila, sou casado há 6 anos com uma mulher gostosa e tenho 2 filhos pequenos. O que vou relatar aconteceu neste verão, em Iquique, no norte do Chile. Estávamos de férias, na casa da família da minha esposa, uma família grande, de origem colombiana. E bom, devo admitir que a Andrea, minha sobrinha de 19 anos, já faz um tempo que se transformou numa mulher lindíssima. Morena, com mais de 1,70 de altura, tem umas curvas de dar água na boca. O cabelo liso preto quase azulado, vai até quase a metade das costas, com olhos pretos profundos e lábios grossos, é uma verdadeira beleza. Na praia, vê-la é um espetáculo. A Andrea é uma mulher desinibida, não se importa em mostrar as curvas com generosidade, costuma usar roupas minúsculas e justas, e já faz uns dois anos, quando vamos ao mar, ela usa tangas tipo fio dental, que são de parar o coração. Os olhares dos homens vão fácil para os peitos dela, grandes e muito bem colocados, que quase escapam da parte de cima da tanga, que é quase só de tirinhas, com triângulos minúsculos que mal cobrem os mamilos escuros. A bunda dela é uma maravilha, acostumada a malhar muito, é durinha e bem empinada, bem morena, que se destaca de um jeito incrível com essas mini tangas que desaparecem depois de um triângulo minúsculo entre as nádegas. Mais de uma vez, quando ela pega sol despreocupada, pude perceber que a tanga mal cobria a buceta dela, pois em mais de uma ocasião vi, sem disfarçar uma puta excitação, como da parte mais escondida entre as pernas, aparecia de leve, um pedaço dos lábios vaginais, que eu imaginava que deviam ser carnudos, pelo volume que dava pra notar na buceta dela. Enfim, os homens enlouquecem ao vê-la, além disso ela trabalha às vezes Como promotora e modelo em pubs e baladas, os cantadas não a afetam, então ela costuma ser sexy e ousada sem grandes pudores. Na casa que dividíamos, ela era a mesma coisa; minha esposa é igualmente relaxada e desinibida, como boa filha de centro-americanos, mas Andrea superava ela de longe. Muitas vezes, de manhã, eu a encontrava na cozinha vestindo uma camiseta branca de alcinhas, bem justa e que não cobria o umbigo, que ela usava pra dormir, obviamente sem sutiã por baixo; isso fazia os bicos dos peitos dela ficarem totalmente marcados. Essa camisetinha vinha acompanhada da calcinha que ela usava naquele dia, que era sempre uma tanga minúscula. Uma manhã, cheguei na cozinha pra pegar as mamadeiras da minha filha mais nova e vi um espetáculo incrível: Andrea procurando algo na parte de baixo da geladeira, e sem dobrar os joelhos, com a raba empinada, ela estava totalmente curvada pra frente… não fiz barulho quando cheguei… então fiquei uns segundos contemplando aquela beleza… ela estava com a camisetinha branca de sempre, e por baixo, uma tanga fio-dental azul celeste, cuja cor dava pra adivinhar só pelos fios minúsculos nos quadris, porque a tanga se perdia completamente entre a buceta dela… enfiada até no cu, de onde saíam umas carnosidades, e depois sumia entre os lábios da vagina, deixando totalmente exposta uma buceta carnuda, onde tanto os lábios grandes quanto os pequenos eram grossos e proeminentes… o clitóris dela, quase estrangulado pela tanga, escapava um pouquinho, aparecendo como uma protuberância carnuda de uma cor mais pálida que os lábios bem morenos dela… também pude perceber que tanto o cu quanto os lábios estavam completamente depilados. A visão era incrível, por alguns segundos fiquei admirando aquela bunda linda exposta por completo… de repente, parece que tanta penetração da tanga na buceta incomodou ela, e com um movimento rápido, Andrea enfiou um par de dedos entre a buceta dela, e puxou o pedacinho de pano, ajeitou a fio dental, e rapidamente se levantou e se virou, naquele instante, me viu parado que nem um idiota na porta… diante daquela descoberta, não tive outra escolha senão abrir a porta e entrar.
— Oi… como cê tá… — falei com a voz trêmula.
— Tô bem… meio de ressaca… — ela respondeu.
Naquele momento, percebi que tanta excitação tinha tido resposta, e meu pau incrivelmente duro aparecia de forma escandalosa na minha calça folgada de pijama. Andrea me olhou e por uns segundos, o olhar dela ficou preso no meu volume. Andrea desviou o olhar e, pegando o iogurte que tinha nas mãos, passou por mim e, rindo de um jeito provocante, disse:
— Uau… calma… não é pra tanto.
Ela saiu da cozinha rindo; eu, meio envergonhado, mas entendendo que ela era uma gostosa desencanada, também não levei a mal.
Depois de uns dois dias, em que eu não conseguia tirar os olhos da rabeta dela… sempre coberta com leggings ou jeans bem apertados, que geralmente deixavam ver as tirinhas nas laterais do quadril das microtangas colaless dela; uma noite, a família decidiu sair pra passear numa cidade do interior. Eu não tava muito bem, com uma dor de barriga, e fiquei em casa cuidando do meu filho, que tava com um pouco de febre por causa de uma insolação. Todo mundo saiu, mas Andrea não foi com eles, porque ia sair por conta própria com o namorado dela, um cara de uns 24 anos, meio estranho, já que não era muito sociável, e dava pra ver que só pensava na bunda e nos peitos da minha sobrinha.
Todo mundo foi embora, Andrea entrou no banho pra se arrumar e sair, e eu e meu filho ficamos vendo TV… umas duas vezes, Andrea passou indo pra cozinha e depois pro quintal, pegar umas roupas. Na segunda vez, ela passou com uma regata vermelha: barriga de fora, bem apertadinha, com mangas curtas, um pouco abaixo dos ombros, com um decote… uau… incrível, sem sutiã… porque o balanço Das tetas dela e o quanto os bicos estavam aparecidos eram evidentes. Embaixo, ela usava uma calcinha preta, pequena e bem justinha, mas me chamou a atenção ela usar algo assim e não as tradicionais fio dental dela. Ela foi pro quintal, e quando voltou… tava com uma micro fio dental laranja na mão, que estava pendurada no varal. Ela passou e me disse… melhor com essa, né?… nós dois demos risada.
Por mim, acho que é uma escolha melhor… falei.
O ruim dessa fio dental… é que não tem costura… disse a Andrea… e faz ela se “perder” demais… bom… você já sabe do que eu tô falando, né… falou toda provocante e riu.
Ela foi pro quarto dela… e depois saiu com uma mini saia jeans, incrivelmente justa, na altura do quadril… e que só batia até o fim da bunda dela, que parecia que ia escapar.
A gente conversou um pouco, até que o namorado dela chegou. A gente se despediu e ela foi embora.
Tempo depois, eu fui colocar meu filho pra dormir, e fiquei na sala tomando uma cerveja… acabei dormindo, e acordei com a TV ligada, quando ouvi um portão bater. Desculpa, disse a Andrea, enquanto entrava em casa.
Oi, falei, como é que tá?
Mais ou menos, não tô me sentindo bem, mas fico com vergonha de te contar.
Fala, sou médico, já ouvi coisas inimagináveis… falei.
Que bom que você é médico, vai poder me ajudar.
Ela veio andando na minha direção com um pouco de dificuldade, tava incrível com a blusinha vermelha minúscula, e aquela mini saia jeans que era um infarto. Sentou do meu lado… e disse: o que acontece é que, bom… faz anos que não sou mais virgem…, mas hoje a gente não foi dançar, porque meu namorado tava sozinho no apartamento dele, então, bom, a gente começou a brincar… e a ver uns filmes pornô… e meu namorado começou a brincar com meu cu… tipo, com meu ânus… eu continuei porque achei interessante experimentar sexo anal… mas o Pancho (namorado dela) acho que foi muito rápido na brincadeira… e em segundos, senti o pau dele no meu ânus por completo… doeu pra caralho… mas não parei… pensei que seria só no começo… mas a dor foi aumentando…
Quando ele terminou… já tava doendo pra burro. Bastante… mas fiquei com vergonha de falar… só no final, pedi pra ele me trazer em casa, que não tava me sentindo bem… ele disse pra eu não ser careta… que todo mundo transa pelo cu… eu fiquei puta… falei que não era sobre isso. Aí vim calada o caminho inteiro.
Devo admitir que esse relato me excitou pra caralho. Mas ela disse… Claudio!!!, ei, acorda, sabe… você pode me examinar, você é médico, pensei em ir no hospital, no pronto-socorro, mas lá tem gente que me conhece e me dá vergonha… então por favor, me examina você, tá?
Uff, falei, só deve ser um rasgo por causa do atrito…
Por favor, me examina, relaxa, não tenho vergonha de você me ver…
Ei… é que… sei lá… mas.
Nesse momento, Andrea se ajoelhou no sofá e levantou a saia até a cintura.
Por favor… me examina, que tá doendo.
Respirei fundo e me abaixei pra olhar, a visão era incrível, a bunda morena linda dela totalmente exposta, de pernas abertas, com aquela pussy depilada completamente molhada e excitada, com a calcinha fio dental sumida entre os lábios proeminentes, com claros sinais de fluxo vaginal. O cu dela tava bem vermelhinho… inchado, e o fio dental se enfiava no buraquinho preto.
Tá vendo bem?… deixa eu tirar a calcinha.
Sem me perguntar, e num gesto bem prático, com uma mão ela pegou a tirinha do meio da calcinha e puxou tudo.
Uau… minha ereção tava total… toda a vulva dela totalmente exposta, o cu com claros sinais de atividade, a vulva aberta, e a entrada da buceta aberta, vermelha e carnuda…
Tá doendo muito, ela disse…
Criei coragem e falei… bom… deixa eu ver direito… com minhas mãos comecei a mexer no cu dela, toquei… abri um pouquinho, e Andrea reclamou de dor…
Falei… sabe, você tem um rasgo.
Claudio, sabe, acho que alguma coisa quer sair… e tô com medo, acho que pode ser sangue ou algo pior… tô com medo de ir no banheiro… por favor, olha bem, não liga se doer.
Com as duas mãos, abri a raba dela, a visão era incrível. Abri o cu dela sem piedade… e lentamente, um Um líquido branco começou a sair...
Claudio!!! O que tá rolando?
Calma, é o esperma do teu namorado, que tá vazando... você não devia fazer essas coisas sem camisinha. E claramente teu namorado é um bruto.
Me espera... tenho que te limpar...
Fui no banheiro e peguei uns lenços umedecidos... voltei a abrir a bunda da Andrea, e limpei a área, o esperma já tava escorrendo pela vulva dela, e como a buceta dela tava toda exposta, era arriscado, por causa da gravidez...
Deixa eu ver... deixa eu limpar direito.
Com cuidado, abri a buceta dela, separei os lábios e limpei a vulva... minha excitação tava no talo... e me aproveitando um pouco, enfiei uns dedos na buceta dela... com a desculpa de limpar... mas foi só por tesão mesmo...
Aí a Andrea se levantou... enquanto falava comigo... eu nem tava ouvindo, porque ela desabotoou o shortinho e tirou... e na minha cara, a centímetros de distância... tirou a calcinha fio dental e ficou completamente pelada...
Quase como um gesto de agradecimento... a Andrea tirou a camiseta, deixando os peitos dela na minha frente... com aquele par maravilhoso de mamilos escuros... e duros. Ela se abaixou, me beijou e disse... valeu, te devo uma.
Ela foi se deitar... levando só a calcinha laranja, amassada nas mãos... eu... só consegui ir pro banheiro e bater uma como um louco.
Dias depois... cruzei com ela na cozinha de manhã... a casa toda dormindo, e ela se preparando pra sair pra correr... com uma camiseta azul da Adidas... bem justinha, sem mangas... sem sutiã, claro, e com aquele par de mamilos apontando pra mim; embaixo, uma legging pescadora que parecia quase transparente, da mesma marca, branca... ela tava uma gostosa... comendo um iogurte em pé.
Oi... como você tá... tenho que te agradecer pelo outro dia, ela disse.
Imagina... não foi nada... E tá tudo certo lá embaixo?... perguntei.
Ela riu de um jeito safado, e disse... acho que sim... mas queria que você desse uma olhada, por favor... pra ter certeza...
Eu nem consegui responder...
E em questão de segundos... ela puxou a legging até os joelhos e apoiou a barriga na bancada da cozinha... cozinha...- ela voltava a expor a bunda pros meus olhos sem nenhum pudor...
Uffa garota... cê quer me matar mesmo... falei e ela riu.
Do mesmo jeito que da outra vez... ela abriu as pernas e com uma mão puxou a tirinha mínima da sua ainda mais mínima calcinha fio dental branca, que era só fiozinho de não mais que alguns milímetros, sem triângulo atrás...
Uffa falei eu...
Acho que assim você gosta mais, né... ao invés de eu tirar... ela falou num tom provocante...
Hahaha... ri... bom... então valeu...
Olha bem pra mim, por favor.
Eu me abaixei, abri os glúteos dela, e contemplei as partes mais íntimas... o cu dela tava de boa, com uma cor bem morena... parecia saudável e normal... a buceta dela... carnuda mas apertada... era uma delícia.
Tá tudo bem?... ela perguntou
Acho que sim, parece bem...
Por que você não dá uma olhada lá dentro?...
Dentro de onde?...
Do meu cu... óbvio?
Mas, sei lá... tá bem fechadinho... talvez doa.
Mas deixa... espera...
A putinha chupou um dos dedos dela... e passando por baixo entre as pernas, enfiou ele inteiro na buceta dela... em uns segundos... enquanto eu ficava duro pra caralho, ela tirou o dedo todo molhado com os sucos dela... enquanto os lábios morenos começavam a se separar um pouquinho.
Com o dedo molhado... ela começou a cutucar o cu dela, e devagar enfiou no rabo... devagar... e só um pouquinho...
Ela falou... agora... sim... me toca... não dói...
Eu chupei meu dedo indicador... mas primeiro enfiei na buceta dela pra lubrificar... sentindo aquele barulho característico dos sucos e das paredes da buceta quando esticam e depois... devagar... tirei pra enfiar no cu dela...
Muito apertado... mas sem inflamação... toquei por dentro por uns segundos... sabia que aquilo não servia pra nada na medicina... era só um jeito de me excitar... de vez em quando, ela apertava a bunda, apertando meu dedo lá dentro também.
Tá tudo bem?... ela perguntou
Eu diria que sim... dói quando cê vai no banheiro?...
Não, nada... ela falou
Enquanto meu dedo ainda tava no cu dela... uma mão dela pegou no meu pau e começou a me masturbar... enquanto a outra mão soltava a calcinha fio dental que se ajustava em volta do meu... Dedo.
Eu enlouqueci…
Ela tirou minha rola do pijama… e com a mão dela, sem soltar, enfiou na buceta dela…
Nós dois suspiramos…
Era inacreditável… meu dedo no cu dela, a calcinha dela de lado, a legging no joelho, meu pau na buceta dela…
Eu meti com gosto… aí ela falou…
Tô no meu período fértil… por favor, não goza dentro, tá?
Pouco depois eu tirei o pau… por precaução…
Ela se virou e levantou a blusa, deixando os peitos morenos no ar, os bicos duros… rapidamente entraram na minha boca…
Minhas mãos viajavam nos buracos dela… tanto no cu quanto na buceta…
Depois ela se abaixou e começou a chupar… os lábios grossos dela cobriam meu pau… que em minutos explodiu dentro da boca dela…
Ela nunca tirou meu pau da boca… e depois de engolir meu leite… limpou meu pau inteiro com a língua…
Aí ela falou… por favor… vamos terminar isso como começou… mas só um pouquinho…
Ela se virou de novo, apoiou a barriga no balcão… e com uma mão pegou meu pau ainda duro… e mesmo a calcinha atrapalhando um pouco, porque tinha se enfiado na carne dela de novo… devagarzinho ela enfiou só a cabeça do meu pau na bunda dela… o cu dela tava fervendo…
Eu não acreditava… ela só enfiou… e tirou na hora. Depois… ajeitou a calcinha… subiu a legging… cobriu os peitos de novo com a blusinha… me beijou na boca… e falou… valeu… isso é segredo entre nós dois, né?
Eu só balancei a cabeça… ela deixou o iogurte na mesa… e saiu…
Depois… vi ela pela janela passando trotando na rua.
Tudo seguiu normal, dois dias depois voltamos pra Santiago… mas eu espero as horas até o verão chegar de novo.
— Oi… como cê tá… — falei com a voz trêmula.
— Tô bem… meio de ressaca… — ela respondeu.
Naquele momento, percebi que tanta excitação tinha tido resposta, e meu pau incrivelmente duro aparecia de forma escandalosa na minha calça folgada de pijama. Andrea me olhou e por uns segundos, o olhar dela ficou preso no meu volume. Andrea desviou o olhar e, pegando o iogurte que tinha nas mãos, passou por mim e, rindo de um jeito provocante, disse:
— Uau… calma… não é pra tanto.
Ela saiu da cozinha rindo; eu, meio envergonhado, mas entendendo que ela era uma gostosa desencanada, também não levei a mal.
Depois de uns dois dias, em que eu não conseguia tirar os olhos da rabeta dela… sempre coberta com leggings ou jeans bem apertados, que geralmente deixavam ver as tirinhas nas laterais do quadril das microtangas colaless dela; uma noite, a família decidiu sair pra passear numa cidade do interior. Eu não tava muito bem, com uma dor de barriga, e fiquei em casa cuidando do meu filho, que tava com um pouco de febre por causa de uma insolação. Todo mundo saiu, mas Andrea não foi com eles, porque ia sair por conta própria com o namorado dela, um cara de uns 24 anos, meio estranho, já que não era muito sociável, e dava pra ver que só pensava na bunda e nos peitos da minha sobrinha.
Todo mundo foi embora, Andrea entrou no banho pra se arrumar e sair, e eu e meu filho ficamos vendo TV… umas duas vezes, Andrea passou indo pra cozinha e depois pro quintal, pegar umas roupas. Na segunda vez, ela passou com uma regata vermelha: barriga de fora, bem apertadinha, com mangas curtas, um pouco abaixo dos ombros, com um decote… uau… incrível, sem sutiã… porque o balanço Das tetas dela e o quanto os bicos estavam aparecidos eram evidentes. Embaixo, ela usava uma calcinha preta, pequena e bem justinha, mas me chamou a atenção ela usar algo assim e não as tradicionais fio dental dela. Ela foi pro quintal, e quando voltou… tava com uma micro fio dental laranja na mão, que estava pendurada no varal. Ela passou e me disse… melhor com essa, né?… nós dois demos risada.
Por mim, acho que é uma escolha melhor… falei.
O ruim dessa fio dental… é que não tem costura… disse a Andrea… e faz ela se “perder” demais… bom… você já sabe do que eu tô falando, né… falou toda provocante e riu.
Ela foi pro quarto dela… e depois saiu com uma mini saia jeans, incrivelmente justa, na altura do quadril… e que só batia até o fim da bunda dela, que parecia que ia escapar.
A gente conversou um pouco, até que o namorado dela chegou. A gente se despediu e ela foi embora.
Tempo depois, eu fui colocar meu filho pra dormir, e fiquei na sala tomando uma cerveja… acabei dormindo, e acordei com a TV ligada, quando ouvi um portão bater. Desculpa, disse a Andrea, enquanto entrava em casa.
Oi, falei, como é que tá?
Mais ou menos, não tô me sentindo bem, mas fico com vergonha de te contar.
Fala, sou médico, já ouvi coisas inimagináveis… falei.
Que bom que você é médico, vai poder me ajudar.
Ela veio andando na minha direção com um pouco de dificuldade, tava incrível com a blusinha vermelha minúscula, e aquela mini saia jeans que era um infarto. Sentou do meu lado… e disse: o que acontece é que, bom… faz anos que não sou mais virgem…, mas hoje a gente não foi dançar, porque meu namorado tava sozinho no apartamento dele, então, bom, a gente começou a brincar… e a ver uns filmes pornô… e meu namorado começou a brincar com meu cu… tipo, com meu ânus… eu continuei porque achei interessante experimentar sexo anal… mas o Pancho (namorado dela) acho que foi muito rápido na brincadeira… e em segundos, senti o pau dele no meu ânus por completo… doeu pra caralho… mas não parei… pensei que seria só no começo… mas a dor foi aumentando…
Quando ele terminou… já tava doendo pra burro. Bastante… mas fiquei com vergonha de falar… só no final, pedi pra ele me trazer em casa, que não tava me sentindo bem… ele disse pra eu não ser careta… que todo mundo transa pelo cu… eu fiquei puta… falei que não era sobre isso. Aí vim calada o caminho inteiro.
Devo admitir que esse relato me excitou pra caralho. Mas ela disse… Claudio!!!, ei, acorda, sabe… você pode me examinar, você é médico, pensei em ir no hospital, no pronto-socorro, mas lá tem gente que me conhece e me dá vergonha… então por favor, me examina você, tá?
Uff, falei, só deve ser um rasgo por causa do atrito…
Por favor, me examina, relaxa, não tenho vergonha de você me ver…
Ei… é que… sei lá… mas.
Nesse momento, Andrea se ajoelhou no sofá e levantou a saia até a cintura.
Por favor… me examina, que tá doendo.
Respirei fundo e me abaixei pra olhar, a visão era incrível, a bunda morena linda dela totalmente exposta, de pernas abertas, com aquela pussy depilada completamente molhada e excitada, com a calcinha fio dental sumida entre os lábios proeminentes, com claros sinais de fluxo vaginal. O cu dela tava bem vermelhinho… inchado, e o fio dental se enfiava no buraquinho preto.
Tá vendo bem?… deixa eu tirar a calcinha.
Sem me perguntar, e num gesto bem prático, com uma mão ela pegou a tirinha do meio da calcinha e puxou tudo.
Uau… minha ereção tava total… toda a vulva dela totalmente exposta, o cu com claros sinais de atividade, a vulva aberta, e a entrada da buceta aberta, vermelha e carnuda…
Tá doendo muito, ela disse…
Criei coragem e falei… bom… deixa eu ver direito… com minhas mãos comecei a mexer no cu dela, toquei… abri um pouquinho, e Andrea reclamou de dor…
Falei… sabe, você tem um rasgo.
Claudio, sabe, acho que alguma coisa quer sair… e tô com medo, acho que pode ser sangue ou algo pior… tô com medo de ir no banheiro… por favor, olha bem, não liga se doer.
Com as duas mãos, abri a raba dela, a visão era incrível. Abri o cu dela sem piedade… e lentamente, um Um líquido branco começou a sair...
Claudio!!! O que tá rolando?
Calma, é o esperma do teu namorado, que tá vazando... você não devia fazer essas coisas sem camisinha. E claramente teu namorado é um bruto.
Me espera... tenho que te limpar...
Fui no banheiro e peguei uns lenços umedecidos... voltei a abrir a bunda da Andrea, e limpei a área, o esperma já tava escorrendo pela vulva dela, e como a buceta dela tava toda exposta, era arriscado, por causa da gravidez...
Deixa eu ver... deixa eu limpar direito.
Com cuidado, abri a buceta dela, separei os lábios e limpei a vulva... minha excitação tava no talo... e me aproveitando um pouco, enfiei uns dedos na buceta dela... com a desculpa de limpar... mas foi só por tesão mesmo...
Aí a Andrea se levantou... enquanto falava comigo... eu nem tava ouvindo, porque ela desabotoou o shortinho e tirou... e na minha cara, a centímetros de distância... tirou a calcinha fio dental e ficou completamente pelada...
Quase como um gesto de agradecimento... a Andrea tirou a camiseta, deixando os peitos dela na minha frente... com aquele par maravilhoso de mamilos escuros... e duros. Ela se abaixou, me beijou e disse... valeu, te devo uma.
Ela foi se deitar... levando só a calcinha laranja, amassada nas mãos... eu... só consegui ir pro banheiro e bater uma como um louco.
Dias depois... cruzei com ela na cozinha de manhã... a casa toda dormindo, e ela se preparando pra sair pra correr... com uma camiseta azul da Adidas... bem justinha, sem mangas... sem sutiã, claro, e com aquele par de mamilos apontando pra mim; embaixo, uma legging pescadora que parecia quase transparente, da mesma marca, branca... ela tava uma gostosa... comendo um iogurte em pé.
Oi... como você tá... tenho que te agradecer pelo outro dia, ela disse.
Imagina... não foi nada... E tá tudo certo lá embaixo?... perguntei.
Ela riu de um jeito safado, e disse... acho que sim... mas queria que você desse uma olhada, por favor... pra ter certeza...
Eu nem consegui responder...
E em questão de segundos... ela puxou a legging até os joelhos e apoiou a barriga na bancada da cozinha... cozinha...- ela voltava a expor a bunda pros meus olhos sem nenhum pudor...
Uffa garota... cê quer me matar mesmo... falei e ela riu.
Do mesmo jeito que da outra vez... ela abriu as pernas e com uma mão puxou a tirinha mínima da sua ainda mais mínima calcinha fio dental branca, que era só fiozinho de não mais que alguns milímetros, sem triângulo atrás...
Uffa falei eu...
Acho que assim você gosta mais, né... ao invés de eu tirar... ela falou num tom provocante...
Hahaha... ri... bom... então valeu...
Olha bem pra mim, por favor.
Eu me abaixei, abri os glúteos dela, e contemplei as partes mais íntimas... o cu dela tava de boa, com uma cor bem morena... parecia saudável e normal... a buceta dela... carnuda mas apertada... era uma delícia.
Tá tudo bem?... ela perguntou
Acho que sim, parece bem...
Por que você não dá uma olhada lá dentro?...
Dentro de onde?...
Do meu cu... óbvio?
Mas, sei lá... tá bem fechadinho... talvez doa.
Mas deixa... espera...
A putinha chupou um dos dedos dela... e passando por baixo entre as pernas, enfiou ele inteiro na buceta dela... em uns segundos... enquanto eu ficava duro pra caralho, ela tirou o dedo todo molhado com os sucos dela... enquanto os lábios morenos começavam a se separar um pouquinho.
Com o dedo molhado... ela começou a cutucar o cu dela, e devagar enfiou no rabo... devagar... e só um pouquinho...
Ela falou... agora... sim... me toca... não dói...
Eu chupei meu dedo indicador... mas primeiro enfiei na buceta dela pra lubrificar... sentindo aquele barulho característico dos sucos e das paredes da buceta quando esticam e depois... devagar... tirei pra enfiar no cu dela...
Muito apertado... mas sem inflamação... toquei por dentro por uns segundos... sabia que aquilo não servia pra nada na medicina... era só um jeito de me excitar... de vez em quando, ela apertava a bunda, apertando meu dedo lá dentro também.
Tá tudo bem?... ela perguntou
Eu diria que sim... dói quando cê vai no banheiro?...
Não, nada... ela falou
Enquanto meu dedo ainda tava no cu dela... uma mão dela pegou no meu pau e começou a me masturbar... enquanto a outra mão soltava a calcinha fio dental que se ajustava em volta do meu... Dedo.
Eu enlouqueci…
Ela tirou minha rola do pijama… e com a mão dela, sem soltar, enfiou na buceta dela…
Nós dois suspiramos…
Era inacreditável… meu dedo no cu dela, a calcinha dela de lado, a legging no joelho, meu pau na buceta dela…
Eu meti com gosto… aí ela falou…
Tô no meu período fértil… por favor, não goza dentro, tá?
Pouco depois eu tirei o pau… por precaução…
Ela se virou e levantou a blusa, deixando os peitos morenos no ar, os bicos duros… rapidamente entraram na minha boca…
Minhas mãos viajavam nos buracos dela… tanto no cu quanto na buceta…
Depois ela se abaixou e começou a chupar… os lábios grossos dela cobriam meu pau… que em minutos explodiu dentro da boca dela…
Ela nunca tirou meu pau da boca… e depois de engolir meu leite… limpou meu pau inteiro com a língua…
Aí ela falou… por favor… vamos terminar isso como começou… mas só um pouquinho…
Ela se virou de novo, apoiou a barriga no balcão… e com uma mão pegou meu pau ainda duro… e mesmo a calcinha atrapalhando um pouco, porque tinha se enfiado na carne dela de novo… devagarzinho ela enfiou só a cabeça do meu pau na bunda dela… o cu dela tava fervendo…
Eu não acreditava… ela só enfiou… e tirou na hora. Depois… ajeitou a calcinha… subiu a legging… cobriu os peitos de novo com a blusinha… me beijou na boca… e falou… valeu… isso é segredo entre nós dois, né?
Eu só balancei a cabeça… ela deixou o iogurte na mesa… e saiu…
Depois… vi ela pela janela passando trotando na rua.
Tudo seguiu normal, dois dias depois voltamos pra Santiago… mas eu espero as horas até o verão chegar de novo.
40 comentários - Fio dental da minha sobrinha
la verdad que si es verdad tenes una suerte increiblee!
te dejamos los 10 para q te aproximes más al NFU
saludos y a seguir con los relatos!!
🤤 🤤 🤤
si te gustan los relatos pasate por mis posts, te van a gustar, saludosssss
Muy buen relato!