Beleza, galera, semana passada trouxe minha primeira história de Harry Potter, agora vou continuar... Valeu por ler e comentar, isso me dá vontade de seguir com a história kkkkkk aqui vai.
Como já expliquei, meu nome é Rous e fui transferida pra Hogwarts da minha escola na França, porque meus pais, uma família de magnatas ricos seguidores do Lorde das Trevas, descobriram que minha fama na França era de uma *slut* gostosa. Pra piorar, minha condição de semi-veela ajudou a espalhar esse boato. Sobre ser semi-veela, tenho que dizer que possuo uns poderes que qualquer bruxo não tem, tipo ler pensamentos ou ter um nível foda de persuasão.
Bom, a história terminou da última vez numa transa maravilhosa com o Rony Weasley. No dia seguinte, quando desci pra sala comunal, sem pressa, trombei com a Hermione. Ela me levou pro banheiro do segundo andar, onde fica a Murta-que-geme, que por sorte pra gente não apareceu naquela manhã. A Hermione me encostou na parede e a raiva dela foi sumindo, sabia que não dava pra se meter com uma veela, precisava de mais que coragem.
— O que você fez ontem com o Rony? — falei rangendo os dentes. Não me veio nada na hora, então, como ela tava tão perto, beijei ela. Já tinha beijado outras garotas, mas aqueles lábios foram os mais doces que já provei na vida. — O que cê tá fazendo? — ela sussurrou, sem graça com minha impulsividade.
— Olha — falei na maior calma. — Você não come o Rony todo santo dia? — ela concordou. — Então por que esse nervosismo? Eu não transei com o Rony.
— Não… — ela murmurou — desculpa… — e saiu do banheiro envergonhada.
Com aquele tesão todo, não dava pra sair do banheiro sem antes gozar. Então entrei num box, baixei a calcinha, levantei a saia até o umbigo e comecei a brincar com meu clitóris, abrindo e fechando os lábios da buceta. Enfiei primeiro o Dedo indicador, depois o coração e aí o anelar e o mindinho. Os quatro dedos entravam e saíam cada vez mais rápido e, quando eu tava quase gozando, percebi que alguém tava gemendo, mas não vi ninguém até olhar pro teto. Lá, flutuando, tava se masturbando no teto a fantasma chorona, na mesma posição que eu. Isso me deixou com muito tesão e gozei na hora; ela demorou um pouco mais, mas deixei ela se deliciar com a minha visão até terminar. Nunca pensei que uma fantasma também se masturbasse, mas enfim, não dei muita importância. Ela terminou um ou dois minutos depois de mim. Os fluidos dela caíram em cima de mim e me surpreendeu que os fluidos não eram fantasmagóricos, ficaram nas minhas pernas e eu chupei e coloquei na minha buceta. Depois sorri pra ela e fui me limpando da gozada.
Na aula de poções não teve muita coisa pra fazer, mas me dediquei a seduzir todos os alunos que me olhavam, todos os caras e algumas garotas queriam saber como eu ia transar com eles. Alguns tavam dispostos a fazer qualquer coisa.
Lá fora, no jardim de Hogwarts, sentados perto do lago nós quatro, respirávamos ar fresco depois de ter entrado naquela aula de poções úmida e fumegante. O Harry não parava de pensar em mim e decidi fazer um favor pra Hermione.
— Podemos conversar um momento, galera? — falei pro Harry e pro Rony, e pra Hermione pisquei o olho.
— Claro, sim. — disseram os dois, e aí a gente se afastou um pouco da Hermione.
— O que foi? — disse Harry.
— Vim propor um acordo pra vocês. — os dois concordaram com a cabeça. — Se vocês comerem a Hermione juntos, ao mesmo tempo, vou deixar vocês me comerem todas as vezes que quiserem. — O Harry ficou surpreso, não sei bem por que o Rony nem tanto. — O que vocês acham?
— Por mim, beleza. — disse Rony. Harry olhou pra ele e falou:
— Valeu.
Na manhã seguinte desci pro salão principal e todo mundo se olhava de um jeito lascivo. Deixei eles sozinhos, me deliciando com as fantasias eróticas que os alunos do primeiro ano tinham comigo. Um queria me foder até me matar, não teria Pô, outro queria que eu chupasse até secar, eu até toparia, mas não era meu tipo.
No dia seguinte, Harry me pegou por trás na sala comunal e falou:
— Já comemos a Hermione, agora é sua vez de cumprir sua parte do trato.
— Primeiro vou conferir, depois a gente vê o que rola. — Harry saiu meio decepcionado.
A parada de terem comido a Hermione era verdade. Quando ficamos sozinhas na sala comunal à noite, os pensamentos dela confirmaram: ela não parava de relembrar aquela foda incrível onde teve oito orgasmos com os caras. Eu já tava ficando com tesão só de ler a mente dela, então perdi a paciência e puxei o assunto.
— E aí, como foi com o Rony e o Harry? — falei.
— Bem, por que você pergunta? — disse ela, corando.
— Não aconteceu nada estranho?
— Ah, se eu não contar, vou explodir. Hoje de manhã tive a melhor transa da minha vida. Os dois me pegaram, não paravam. Foram três horas: primeiro um, depois outro, depois outro, e no final o Rony me comeu pelo cu e o Harry pela buceta. Ali eu perdi a conta dos orgasmos. E como eles chupam... — eu tava ficando cada vez mais molhada, calcinha encharcada.
— Chega! — gritei. — Vem cá. — E levei ela correndo até a beira do lago. Era noite, as estrelas brilhavam, não tinha ninguém perto do castelo, não fazia frio nenhum, até um calorzinho. Sentei ela aos pés de uma árvore. — Agora vou te foder como ninguém nunca te fodeu.
— M-mas, Rous. Mesmo que eu quisesse, não consigo, tô exausta, e além disso não sou lésbica.
— Você vai ser o que eu quiser! "Pennum Converis" — falei, apontando pra um galho no chão que devia ter uns 60 cm. Ele se transformou num pênis de plástico de duas pontas, com uns 60 cm. No meio, tinha uns ovos de plástico macio que marcavam onde começava uma rola e onde terminava a outra. — Levanta a saia! — Ela levantou a saia, assustada. Assim que eu me... Descobri que se eu a estuprasse, ou se ela se sentisse estuprada, nada voltaria a ser como antes.
— O que foi?
— Você vai me estuprar… — ela sussurrou.
— Só quero que a gente se divirta um pouco juntas, juro que você vai gostar. Relaxa, vai. Só se deixa levar.
— Tá bom. — ela disse, sorrindo. Peguei o consolo duplo e apontei a varinha pra ele.
— *Lubricus* — de repente, ele ficou coberto por um líquido transparente e escorregadio.
— Você vai meter tudo isso em mim. — eu assenti e comecei a enfiar uma ponta. Ela gemeu um pouco, mas só tinha entrado 5cm. Dei uma pausa pra apreciar a cara de prazer dela e continuei metendo. Já estávamos nos 20cm, e ela tava gozando pra caralho. Aí eu subi em cima dela e comecei a enfiar a outra ponta do consolo em mim, até chegar nos 20cm. Cada uma tinha 20cm enfiados, mas ainda sobravam outros 20cm pra fora. E, de uma sentada só, eu me joguei pra baixo, fazendo os últimos 20cm entrarem de vez nas duas ao mesmo tempo. As duas gozamos juntas.
— Haaaaaaaaaaaaaa aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaggggggggg… — gritamos as duas em uníssono, de dor e prazer.
— Agora a gente vai se mexer como se uma de nós fosse um cara. — e comecei o vai e vem. 30cm de consolo de plástico entravam e saíam dos nossos corpos, fazendo a gente se fundir em abraços eternos. Ficamos de pé, uma de frente pra outra, com o consolo ainda dentro da gente. Tirei ele de mim e enfiei no meu cu. Aí Hermione começou a me penetrar com mais e mais força, e eu sabia que ela fazia isso porque assim sentia mais prazer, e isso me excitava ainda mais. Ela conseguiu gozar, sujando meu cu e minha saia com fluidos vaginais, e isso me excitou tanto que eu gozei também. — Haaaaaa, isso, hooo que delícia… has has has has… — falei, ofegante de prazer. Aí tirei o pauzão do meu cu e tirei ele da Hermione, que foi se derretendo enquanto eu tirava. Quando terminei de tirar, enfiei ele na minha boca e chupei todos os fluidos vaginais dela, guardando na boca, e depois beijei ela. enquanto eu acariciava o clitóris dela. Ela roubou os fluidos da minha boca e engoliu, e começou a chupar minha buceta, eu com o pé direito ia tirando e colocando os dedos na buceta dela. Nós duas gozamos mais um par de vezes na mesma posição.
-Adorei, e queria compartilhar uma coisa com você.- disse ela se deitando na grama semidespida.
-O quê?
-É um feitiço que li uma vez e que me foi muito útil todos esses anos de seca.
-Em que consiste?
-Vamos fazer aparecer uns paus.- fiz uma cara de desaprovação.- São uns paus que não têm corpo, quero dizer, paus sem homem, só os paus e eles se movem sozinhos e gozam, e voam e se colocam onde você quiser. Com um simples pensamento, os paus vão para onde você quiser.
-Gostei.
-Agita a varinha e repete comigo: "Animous Pennum".- do nada começaram a aparecer paus, e mais paus, tinha umas duas dúzias ou até mais, todos do mesmo tamanho e mesma aparência, e levitavam. Hermione olhava minha cara de surpresa e decidiu tomar a iniciativa pra eu ganhar confiança.- Vai!- disse ela e levantou a saia, então dois paus desceram rápido até a buceta dela e cheiraram, um começou a entrar e depois saiu e entrou o outro e depois o outro e assim iam entrando e saindo da buceta dela cada vez mais paus. Outro punhado de paus subiu até o rosto dela e começaram a acariciar, Hermione chupava eles e lubrificava com a saliva. Via Hermione e adorava ver a cara de satisfação e safada dela e queria me sentir como ela. Esse desejo fez com que uns cinco paus se aproximassem de mim, então levantei minha saia, me deitei e deixei eles fazerem. Começaram a se enfiar na minha buceta, uns começaram a entrar e outros a cheirar meu cu, outros subiram até meu rosto e comecei a chupar, tinham um gosto muito gostoso, sabiam a balas de sabores diferentes. Quando me dei conta, tinha um pau entrando e saindo da minha buceta em grande velocidade, depois parou e outra entrou pelo cu, aí duas entraram ao mesmo tempo dentro da minha pussy e isso me fez explodir de prazer. Tinha duas rolas entrando e saindo de mim, usa a palavra: pussy e outra no cu, enquanto outra gozava na minha boca e o sêmen dela tinha gosto de doce de cum. Aí eu gozei e meu grito de prazer fez as rolas se assustarem e saírem do meu corpo, e um jorro enorme de fluido vaginal saiu disparado da minha pussy. Quando recuperei a consciência, vi a Hermione que estava de quatro e quatro rolas entravam e saíam ao mesmo tempo da pussy dela e outras duas do cu, na cara já não tinha mais e o rosto dela estava totalmente vermelho e ofegante. Eu me coloquei de quatro na frente dela e desejei estar na mesma situação que a Hermione, e quatro rolas entraram de uma vez na minha pussy e outras duas no cu, e comecei a beijá-la. Depois desejei que vinte rolas gozassem nas nossas caras enquanto nos beijávamos e, ao mesmo tempo, nós duas gozamos e as vinte rolas então desapareceram, e ficamos semidespidas jogadas na grama debaixo de uma árvore contemplando as estrelas na beira do lago.
— Vamos ter que fazer alguma coisa pra nos limpar. — falei depois de descansar na grama. Hermione levantou a varinha, mas antes que pronunciasse o feitiço pra nos limpar, eu disse: — Não! Eu vou limpar isso, tira a roupa. — ela obedeceu e eu fiz o mesmo. — Agora vamos pra água. — lá dentro da água morna do lago, passamos horas nos acariciando e nos beijando, até que voltamos pra sala comunal onde todo mundo já estava dormindo. Colocamos o pijama e deitamos na cama.
— Hui, que bem que a gente se divertiu, desculpa por ter desconfiado de você antes. No que você tá pensando?
— Tenho grandes planos. Tava pensando em como realizá-los. Aliás, como é o nome daquele loirinho? Aquele da Sonserina.
— Draco Malfoy? Mas se ele é um metido.
— Melhor, esses são os melhores, você faz eles implorarem e depois trata como cachorros. — Hermione soltou uma gargalhada. Apagou a luz…
Continua…
Foi só isso... 😃 Lembrem de comentar e deixar críticas e sugestões por mensagem privada até a próxima parte.
Como já expliquei, meu nome é Rous e fui transferida pra Hogwarts da minha escola na França, porque meus pais, uma família de magnatas ricos seguidores do Lorde das Trevas, descobriram que minha fama na França era de uma *slut* gostosa. Pra piorar, minha condição de semi-veela ajudou a espalhar esse boato. Sobre ser semi-veela, tenho que dizer que possuo uns poderes que qualquer bruxo não tem, tipo ler pensamentos ou ter um nível foda de persuasão.
Bom, a história terminou da última vez numa transa maravilhosa com o Rony Weasley. No dia seguinte, quando desci pra sala comunal, sem pressa, trombei com a Hermione. Ela me levou pro banheiro do segundo andar, onde fica a Murta-que-geme, que por sorte pra gente não apareceu naquela manhã. A Hermione me encostou na parede e a raiva dela foi sumindo, sabia que não dava pra se meter com uma veela, precisava de mais que coragem.
— O que você fez ontem com o Rony? — falei rangendo os dentes. Não me veio nada na hora, então, como ela tava tão perto, beijei ela. Já tinha beijado outras garotas, mas aqueles lábios foram os mais doces que já provei na vida. — O que cê tá fazendo? — ela sussurrou, sem graça com minha impulsividade.
— Olha — falei na maior calma. — Você não come o Rony todo santo dia? — ela concordou. — Então por que esse nervosismo? Eu não transei com o Rony.
— Não… — ela murmurou — desculpa… — e saiu do banheiro envergonhada.
Com aquele tesão todo, não dava pra sair do banheiro sem antes gozar. Então entrei num box, baixei a calcinha, levantei a saia até o umbigo e comecei a brincar com meu clitóris, abrindo e fechando os lábios da buceta. Enfiei primeiro o Dedo indicador, depois o coração e aí o anelar e o mindinho. Os quatro dedos entravam e saíam cada vez mais rápido e, quando eu tava quase gozando, percebi que alguém tava gemendo, mas não vi ninguém até olhar pro teto. Lá, flutuando, tava se masturbando no teto a fantasma chorona, na mesma posição que eu. Isso me deixou com muito tesão e gozei na hora; ela demorou um pouco mais, mas deixei ela se deliciar com a minha visão até terminar. Nunca pensei que uma fantasma também se masturbasse, mas enfim, não dei muita importância. Ela terminou um ou dois minutos depois de mim. Os fluidos dela caíram em cima de mim e me surpreendeu que os fluidos não eram fantasmagóricos, ficaram nas minhas pernas e eu chupei e coloquei na minha buceta. Depois sorri pra ela e fui me limpando da gozada.
Na aula de poções não teve muita coisa pra fazer, mas me dediquei a seduzir todos os alunos que me olhavam, todos os caras e algumas garotas queriam saber como eu ia transar com eles. Alguns tavam dispostos a fazer qualquer coisa.
Lá fora, no jardim de Hogwarts, sentados perto do lago nós quatro, respirávamos ar fresco depois de ter entrado naquela aula de poções úmida e fumegante. O Harry não parava de pensar em mim e decidi fazer um favor pra Hermione.
— Podemos conversar um momento, galera? — falei pro Harry e pro Rony, e pra Hermione pisquei o olho.
— Claro, sim. — disseram os dois, e aí a gente se afastou um pouco da Hermione.
— O que foi? — disse Harry.
— Vim propor um acordo pra vocês. — os dois concordaram com a cabeça. — Se vocês comerem a Hermione juntos, ao mesmo tempo, vou deixar vocês me comerem todas as vezes que quiserem. — O Harry ficou surpreso, não sei bem por que o Rony nem tanto. — O que vocês acham?
— Por mim, beleza. — disse Rony. Harry olhou pra ele e falou:
— Valeu.
Na manhã seguinte desci pro salão principal e todo mundo se olhava de um jeito lascivo. Deixei eles sozinhos, me deliciando com as fantasias eróticas que os alunos do primeiro ano tinham comigo. Um queria me foder até me matar, não teria Pô, outro queria que eu chupasse até secar, eu até toparia, mas não era meu tipo.
No dia seguinte, Harry me pegou por trás na sala comunal e falou:
— Já comemos a Hermione, agora é sua vez de cumprir sua parte do trato.
— Primeiro vou conferir, depois a gente vê o que rola. — Harry saiu meio decepcionado.
A parada de terem comido a Hermione era verdade. Quando ficamos sozinhas na sala comunal à noite, os pensamentos dela confirmaram: ela não parava de relembrar aquela foda incrível onde teve oito orgasmos com os caras. Eu já tava ficando com tesão só de ler a mente dela, então perdi a paciência e puxei o assunto.
— E aí, como foi com o Rony e o Harry? — falei.
— Bem, por que você pergunta? — disse ela, corando.
— Não aconteceu nada estranho?
— Ah, se eu não contar, vou explodir. Hoje de manhã tive a melhor transa da minha vida. Os dois me pegaram, não paravam. Foram três horas: primeiro um, depois outro, depois outro, e no final o Rony me comeu pelo cu e o Harry pela buceta. Ali eu perdi a conta dos orgasmos. E como eles chupam... — eu tava ficando cada vez mais molhada, calcinha encharcada.
— Chega! — gritei. — Vem cá. — E levei ela correndo até a beira do lago. Era noite, as estrelas brilhavam, não tinha ninguém perto do castelo, não fazia frio nenhum, até um calorzinho. Sentei ela aos pés de uma árvore. — Agora vou te foder como ninguém nunca te fodeu.
— M-mas, Rous. Mesmo que eu quisesse, não consigo, tô exausta, e além disso não sou lésbica.
— Você vai ser o que eu quiser! "Pennum Converis" — falei, apontando pra um galho no chão que devia ter uns 60 cm. Ele se transformou num pênis de plástico de duas pontas, com uns 60 cm. No meio, tinha uns ovos de plástico macio que marcavam onde começava uma rola e onde terminava a outra. — Levanta a saia! — Ela levantou a saia, assustada. Assim que eu me... Descobri que se eu a estuprasse, ou se ela se sentisse estuprada, nada voltaria a ser como antes.
— O que foi?
— Você vai me estuprar… — ela sussurrou.
— Só quero que a gente se divirta um pouco juntas, juro que você vai gostar. Relaxa, vai. Só se deixa levar.
— Tá bom. — ela disse, sorrindo. Peguei o consolo duplo e apontei a varinha pra ele.
— *Lubricus* — de repente, ele ficou coberto por um líquido transparente e escorregadio.
— Você vai meter tudo isso em mim. — eu assenti e comecei a enfiar uma ponta. Ela gemeu um pouco, mas só tinha entrado 5cm. Dei uma pausa pra apreciar a cara de prazer dela e continuei metendo. Já estávamos nos 20cm, e ela tava gozando pra caralho. Aí eu subi em cima dela e comecei a enfiar a outra ponta do consolo em mim, até chegar nos 20cm. Cada uma tinha 20cm enfiados, mas ainda sobravam outros 20cm pra fora. E, de uma sentada só, eu me joguei pra baixo, fazendo os últimos 20cm entrarem de vez nas duas ao mesmo tempo. As duas gozamos juntas.
— Haaaaaaaaaaaaaa aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaggggggggg… — gritamos as duas em uníssono, de dor e prazer.
— Agora a gente vai se mexer como se uma de nós fosse um cara. — e comecei o vai e vem. 30cm de consolo de plástico entravam e saíam dos nossos corpos, fazendo a gente se fundir em abraços eternos. Ficamos de pé, uma de frente pra outra, com o consolo ainda dentro da gente. Tirei ele de mim e enfiei no meu cu. Aí Hermione começou a me penetrar com mais e mais força, e eu sabia que ela fazia isso porque assim sentia mais prazer, e isso me excitava ainda mais. Ela conseguiu gozar, sujando meu cu e minha saia com fluidos vaginais, e isso me excitou tanto que eu gozei também. — Haaaaaa, isso, hooo que delícia… has has has has… — falei, ofegante de prazer. Aí tirei o pauzão do meu cu e tirei ele da Hermione, que foi se derretendo enquanto eu tirava. Quando terminei de tirar, enfiei ele na minha boca e chupei todos os fluidos vaginais dela, guardando na boca, e depois beijei ela. enquanto eu acariciava o clitóris dela. Ela roubou os fluidos da minha boca e engoliu, e começou a chupar minha buceta, eu com o pé direito ia tirando e colocando os dedos na buceta dela. Nós duas gozamos mais um par de vezes na mesma posição.
-Adorei, e queria compartilhar uma coisa com você.- disse ela se deitando na grama semidespida.
-O quê?
-É um feitiço que li uma vez e que me foi muito útil todos esses anos de seca.
-Em que consiste?
-Vamos fazer aparecer uns paus.- fiz uma cara de desaprovação.- São uns paus que não têm corpo, quero dizer, paus sem homem, só os paus e eles se movem sozinhos e gozam, e voam e se colocam onde você quiser. Com um simples pensamento, os paus vão para onde você quiser.
-Gostei.
-Agita a varinha e repete comigo: "Animous Pennum".- do nada começaram a aparecer paus, e mais paus, tinha umas duas dúzias ou até mais, todos do mesmo tamanho e mesma aparência, e levitavam. Hermione olhava minha cara de surpresa e decidiu tomar a iniciativa pra eu ganhar confiança.- Vai!- disse ela e levantou a saia, então dois paus desceram rápido até a buceta dela e cheiraram, um começou a entrar e depois saiu e entrou o outro e depois o outro e assim iam entrando e saindo da buceta dela cada vez mais paus. Outro punhado de paus subiu até o rosto dela e começaram a acariciar, Hermione chupava eles e lubrificava com a saliva. Via Hermione e adorava ver a cara de satisfação e safada dela e queria me sentir como ela. Esse desejo fez com que uns cinco paus se aproximassem de mim, então levantei minha saia, me deitei e deixei eles fazerem. Começaram a se enfiar na minha buceta, uns começaram a entrar e outros a cheirar meu cu, outros subiram até meu rosto e comecei a chupar, tinham um gosto muito gostoso, sabiam a balas de sabores diferentes. Quando me dei conta, tinha um pau entrando e saindo da minha buceta em grande velocidade, depois parou e outra entrou pelo cu, aí duas entraram ao mesmo tempo dentro da minha pussy e isso me fez explodir de prazer. Tinha duas rolas entrando e saindo de mim, usa a palavra: pussy e outra no cu, enquanto outra gozava na minha boca e o sêmen dela tinha gosto de doce de cum. Aí eu gozei e meu grito de prazer fez as rolas se assustarem e saírem do meu corpo, e um jorro enorme de fluido vaginal saiu disparado da minha pussy. Quando recuperei a consciência, vi a Hermione que estava de quatro e quatro rolas entravam e saíam ao mesmo tempo da pussy dela e outras duas do cu, na cara já não tinha mais e o rosto dela estava totalmente vermelho e ofegante. Eu me coloquei de quatro na frente dela e desejei estar na mesma situação que a Hermione, e quatro rolas entraram de uma vez na minha pussy e outras duas no cu, e comecei a beijá-la. Depois desejei que vinte rolas gozassem nas nossas caras enquanto nos beijávamos e, ao mesmo tempo, nós duas gozamos e as vinte rolas então desapareceram, e ficamos semidespidas jogadas na grama debaixo de uma árvore contemplando as estrelas na beira do lago.
— Vamos ter que fazer alguma coisa pra nos limpar. — falei depois de descansar na grama. Hermione levantou a varinha, mas antes que pronunciasse o feitiço pra nos limpar, eu disse: — Não! Eu vou limpar isso, tira a roupa. — ela obedeceu e eu fiz o mesmo. — Agora vamos pra água. — lá dentro da água morna do lago, passamos horas nos acariciando e nos beijando, até que voltamos pra sala comunal onde todo mundo já estava dormindo. Colocamos o pijama e deitamos na cama.
— Hui, que bem que a gente se divertiu, desculpa por ter desconfiado de você antes. No que você tá pensando?
— Tenho grandes planos. Tava pensando em como realizá-los. Aliás, como é o nome daquele loirinho? Aquele da Sonserina.
— Draco Malfoy? Mas se ele é um metido.
— Melhor, esses são os melhores, você faz eles implorarem e depois trata como cachorros. — Hermione soltou uma gargalhada. Apagou a luz…
Continua…
Foi só isso... 😃 Lembrem de comentar e deixar críticas e sugestões por mensagem privada até a próxima parte.
0 comentários - Hogwarts History parte 2