Férias intensas com a família (real)

Depois de uns últimos meses bem estressantes no trabalho, a verdade é que eu precisava urgentemente que chegassem uns dias de férias pra poder relaxar da rotina. Passar uns dias sem preocupação, sem a correria da cidade, sem olhar pro relógio de manhã até a noite, podendo tirar um cochilo gostoso depois do almoço vendo o documentário na TV…

No sábado de manhã, acordei cedo e me preparei pra arrumar o carro pra passar aquela quinzena de férias. Coloquei toda a bagagem no porta-malas e esperei minha mulher e meu filho descerem. Depois de fumar um cigarro tranquilo, vi os dois saindo do elevador com as últimas coisas. A gente tinha que passar pra pegar minha irmã Magda e uma amiga dela chamada Laura, que eu não conhecia, e depois na casa da minha cunhada Natalia. Magda e a amiga subiram no nosso carro, no banco de trás com meu filho, e minha cunhada foi na motona dela. Natalia é uma novinha de uns vinte e poucos anos com um corpo do caralho. Tem uma longa cabeleira loira presa num rabo de cavalo. Tava usando um macacão preto bem justinho no corpo, o que destacava as curvas dela de um jeito provocante. Ela não tem compromisso nenhum, então tava pensando em se divertir ao máximo nesses dias de praia.

Então a gente seguiu em direção ao litoral alicantino pra passar uns dias agradáveis e quentes. Eu tava felizão no meio de tanta mulher, e elas me enchiam de atenção. Só pensava em curtir a praia e esquecer de tudo. Quando chegamos no destino, deixamos todas as coisas no apartamento que alugamos, trocamos de roupa e fomos direto pra praia torrar nossos corpos. A gente se posicionou num canto da praia, num dos poucos espaços vazios que tinham. Por sorte, aquela parte tava mais vazia e deu pra esticar as toalhas sem problema. Pouco depois, sentaram na nossa frente três mulheres milf de uns quarenta anos, com umas figuras realmente gostosas, umas pernas longas e firmes de… coxas poderosas foi a primeira coisa que notei. Quando elas tiraram os vestidos, meu pau respondeu na hora ao ver aquelas bundas impressionantes das quais eu não conseguia desviar o olhar. Eram realmente apetitosas, assim como os peitos delas que se destacavam quando se deitavam nas toalhas. Apontavam para o céu, tentando romper o tecido dos biquínis. Quando voltaram para as toalhas depois de se refrescarem na água, pude ver os bicos dos peitos marcando o pano dos biquínis. Por sorte, nenhuma das minhas acompanhantes percebeu meu desejo por aquelas senhoras, graças aos óculos escuros que cobriam meus olhos. A tarde inteira tive que ficar deitado de bruços para tentar esconder a ereção violenta que os corpos daquelas gostosas me causaram.

Depois que voltamos pro apartamento, fui pro banheiro, mas esqueci de passar a tranca pra evitar que alguém entrasse. Tarado perdido por causa das milf da praia, comecei a me masturbar sem parar, tentando me livrar do tesão doido que elas tinham me dado. Tava nessa quando de repente minha cunhada Natalia entrou no banheiro, e nós dois ficamos sem graça pra caralho. Não sabia onde me enfiar nem o que fazer. Natalia estava do meu lado, e eu com a mão no meu pau.

— Pedro, mas o que você tá fazendo? Pelo menos podia fechar a porta — ela disse, sorrindo. — Ou será que você queria que alguém te desse uma mãozinha com isso? Minha irmã saiu, mas se eu puder ajudar…

Absorta na contemplação do meu aparelho inflado, que apontava pra ela cheio de vontade de carícias, ela se jogou em cima de mim, oferecendo seus lábios suculentos pra eu chupar. Aceitei de bom grado aquele convite e misturamos nossas línguas num beijo de língua absolutamente enlouquecedor. Aquela boca tinha gosto de luxúria e sexo. Muitas vezes eu tinha fantasiado com minha querida cunhada, imaginando cenas de sexo intermináveis com ela.

Ela se abaixou, ajoelhada entre minhas pernas, e me chupou, se deliciando a cada passo. na mamada que ela tava me fazendo. Primeiro, ela começou a chupar minhas bolas, brincando com elas, arrancando suspiros de prazer de mim. Ela passava de uma pra outra, alternando, pra depois subir pelo tronco, babando ele todo pra facilitar a fellatio. Me olhou com uma cara safada e maliciosa enquanto lambia os lábios. Cuspiu no meu pau duro, tentando molhar ele pra enfiar inteiro na boca faminta dela. Os lábios molhados dela prenderam minha cabeça, a língua brincava com ela, indo e vindo por toda a extensão da minha rola nervosa. Ela lambia com tesão, me fazendo gemer sem parar. Aquela novinha tava me deixando louco.

Me deixei levar pelos carinhos que minha cunhada tava me dando. Ela segurou meu pau firme pela base e devorou ele devagar. Senti o toque da língua dela, do céu da boca recebendo as batidas loucas da cabeça, o cócegas dos dentes mordiscando de leve a pele delicada da minha rola. As veias se marcavam, querendo explodir pra soltar a concentração alta de sangue acumulada naquele músculo do caralho. Aquela boca insaciável engolia todo meu aríete até quase a base, subindo de novo até a cabeça, mas sem deixar ele escapar do controle da boca dela. A língua dela me deixava completamente doido, a Natalia repetia aquele doce tratamento uma e outra vez, cada vez com um ritmo mais descontrolado. O prazer que aquela menina me fazia sentir era imenso, cada vez mais difícil de controlar. Tentei afastar ela de mim pra gozar na cara e na boca dela, mas aquela gostosa tinha outras ideias. Continuou e continuou com aquela operação até me fazer estourar dentro da boca dela. Engoliu com gula toda a porra que eu tinha acumulado naquela tarde e com aquela mamada magnífica. Minhas pernas fraquejaram por causa da satisfação enorme que minha adorável cunhada tinha me dado. Parte da minha gozada escapou pelo canto da boca dela. lábios descendo até os peitos pequenos, mas redondos dela. Depois daquela mamada foda, ela se levantou, me deu um beijo me fazendo provar meu próprio leite e, abrindo a porta, saiu me deixando sozinho no banheiro. Depois daquela batalha, precisei relaxar os sentidos e tomei um banho bem gelado.

Naquela mesma noite, comi minha mulher como um animal, fazendo ela gemer e gritar que nem uma puta de verdade. Gozei duas vezes enquanto arranquei dela vários orgasmos barulhentos que deixaram ela toda acabada e satisfeita. Ficamos largados na cama e dormimos como uns santos depois daquela transa antológica.

De manhã, acordei cedo e fui dar uma volta pela vila enquanto Teresa ficava na cama ronronando que nem uma gatinha ao ganhar um beijo na bochecha. Quando voltei pro apartamento, encontrei a safada da minha cunhada, que me cumprimentou como se nada tivesse rolado entre nós na tarde anterior. Mas as palavras dela fizeram meus sentidos se agitarem de novo:

— Bom dia, Pedro, que noitão você deu pra minha querida irmã. Que gritaria que vocês fizeram. Será que foi por minha causa? — perguntou, enquanto piscava o olho com cara de gatinha perversa.

Devo admitir que a mamada que ela me deu à tarde foi a culpada daquela transa noturna com minha mulher. Enquanto comia minha esposa, imaginei várias vezes que era minha cunhada que estava ali, a que me chupava, a que pulava em cima de mim sem parar, a que recebia meu gozo dentro dela e a que eu deixava completamente cheia de prazer.

Dez minutos depois, encontrei minha irmã e a amiga dela, e Magda caiu na risada e falou a mesma coisa:

— Porra, irmãozinho, será que não dá pra fazer menos barulho? Que noite movimentada que vocês tiveram. Certeza que Teresa dormiu superbem essa noite.

Fomos pra piscina e nos despimos, ficando só de sunga e biquíni. Entrei na piscina na pressa, sem esperar por elas, tentando evitar a terrível... O inchaço que causou na minha virilha os últimos comentários da minha cunhada e da minha irmã. Alegrei a vista com a imagem dos enormes sinos da amiga da Magda que se escondiam sob o tecido do minúsculo biquíni. Porra, aquela mina tinha um par de peitos de campeonato, verdade é que não tinha reparado bem nela, teria comido aqueles melões naquele exato momento.

Elas entraram na piscina e começamos a nadar e a brincar de forma inocente. Fiz algumas brincadeiras de molhar elas, fazendo-as gritar quando saíam da água. Passamos um bom tempo refrescando nossos corpos sob os raios do sol. Pulávamos na água, espirrando sem parar. O contato entre nossos corpos molhados se tornou inevitável e a cada momento mais intenso. Me joguei em cima da amiga da minha irmã, acariciando como que por descuido o seu corpo interessante, só coberto por aquelas pequenas peças. Laura virou as costas pra mim, me oferecendo a imagem tentadora da sua bunda enlouquecedora. Fiquei atrás dela, lutando com ela, e notei com prazer como ela se jogava pra trás, começando a sentir a pressão do meu pau nas suas nádegas apetitosas. Pude perceber como os mamilos dela ficaram duros por baixo do tecido do biquíni e como, graças à luta que estávamos tendo, meu pau começou a crescer, apertando com força contra ela. Peguei ela pela cintura, pressionando como que por descuido, e ouvi ela me dizer em sussurros:

Pedro, te espero esta noite sem falta na piscina, não me decepcione……

Passei a tarde inteira desejando que a noite chegasse pra me encontrar com aquela novinha. Queria fazer ela minha e tenho certeza de que ela queria o mesmo. A dureza dos mamilos dela me provou isso. Aquela garota devia ser uma safada de primeira. Quando minha esposa foi dormir, ela apagou na hora, me deixando caminho livre pra me juntar à minha futura conquista……

Tive uma surpresa gostosa, pois ao chegar na piscina, me deparei com a presença perturbadora não só da Laura, mas também da minha cunhada. Elas estavam Com os pés dentro d'água, fumando um baseado. A Natália tava usando um vestido amarelo de alcinha que deixava ela uma gracinha, e a outra moça tava com uma camiseta branca sem manga que mostrava todos os encantos dela e uma bermuda até o joelho. Minha cunhada me ofereceu o baseado que elas tavam fumando, e eu dei duas tragadas antes de tirar a calça e ficar só de sunga. Mergulhei de cabeça na piscina, nadando por baixo d'água até sair do outro lado. Voltei pra onde elas estavam e joguei um pouco d'água nelas, chamando pra entrar junto.

— Cê tá louco? A gente não tá de biquíni, não dá pra nadar.
— E qual o problema? A essa hora não tem ninguém, todo mundo tá dormindo, ninguém vai ver vocês peladas. Aproveita que a água tá uma delícia hoje. Sério, não tá nada fria. Prometo que não olho.

Eu tava morrendo de vontade que elas topassem, e fiquei felizão quando vi a Natália apagar o baseado no cinzeiro de boa e animar a amiga a tirar a roupa. Fiquei de olho naquelas figuras se despindo devagar, largando as roupas no gramado, e reparei nas bundas enormes delas enquanto desciam a escadinha da piscina até mergulhar. Nadaram até mim feito duas sereias e pararam do meu lado. Minha cunhada me incentivou a tirar a sunga de vez. Ela colou perigosamente em mim e, enquanto passava a mão na minha coxa de cima a baixo, sussurrou no meu ouvido:

— Por que cê não tira essa sunga? Não acha que todo mundo devia ficar igual? Teu olho tá quase saindo da órbita vendo as nossas curvas, e a gente não vê nada... Quer que a gente te ajude a tirar?

Aquela proposta tão provocante não dava pra deixar passar, até porque nós três sabíamos o que tínhamos ido fazer ali. Então, eu encostei minha boca na dela, me fundindo com os lábios carnudos dela enquanto a gente se abraçava com tesão. A outra moça não perdeu a chance de pegar no meu Calcinha pequena, joguei na grama enquanto agarrava minha boceta nua, começando a acariciá-la com uma lentidão extrema, como se estivesse pesando o prazer que poderia oferecer às duas.

Milagrosamente, consegui escapar dos braços daquelas duas panteras e fiquei nadando por alguns segundos perto delas, mas longe o suficiente para fazer o desejo delas aumentar. As duas garotas me olhavam com olhos ansiosos. Observei com prazer como Laura mordia o lábio inferior com os dentes, mostrando o apetite crescente que a tomava. Aquela loirinha estava me deixando louca. Ela fixava o olhar na minha bunda com desejo contido enquanto me via nadar. Nós três queríamos prolongar aqueles momentos de sedução, pois sabíamos que a recompensa final seria ainda maior.

Decidi iniciar meu ataque àquela loira fantástica e mergulhei na água, ficando fora do alcance da visão dela. Afastei-me e voltei sobre meus passos, atacando-a por trás. Aproveitei aqueles instantes de confusão da parte dela para investir contra aquela bundinha empinada que tanto me enlouquecia. Ao emergir da água, apertei-me com força contra ela, fazendo-a sentir minha ereção inflamada contra seu traseiro apertado. Aquela garotinha agradeceu meu ataque com um leve gemido, remexendo a bunda contra minha virilha para deixá-la ainda mais excitada. Ela se virou para mim, atravessando-me com o olhar, e prendeu minhas nádegas entre as mãos, acariciando-as com movimentos circulares. Da minha parte, peguei seu pescoço tentador, chupando-o com uma ânsia renovada, arrancando-lhe gemidos entrecortados. Depois, passei para a orelha dela, que lambi e acolhi entre meus lábios famintos. Aquela ninfa tremia e se contorcia graças às atenções que eu tão carinhosamente lhe dava.

Naqueles momentos, minha cunhada não quis ficar de fora e aproveitou para se juntar à festa. Me surpreendeu que ela oferecesse sua boca ávida para a outra garota, que a acolheu com evidente prazer. Pude ver como as duas me deixavam de lado por uns instantes e se uniam num beijo inesquecível. Elas se acariciavam mutuamente as curvas sinuosas, apalpando as coxas e subindo até aqueles peitos desafiadores, loucos para serem saciados. A Natalia pegou um dos peitos da amiga e se deliciou chupando aquele mamilo escuro, passando imediatamente para o outro. Aqueles mamilos sensíveis se eriçaram na hora, buscando o contato com aqueles lábios e aquela língua que tanto os excitava. Eu pude ouvir, com imenso prazer, os gemidos entrecortados e levemente perturbados daquelas gatinhas. Aquela cena lésbica tava me deixando durasso. Minha cunhada assumiu o controle e tentava seduzir a Laura por completo, que se deixava levar pelas carícias que a safada da Natalia dava. Ela acariciava o cabelo dela entre os dedos e a deixava completamente hipnotizada com o olhar, entregue de corpo e alma. Conseguiu que ela abrisse a boca e enfiou a língua insaciável, entrelaçando com a outra. Aquele beijo foi ficando cada vez mais calmo, mais íntimo, mais intenso. Parecia que elas tinham se esquecido de mim por completo. Parecia que eu tinha virado só um sortudo espectador daquela relação lésbica. A safada da minha cunhada aproveitou a vulnerabilidade da Laura pra levar uma das mãos até aquela virilha depilada, enquanto a outra se enfiava naquele cu apertado. Aquela intromissão inesperada fez a novinha soltar um suspiro forte. A Natalia segurou as mãos dela com força e a obrigou a sair da piscina, ajudando ela a sentar na borda com as pernas bem abertas. Enfiou a cara na buceta ardente dela e começou a comer aquele fruto proibido com muito prazer. Brincava com a ponta da língua molhada naquele clitóris escondido, que inchava a cada toque. Subia as mãos pelos lados daquela mulher entregue às carícias até agarrar com força aqueles peitos, dedicando uma massagem neles. Espetacular. A amiga da minha irmã se contorcia de prazer com o tratamento que a minha cunhada dava nela. Ela gemia que nem uma louca, agarrando com força a cabeça da amante, tentando impedir que ela escapasse da prisão. Finalmente, gozou entre os lábios da safada da Natália, entregando todos os sucos guardados nas entranhas dela.

Minha cunhada e eu saímos da piscina e ajudamos aquela garotinha exausta a nos acompanhar até o gramado aconchegante, onde me deitei em cima da toalha, pronto pra curtir com aquelas duas leoas. Graças ao sexo que eu tinha presenciado entre aquelas duas garotas, minha ferramenta tava com um visual realmente ameaçador. Aquela presença perturbadora fez a Laura se jogar como uma possessa em cima dela, devorando ela por inteiro. Ela engoliu até o fundo, saboreando sem parar. Todo o comprimento do meu instrumento foi absorvido por aquela boquinha gulosa. Ela se ajudava com a mão, me masturbando sem parar, cada vez com mais força. Eu gemia baixinho, observando como meu pau recebia aquela mamada magnífica. A Natália me ofereceu o tesouro depilado dela, no qual mergulhei, enfiando com vontade minha língua ansiosa naquela vulva. Limpei com minha língua os sucos da buceta dela. Eu tava no paraíso, tão bem acompanhado por aquelas duas belezas. Continuei chupando com gosto o clitóris inchado da minha adorável cunhada, que se entregava às minhas carícias sem pudor. Ela gozou entre meus lábios duas vezes, me entregando os fluidos dela, que eu recolhi e devorei com claras amostras de desejo.

Depois de uns minutos de descanso, a Natália agarrou com força meu músculo duro e ajudou a Laura a montar em cima de mim, brincando com minha ferramenta inflamada em cima da bucetinha irritada dela, que tava encantada em receber aquela cobra perigosa. Ela bateu meu pau várias vezes contra a vulva dela, atrasando cruelmente a penetração tão esperada, tentando aumentar o desejo dos dois, se é que isso era possível. Depois daquele tormento insuportável Finalmente, Laura acabou se deixando cair sobre meu pau, enfiando até a metade e ficando parada por alguns segundos, curtindo aqueles momentos de puro sofrimento. Soltou um suspiro forte, gozando com aquela lança dentro dela. A emoção que senti ao sentir a buceta lubrificada daquela novinha em contato direto com meu pau me fez gozar pra caralho. A cara intensa de prazer que ela fez quando ficou enfiada no meu tronco me deixou completamente satisfeito. Depois de ficar imóvel por uns instantes intermináveis em cima de mim, aquela putinha safada começou um movimento lento e ritmado, girando e se enfiando e se desenfieiando no meu eixo ardente, se deliciando com aquela penetração sem limites. Apoiou as mãos delicadas no meu peito peludo pra ajudar na cavalgada que tinha acabado de começar. Aquela bruxinha se mexia no meu pau pra cima e pra baixo, me dando um prazer do caralho. Peguei nos peitos deliciosos dela, dando uns beliscões nos bicos duros. Dali, desci as mãos até a bunda poderosa dela, dando uns tapas fortes que a fizeram gritar que nem uma louca. A Natalia aproveitou pra se enfiar entre minhas pernas e começou a acariciar minhas bolas com as unhas, depois passou a brincar com meu cu, enfiando primeiro um dedo e depois outro, me sodomizando com muita dedicação. Sempre gostei de ter minha entrada traseira trabalhada, desde novo. É uma das carícias que me dá mais alívio. Esses contatos me fizeram ganhar mais velocidade dentro da novinha que estava montando em mim, até que ela não aguentou mais e desabou em cima de mim, me fazendo saborear as duras peras dela, que agarrei e comecei a devorar com meus lábios vorazes.

Laura assumiu uma atitude claramente ativa no ritmo da foda, cavalgando de um jeito mais rápido ou mais devagar conforme suas próprias necessidades. Uma hora a gente fodía em alta velocidade, outra descansava num ritmo mais lento. Preciso admitir que não me sentia nem um pouco incomodado em deixar aquela mulher magnífica me comer. Enquanto aquela amazona loira continuava me fodendo, trocávamos comentários de alto voltagem no ouvido. Aproximei minha mão maliciosa da fenda dela e comecei a masturbar aquele botão inchado que buscava desesperadamente o contato com meus dedos. Laura aumentou o ritmo da cavalgada, começando a gemer mais forte. Continuei masturbando ela entre as pernas enquanto ela se mexia provocativamente, curtindo meus dedos no clitóris e meu pau na bucetinha dela. Percebi com prazer que ela estava chegando ao clímax, então masturbei ela com mais crueldade enquanto dava estocadas fortes para me enterrar até o fundo do corpo daquela mulher que me fazia gozar tanto. Aquela deliciosa garota de vinte e poucos anos pulava num ritmo desenfreado no meu pau duro em busca do próprio prazer. Os peitos dela balançavam de um lado pro outro, me hipnotizando com aquela agitação exaltada. Os olhos dela estavam arregalados, totalmente sem noção do tempo. A única coisa que aquela garota queria naquela hora era gozar. Os olhos dela brilhavam de luxúria me encarando de um jeito feroz. De repente, ela parou e, soluçando brutalmente, jogou o corpo pra trás com a cabeleira balançando e explodiu em uivos fortes de prazer, sem conseguir dizer uma palavra. Do meu lado, tirei meu pau poderoso da buceta excitada dela na mesma hora, explodindo com força no rosto de Natalia, que recebeu na cara e na boca minha porra abundante. Depois de gozar com minhas últimas forças, Natalia passou um bom tempo lambendo meu pau mole até deixar bem limpinho e seco. Finalmente, Laura ficou abraçada em mim, tentando recuperar o fôlego que faltava.

4 comentários - Férias intensas com a família (real)

Buenísimo lo tuyo loco!!!:twisted:

Muy buen post, gracias por compartir...

Tu post va recomendado Amigo... 😉 __ __


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