Vendedor de carros (parte 2 e final)

Todos estavam satisfeitos. Depois de um tempo, pediram algo pra comer e beber e se sentaram na outra sala. Os homens ficaram nus e ela vestiu novamente a sua tanga. A conversa foi muito agradável, como se fossem amigos de longa data, e não uma prostituta atendendo clientes. Fizeram ela se sentir bem e acolhida. Eram homens muito educados e simpáticos.

Quando terminaram de jantar, colocaram música e começaram a beber champanhe. O álcool batia forte nela porque não estava acostumada, mas naquela noite se sentiu segura entre aquelas pessoas. O moreno a tirou pra dançar. Era bem estranho dançar quase nua com um homem totalmente nu, sobre um tapete fofo e na penumbra de um quarto de hotel. Além disso, o álcool já tinha começado a fazer efeito e ela ria sem motivo nenhum.

Dançaram umas duas músicas até que ela sentiu a ferramenta do moreno começando a reagir contra o corpo dela. Naquele momento, o homem a passou pro loiro, que mostrou mais habilidade como dançarino, embora depois de alguns minutos também ficou evidente que o pau dele queria outra coisa além de dançar. Por último, foi a vez do homem mais velho, que também a conduziu suavemente e logo ficou duro igual aos companheiros mais jovens. Em cada oportunidade, diziam como ela era gostosa e como os excitava, o que era verdade e dava pra perceber. E ainda por cima, excitava ela também.

Por fim, o velho pediu pra ela chupar ele, coisa que ela fez na hora. Ajoelhou-se no tapete e começou o boquete. O pau terminou de endurecer na boca dela, enquanto ela brincava com aquelas bolas que a deixavam subjugada. Percebia como elas endureciam ao contato com a mão dela. Imaginou como iam se enchendo de porra e isso a excitava ainda mais.

O velho se ajoelhou na frente dela e a deitou no tapete, fazendo com que ela ficasse de lado, e ocupou a rabeta dela. Assim, fez ela levantar uma perna e a penetrou devagar. Segurando-a pelos ombros, se impulsionou pra possuí-la por completo e depois se dedicou a bombá-la enquanto brincava com os peitos dela. Ficou assim por um bom tempo até que finalmente se esvaziou dentro dela gritando de prazer. Ela, enquanto isso, brincava com as bolas dele aumentando o prazer do macho. Quando o pau dele amoleceu, ele virou e ficou deitado de barriga pra cima no tapete, ofegante pra se recuperar. Sem esperar, o loiro levantou ela do chão e, colocando ela de joelhos no sofá, se acomodou atrás dela e montou. Nessa posição, ela sentia aquele pau entrando e saindo completamente sem nenhuma resistência. Depois de um tempo, ele desmontou e levou ela de volta pro quarto, fazendo ela subir na cama e ficar de quatro, pra penetrar ela de novo, enquanto o velho brincava com os peitos dela e o moreno se posicionou de um jeito que ficou fácil chupar o pau dela enquanto era penetrada.

O tratamento que ela tava recebendo fez com que ela começasse a gozar antes dos machos e, quando o loiro encheu ela por completo, um orgasmo se ligou no outro. Por fim, o moreno gozou copiosamente, obrigando ela a engolir porra como nunca tinha feito. Finalmente, todos caíram na cama dormindo assim, escarrapachados.

Quando Carina acordou, viu que só o moreno ainda tava dormindo. Os outros não estavam. Foi até o banheiro se lavar e tirar as manchas de sêmen que a lambuzavam e voltou pra cama. Dormindo, ele mostrava uma ereção daquelas e ela não conseguiu evitar acariciar ele e começar a masturbar ele, até provocar que ele acordasse.

— E seus amigos? — disse ela suavemente.

— Tinham uma reunião cedo, então já foram — disse o macho colocando as mãos atrás da nuca e deixando a mulher continuar masturbando ele.

— Bom, eu também daqui a pouco vou ter que ir — disse ela com pena.

— Ainda não — disse ele se virando e começando a beijar ela ternamente, e ela respondeu totalmente conquistada pela ternura e suavidade do homem.

Se beijaram por um bom tempo, até que ela se viu totalmente excitada e desejando ser possuída. Tentou de fazer o macho se posicionar, mas ele a virou para começar a beijar suas costas e descendo até chegar na bunda e na buceta dela, percorrendo tudo com a língua, sensação que ela adorou, arqueando as costas e abrindo as pernas pra facilitar o serviço. A língua do macho a possuía e a enlouquecia como nunca antes tinha acontecido.

O marido dela nunca tinha feito isso. A inexperiência dela não percebeu que um dedo do moreno começou a brincar com o cu dela, penetrando graças à saliva da boca. Ela só curtia o tratamento. Depois foram dois dedos que a penetravam e se mexiam dentro do cu dela, fazendo ela gozar igual uma louca. Enquanto a língua entrava e saía da buceta dela. Não acreditava no que sentia. Em questão de minutos teve outro orgasmo inesperado. Nunca pensou que podia gozar daquele jeito sem ser penetrada. E que gostasse tanto. Enquanto ela gozava, o moreno a colocou de lado e, se aproximando, esfregou o pau na buceta dela, molhando ele todo com os líquidos dela. E depois, levantando uma perna dela, começou a pressionar contra o corpo dela. Carina, nos espasmos do orgasmo, não percebeu o que tava rolando. Quando a cabeça daquele pau poderoso atravessou o cu dela, ela se assustou, mas a sensação de plenitude e a dor a imobilizaram.

— O que cê tá fazendo? — perguntou assustada

— Shhh, calma que isso vai ser muito gostoso. Te juro. Vou ser tão suave que você vai curtir igual uma doida, deixa eu fazer, por favor — ele implorou.

Ela, com aquela ternura, ficou parada, e notou como, aos poucos, a cada investida, devagar, aquele pau ia tomando conta do cu dela. Não acreditava que tava sendo comida de cu. Nunca tinha feito aquilo, e embora doesse um pouco, tinha que admitir que não era tão ruim assim. Que dava pra aguentar. A mão dela foi entre as pernas até encontrar a ferramenta do macho e ver que só metade tava guardada no estojo traseiro, e mesmo assim se sentia tão cheia. Percebeu como o macho se tirava uns centímetros pra depois empurrar de novo, e aos poucos a pica ia sumindo dentro do corpo dela. E o mais incrível era aquele orgasmo subindo pelo corpo dela, impossível de segurar. Quando passou por ela, se agarrou desesperada nas bolas do macho, e essa reação fez o moreno perder o controle, avançou e empalou ela por completo, fazendo o prazer do clímax se misturar com a dor da sodomização, aumentando ainda mais o tesão e o orgasmo dela. Os gritos deviam estar chegando na rua, pensou ela entre nuvens, quase inconsciente, e sentiu a mão do macho tapando a boca dela pra abafar os berros, enquanto ele começava a meter devagar.

— Tava com uma puta vontade de arrebentar essa bunda, nena, mas queria isso só pra mim, por isso esperei eles irem embora — disse o moreno enquanto agora arrombava ela com tudo.

— ME DÁ MAIS!!!! ME DÁ MAIS!!!! — conseguiu falar Carina, completamente dominada.

— Não tenho mais, puta, entrei até o saco. Comeu meu pedaço inteiro, gostosa — falou o macho, totalmente sem controle, e com essas expressões vulgares aumentava ainda mais a excitação da mulher.

— E agora vou regar bem essa tripa, puta, toma aí!!!! — gritou, enfiando até o fundo e começando a se esvaziar, com um líquido quente que ela sentiu no fundo do cu. Ela urrava de desespero e tesão, quase desmaiou de prazer. Finalmente, a pressão afrouxou e os dois corpos ficaram parados.

Depois de um tempo, o moreno foi tirando a ferramenta dele, que saiu acompanhada de jatos de porra, e se levantando, foi pro banheiro. Carina ficou deitada e voltou a dormir de cansaço.

Pouco depois, um homem bem vestido acordou ela.

— Bom, senhora, tenho que ir. Seu dinheiro tá na mesinha, e agradeço muito pelo seu trabalho.

Carina, acordando, olhou pra ele.

— Na verdade, quem devia agradecer sou eu. Descobri coisas incríveis que não conhecia — disse ela, sorrindo.

O moreno se aproximou e beijou ela na boca.

— Da próxima vez vai ser mais. Interessante, porque você vai ficar mais treinada. Vou nessa, tão me esperando. Toma seu tempo, ele disse e, virando-se, saiu do quarto.

…....

Quando saiu do hotel, reconheceu o carro do Ernesto, que estava esperando por ela.

- Sobe, gostosa, ele disse abrindo a porta, que seu marido tá te esperando.

- Obrigada, ela respondeu séria.

- E aí? Curtiu? Te trataram bem?

- Sim, senhor. Gente muito boa, mas não é minha praia, ela disse se justificando, sem saber que Ernesto sabia de tudo que tinha rolado.

Viajaram em silêncio até a casa da Carina. Quando chegaram, desceram do carro e entraram na casa.

De repente, Carina lembrou da promessa do Ernesto.

- O senhor me prometeu algo se seus clientes ficassem satisfeitos.

- Nossa, você tem boa memória pra dinheiro, qualidade importante pra uma escort de primeira, ele disse sorrindo.

- Não sou isso que o senhor tá falando, ela respondeu irritada.

- É uma pena, porque você poderia ganhar uma grana preta. Você é um sucesso de verdade.

- Não tenho interesse.

- Bom, vamos ver. Aqui na mesa tem os 1000 que prometi. E seu marido tá no quarto, são e salvo. Agora, imagino que você vai querer tomar um banho antes de ver seu marido, não é?

- Sim, acho que é melhor, Carina admitiu.

- Claro, ele não vai gostar de sentir esse cheiro de homem em você. Carina teve que concordar que era verdade. Os cheiros de sexo eram inconfundíveis.

- Sim, vou tomar banho, ela disse.

- Perfeito. E então aqui tem mais 1000 dólares que dizem que você vai tomar banho com um dos meus seguranças. Você decide, ele disse sorrindo, colocando o dinheiro do lado da outra pilha.

Carina olhou pras notas e pro Ernesto. Era uma armadilha, mas já não tinha nada a perder, e fazer 5000 dólares numa noite era um resultado interessante diante de uma situação forçada.

Sem falar nada, foi pro banheiro. Quando chegou na porta, se virou.

- Manda ele, ela disse e entrou.

Ernesto estava satisfeito. Tinha conseguido uma peça nova pro seu acervo, e que ia render uma boa grana. dinheiro. Chamou o segurança que estava de plantão na porta do quarto, um negão de quase dois metros de altura, e rapidamente explicou em voz baixa o que ele tinha que fazer. Os olhos do cara brilharam e ele entrou no banheiro na mesma hora.

Ernesto foi para o quarto. Entrou e lá estava Roberto fingindo que dormia. O DVD estava na caixa, mas o homem sabia que ele não tinha resistido à tentação de assistir e devia estar acabado. O mundo dele tinha desabado.

— Bem, meus homens já foram buscar sua mulher, então daqui a uma hora ela vai estar aqui com você como se nada tivesse acontecido. É uma pena que você não tenha visto o filme, mas vou ter que levar. Não posso deixar nada que comprometa meus clientes — disse ele, pegando o estojo.

— Mal posso esperar isso acabar — conseguiu dizer Roberto, sem se mexer da cama. Ernesto saiu, deixando ele sozinho.

Carina entrou no banheiro e rapidamente se despiu e abriu o chuveiro. Quando a água ficou morna, entrou debaixo e começou a se ensaboar. A porta abriu e fechou, e através do box ela percebeu que alguém estava se despindo lá fora. Ela se virou e continuou com o banho. O box abriu e fechou, e duas mãos grandes tomaram posse dos peitos dela, começando a apalpar. Carina deixou ele fazer. Uma boca carnuda começou a beijar seu pescoço e seus ombros, e ela fechou os olhos. Quando duas mãos poderosas a obrigaram a se virar, ela se deparou com um corpo preto como carvão, fibroso, trabalhado, e que a cabeça dela mal chegava no meio do peito. Teve que se inclinar para ver o rosto daquele garanhão. Quando fez isso, a boca do negão se apossou da dela, enquanto a abraçava.

Nas mãos daquela montanha, ela se sentiu um brinquedo. Nunca tinha sentido aquilo. Ela não era exatamente pequena com seu um metro e setenta e cinco, mas ao lado daquele homem se sentia uma menininha. Quando ele a abraçou e beijou, o mais impressionante foi a dureza que bateu contra sua barriga. Ela estava de pé e era impressionante o comprimento, a grossura. e sua dureza. Surpresa, ela se afastou e apalpou com a mão pra confirmar que era tudo aquilo que parecia.
— Cê gostou, né? Vai ter ela toda. Você é meu prêmio por ter cuidado do seu maridinho a noite inteira. E sem dizer mais nada, ele a levantou no ar, apoiando ela contra os azulejos do banheiro, com o corpo dele separou as pernas da mulher e se ajeitou.
— Aponta um pouco que depois eu cuido do resto — falou o negão. Ela, pendurada daquele jeito, procurou a ponta da piroca e encaixou na entrada da sua gruta. Quando a ponta tava no lugar, o negão simplesmente foi deixando ela descer, pra que ela se enfiasse sozinha. A sensação foi maravilhosa pros dois. Carina nunca tinha sido comida em pé daquele jeito, e quando o macho, segurando ela pela cintura, começou a levantar e abaixar o corpo dela como se tivesse se masturbando com a buceta dela, ela pirou, enroscou as pernas nele e, apesar da noite cheia de putaria, ficou de novo à beira do orgasmo.
Quando sentiu que o negão tava gozando dentro do corpo dela, ela gozou junto também. Gemeram juntos de prazer. Mas o melhor ainda tava por vir. O negão terminou de gozar e saiu do corpo dela. Baixou ela no chão. Virou ela de costas e levantou ela de novo, fazendo com que ela se agarrasse nas torneiras do chuveiro com as mãos, e enfiou de novo até o fundo. Mesmo depois de ter gozado pra caralho, a piroca dele não tinha amolecido. E assim, naquela posição, pendurada nas torneiras e com as pernas no ar enrolando os rins do macho, enfiada pela melhor piroca que ela já tinha visto na vida, continuaram por um bom tempo até que o negão baixou ela no chão e, fazendo ela se ajoelhar, deu a piroca pra ela chupar, pra depois de um bom tempo, esvaziar na boca dela, obrigando ela a engolir toda aquela porra grumosa e grossa.
— Obrigado, senhora — foi tudo que ele disse. Saiu, se secou, se vestiu e deixou ela sozinha. Carina terminou de tomar banho, deixou o esperma do macho escorrer pra fora do corpo dela, se secou e se vestiu de novo com a mesma roupa. roupa pra que o marido não desconfiasse.
Ao sair, Ernesto a esperava na sala de jantar. Ele se aproximou da mesa e pegou o dinheiro, que colocou na bolsa dela, junto com o que já tinha recebido dos clientes.
— Bem, Carina, nosso acordo acabou, mas gostei do seu estilo. Teria interesse em contar com você em outras oportunidades — disse ele, sorrindo.
— Nem sonhe, não sou uma prostituta.
— Não, você é uma acompanhante de luxo. Pra cada trabalho que fizer pra mim, te garanto 4 mil dólares. O que acha? — perguntou.
Os olhos de Carina brilharam. Dinheiro e sexo sem limites eram duas coisas irresistíveis. Ela olhou pra Ernesto e percebeu que o cara notou o interesse dela.
— Seria uma vez por semana, no máximo. E sempre com senhores de boa qualidade, dos quais você pode tirar algo a mais se for esperta — disse ele, dando a entender que sabia do acordo que ela tinha feito.
— Eu não posso sair de noite à vontade — respondeu ela.
— De tarde também rolam uns encontros interessantes — completou Ernesto. — Na verdade, muitos homens casados preferem assim, porque à noite precisam estar em casa.
Ela foi até a mesa da sala, pegou um papel e uma caneta e rabiscou rapidamente.
— Esse é meu celular — disse, entregando a Ernesto.
— Boa decisão, senhora. Vamos fazer bons negócios e nos divertir enquanto isso — e, dando um beijo no rosto dela, chamou os homens dele e saiu de casa.
Carina respirou fundo e foi pro quarto. Com que cara ela olharia pro marido? Não pelo que tinha feito, mas pelo jeito que tinha curtido como uma verdadeira puta. E ainda por cima não tinha ficado satisfeita. Queria mais.
Ela entrou, e o marido, ao vê-la, se levantou.
— Querido... — começou a dizer, mas Roberto a interrompeu.
— Essa noite não aconteceu. Nunca vamos falar sobre isso, e nossa vida vai seguir como sempre. Por favor. Foi algo que não buscamos, então não temos por que lembrar.
Carina concordou e o abraçou. Quando fez isso, o marido começou a chorar em silêncio. Por um minuto, Carina sentiu pena dele. Só por um minuto.

2 comentários - Vendedor de carros (parte 2 e final)

pavlo26 -1
Que putita resulto Carina :F:F:F 😉 Excelente relato,