Minha irmãzinha gostosa Melina

Beleza, o que vou contar pra vocês aconteceu há um tempão, quando eu tinha uns 18 ou 19 anos. Sou o caçula de quatro irmãos, as outras três são mulheres, que têm 1, 3 e 14 anos a mais que eu, então já tava bem acostumado a ver mulher semi-pelada.
A casa dos meus pais tinha os quartos no andar de cima, com um hall de distribuição onde tinha uns sofás pra gente se sentar e ver TV, que ficava embutida num móvel. Por isso, era super normal minhas irmãs saírem do banheiro pros quartos, enroladas numa toalha que mal cobria os peitos e deixava o resto tudo de fora, enquanto o resto da família via TV. Parecia que os peitos não precisavam ficar escondidos.
Das três, a mais nova, que era um ano mais velha que eu, tinha herdado o corpo da minha mãe, um corpo harmonioso, com uma bunda bem empinada, um par de peitos de dar inveja e traços latinos bem marcados. Era com quem eu me dava melhor, a mais parceira e a que me custou boas punhetas.
A parada é que uma noite a gente tinha ficado pra assistir, a família toda, se não me engano, "O Último Tango em Paris" (não sei quem tinha conseguido) em vídeo, que naquela época era "pornô". Mais ou menos na metade do filme ou um pouco depois, os únicos que sobraram éramos eu e a Melina (minha irmã). Nisso, a Melina levanta e vai pro banheiro, uma coisa normal e de sempre, e quando volta, com a camisa pra fora da calça, senta do meu lado no sofá de dois lugares, toda encolhidinha, com as pernas recolhidas.
Não dei muita bola porque era algo relativamente comum, mas pouco depois comecei a notar uma parada meio estranha, tipo ela se acariciando na virilha. Fiz de conta que não vi, mas não perdi o foco e fiquei de olho nela, na disfarçada. Percebo que a Melina enfiava a mão por baixo da camisa e mexia em alguma coisa (dá pra ver que o filme tava causando algum efeito nela), com uma cara que não dava pra descrever, e eu comecei a ficar com tesão.
Claro, quando começou a inchar, comecei a massagear por cima da calça, do jeito mais disfarçado que dava, porque tava numa posição bem desconfortável pra disfarçar, as pernas esticadas e apoiadas numa cadeira, até que pensei “Ah, foda-se, vai nessa” e abaixei o zíper da calça pra ter um acesso melhor. Nisso, a Melina se apoia meio no meu ombro, como se quisesse que eu passasse o braço por trás, coisa que fiz e, já que tava perto, enfiei a mão dentro da calça dela, que tava desabotoada. A filha da puta tinha ido no banheiro tirar a calcinha! Nem pensei duas vezes e enfiei a mão fundo, acariciando a bunda dela, as nádegas e a rachinha de cima pra baixo, até que ela se ajeita como se quisesse que eu acariciasse também o cu. Ela começa a passar a mão na minha pica e dois segundos depois, tira ela da cueca e começa a bater uma punheta devagar, até que num momento enfia a cabeça na boca e lambe toda a glande.
— Meli, para, que se alguém acordar, a gente tá ferrado… — falo.

Como resposta, ela se levanta, desliga a TV, me pega pela mão e me leva pro meu quarto, fechando a porta. Me jogo na cama e, sei lá como, dois segundos depois já tava pelado, com ela por cima, toda nua e se ajeitando pra um 69. Quando meti a língua na buceta dela, senti um gosto salgado e forte, sinal de que já tava com tesão fazia tempo, muito tesão. A gente se enroscou numa troca de chupadas, ela me dando na pica e eu na buceta dela, quando Melina se arqueia e quase me afoga de como empurra e enche minha cara e boca com um fluxo abundante, salgadinho e viscoso que saía daquela buceta igual mijada.
Assim que terminou, ela se virou e, sem dizer nada, enfiou a pica devagar, sem parar, até entrar toda. Eu metia a mão onde dava, passava a mão naquele par de peitos, duros e firmes, que subiam e desciam no ritmo que Melina montava em mim. Me levantei um pouco, e a safada, como se soubesse o que fazer, aproximou os peitos da minha boca. Comecei a chupar e morder os bicos até eles ficarem durinhos e empinados. Aí comecei a passar a língua de leve nos bicos, só a língua, sem morder, e ela apertou minha cara com os peitos. Nessa altura do campeonato, eu tava prestes a explodir, e ela percebeu. Sentou de vez na pica, sem deixar nada pra fora, e começou a apertar com a buceta, como se fosse com a mão, até que eu gozei uma porrada de porra que escorria e pingava pelas coxas dela.
Ela tirou de cima de mim com um suspiro e ficou parada, como se esperasse que ele descesse. Mas a filha da puta continuava dura e dentro.
— Fica de quatro… — eu digo
— Pra quê?
— Quero te comer por trás…

Ela ficou de quatro e eu me ajeitei atrás dela, segurando pela cintura, levantei um pouco e lá dentro! De uma só vez, até o fundo.
A resposta foi um **Ahhhhhhh!!!!** profundo e um movimento pra frente e pra trás curto e rápido, que me deixava nas nuvens e ela à beira de outro orgasmo. Molhei os dedos naquela mistura toda de porra e fluido que tinha por ali, e comecei a acariciar a bunda dela bem de leve, pra cima e pra baixo e toda a volta, o que fez ela explodir na gozada que tava vindo. Arqueou as costas até quase se levantar e empurrou pra ter ela mais pra dentro. Nem percebeu que no empurrão eu enfiei um dedo no cu dela. Quando gozou, de novo fluido na pussy, que usei pra molhar um pouco mais a racha da bunda, e apoiou a cabeça no travesseiro, deixando a bunda toda ao alcance da minha mão. Comecei a mexer o dedo pra dentro e pra fora, enquanto ela gemia e suspirava cada vez mais. Quando enfio um segundo dedo, ela relaxou um pouco, o que fez os dois dedos entrarem mais fundo. Eu enfiava e separava, dilatando a bunda dela, e a Melina só dizia: **Assiiiiim, devagar, vai, vai, continuaaaaa!!!**
Então fiquei assim por um tempo, e quando tirei, ela reclamou: "Deixa, deixa!!!" E eu encostei na bunda dela. Quando sentiu ali, começou: "Cu não, cu não!!!" Mas já era tarde, porque assim que empurrei um pouquinho, a cabecinha entrou. Ficamos os dois parados. Eu ficava apalpando a buceta dela, procurando o clitóris e enfiando dois e três dedos. Com a outra mão, passava o dedão em volta do anel do cu, até que num momento ela deu um empurrão, e entrou metade da pica. Aí comecei a tirar quase toda e meter um pouco mais, até meu ventre encostar na bunda dela. Quando isso aconteceu, fiquei com a pica toda enfiada, e ela ofegando, enquanto eu gozava a segunda porra no fundo do cu dela.
A sensação deve ter agradado ela, porque começou a se mexer, curto e rápido, enquanto gozava dentro de mim. Quando tirou, do jeito que estava, se dedicou a tentar reanimar, batendo uma punheta suave, chupando e passando a língua toda em volta da cabeça, mas não teve jeito. Eu não aguentava mais. Ela foi embora assim, para o quarto dela, e na manhã seguinte não deu nenhum sinal do que tinha acontecido. Só estava com cara de cansada.
Na noite seguinte, fui dormir cedo quando, no meio da noite, acordo com um corpo pelado entrando na minha cama. A Melina tinha vindo atrás de mim! E a gente ficou transando umas duas horas, até que ela disse chega… Isso me deixou pensando que, ou o parceiro que ela tinha não dava conta do recado, ou minha docinha irmã Melina era mais safada do que aparentava.
Isso que eu vou contar aconteceu uns 25 anos atrás. O tempo passou, nós dois casamos, mas ou minha esposa e meu cunhado fingem que não sabem de nada, ou a gente esconde tão bem que ninguém descobre, porque toda semana a gente se encontra pra uma puta trepada e fica exausto na cama. E pra piorar, outro dia ela me disse que a qualquer hora vai dar pra cima do Federico, meu filho mais velho, porque viu ele de sunga e disse que o que viu é mais que interessante…
O tempo vai dizer

2 comentários - Minha irmãzinha gostosa Melina

Flor de puta tu hermana, se come al hermano y ahora al sobrino...!!!