Tava um calor infernal e eu já não sabia mais como me livrar dele, por mais que tivesse tomado banho e mergulhado na piscina. E pra piorar, a tarde tava um tédio, então resolvi pegar uns filmes pornô pra passar o tempo, já que meus pais tinham viajado no fim de semana. Chegando na locadora e depois de dar uma volta na seção de vídeos, tive que admitir que os títulos eram provocantes, mas mais provocante ainda era a gostosa do videoclube.
Era uma mulher de uns 40 anos, mas a verdade é que parecia mais nova, toda morena e safada. Tinha cabelo castanho, olhos verdes e os peitos não pareciam de uma mulher madura — eram grandes e empinados. Mas o melhor era a bunda dela, uma bunda brutal, bem grande, mas arrebitada e parecia dura como pedra.
Lá dentro também tava um calorão e umas gotas de suor escorriam pelo decote dela, de um moreno de matar, e desciam entre os dois peitões, que de tanto passar na frente do ventilador mostravam uns bicos exageradamente grandes. Eu, por outro lado, não parava de olhar o decote dela que, de vez em quando, deixava ver a rendinha de um sutiã vermelho que tava me deixando louco, e aquela bundona que eu analisava cada vez que ela se abaixava pra pegar alguma coisa no chão.
Já tava começando a sentir a pressão da minha calça jeans no meu pau, que tava ficando duríssimo, quando de repente ela virou pra mim e falou:
— O que foi, não se decide?
— Não — eu disse — Tem muitos filmes, mas parece que já vi todos.
— Você já viu o novo que chegou? — ela perguntou.
Ela se aproximou da estante e pegou um da segunda prateleira, o que eu agradeci porque me deu a chance de ver aquelas tetonas morenas e suadas.
— Sobre o que é? — perguntei.
Eu me surpreendi com o quão idiota eu parecia naquele momento, mas ela deu uma olhada na minha virilha e respondeu:
— Você vai gostar se curte coisa pesada, e parece que sim.
Eu tava morrendo de vergonha, mas sem Pensar duas vezes por causa do tesão que eu tava, falei pra ela:
- Você curte o pesado?
Ela me olhou fixo nos olhos e disse:
- Espera um momento, é hora de fechar, vou descer a porta.
Ela foi até a porta e baixou a porta metálica, me dando uma vista espetacular daquela bunda enorme. Eu tava nervoso pra caralho, mas não era hora de sair correndo, então sem pensar duas vezes fui até ela e comecei a beijar o pescoço dela. Tava encharcado de suor, então tinha um gosto salgado do caralho que me deixava louco, enquanto isso ela ia andando pra uma sala que era tipo um depósito e eu colado nela sem largar o pescoço dela.
Quando entramos na sala, ela se virou e me deixou saborear os lábios dela, grossos como os de uma mulata e pintados de um vermelho fogo, primeiro mordi com força e depois enfiei a língua até onde deu, enquanto ela me agarrava a bunda e cravava as unhas na minha calça jeans.
Ao mesmo tempo, decidi pegar aqueles peitões e comecei a desabotoar a blusa dela pra cair matando nas tetas, ainda enfiadas num sutiã vermelho que deixava ver os mamões enormes.
Ela começou a tirar minha camisa muito rápido, tanto que os botões dos punhos não desabotoou. Eu já não aguentava mais, tinha a pica dura igual pedra, então num segundo de excitação puxei o sutiã com tanta força que ele arrebentou, coisa que ela agradeceu, porque começou a respirar ainda mais forte e rápido. Aí comecei a morder aqueles mamões gigantescos, primeiro só passava a língua, mas logo já tava chupando igual bebê e no final dava mordidas naqueles dois bicos pretos como se quisesse arrancar. Sinceramente, não sei se ela gemia de dor ou de prazer, mas não falava nada e cada vez gemia mais alto.
Ela, de repente, desabotoou minha calça enquanto mordia meus mamilos de um jeito violento. A dor era intensa, mas o prazer ainda mais. Ela baixou minha calça e bem devagar começou a passei a mão no meu pau através da cueca encharcada de suor e, bem devagar, tirei ele pra fora e disse:
- Pra quem é esse pau?.
Sem eu responder nada, ela enfiou na boca e começou a chupar rápido, mas sem ir muito fundo, enquanto com a outra mão apertava minhas bolas e mexia elas de um jeito que se roçavam uma na outra. Eu achava que ia gozar na hora, mas me segurava como dava. Depois de um tempo, a velocidade aumentou e de vez em quando ela tirava pra puxar a pele até o freio quase não aguentar mais, até que numa dessas ela parou de repente e começou a engolir bem devagar. Eu não acreditava, tinha engolido inteiro, não dava pra ver nada, só os pelos da minha virilha. A sensação era foda, sentia ela na garganta e o esforço que ela fazia pra aguentar meu pau passando por lá. Depois disso, tirou do mesmo jeito e ficou de pé sem parar de apertar minhas bolas.
Aí eu segurei ela com força pela bunda e desabotoei a saia dela pra ver uma calcinha fio-dental vermelha minúscula que só cobria uma linha de pelos que enfeitavam a buceta dela, que era uma delícia.
Enfiei a mão com cuidado por baixo da calcinha e cheguei na buceta dela. Tava tão molhada que escorriam umas gotinhas viscosas pela virilha. Sem mais delongas, comecei a explorar as dobras até achar o clitóris, que comecei a mexer com o dedo bem rápido e em círculos por um bom tempo enquanto ela mordia meus mamilos igual uma puta.
Chegou a hora de partir pra outra, então deitei ela no chão do depósito e comecei a lamber o umbigo dela até descer pra buceta. Um gosto salgado encheu minha boca e comecei a lamber a buceta igual um louco. Era fantástico, ela tinha os lábios grandes e carnudos, então não pensei duas vezes em chupar um deles inteiro e absorver todo o líquido que escorria. Ela não aguentava mais, então num movimento rápido se virou se dirigiu pro meu pau pra me dar um boquete dos bons.
Já era hora de gozar, porque pra falar a verdade eu tava muito excitado, então avisei:
- Vou gozar... vou gozar...!.
Aviso que ela aproveitou pra segurar meu pau com mais força e enfiar até as bolas na boca dela. Comecei a gozar dentro da boca dela rápido e com espasmos, até que ela tirou rapidamente pra falar com a voz meio embargada:
- Não cabe mais.
Falando isso, um fio de porra escorreu do lábio dela até o pescoço. Eu, que tava me recuperando aos poucos, não tinha parado de tocar a buceta dela, então ela pedia ainda mais do que eu tinha dado até agora. Ela se deitou de novo no chão e eu meti o pau, primeiro devagar pra depois pegar mais velocidade e enfiar até não caber mais. Depois ela montou em cima e cavalgou em cima de mim com violência. Tava na cara, ela precisava de muito mais, então comecei a acariciar a bunda dela até chegar no buraquinho onde dava pra sentir as dobras do cu dela bem detalhadas. Também tava molhado de fluidos vaginais por causa do tesão que ela tava o tempo todo, mas não era suficiente pra poder penetrar:
- Cê gosta da minha bunda, filho da puta? - perguntou - Então primeiro come ela!.
Dito e feito, ela virou no chão e eu fui pra bunda dela, mas não conseguia ver direito porque ela tava deitada, então falei:
- Levanta essa bunda que vou comer ela, gostosa.
Rapidamente ela levantou a bunda linda dela e mostrou um cu lisinho e de pele mais escura. Fui até ele e coloquei minha língua no buraco, primeiro movendo devagar, mas com o tempo comecei a mover mais rápido, coisa que ela agradecia falando:
- Assim mesmo, filho da puta, come tudo, seu safado!.
Seguindo as ordens dela, empurrei a língua pra dentro com tanta força que a dor acumulou na boca, mas valeu a pena quando consegui enfiar um pouco a língua e ela soltou um grito que ecoou no depósito inteiro. Depois de ficar nessa posição, resolvi meter o pau no buraquinho e perguntei pra ela:
- Já meto no teu cu agora?
- Ou tu mete agora ou eu meto um dedo, porque não aguento mais, seu filho da puta!
Então me preparei pra empalar ela. Primeiro deixei um pouco de saliva da minha boca escorrer pela bunda dela até chegar no cuzinho lindo e, uma vez lá, enfiei meu dedo bem devagar. A pressão apertava meu dedo enquanto eu enfiava cada vez mais fundo, enquanto ela gritava que nem uma puta:
- Vai, filho da puta, mete tudo!
Depois que tirei o dedo, resolvi meter a pica. Primeiro encostei no cu escuro dela e comecei a apertar. Enquanto só a cabeça entrava, ela soltava gritos abafados de dor e prazer. Aí comecei a mover bem devagar, cada vez com mais força, até que entrou por completo. A pressão na pica era incrível, e quando tava tudo dentro, os movimentos foram ficando mais contínuos. Ela, por sua vez, apertava a bunda contra minha pica até sentir minhas bolas no cu dela. Ficamos um tempão até eu gozar no cu dilatado dela, enquanto ela se esfregava a buceta com um dos dedos.
- Muito bem, mas não terminei com você - ela disse.
- O quê? - perguntei, surpreso.
Ela agarrou minha pica e começou a chupar violentamente, enquanto me obrigava a ficar de bruços no chão. Nessa posição, ela me pegou pelas bolas e, puxando, conseguiu me deixar de cu pra cima. Ela aproveitou pra começar a lamber meu cu. Era muito gostoso, e de repente ela disse:
- Que rabo gostoso você tem, filho da puta, deixa eu fazer uma coisinha que você vai adorar.
Começou a acariciar meu cu com o dedo, levou o dedo à boca e chupou um pouco, até colocar bem no meu cu e começar a pressionar. Uma sensação como se eu precisasse cagar tomou conta de mim, mas depois virou uma sensação muito excitante. Senti o dedo inteiro entrando. Fiquei louco e gozei no chão. Depois me vesti, ela abriu a porta e eu saí. videoclube. Não aluguei nenhum filme, mas pra quê eu ia querer um agora?
Era uma mulher de uns 40 anos, mas a verdade é que parecia mais nova, toda morena e safada. Tinha cabelo castanho, olhos verdes e os peitos não pareciam de uma mulher madura — eram grandes e empinados. Mas o melhor era a bunda dela, uma bunda brutal, bem grande, mas arrebitada e parecia dura como pedra.
Lá dentro também tava um calorão e umas gotas de suor escorriam pelo decote dela, de um moreno de matar, e desciam entre os dois peitões, que de tanto passar na frente do ventilador mostravam uns bicos exageradamente grandes. Eu, por outro lado, não parava de olhar o decote dela que, de vez em quando, deixava ver a rendinha de um sutiã vermelho que tava me deixando louco, e aquela bundona que eu analisava cada vez que ela se abaixava pra pegar alguma coisa no chão.
Já tava começando a sentir a pressão da minha calça jeans no meu pau, que tava ficando duríssimo, quando de repente ela virou pra mim e falou:
— O que foi, não se decide?
— Não — eu disse — Tem muitos filmes, mas parece que já vi todos.
— Você já viu o novo que chegou? — ela perguntou.
Ela se aproximou da estante e pegou um da segunda prateleira, o que eu agradeci porque me deu a chance de ver aquelas tetonas morenas e suadas.
— Sobre o que é? — perguntei.
Eu me surpreendi com o quão idiota eu parecia naquele momento, mas ela deu uma olhada na minha virilha e respondeu:
— Você vai gostar se curte coisa pesada, e parece que sim.
Eu tava morrendo de vergonha, mas sem Pensar duas vezes por causa do tesão que eu tava, falei pra ela:
- Você curte o pesado?
Ela me olhou fixo nos olhos e disse:
- Espera um momento, é hora de fechar, vou descer a porta.
Ela foi até a porta e baixou a porta metálica, me dando uma vista espetacular daquela bunda enorme. Eu tava nervoso pra caralho, mas não era hora de sair correndo, então sem pensar duas vezes fui até ela e comecei a beijar o pescoço dela. Tava encharcado de suor, então tinha um gosto salgado do caralho que me deixava louco, enquanto isso ela ia andando pra uma sala que era tipo um depósito e eu colado nela sem largar o pescoço dela.
Quando entramos na sala, ela se virou e me deixou saborear os lábios dela, grossos como os de uma mulata e pintados de um vermelho fogo, primeiro mordi com força e depois enfiei a língua até onde deu, enquanto ela me agarrava a bunda e cravava as unhas na minha calça jeans.
Ao mesmo tempo, decidi pegar aqueles peitões e comecei a desabotoar a blusa dela pra cair matando nas tetas, ainda enfiadas num sutiã vermelho que deixava ver os mamões enormes.
Ela começou a tirar minha camisa muito rápido, tanto que os botões dos punhos não desabotoou. Eu já não aguentava mais, tinha a pica dura igual pedra, então num segundo de excitação puxei o sutiã com tanta força que ele arrebentou, coisa que ela agradeceu, porque começou a respirar ainda mais forte e rápido. Aí comecei a morder aqueles mamões gigantescos, primeiro só passava a língua, mas logo já tava chupando igual bebê e no final dava mordidas naqueles dois bicos pretos como se quisesse arrancar. Sinceramente, não sei se ela gemia de dor ou de prazer, mas não falava nada e cada vez gemia mais alto.
Ela, de repente, desabotoou minha calça enquanto mordia meus mamilos de um jeito violento. A dor era intensa, mas o prazer ainda mais. Ela baixou minha calça e bem devagar começou a passei a mão no meu pau através da cueca encharcada de suor e, bem devagar, tirei ele pra fora e disse:
- Pra quem é esse pau?.
Sem eu responder nada, ela enfiou na boca e começou a chupar rápido, mas sem ir muito fundo, enquanto com a outra mão apertava minhas bolas e mexia elas de um jeito que se roçavam uma na outra. Eu achava que ia gozar na hora, mas me segurava como dava. Depois de um tempo, a velocidade aumentou e de vez em quando ela tirava pra puxar a pele até o freio quase não aguentar mais, até que numa dessas ela parou de repente e começou a engolir bem devagar. Eu não acreditava, tinha engolido inteiro, não dava pra ver nada, só os pelos da minha virilha. A sensação era foda, sentia ela na garganta e o esforço que ela fazia pra aguentar meu pau passando por lá. Depois disso, tirou do mesmo jeito e ficou de pé sem parar de apertar minhas bolas.
Aí eu segurei ela com força pela bunda e desabotoei a saia dela pra ver uma calcinha fio-dental vermelha minúscula que só cobria uma linha de pelos que enfeitavam a buceta dela, que era uma delícia.
Enfiei a mão com cuidado por baixo da calcinha e cheguei na buceta dela. Tava tão molhada que escorriam umas gotinhas viscosas pela virilha. Sem mais delongas, comecei a explorar as dobras até achar o clitóris, que comecei a mexer com o dedo bem rápido e em círculos por um bom tempo enquanto ela mordia meus mamilos igual uma puta.
Chegou a hora de partir pra outra, então deitei ela no chão do depósito e comecei a lamber o umbigo dela até descer pra buceta. Um gosto salgado encheu minha boca e comecei a lamber a buceta igual um louco. Era fantástico, ela tinha os lábios grandes e carnudos, então não pensei duas vezes em chupar um deles inteiro e absorver todo o líquido que escorria. Ela não aguentava mais, então num movimento rápido se virou se dirigiu pro meu pau pra me dar um boquete dos bons.
Já era hora de gozar, porque pra falar a verdade eu tava muito excitado, então avisei:
- Vou gozar... vou gozar...!.
Aviso que ela aproveitou pra segurar meu pau com mais força e enfiar até as bolas na boca dela. Comecei a gozar dentro da boca dela rápido e com espasmos, até que ela tirou rapidamente pra falar com a voz meio embargada:
- Não cabe mais.
Falando isso, um fio de porra escorreu do lábio dela até o pescoço. Eu, que tava me recuperando aos poucos, não tinha parado de tocar a buceta dela, então ela pedia ainda mais do que eu tinha dado até agora. Ela se deitou de novo no chão e eu meti o pau, primeiro devagar pra depois pegar mais velocidade e enfiar até não caber mais. Depois ela montou em cima e cavalgou em cima de mim com violência. Tava na cara, ela precisava de muito mais, então comecei a acariciar a bunda dela até chegar no buraquinho onde dava pra sentir as dobras do cu dela bem detalhadas. Também tava molhado de fluidos vaginais por causa do tesão que ela tava o tempo todo, mas não era suficiente pra poder penetrar:
- Cê gosta da minha bunda, filho da puta? - perguntou - Então primeiro come ela!.
Dito e feito, ela virou no chão e eu fui pra bunda dela, mas não conseguia ver direito porque ela tava deitada, então falei:
- Levanta essa bunda que vou comer ela, gostosa.
Rapidamente ela levantou a bunda linda dela e mostrou um cu lisinho e de pele mais escura. Fui até ele e coloquei minha língua no buraco, primeiro movendo devagar, mas com o tempo comecei a mover mais rápido, coisa que ela agradecia falando:
- Assim mesmo, filho da puta, come tudo, seu safado!.
Seguindo as ordens dela, empurrei a língua pra dentro com tanta força que a dor acumulou na boca, mas valeu a pena quando consegui enfiar um pouco a língua e ela soltou um grito que ecoou no depósito inteiro. Depois de ficar nessa posição, resolvi meter o pau no buraquinho e perguntei pra ela:
- Já meto no teu cu agora?
- Ou tu mete agora ou eu meto um dedo, porque não aguento mais, seu filho da puta!
Então me preparei pra empalar ela. Primeiro deixei um pouco de saliva da minha boca escorrer pela bunda dela até chegar no cuzinho lindo e, uma vez lá, enfiei meu dedo bem devagar. A pressão apertava meu dedo enquanto eu enfiava cada vez mais fundo, enquanto ela gritava que nem uma puta:
- Vai, filho da puta, mete tudo!
Depois que tirei o dedo, resolvi meter a pica. Primeiro encostei no cu escuro dela e comecei a apertar. Enquanto só a cabeça entrava, ela soltava gritos abafados de dor e prazer. Aí comecei a mover bem devagar, cada vez com mais força, até que entrou por completo. A pressão na pica era incrível, e quando tava tudo dentro, os movimentos foram ficando mais contínuos. Ela, por sua vez, apertava a bunda contra minha pica até sentir minhas bolas no cu dela. Ficamos um tempão até eu gozar no cu dilatado dela, enquanto ela se esfregava a buceta com um dos dedos.
- Muito bem, mas não terminei com você - ela disse.
- O quê? - perguntei, surpreso.
Ela agarrou minha pica e começou a chupar violentamente, enquanto me obrigava a ficar de bruços no chão. Nessa posição, ela me pegou pelas bolas e, puxando, conseguiu me deixar de cu pra cima. Ela aproveitou pra começar a lamber meu cu. Era muito gostoso, e de repente ela disse:
- Que rabo gostoso você tem, filho da puta, deixa eu fazer uma coisinha que você vai adorar.
Começou a acariciar meu cu com o dedo, levou o dedo à boca e chupou um pouco, até colocar bem no meu cu e começar a pressionar. Uma sensação como se eu precisasse cagar tomou conta de mim, mas depois virou uma sensação muito excitante. Senti o dedo inteiro entrando. Fiquei louco e gozei no chão. Depois me vesti, ela abriu a porta e eu saí. videoclube. Não aluguei nenhum filme, mas pra quê eu ia querer um agora?
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