Transando com a amiga sem camisinha

Bom, me animei a escrever pela primeira vez, já que não tava registrado e fiz isso. Espero mandar bem, porque é a seção que eu mais curto.

Isso aconteceu quando eu tinha 23 anos, 1,69m e 83 kg. Acho que a maioria de quem cresceu em bairro se relaciona muito mais de perto com os amigos, e esse é meu caso porque me criei num bairro, mais precisamente no clube, com futebol infantil e tudo mais.

A gente vai crescendo, chega o primeiro trampo, falta tempo na semana, etc. Tenho 4 amigos homens de verdade e 2 amigas também do bairro e do colégio.

Mas essa história é com uma delas em especial: Luciana, muito gostosa, mais baixinha que eu, mas com uns peitos bem bons. Com ela, a relação era de uma confiança fudida, a ponto de contar coisas muito íntimas. Ela teve um único namorado, um cara muito gente boa que não era do bairro, mas se integrou perfeitamente e se davam bem. Ficaram uns ano e meio, e ela me contava que na cama se divertia bastante; mas, como toda mulher, perguntava meio sem querer pra saber o que rolava com os outros nas experiências sexuais.

Depois da introdução, vamos ao que interessa. Ela já tinha terminado fazia um tempo, e eu tava numa relação informal, mais solteiro mesmo. A gente tava conversando na porta da casa dela, ouvindo música em cima do carro dela e, como tinha virado costume nos últimos tempos, ela puxava o assunto pro lado do sexo.

Nunca tinha transado com ela, mas tinha certeza que sabia o que ela curtia e o que não, e vice-versa. Ela soltou uma que eu não esperava: num momento, ela confessou que nunca tinham gozado dentro dela, ou seja, nunca tinham deixado os peixinhos.

Eu respondi: "Que bad, não sou mulher, mas assim como a gente gosta de fazer, imagino que vocês também devem curtir, sei lá, nunca aconteceu comigo. Mas é por medo", falei. "Nunca rolou", ela disse. "Com meu namorado nunca fizemos porque ele tinha medo de engravidar, não confiava na pílula. Por fofoca dos amigos, eu nem louca colocava um DIU, a gente se divertia assim. E com minhas outras duas relações, sempre camisinha. "A voz te excita", ela me diz, "é a melhor forma de contato que tem pra eu gozar dentro de uma mulher, é uma situação única", eu falo, "imagino que vocês sentem quando o homem goza e deve ser a mesma coisa". A conversa continuou e antes de descer do carro eu falo na brincadeira: "Vamos tentar?? Te ligo" e desci na hora. Dois dias depois, ligo pra ela no escritório e falo: "Não ficou brava, Lu, com o que eu te falei outro dia, mas é sério, adoraria transar com você". Silêncio do outro lado e na hora: "Não acredito, eu também". "Beleza", falo, "hoje passo na sua casa e a gente conversa". Depois do trampo, fui na casa dela e no carro dela falei: "Lu, você tem que ir no seu ginecologista e perguntar como se cuidar". "Se ele me disser, durante a semana vou e te ligo". Nem passou pela minha cabeça transar com ela antes, a tesão que eu tive todos esses dias de espera, só de pensar que nunca tinham gozado dentro dela e eu seria o primeiro, vocês não imaginam. Resumindo um pouco, passaram 20 dias porque eu fui pra Mar del Plata a trabalho, nos encontramos depois de ter falado no telefone um monte de vezes. Foi na casa dela e no quarto dela, sábado às 11 da noite, mesmo morando com os pais, isso era normal, entre todo o grupo e especialmente a gente, que morava a três casas de distância. Não sabia como começar porque, apesar de um monte de vezes ter passado pela minha cabeça querer comer ela, com o passar dos anos eu a via mais como amiga. O gelo quem quebrou foi ela quando me abraçou, aí peguei o rosto dela e a gente começou a se beijar como se fosse a última vez. Tirei a parte de cima dela e comecei a beijar os biquinhos duros e pequeninos (lindos), ela se deixava e curtia porque me acariciava a cabeça e suspirava. Tirei minha camiseta, sentei ela na cama e tirei o tênis e a legging, deitei ela na cama, tirei minha calça e contemplei a calcinha fio-dental verde dela, toda molhada. Tirei a calcinha dela e... Eu tinha na minha frente uma buceta dos sonhos, carnuda, com uns pelinhos na parte de cima e toda molhada. Eu sabia que ela ficava louca quando chupavam ela, então eu tinha que ser o melhor. Enfiei a língua e, com o lábio superior, engoli o clitóris dela. Coloquei um dedo e, com os lábios e a língua, comia o clitóris dela. De repente, ela gozou na minha boca, que beleza como ela se arqueava toda. Subi até a boca dela, beijando toda a barriga, e a gente se beijou por um bom tempo.

Virei de barriga pra cima e tirei a cueca. Tava com o pau que ia explodir. Ela pegou ele com a mão e levantou meu ego, dizendo que era lindo. Colocou na boca dela e começou a chupar de um jeito incrível, fazendo tudo que um homem gosta. Ela chupava a cabeça, lambia as bolas enquanto me punhetava, passava os dentes com um cuidado incrível, e eu me contorcia, queria agarrar a cabeça dela e fazer ela engolir tudo.

Não aguentamos mais. Os dois não aguentavam, e instintivamente subi em cima dela e coloquei ela de costas. Apoiei a cabeça do meu pau nessa buceta toda molhada e comecei a colocar a cabeça bem devagar. Os lábios se abriam e dava pra ver entrar três quartos do meu pau. Aí parei e beijei ela, ela tava de olhos fechados. Comecei a bombar bem devagar por um bom tempo, e ela dilatou de um jeito incrível. Já chegava no fundo a cada bombada, eram só suspiros meus e dela. O momento tava chegando e eu falei pra ela. Antes disso, ela teve um orgasmo daqueles que te deixam parado só pra olhar, e o final acelerou.

A gente se ajeitou, os dois como se pressentissem algo único, e assim começou uma bombada suave, mas firme. O pau todo pra dentro e todo pra fora. Isso me excita de um jeito incrível, tentar que a cabeça esteja quase saindo e que roce bem nos lábios e no clitóris. Quando tava quase gozando, falei pra ela, e ela tava igual a mim, prestes a explodir. E chegou. Minhas pernas tremeram e, no meio de uma bombada, gozei. Comecei a entrar... Em câmera lenta e quando não aguentei mais, deixei dentro e abracei ela, virando uma bolinha. Ficamos uns minutos que pareceram uma eternidade, olhei nos olhos dela e percebi que ela tinha adorado, mas queria ouvir da boca dela. Ela me abraçou e disse: "Isso foi incrível, uma sensação incrível". Me beijou e ficamos um tempão de conchinha. Foi assim que começamos com a Lu, com nossos altos e baixos, mas experimentando coisas incríveis por causa da desinibição mútua que tínhamos depois disso. Fizemos e fazemos tudo que nos vem à cabeça, sexo anal, brinquedos. Já vou contar pra vocês, agora somos dois adolescentes de 30 anos, haha. Boa sorte e espero que gostem.

4 comentários - Transando com a amiga sem camisinha

Muy buena historia! me pasó algo parecido con una amiga, pero solo nos vimos una vez.