A Festa da Buceta

Essa história me deixou de pau duro, recomendo pra vocês.

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Meu nome é Rodrigo, tenho 23 anos e tô quase terminando a faculdade. Na primeira semana do período letivo conheci a Laura (Agosto de 2008), mesmo tendo uma carinha de menina, nos olhos e nos gestos ela mostra uma putaria que denuncia ela. Ela era caloura, então não foi nada difícil virar amigo dela. Na primeira semana fomos a um bar com algumas amigas novas dela, entre elas a Carolina, que tinha um corpo de matar. Não que a Laura fosse feia, muito pelo contrário, mas a Carolina era o tipo de mulher que só de olhar já te faz imaginar de quantas maneiras você usaria aquele corpo se tivesse à disposição. Mas infelizmente a Carolina e a Laura estavam começando uma amizade muito boa, além dela não parar de falar do namorado, Rafael. Francamente, já tava me irritando um pouco não conseguir falar três palavras sem que de um jeito ou de outro ele aparecesse. Fazer o quê, ia me contentar em imaginar ter aquele corpinho à minha disposição.

Vou descrever a Carolina: ela tem 18 anos, mede uns 1,65m, cabelo comprido castanho claro, um rosto lindo com um olhar muito meigo. Os peitos dela são de tamanho médio, mas com uma forma e dureza perfeitas. Isso eu sabia porque às vezes ela ia sem sutiã com uma blusa decotada, daquelas que parecem que ela adora. Mas o melhor dela tava mais embaixo: uma cinturinha de proporções impossíveis, cintura que destacava ainda mais uns quadris largos com uma bunda linda. Era um prazer ver ela andar, e quando ela passava era muito difícil algum homem não virar a cabeça pra seguir o corpo dela até perder de vista.

Bom, a Laura confirmou a putaria dela e não passou uma semana de eu conhecê-la quando já tava comendo ela. Mas isso é Vou detalhar mais em outro relato. Nossa relação era de conveniência mútua, eu gostava de comer ela e ela gostava que eu levasse ela pra balada, desse uns presentinhos e ouvisse os problemas que ela tinha em casa, tudo isso sem ter um relacionamento sério, éramos "amigos com benefícios". Carolina virou a melhor amiga dela e sempre ia com a gente nos bares, sempre com uma calça colada como luva ou um vestido justo. Ter um corpo daqueles tão perto e saber que não pode pegar é puro masoquismo. Mas como eu tava contando, ela sempre ia com a gente nos bares que a gente frequentava às sextas depois da aula. O namorado dela era bem ciumento, então pra ele não encher o saco dela sair com a gente, me apresentaram pra ele como o namorado da Laura. Rafael estudava em outra universidade e o horário dele não batia, então raramente ia com a gente.

Em novembro foi o aniversário de 18 anos da Carolina, e as amigas dela organizaram uma festa surpresa. Eu emprestei minha casa pro evento, mesmo não estando muito a fim, porque Rafael me irritava pra caralho, embora eu tentasse disfarçar ao máximo. No fundo, acho que era ressentimento por ele ter a Carolina, que eu e Laura sempre comentávamos que ele não merecia. Rafael, ao contrário da namorada, não era nada atraente. Tinha a mesma altura que ela, então quase sempre ficava mais baixo, porque Carolina quase sempre usava salto alto. Era magro, mas não era atlético, longe disso, dava até pra ver uma barriguinha (certeza que vocês conhecem algum magro barrigudo). Mas o pior era o jeito dele e como tratava ela. Se eu tivesse aquela pedaço de mulher, ia agradecer à vida e tratar ela muito melhor, eu repetia na minha cabeça toda vez que via os dois juntos.

Por qualquer coisinha ele gritava com ela, parecia até que Carolina tinha medo dele. Ele também não disfarçava quando olhava pra outras mulheres, a maioria nem chegava aos pés da namorada dele, e sempre queria pagar de engraçadinho com as as outras amigas do grupo e sempre arrumava uma desculpa pra dar uma esbarrada ou tocar "sem querer" na bunda de alguma delas. Como ele achava que Laura era minha namorada, mantinha distância dela, mas não disfarçava que ela o atraía — várias vezes vi ele tentando dar uma olhada nos peitos dela (um dos melhores atributos da Laura).

A festa rolou sem problemas, chegaram vários colegas da universidade, o grupo de amigas da Laura e, claro, o namorado da Carolina. O álcool correu solto e lá pela 1 da manhã o pessoal começou a ir embora, mas o melhor da festa ainda estava por vir. Laura tava usando uma calça jeans daquelas que realçam a bunda, então tava bem apetitosa, além de uma blusa rosa decotada que mostrava aqueles peitos lindos que ela tem. Carolina, pra não variar, tava de matar, com um vestido amarelo justinho no corpo, bem curto, só do tamanho suficiente pra não deixar aquela bunda maravilhosa à mostra. No final, ficamos só eu, Laura, Carolina, Rafael e eu — Rafael não tinha carro, então quando saía com a gente, além de aturar as chatices dele, ainda tinha que ser o motorista. Todo mundo já tava bem bêbado, eu tinha dançado um par de vezes com Carolina, tentando chegar o mais perto possível dela, mas sem chamar atenção. Embora muitas vezes eu visse aquilo como impossível, com o álcool na veia tava decidido a tentar pegar ela o mais rápido possível, e a ajuda pra realizar esse sonho veio de quem eu menos esperava: Rafael.

As minas e o Rafael já estavam bem bêbados (suponho que eles me vissem do mesmo jeito), de vez em quando tropeçavam na dança e qualquer besteira fazia eles rirem. Num momento, começou a tocar a música "del botecito" e as minas se levantaram pra dançar na nossa frente, dando um show e tanto. Eu não tirava os olhos da Carolina nem por um segundo, e tenho certeza que o Rafael Fiz a mesma coisa com a Laura. De repente, ele parou e começou a dançar com ela, e eu aproveitei pra fazer o mesmo com a Carolina. Pelo canto do olho, via como aquele filho da puta se esfregava o máximo que podia na Laura. Com certeza eu teria separado os dois, bem puto no meu papel de namorado, se não fosse porque eu tava fazendo exatamente a mesma coisa com a Carolina.

Como a gente já tava na sala e não tinha muito espaço entre a mesa de centro e os sofás, a área pra dançar era pequena. Não sei se o Rafael realmente perdeu o equilíbrio ou se fez de propósito, mas ele "caiu" em cima da Laura, e os dois acabaram jogados num sofá. Fiquei bem irritado, porque, mesmo não sendo minha namorada de verdade, ele achava que era, então não ia aturar aquele cara tentando se esfregar na "minha mina" na minha frente. Quase parti pra cima dele, quando a Laura soltou uma gargalhada, junto com o Rafael e a Carolina. Eu não tive escolha a não ser rir junto, mas garanti que ele levantasse.

Esse cara era sem vergonha pra caralho, como já contei, e acho que ele tinha a mesma ideia que eu, só que em relação à Laura. Sentados de novo, ele propôs um jogo de desafios. A gente jogava cara ou coroa, e quem errava tinha que tomar um shot de tequila ou cumprir um desafio. Já tava imaginando as intenções dele e não tava gostando nada daquilo, mas jogar me aproximaria do meu objetivo de comer a Carolina. Pensei que, pelo menos, um amasso bem dado eu ia conseguir. Só de pensar em tocar naquele rabo, já fiquei com uma ereção do caralho.

Mas o Rafael não era nada sutil nas intenções dele. Logo no terceiro desafio, que a Laura perdeu, ele mandou ela tirar o sutiã sem tirar a blusa. Ela, já meio bêbada de tanto álcool que tinha tomado, preferiu fazer isso a tomar a tequila. O cara ficou babando vendo a Laura se virar pra tirar o sutiã. Pelo tamanho dos peitos dela e o apertado da blusa, foi inevitável que ela mostrasse eles por um instante, e o Rafael não conseguiu evitar de soltar: "Meu Deus, que peitos". A namorada dele, já bem bêbada, não achou graça nenhuma e virou pra olhar ele com uma cara bem puta.

Ele, todas as vezes, preferia tomar o cavalinho de tequila, então tava cada vez mais bêbado. Se já sendo são era bem sem noção, imaginem como tava. Num desafio que caiu pra mim, ele surpreendeu todo mundo falando "que o Rodrigo tire a calça". Com certeza o Rafael fez isso pra me obrigar a beber mais, porque nas vezes que tinha sido minha vez, eu sempre escolhia fazer o desafio. Mas aí todo mundo se surpreendeu ainda mais quando, em vez de tomar o cavalinho de tequila, eu desabotoei a calça e tirei. Naquele momento, o clima começou a ficar mais quente, eu não consegui segurar uma nova ereção, e a Carolina, sei lá se por curiosidade ou pra se vingar do namorado por ele ficar tão vidrado nas tetas da Laura, não tirava os olhos do meu pacote. No começo, a Laura não parecia ter gostado muito do joguinho, mas com o passar dos cavalinhos e pela atenção que as tetas dela tavam recebendo, ela começou a ficar com tesão. E lá estava eu, com o mastro todo esticado, ajeitando a cueca pra não escapar.

A Carolina, além de bêbada, um pouco com tesão e puta com o namorado pelo interesse enorme dele na Laura, teve a ideia de me dar o desafio de dançar gostoso pra ela. A gente se levantou e comecei a dançar, esfregando meu pacote nela por todos os lados. Grudei nela por trás e me mexia, sentindo perfeitamente as bandas da bunda dela apertadas contra minha rola. Com certeza ela sentiu e também deve ter percebido que começou a sair um pouco de líquido pré-gozo, que molhou um pouco o vestido dela.

Com as mãos, eu percorria o corpo dela, primeiro na barriga e nas costas, mas vendo que ela não resistia e o namorado não falava nada, fui subindo minhas mãos pelas laterais até chegar nas tetas dela. Virei ela de frente e desci as mãos até a bunda, apertando as bandas dela com as mãos. Era melhor do que eu tinha imaginado. imaginado; eu tava dando um amasso nela que umas horas antes eu não acreditava que um dia fosse rolar. Eu tava tipo, sem acreditar, e o namorado dela, mesmo tendo ficado meio vermelho, não reclamou. Pra minha tristeza, a música acabou e eu tive que me separar da Carolina, ela tava respirando muito rápido e toda corada, a Laura parecia que a qualquer momento ia se masturbar e o Rafael tava com um sorriso meio diabólico, porque não era de graça o amasso que ele tinha deixado eu dar na namorada dele.

Chegou a vez da Laura e o Rafael falou: "já que você meteu a mão onde pôde na minha namorada, não vai te incomodar se eu tirar uma música pra brincar com os peitos da sua namorada, e acho que a Carolina não vai ficar brava, já que não se importou de você esfregar a bunda dela". Eu só consegui concordar, e a Laura, mesmo surpresa com o quanto tava com tesão, pareceu não ligar pra ideia. A música começou, a Laura se levantou e, dançando como num strip tease, tirou a blusa, deixando livres os peitos magníficos dela. O Rafael foi pra cima deles, começou a massagear e colocava eles entre as mãos como se quisesse medir, mas foi além e abaixou a cabeça, começando a lamber os bicos dela. A Laura gemia e ele parecia um polvo, às vezes parecia ter mais de duas mãos. Pra minha tristeza, a música era mais longa do que a minha tinha sido. Nisso, ele se vira e me fala: "não posso perder essa oportunidade, deixa sua namorada fazer um boquete em mim e você pode se masturbar na bunda da Carolina". A Laura não reclamou, mas a Carolina recuperou aquele vermelho que já tava perdendo depois da nossa dançadinha e falou pro Rafael: "cuzão, você vai ver". Ela se levantou na minha frente e subiu no sofá, colocando as pernas dos meus lados e, de cócoras, começou a descer a bucetinha dela em cima do meu pau.

Eu não parava de me surpreender, e se há alguns minutos atrás eu sentia que com o amasso que eu tinha dado nela já podia me dar por satisfeito, agora ver aquela gostosa em cima de mim me deu uma vontade de meter até o fundo naquele instante. A Carolina tava usando uma calcinha fio dental branca de tecido fino e podia ver os lábios da buceta dela, além de já estar meio molhadinha. Aos poucos fui descendo até sentir com meu pau os lábios dela começando a fazer pressão em mim, duas tiras finas de pano me separavam do sonho que eu tinha há meses. Coloquei as mãos na bunda dela e comecei a movê-la pra trás e pra frente, sentindo a rachinha dela por todo o comprimento do meu pau.

Tava nessa quando Carolina virou pra olhar os outros e lá estava o namorado dela pelado em cima da Laura, que com os peitos apertava o pau dele, dava pra ver que o filho da puta tava se acabando de prazer, enquanto isso eu não parava de mover ela e com o movimento meu pau ficou exposto, agora só a calcinha fio dental dela, Carolina percebeu mas não falou nada, só fechou os olhos e começou a gemer, então pensei é agora ou nunca, desci uma das mãos que seguravam a bunda dela, como se fosse no mesmo movimento fui levando até a virilha dela e de um puxão joguei a calcinha dela pro lado, ficando agora sim meu pau em contato direto com a rachinha dela, nem Laura nem Rafael podiam ver o que rolava porque o vestido dela tampava, só quem tivesse atrás de mim poderia ver.

Carolina não abria os olhos e não falava nada, então resolvi dar o último passo, com a mão livre empurrava meu pau pra dentro da rachinha dela fazendo pressão e entrando um pouco, aí parei o movimento de vai e vem que tava fazendo e no lugar empurrei ela pra cima, então Carolina abriu os olhos e me olhou como quem diz "não faz isso" mas não fez nada pra impedir, com a mão livre mirei e deixei cair, pela posição que meu pau tava entrou até o fundo fazendo Carolina dar um gritinho, voltei minha mão pra bunda dela e comecei a mover ela de novo, agora já com meu pau dentro dela.

Depois Laura me contou que Rafael ao ouvir o grito da namorada virou e isso excitou ele, fazendo aumentar a velocidade e força das estocadas que dava nos peitos dela. Eu tava tipo em transe, não parava agarrava tudo o que podia, mas Carolina ainda estava vestida. Nesse momento, ouviu-se o grito do Rafael, que gozou de forma impressionante nos peitos e no rosto da Laura, se jogou pra trás e ficou largado do lado dela. Enquanto isso, eu queria mais e mais, já estava fodendo ela, mas agora queria ela pelada. Levantei o vestidinho dela e ela me ajudou a tirar. Desabotoei o sutiã e agora sim, ela estava toda pra mim. Por um momento, esqueci da Laura e do Rafael, mas depois de um tempinho percebi que eles não faziam barulho. Rafael estava tão bêbado que, quando se deitou depois da gozada, apagou!

Até aquele momento, eu não tinha mudado de posição, como se fazer isso fizesse o Rafael perceber que eu tava comendo a namorada dele e acabasse com tudo. Mas quando vi que ele tava dormindo, parei, tirei a calcinha fio dental da Carolina e joguei ela em cima da mesa de centro. Antes de me abaixar, fiquei olhando pra ela por um instante. Não acreditava no que tinha na minha frente. Coloquei ela na beirada da mesa, puxei ela pra mim e meti até o fundo de novo. Que nem um possesso, comecei um vai e vem rápido e forte. Os gemidos da Carolina viraram gritos que ficavam cada vez mais altos. De vez em quando, virava pra ver o Rafael, mas parecia que nada ia acordar ele. Laura nos olhava enquanto tinha a mão dentro da calça. Não demorou pra começar a gemer. O espetáculo que a gente dava servia de inspiração pra ela se masturbar.

Eu tocava, lambia, mordia. Virei ela e coloquei de quatro. Tinha na minha frente aquela bunda magnífica. Coloquei as mãos na cinturinha dela e puxei ela pra mim, começando de novo um vai e vem frenético que era acompanhado por gemidos e gritos da Carolina. Não aguentei mais e gozei dentro dela. Não parei de me mexer até não sair mais uma gota. Meu leite começou a escorrer por aquelas pernas maravilhosas. Ninguém disse nada. Levantei ela e a gente se jogou no sofá. Eu não queria que as coisas acabassem, tinha medo de que Carolina se levantasse e fosse embora. Vesti assim, então preferi não mexer mais nela nem falar nada enquanto me recuperava. Estávamos caindo no sono quando o toque de um celular nos assustou, vimos que o som vinha da calça do Rafael. Carolina se levantou, pegou o celular e viu que era da casa dele. Não quisemos atender porque Rafael nem assim acordava. Carolina subiu a calça dele e abotoou, nisso tocou de novo. Eu disse: "Não vão parar de ligar até que você atenda ou ele chegue em casa. Por que não chamamos um táxi e mandamos ele?" Ao dizer isso, cruzei os dedos esperando que ela aceitasse meu plano, e ela falou: "Tá bom, chama." Dei o vestido pra ela, e ela vestiu sem colocar calcinha. Laura colocou o sutiã e a blusa dela.

Por mais que tentássemos acordar ele, não reagia. Ele meio que falava, mas não dava pra entender o que dizia, e quase carregando, levamos ele até o táxi. Pagamos o motorista e pedimos pra ele tocar a campainha quando chegasse na casa dele. Enquanto isso, eu não parava de olhar o corpo da Carolina e não parava de pensar que ela não tinha nada por baixo daquele vestido. Voltamos pra casa, e Laura disse: "Bom, então onde vamos dormir?" Falei: "Vamos subir e vocês ficam em algum dos quartos." Ela respondeu: "Tá bom, mas antes vou ao banheiro." Subimos as escadas, e eu ia atrás da Carolina passando a mão nela.

Entramos no meu quarto, e Laura entrou no banheiro. Eu comecei a beijar a Carolina e, mais rápido do que eu imaginava ser possível, tirei o vestido dela. Me despi rapidamente e fui pra cima dela. Novamente, os barulhos foram tomando conta do quarto, e só se ouviu um "O que vocês estão fazendo?" vindo do banheiro. Um momento depois, Laura saiu do banheiro enquanto Carolina cavalgava em mim. Laura disse: "Ah, seus safados. Pelo visto vocês não querem dormir. Carolina, você não se cansa de foder meu namoradinho?" Virei pra olhar ela, e ela parecia um pouco contrariada, embora eu não fosse desperdiçar essa oportunidade que achei que nunca teria. Parei um pouco e falei: "Você pode dormir no quarto ao lado. Até amanhã." E ela saiu do quarto batendo a porta. Porta. Eu comi a Carolina de todas as formas que pude imaginar, e depois de mais uma gozada, a gente caiu no sono.

Devia ser umas 11 da manhã quando uma música me acordou. A Laura tinha acordado e, com certeza, colocou aquilo pra chamar nossa atenção. Enquanto eu me espreguiçava, vieram as lembranças da noite anterior. Ainda achei que podia ser um sonho, mas virei e do meu lado estava a Carolina dormindo tranquilamente. Por uns momentos, fiquei vidrado admirando o corpo dela e pensando que, agora que tinha provado aquela delícia, não podia deixar escapar. Pensando nisso, subiu uma nova ereção. Virei a Carolina devagar e comecei a chupar a bucetinha dela. Não demorou pra ela começar a gemer e acordar. Não falou nada até eu me levantar pra meter. Bem na hora que enfiei, ela arregalou os olhos, surpresa, e disse: "E o Rafael?!" Eu não parei, continuei bombando. Ela ficou tensa de susto, mas eu não ia parar.

Meus movimentos começaram a fazer estrago no corpo dela, e, ofegante, ela começou a perguntar: "O que aconteceu, por que você tá aqui, cadê meu namorado?" Eu diminuí o ritmo, mas não tirei de dentro, e comecei a contar o que tinha rolado. Ela foi lembrando aos poucos. Tinha partes que não lembrava, mas eu contei tudo, e que o namorado dela já tava na casa dele. Ela disse: "E a sua namorada?" Eu: "Laura? Você sabe que ela não é minha namorada, só somos amigos. Ela tá no quarto ao lado." Ela respondeu: "Não ficou brava?" E eu falei: "Não tem porquê." Comecei a aumentar o ritmo e a beijar ela. Carolina dizia: "Ah, já lembro, como você me come, que gostoso, nunca fizeram assim comigo", "Não para, mais forte, agh, agh".

Os gritos não demoraram a sair da boca dela. De repente, ela se tensionou e soltou um grito ainda mais forte. Gozou e, ao mesmo tempo, eu gozei de novo dentro dela. Não demorou muito pra porta abrir e a Laura entrar: "Filhos da puta, vocês não vão parar de transar? Acabaram de acordar e já tão trepando." Respondi: "Se dependesse de mim... Não sairia deste quarto o fim de semana inteiro". Carolina parecia envergonhada e se cobria com os lençóis, só conseguiu dizer "desculpa" e eu falei "não precisa pedir desculpa, Laura, nós temos uma amizade muito boa.
Laura, nunca te enganei nem disse que tinha algum interesse romântico em você, e você também nunca me mostrou nada contrário" e ela disse "e o Rafael? Ele é o namorado da Caro, estão juntos há 3 anos", Carolina respondeu "assim que eu ver o Rafael, vou terminar com ele, tudo isso começou por despeito de ver como eu desejava ter seus peitos, e não é a primeira vez, ele sempre dá mais atenção a outras mulheres. Sempre vi o Rodrigo como amigo e nada mais, mas depois dessa noite tudo mudou, se fosse por mim também não sairia deste quarto o fim de semana inteiro (e virou para me olhar com um sorriso lindo nos lábios), mas também não posso fazer isso contra você, me diga se te incomoda eu ficar com o Rodrigo e não vou vê-lo nunca mais".

Laura demorou um momento para responder, como se estivesse analisando o que tinha acontecido, e disse "vocês têm razão, a verdade é que fico com ciúmes, mas nunca vi o Rodrigo como meu parceiro, gosto de transar com ele mas só sinto amizade, então não se preocupem, podemos continuar nossa amizade" virou-se e fechou a porta, virei para olhar a Carolina e veio uma nova ereção, ela viu e disse "de novo, você vai ter que passar creme em mim porque já está começando a arder", eu falei "ok, passo daqui a pouco" subi em cima dela e comecei a bombar.

Eu estava feliz por finalmente ter meu sonho, que até algumas horas atrás parecia impossível, embora tenha pensado, não posso abrir mão dos peitos da Laura, além da bundinha empinada dela…

2 comentários - A Festa da Buceta

JAPO66
Buenisimo falto cojerlas a las dos juntas man