O segredo da minha sogra e meu

Beleza, beleza, poringa boys/as. Hoje vou deliciar vocês com mais uma das minhas histórias. Só lembrando que todos meus relatos são 100% reais — na verdade, foram reais. Quando a gente tem sorte com as mulheres, tem sorte mesmo. Nessa ocasião, a mulher é minha sogra, muejeje...

Quando conheci minha namorada, uns 8 anos atrás, minha sogra devia ter uns 50 e poucos anos. Era uma gostosa do caralho, uma mulher que não dava brecha pra fofoca, nunca uma reclamação do bairro, nem do marido sobre alguma traição. Era uma senhora direita. Eu, sempre respeitoso, mas sempre de olho na bunda dela, porque era muito linda — na verdade, mais que linda, era bem empinada e durinha, grande mas não gorda. Meu sogro, todo legal, mas sempre com respeito. Com o tempo, fui me fazendo querer, me deram confiança e eu não decepcionei. E depois de tantos anos de namoro com a minha hoje esposa, tinha uma super confiança. A gente sempre falava de tudo, mas o que menos se falava era de sexo, porque a minha patroa não gostava que a gente zoasse assim. De vez em quando a gente soltava uma piada e eu entrava na brincadeira, mas sempre respeitando os outros.

Eles tinham uma casa em Santa Teresita, mas teve uma época, uns 5 anos atrás, que ficou muito comum invadirem casas na região. Eis que chamam meus sogros numa quinta à noite, de lá, avisando que tinham tentado invadir. Obviamente, ficaram loucos, queriam ir pra lá na hora. Mas aí é que tá o lance da história: meu sogro trabalhava na sexta e não podia faltar, não lembro bem por quê agora, mas o fato é que não dava. Então planejaram ir na sexta, quando ele saísse do trampo. Nessa hora, acendeu uma lâmpada na minha cabeça. Falei com minha namorada o que tava pensando e ela achou boa ideia. Aí me levantei e falei: "Olha, O (sogro), eu tava conversando com a E (minha namorada) e, se vocês não se importarem ou acharem de boa, eu me ofereço pra levar a W (sogra) com meu carro. Total, falo na remiseria e não vai ter problema, é só pedir um dia" (na época eu tava trabalhando em...). Uma remissária com um sítio meu, não tinha filhos, nada que me prendesse, então me ofereci. Vamos ver como tá o panorama quando chegarmos e, dependendo do que quiserem fazer, ela vem na saída do trampo com o carro dele, senão a gente dá a volta nós mesmos, ou vocês veem isso, sei lá. Nisso tudo, minha patroa não veio porque tinha que trampar no outro dia e todo aquele blá-blá-blá.

Bom, entre um pito e outro, depois de meia hora pensando, eles decidiram aceitar minha proposta, era o que eu mais queria. Mas nunca pensei em comer minha sogra nem nada do tipo, nada a ver, só fiz de boa e pra ver qual era, já que nunca tinha passado tanto tempo sozinho com ela, me dava curiosidade.

Beijinho de despedida da minha mulher, umas roupas a mais por via das dúvidas e umas 23h a gente saiu. Tava frio, era inverno, umas 4 horas de viagem, mate vai, mate vem, conversando sobre o que tinha acontecido, nada de estranho. E chegamos. Falamos com a vizinha que tinha avisado, não tinha ninguém, nem o papagaio tava. Fizemos o BO por via das dúvidas, mas não tinha ninguém, nem sinal de arrombamento, nada, absolutamente nada. Avisamos o O como tava tudo, era umas 4h30 da madrugada e que no dia seguinte a gente voltava. Aí começou toda a questão. W fala pra mim: "Vamos tomar um café, Mariano?" "Mais que café, com esse frio tá pedindo uma dose de uísque pra gente dormir quentinho." Foi aí que comecei, fui chegando a conversa de mansinho pra ver se a véia pegava o embalo. Tomamos uns dois dedos cada um e, entre um pito e outro, já tinha dado umas investidas. Perdi a linha e falei: "W, você tá mais magra." "Como você percebeu?" "Porque seu moletom tá mais folgado." "Tá olhando minha bunda, cara?" (eu já tava a mil por hora) "Bom, é que tem coisas que não dá pra evitar." "Quer ver de mais perto?" "Tá falando sério?" E não sei que cara eu fiz ou que reação tive, ela me olhou e falou: "Você tá bem?" "Tô, mas fala sério, o que você tá me dizendo?" "Se você se animar... Além do mais, O... Faz mó tempo que não me toca um pelo.
Ela chega perto de onde eu tô sentado, coloca a bunda a uns 20 cm do meu rosto, abaixa o joggins marrom e deixa todo aquele cuzão gostoso à mostra, que eu já dediquei milhares de punhetas. Eu tava besta, e ela fala: "Não vai dar uma apalpada?" Esquece. Peguei ela pela mão e levei pro quarto, do jeito que tava, coloquei ela de quatro. Eu tremia tudo, não sei por quê nem pra quê, mas nunca na minha vida tinha acontecido isso, e olha que já comi umas gostosas grandes. Comecei a passar a mão naqueles cachetes bem empinados, puxei a calcinha fio dental com uma mão e minha cabeça foi direto naquela racha bem usada, toda babada. Chupei, lambi, comi, apertei, enfiei o nariz, chupei e chupei por uns 20 minutos. Quando comecei a meter o nariz, ela teve um orgasmo explosivo. Ela falou: "Agora é minha vez." Me deitou de barriga pra cima, tirou tudo, só ela tava de moletom, depois ficamos pelados os dois. Ela colocou aquela bunda linda no meu rosto e começamos um 69 que, na minha opinião, foi e vai ser o melhor que já vivi. O mais normal? Sim, enchi a boca dela de porra, mas saiu um balde de 20 litros, pelo menos. Meu pau não parava de contrair, e ela engolia cada vez que contraía. Mesmo assim, não ia baixar porque eu tava cheio de leite, e ela continuou de pé. Ela lambeu mais um pouco e falou: "Me levanta e me come." Peguei ela pelas pernas, ela me abraçou e meti por 10 minutos nessa posição. Depois, eu deitado, ela por cima, mas olhando pros meus pés. Depois de quatro, e assim terminamos: ela com três gozadas e eu com duas. Enquanto a gente trepava, não falamos nada, só: "vem", "coloca", "assim", "de lado". Terminamos os dois largados na cama. No outro dia, a gente tinha que voltar, era meio-dia e meia e a gente só tava levantando. Claro, tinha sido um puta sexo. Empacotamos tudo e vazamos, tentando não deixar nenhum vestígio em lugar nenhum.
Na viagem de volta, não falamos nada depois do primeiro posto. serviço, ela tocou no assunto, a gente conversou e ela disse que acha que não vai rolar de novo, então me despedi com um boquete daqueles e ela me fez o boquete de despedida.
Até hoje não transamos mais, mas sempre zoamos que um dia desses a gente pode repetir.
Espero que tenham gostado do meu relato, abraços pra todos, ah, e não esquece de comentar, não seja mão de vaca.

13 comentários - O segredo da minha sogra e meu

TOPY64
yo quiero una suegra asi loco ......la mia es mas fiera que la mierda...
buen post ! mi sueño es cojerme una veterana ...
woooww!!!!! tienes que repetirlo y contarnos más!!!!!! jajaja
ufffffffff!!!!!! que buenoooooo....los joggins y las calzas son lo más