Somos 4 amigos com uns 34 anos e nos conhecemos há 15. Um deles está namorando com a C (vamos chamá-la assim) desde sempre, os outros 2 estão juntos há 5 anos, e eu tive várias minas, mas nada sério até agora, que estou há 9 meses.
Desde o começo, eu sempre gostei da C (morena, olhos azuis, 1,65m, peitão, pernas boas e um corpo normal, mas daquelas mulheres que a gente quer casar). Sempre procurava disfarçadamente sentar perto e puxar algum papo. Sem perceber, parece que parei de disfarçar, e há uns anos começaram a encher meu saco dizendo que eu estava com tesão na C, mas sempre na zoeira.
O tempo passou, o primeiro casal se casou e teve uma filha que agora tem 1 ano. Um dia decidimos marcar um cinema os 8. Era uma sexta. De um lado, iam as outras 2 casais; do outro, eu tinha que passar pra buscar os casados e depois minha namorada, que ainda mora com os pais. Cheguei pra buscá-los, bati a buzão, e sai a C, de saia e regata. Tava uma delícia. Ela me disse que a mãe dela não podia vir cuidar da neném porque tinha uma reunião, e que meu amigo estava com dor de cabeça e febre e não iam vir. Aí eu desci do carro e entrei na casa. Cumprimentei ele e comentei: por que ele não ficava com a criança e a C vinha pro cinema, já que fazia tempo que ela não saía? Os dois acharam legal, então consegui meu objetivo e fui com ela. O que eu não esperava era que, mal saímos, chegou uma mensagem da minha namorada dizendo que não ia poder vir porque ia se encontrar com as colegas da faculdade pra estudar uma matéria que tinha prova na segunda.
Olhei pra C e disse: vamos direto pro shopping onde ficam os cinemas e esperamos os outros. Chegamos 20 minutos adiantados e demos umas voltas pra passar o tempo, começamos a falar de qualquer coisa. Poucos minutos depois de começar a andar, chegou uma mensagem pra ela de uma das namoradas dos meus amigos dizendo: "Não vamos poder ir porque acabamos de bater o carro, estamos bem, mas... mas temos que ir fazer a denúncia". Continuamos caminando e discutindo se entrávamos no cinema sozinhos ou não, e em um momento, sem perceber, ou talvez inconscientemente sim, eu a abracei, passando meu braço por cima do ombro dela. Ela não disse nada e caminhamos mais um pouco. Quando tomei real consciência do que estava fazendo, hesitei e olhei para ela. Ela me encarou com aqueles olhões, e eu não consegui controlar meus instintos e a beijei. Ela não rejeitou meu beijo, mas não parecia confortável. Então eu parei, me afastei e pedi desculpas. Ela aceitou e continuamos andando.
Chegamos à porta do cinema, olhamos a programação e eu disse: "Vamos ver algum?". Ela disse que sim e apontou para um que se chamava "Love in Paris". Eu fui, peguei os ingressos 2 por 1 – tenho desconto – e escolhi a última fila. Fomos para a sala, que estava quase vazia, sentamos e esperamos começar. Enquanto isso, conversamos e eu pedi desculpas novamente, ao que ela respondeu que não era necessário, que ela também estava com vontade fazia tempo, que ultimamente andava mal e que desde que a menina nasceu eles não faziam mais. Até me confessou que estava tendo sonhos eróticos comigo. Assim que ela terminou de dizer isso, as luzes se apagaram e começaram os comerciais.
Ela me deu a mão e começamos a assistir. Acho que não passaram nem cinco minutos e eu já estava tocando suas pernas, e aos poucos fui subindo para sua virilha. Em dez minutos, ela já estava agarrando meu pau, e em quinze, eu a beijava apaixonadamente, enfiando minha mão por baixo da regata, acariciando seus peitos. E quando ela estava se preparando para me chupar, eu disse: "E se a gente for para um hotel?". Ela respondeu: "Sim, vamos agora e me fode todinha!!!". Ajeitamos a roupa e saímos correndo para o carro em busca de um hotel. Por sorte, lembrei de um que fica na Panamericana, a poucas quadras do shopping.
Pedi um quarto com garagem privativa – era preciso reduzir os riscos ao máximo. Entramos e... Mal chegamos e mal fecho a porta, já a agarro envolvendo-a com meus braços, levanto-a e encosto-a contra a parede.
Ela me envolve com as pernas e, como posso, consigo tirar a regata e o sutiã, começo a tocar e beijar seus peitos, passando suavemente minha língua pelos mamilos.
Ela começa a gemer sem parar, giramos e mergulhamos na cama.
Levanto, tiro minha camiseta e arranco sua saia.
Ela estava ali, só de calcinha fio-dental, e eu realizando o sonho da minha vida.
Fico pensando até que ela me diz: "me chupa".
Tiro a calcinha, abro suas pernas, com os dedos separo seus lábios vaginais e com a língua começo a brincar com seu clitóris que aparecia.
Ela começa a gritar e, vendo que ela gostava, aumento a velocidade e ela aumenta o volume dos gritos.
Continuo com a língua e com o dedo vou introduzindo em sua vagina.
Ela para de gritar e começa a xingar, e depois de alguns minutos, levanta a pélvis e fica tensa, solta um grito de quase um minuto e, de repente, relaxa, cai exausta e as lágrimas escorrem.
Olho para ela, ela me agarra e me puxa pelos braços para ficar em cima dela, me abraça forte e diz que foi o orgasmo mais espetacular da vida dela.
E eu sussurro que isso só está começando.
Depois de um breve descanso (nessa idade é fundamental), vamos para o jacuzzi.
Enchemos e entramos por um tempo. De repente, ela mergulha e me chupa debaixo d'água por alguns segundos.
Estranho, mas era gostoso e meu pau começava a crescer.
Depois de 4 ou 5 mergulhos, ela sai e, num movimento só, senta em cima de mim e rapidamente consegue que meu pau duro entre em sua buceta.
Depois disso, seguem-se alguns minutos de sobe e desce.
Então digo para ela se levantar e apoiar os braços na borda do jacuzzi, e eu, entrando por trás, volto a enfiar na sua buceta quente.
Começo suavemente a entrar e sair, e ela começa a gritar de novo.
Volto a aumentar a velocidade e a enfiar com mais força. Segurando ela pelo quadril, começo a meter como nunca antes. Ela não parava de gritar e, depois de alguns longos minutos, começou a gemer "sim, sim, siiim", apertando a buceta enquanto tinha um orgasmo intenso. Eu explodi dentro dela ao mesmo tempo, continuando a meter com toda força, descarregando anos de tesão no seu interior, enchendo e transbordando ela de porra. Ficamos os dois encostados na borda por alguns minutos para recuperar o fôlego, até que eu tirei o pau e o esperma escorreu para todo lado. Nos levantamos e abri o chuveiro para nos limparmos um pouco antes de voltar para a cama.
Deitados olhando para o teto, ela de repente se assusta e diz: "Não estou tomando pílula e a gente não usou camisinha". Eu respondo: "Mas que foda!", e ela, irritada, me diz: "Você me engravidou, seu idiota!" Foi aí que percebi a gravidade da situação.
Ficamos um tempo conversando para ver como resolver o problema e nos acalmamos. Depois de meia hora, eu já estava com tesão de novo e comecei a tocar os peitos dela até os mamilos ficarem duros. Então eu disse: "Vamos para a terceira?". Ela respondeu: "Sem camisinha, nem fodendo!". Eu então sugeri: "E se formos por trás?". Ela disse que nem pensar, que eles nunca conseguiram e que eu era maior que ele. Eu respondi: "Deixa eu tentar, já fiz isso algumas vezes". Depois de um bom tempo, ela deixou, mas só se eu fosse com cuidado. Então, coloquei meus dedos nos fluidos vaginais dela para usá-los como lubrificante e, com minhas carícias, consegui que seu ânus se dilatasse. Em seguida, inseri a ponta do meu pau suavemente no seu cuzinho, e ela soltou um pequeno grito de dor. Pedi para ela se acalmar e lentamente fui enfiando até conseguir uma penetração completa. Quando percebi que ela estava totalmente dilatada, comecei com uma entrada e saída devagar. Ela disse que a dor inicial deu lugar a um prazer intenso. Foi aí que comecei a acelerar e, com o dedo, massageei seu clitóris. Depois de um tempo, com minhas últimas forças, dei algumas bombadas fortes e... A gente terminou de um jeito incrível, meu leite escorria pra todo lado e dela caíam os fluidos da buceta.
O turno no hotel acabou, a gente se trocou e eu levei ela pra casa. Duas quadras antes de chegar, ela me fez parar o carro, me deu uns beijos e sussurrou no meu ouvido: "Quero repetir essa foda toda semana". Isso fez meu pau endurecer de novo, ela percebeu e disse: "Hoje não dá mais tempo, a gente continua outro dia".
Então, galera, na próxima eu conto sobre o fim de semana longo que passamos fodendo selvagemente.
Desde o começo, eu sempre gostei da C (morena, olhos azuis, 1,65m, peitão, pernas boas e um corpo normal, mas daquelas mulheres que a gente quer casar). Sempre procurava disfarçadamente sentar perto e puxar algum papo. Sem perceber, parece que parei de disfarçar, e há uns anos começaram a encher meu saco dizendo que eu estava com tesão na C, mas sempre na zoeira.
O tempo passou, o primeiro casal se casou e teve uma filha que agora tem 1 ano. Um dia decidimos marcar um cinema os 8. Era uma sexta. De um lado, iam as outras 2 casais; do outro, eu tinha que passar pra buscar os casados e depois minha namorada, que ainda mora com os pais. Cheguei pra buscá-los, bati a buzão, e sai a C, de saia e regata. Tava uma delícia. Ela me disse que a mãe dela não podia vir cuidar da neném porque tinha uma reunião, e que meu amigo estava com dor de cabeça e febre e não iam vir. Aí eu desci do carro e entrei na casa. Cumprimentei ele e comentei: por que ele não ficava com a criança e a C vinha pro cinema, já que fazia tempo que ela não saía? Os dois acharam legal, então consegui meu objetivo e fui com ela. O que eu não esperava era que, mal saímos, chegou uma mensagem da minha namorada dizendo que não ia poder vir porque ia se encontrar com as colegas da faculdade pra estudar uma matéria que tinha prova na segunda.
Olhei pra C e disse: vamos direto pro shopping onde ficam os cinemas e esperamos os outros. Chegamos 20 minutos adiantados e demos umas voltas pra passar o tempo, começamos a falar de qualquer coisa. Poucos minutos depois de começar a andar, chegou uma mensagem pra ela de uma das namoradas dos meus amigos dizendo: "Não vamos poder ir porque acabamos de bater o carro, estamos bem, mas... mas temos que ir fazer a denúncia". Continuamos caminando e discutindo se entrávamos no cinema sozinhos ou não, e em um momento, sem perceber, ou talvez inconscientemente sim, eu a abracei, passando meu braço por cima do ombro dela. Ela não disse nada e caminhamos mais um pouco. Quando tomei real consciência do que estava fazendo, hesitei e olhei para ela. Ela me encarou com aqueles olhões, e eu não consegui controlar meus instintos e a beijei. Ela não rejeitou meu beijo, mas não parecia confortável. Então eu parei, me afastei e pedi desculpas. Ela aceitou e continuamos andando.
Chegamos à porta do cinema, olhamos a programação e eu disse: "Vamos ver algum?". Ela disse que sim e apontou para um que se chamava "Love in Paris". Eu fui, peguei os ingressos 2 por 1 – tenho desconto – e escolhi a última fila. Fomos para a sala, que estava quase vazia, sentamos e esperamos começar. Enquanto isso, conversamos e eu pedi desculpas novamente, ao que ela respondeu que não era necessário, que ela também estava com vontade fazia tempo, que ultimamente andava mal e que desde que a menina nasceu eles não faziam mais. Até me confessou que estava tendo sonhos eróticos comigo. Assim que ela terminou de dizer isso, as luzes se apagaram e começaram os comerciais.
Ela me deu a mão e começamos a assistir. Acho que não passaram nem cinco minutos e eu já estava tocando suas pernas, e aos poucos fui subindo para sua virilha. Em dez minutos, ela já estava agarrando meu pau, e em quinze, eu a beijava apaixonadamente, enfiando minha mão por baixo da regata, acariciando seus peitos. E quando ela estava se preparando para me chupar, eu disse: "E se a gente for para um hotel?". Ela respondeu: "Sim, vamos agora e me fode todinha!!!". Ajeitamos a roupa e saímos correndo para o carro em busca de um hotel. Por sorte, lembrei de um que fica na Panamericana, a poucas quadras do shopping.
Pedi um quarto com garagem privativa – era preciso reduzir os riscos ao máximo. Entramos e... Mal chegamos e mal fecho a porta, já a agarro envolvendo-a com meus braços, levanto-a e encosto-a contra a parede.
Ela me envolve com as pernas e, como posso, consigo tirar a regata e o sutiã, começo a tocar e beijar seus peitos, passando suavemente minha língua pelos mamilos.
Ela começa a gemer sem parar, giramos e mergulhamos na cama.
Levanto, tiro minha camiseta e arranco sua saia.
Ela estava ali, só de calcinha fio-dental, e eu realizando o sonho da minha vida.
Fico pensando até que ela me diz: "me chupa".
Tiro a calcinha, abro suas pernas, com os dedos separo seus lábios vaginais e com a língua começo a brincar com seu clitóris que aparecia.
Ela começa a gritar e, vendo que ela gostava, aumento a velocidade e ela aumenta o volume dos gritos.
Continuo com a língua e com o dedo vou introduzindo em sua vagina.
Ela para de gritar e começa a xingar, e depois de alguns minutos, levanta a pélvis e fica tensa, solta um grito de quase um minuto e, de repente, relaxa, cai exausta e as lágrimas escorrem.
Olho para ela, ela me agarra e me puxa pelos braços para ficar em cima dela, me abraça forte e diz que foi o orgasmo mais espetacular da vida dela.
E eu sussurro que isso só está começando.
Depois de um breve descanso (nessa idade é fundamental), vamos para o jacuzzi.
Enchemos e entramos por um tempo. De repente, ela mergulha e me chupa debaixo d'água por alguns segundos.
Estranho, mas era gostoso e meu pau começava a crescer.
Depois de 4 ou 5 mergulhos, ela sai e, num movimento só, senta em cima de mim e rapidamente consegue que meu pau duro entre em sua buceta.
Depois disso, seguem-se alguns minutos de sobe e desce.
Então digo para ela se levantar e apoiar os braços na borda do jacuzzi, e eu, entrando por trás, volto a enfiar na sua buceta quente.
Começo suavemente a entrar e sair, e ela começa a gritar de novo.
Volto a aumentar a velocidade e a enfiar com mais força. Segurando ela pelo quadril, começo a meter como nunca antes. Ela não parava de gritar e, depois de alguns longos minutos, começou a gemer "sim, sim, siiim", apertando a buceta enquanto tinha um orgasmo intenso. Eu explodi dentro dela ao mesmo tempo, continuando a meter com toda força, descarregando anos de tesão no seu interior, enchendo e transbordando ela de porra. Ficamos os dois encostados na borda por alguns minutos para recuperar o fôlego, até que eu tirei o pau e o esperma escorreu para todo lado. Nos levantamos e abri o chuveiro para nos limparmos um pouco antes de voltar para a cama.
Deitados olhando para o teto, ela de repente se assusta e diz: "Não estou tomando pílula e a gente não usou camisinha". Eu respondo: "Mas que foda!", e ela, irritada, me diz: "Você me engravidou, seu idiota!" Foi aí que percebi a gravidade da situação.
Ficamos um tempo conversando para ver como resolver o problema e nos acalmamos. Depois de meia hora, eu já estava com tesão de novo e comecei a tocar os peitos dela até os mamilos ficarem duros. Então eu disse: "Vamos para a terceira?". Ela respondeu: "Sem camisinha, nem fodendo!". Eu então sugeri: "E se formos por trás?". Ela disse que nem pensar, que eles nunca conseguiram e que eu era maior que ele. Eu respondi: "Deixa eu tentar, já fiz isso algumas vezes". Depois de um bom tempo, ela deixou, mas só se eu fosse com cuidado. Então, coloquei meus dedos nos fluidos vaginais dela para usá-los como lubrificante e, com minhas carícias, consegui que seu ânus se dilatasse. Em seguida, inseri a ponta do meu pau suavemente no seu cuzinho, e ela soltou um pequeno grito de dor. Pedi para ela se acalmar e lentamente fui enfiando até conseguir uma penetração completa. Quando percebi que ela estava totalmente dilatada, comecei com uma entrada e saída devagar. Ela disse que a dor inicial deu lugar a um prazer intenso. Foi aí que comecei a acelerar e, com o dedo, massageei seu clitóris. Depois de um tempo, com minhas últimas forças, dei algumas bombadas fortes e... A gente terminou de um jeito incrível, meu leite escorria pra todo lado e dela caíam os fluidos da buceta.
O turno no hotel acabou, a gente se trocou e eu levei ela pra casa. Duas quadras antes de chegar, ela me fez parar o carro, me deu uns beijos e sussurrou no meu ouvido: "Quero repetir essa foda toda semana". Isso fez meu pau endurecer de novo, ela percebeu e disse: "Hoje não dá mais tempo, a gente continua outro dia".
Então, galera, na próxima eu conto sobre o fim de semana longo que passamos fodendo selvagemente.
14 comentários - La Mujer De Mi Amigo
Excelente relato, me recalentó 🔥
Gracias por compartir 🙌
Gracias por compartir