Memórias de um jovem indecente: Final sádico de sexo.

Éramos amantes há um bom tempo com a Eva e as coisas já estavam chegando ao fim. Uma coisa assim se sente no ar. Ela puxava mais pro namorado dela do que pra mim, eu continuava me aventurando com outras minas. Questão: o final. Embora nossa relação tivesse sido mais sexual do que sentimental, ficamos nostálgicos no último instante e decidimos fazer uma despedida que valesse a pena ter curtido todos aqueles meses pelas costas do cara dela, com o animal grotesco esperando ansioso com uma tesoura de poda pra me pegar desprevenido e cortar minhas bolas.

Peguei uma faca, e, como ela gostava, fui cortando a roupa dela até deixá-la nua. Primeiro o moletom, rasguei até o pescoço e arranquei. Depois passei a lâmina da faca entre as pernas dela e apoiei o fio frio na calcinha dela por baixo da saia. Ela gostava do frio na buceta entre a tanga. Fiquei esfregando um pouco por ali, ela suspirava gostoso. Quando tirei a faca de baixo da saia dela, notei a lâmina encharcada no suco dela, lambi e, acariciando o pescoço dela com a faca, rasguei a camisetinha dela. Arranquei e joguei pro lado. Passei o fio da faca como se estivesse acariciando todo o peito nu dela, desci até a barriguinha e subi de novo até colocar a faca com o fio pra cima no elástico que unia as duas metades do sutiã dela. Dei um puxão e o sutiã ficou dividido. Com a mesma arma parada, fiz alavanca sobre os peitos dela, apoiando o aço frio nos mamilos, pra tirar as duas metades do sustentador dos peitos dela e deixá-los no ar. Circulei os mamilos dela com o fio da faca e, de vez em quando, apoiava a lâmina de lado sobre ela pra que sentisse o frio nos mamilos e eles endurecessem. Desabotoei a saia dela com a faca e, depois dela, cortei a tanga. Ela ficou nua. Passei a arma entre os lábios da buceta dela, apoiando de lado com muito cuidado pra não cortá-la, peguei pelo metal e com o cabo de plástico a penetrei. Sacudia violentamente a faca dentro dela, pegava nela com o cabo, a lâmina na minha mão me dava medo de me cortar, mas até isso me excitava, a ponto de que, como uma vez antigamente, me cortei e derramei umas gotas de sangue no corpo dela.
Quando eu pingava meu sangue nos peitos dela, acabou e tirei o cabo de dentro dela. Peguei ela pelas bochechas e dei um beijo na boca dela.
- Sua puta de merda, quer chupar ele, puta?
- Sim, por favor, deixa eu chupar.
- Toma, puta.
Coloquei a pica na boca dela e ela começou a engolir, arranhando minhas pernas. Ela tirou por um momento.
- Sou sua puta, me fode.
- Sim, puta, chupa mais, assim.
E ela continuou assim, e eu me dobrava de prazer. Eu parei, tirei o rosto dela segurando pelas bochechas, quase afundando os dedos na mandíbula. Levantei a cara dela e dei outro beijo na boca. Empurrei ela e ela ficou estendida na cama de novo. Levantei as pernas dela pelos tornozelos, ela esperneava um pouco, sempre gostava de opor uma resistência.
- Sua puta de merda, ou fica quieta ou arranco seus dentes com um tapa. (Ela gostava que eu falasse assim, não pensem que não)
Coloquei os pés dela nos meus ombros e penetrei com força, ocupando cada centímetro que minha pica ansiosa e injetada de sangue podia percorrer dentro dela. Comecei a me mexer e ela me dava tapinhas, como se estivesse encenando um estupro. Ela dizia:
- Não quero, por favor, não.
- Sim, puta, vou te foder.
- Ai sim... Não, não, não, não.
E ela mordia os lábios com força enquanto o rosto ficava vermelho. A buceta dela escorria e minha pica pulsava dentro dela, comecei a me mover mais rápido, tirei e enfiei no cu dela.
- Aí não! O que você tá fazendo, você é um monstro... ah... ah...
- Sim, puta, você é toda minha. Disse pegando a faca e brandindo enquanto fodía ela.
Ela continuava mordendo os lábios a ponto de escorrer um pouco de sangue, e ficava toda vermelha enquanto eu fodía ela pelo cu, com as pernas dela quicando nos meus ombros. Tirei um pouco segundos, cuspi na bunda dela, continuei fazendo aquilo pelo cu. Finalmente gozei e a porra escorreu do cu dela até o colchão, se misturando no caminho com tudo que escorria da buceta. Peguei ela pela nuca e forcei ela a me chupar. Ela limpou perfeitamente minha pica com a boquinha dela. Peguei ela pelo pescoço e deitei ela na cama, desci até a buceta dela e comecei a esfregar o clitóris dela com minha língua. Ela me puxava pelos cabelos e gritava.
— Não de novo não, por favor. Sim... por aí... sim...
E eu continuei com minha língua pra fora, movendo de um lado pro outro, massageando o clitóris dela. Quando ela se molhou de novo, separei os lábios dela com meus dedos e enfiei a língua dentro dela. Assim que encontrei o ponto G com a ponta da língua, raspei e movi em círculos como se procurasse algo mais. Não parei nem um segundo até ela gozar na minha língua. Chupei a buceta dela e, com as bochechas cheias do suco do prazer dela, dei um beijo profundo, enrolando nossas línguas, misturando saliva e o sêmen que ainda tinha nos lábios dela com o fluxo que eu tinha nas bochechas. A pica endureceu de novo. Esfreguei violentamente na buceta toda molhada dela e dei umas batidas com ela. Peguei a faca de novo. Segurei pelos tornozelos e virei ela como se fosse uma panqueca. Ficou de bruços. O cabo foi pro cu dela, depois de acariciar bem as cadeiras e a buceta dela com a lâmina. Penetrei pela buceta enquanto enfiava o cabo no cu bem babado e cheio de porra. Tava muito excitada porque ela dava uns pulinhos enquanto eu metia com força. Meti com mais e mais força, até sentir ela tremer toda. Na mesma hora, tirei a faca do cu dela, joguei pra lá, coloquei minha pica entre as duas nádegas dela. Apertei elas contra meu pau e me masturbei com elas, enchi a cintura dela de sêmen, que escorreu entre o cu dela e acabou chegando na buceta. Com a buceta toda dilatada do jeito que tava, eu entrei nela, enchi ela toda e gozei no colchão.
— Sou sua putinha. — Ela falou.
— Sim, putinha, você é minha.
Peguei meu pau e encostei na ponta da língua dela. Ela não parou de me masturbar até eu encher a cara dela com meus fluidos. Depois, usei meu pau como colher pra levar cada gota de porra do rosto dela até a boca.
Ela não tinha roupa pra voltar pra casa dela. Emprestei uma muda minha. Até hoje não recuperei.

4 comentários - Memórias de um jovem indecente: Final sádico de sexo.

lei unas 5 lineas... y di mi sentencia (joda).. no podes tomar en serio a una que anda con la concha abierta jajajaja

Memórias de um jovem indecente: Final sádico de sexo.
me sorprendio mucho esta lectura, bastante rudo, fuerte, sadico, hasta un poco de miedo me dio, jajaja, pero me excito mucho! muy bueno, muy diferente a todo lo que he leido, me encanto!
gracias por el aporte!! besoooosssss,
GodiTICA
anal
yo pase por tu post, vos pasaste por el mio?
los comentarios son el apoyo que necesitamos para seguir adelante!!
por alguna razon no me llega notificacion de un post nuevo tuyo, o se me acumulan muchas y no las veo, cualquier cosa avisame por el otro lado si ves que no paso, besos!!!