Olá pra todo mundo, vendo que vocês gostaram do meu último conto, e pelos comentários sobre o assunto, vou tentar deixar esse aqui mais descritivo.
Hoje vou contar sobre a Carolina...
A Carolina foi uma conquista que tive na mesma época da Ana, quando eu trabalhava no cyber. Conheci ela do mesmo jeito, pelo MIRC. Ela também era funcionária de um cyber. Nos conhecemos num domingo de manhã, porque eu tava fazendo plantão naquele horário. Começamos a conversar pelo IRC, trocamos e-mails e, a partir daí, tudo virou putaria.
Falar como eu comeria ela virou coisa de quase todo dia. Teve dias que ela, com webcam de manhã, me mostrava como se tocava ouvindo meus contos. Tinha uma tensão do caralho entre a gente, e olha que nem nos conhecíamos pessoalmente.
Uma tarde ela me chamou pra conhecer ela, e eu fui. Nos vimos pessoalmente. Era uma morena ardente, tinha acabado de casar e tinha um corpo esculpido à mão: uns peitos lindos e uma cintura bem fina que formava uma curva gostosa com o quadril. Naquele dia, foi só um "oi, tudo bem?" e papear um pouco, nada mais.
Já conhecidos, continuei fazendo a mesma coisa: excitando ela só com palavras, até que um dia ela não aguentou mais e pediu pra eu comer ela. Marcamos pra tarde de um 31 de dezembro — nunca mais esqueço essa data.
Naquela tarde, saí do trampo e esperei ela no ponto do ônibus. Ela chegou vestindo uma calça jeans bem justa e uma regata. A gente se cumprimentou e pegou um táxi pra ir pra um motel. Chegamos, paguei e entramos.
Mal chegamos, eu nem tinha fechado a porta direito e ela já começou a me beijar. Me beijava os lábios, arrancou minha camisa de um jeito desesperado, passava a mão nas minhas costas enquanto eu, com a mesma vontade, comecei a morder o lábio dela, beijar o pescoço, o ombro... enquanto minhas mãos apertavam os peitos dela. Queria devorar ela.
Joguei ela na cama, tirei minha calça, ela tirou a dela e a regata, ficando só de um conjuntinho branco de algodão. Ficava lindo nela. Fui... para ela, beijando seus lábios, minhas mãos acariciavam sua buceta, ela começava a ficar molhada, tirei o sutiã dela e comecei a beijar seus peitos, morder os biquinhos, lamber eles... estavam bem durinhos de tanta excitação.
Eu, excitado, meu pau pedia pra entrar nela mas ainda não era hora, tinha que preparar bem a situação.
E foi assim, que entre beijos e mordidas, começo a deslizar meus beijos pela barriguinha dela em direção ao meu destino, aquela buceta linda e molhadinha. Quando cheguei, a única coisa que fiz foi puxar aquela calcinha fio dental branca, e começar a passar minha linguinha dentro dela, a colocar a pontinha, a fazer círculos lá dentro.
Caro, enquanto eu a saboreava, ela acariciava meu cabelo, e se tocava nos peitos, se contorcendo com uma respiração profunda, foi aí que percebi que era hora de pegá-la.
Tirei a calcinha dela e descobri sua buceta limpinha, peladinha, sem nada, me excitou ainda mais... me coloquei entre as pernas dela e meu pau foi entrando de pouquinho em pouquinho, devagar a cabecinha foi entrando até que entrou por completo. A gente se mexia num ritmo lento, buscando o tempo dos dois, ela curtia, lembro do rostinho de prazer dela, começamos a nos mover mais e mais forte e a respiração dela foi ficando mais profunda e entre eles um gemido, um Siiiim!!! ou um Vai!! mais !!! Vai!!! me deixava louco, nosso ritmo se unificou fazendo com que nosso prazer ecoasse por todo o hotel, a cama batia na parede enquanto mais rápido a gente se mexia, ela me esquentava mais, com seus Siiiim Vaiii Vamosss!!! quando vi que ela já tava bem louquinha, que queria tudo, eu saí...
Ela me olhou como quem diz o que você tá fazendo?? e eu falei, quer mais, vem buscar... e foi assim que ela foi buscar meu pau e começou a chupar ele... passava a linguinha por tudo, mordia minhas bolas, adorava, enfiou cada centímetro do meu pau dentro da boca dela, e queria, queria que eu gozasse... e naquele momento, ela se coloca de quatro e me disse, vem me fazer sua do jeito que você quiser!! Meu Deus, pensei, naquele momento não Sabia por onde encarar.. então comecei a meter a cabecinha da minha pica no cuzinho dela, ela gritava de prazer, e adorava, adorava que eu fizesse aquela raba nela, e ela gemia: vai... me faz tua... e eu metia cada vez mais forte.. tirava e metia de novo na buceta, ela não aguentava mais e gozou num SIIIIIII Deus!!!! e molhou minha pica com todo o calor dela... eu continuava metendo e tirando, e quando ela terminou, tirei da buceta dela e meti de novo no cuzinho dela até gozar.
Quando terminamos, morri nos braços dela, ela foi no banheiro, se lavou, e quando voltou começou a chupar minha pica de novo, era uma gulosa que queria mais e mais. E eu tive que dar tudo o que ela quis.
E foi assim que meu ano terminou, naquele momento, com uma transa muito boa graças à Carolina, depois disso nunca mais a vi.
Ps: Minhas outras histórias.
Mariahttp://www.poringa.net/posts/relatos/2141391/RelatosTucuman_-Maria.htmlAnahttp://www.poringa.net/posts/relatos/2140409/RelatosTucuman_-Solamente-Ana.htmlComentem aí o que acharam.
Hoje vou contar sobre a Carolina...
A Carolina foi uma conquista que tive na mesma época da Ana, quando eu trabalhava no cyber. Conheci ela do mesmo jeito, pelo MIRC. Ela também era funcionária de um cyber. Nos conhecemos num domingo de manhã, porque eu tava fazendo plantão naquele horário. Começamos a conversar pelo IRC, trocamos e-mails e, a partir daí, tudo virou putaria.
Falar como eu comeria ela virou coisa de quase todo dia. Teve dias que ela, com webcam de manhã, me mostrava como se tocava ouvindo meus contos. Tinha uma tensão do caralho entre a gente, e olha que nem nos conhecíamos pessoalmente.
Uma tarde ela me chamou pra conhecer ela, e eu fui. Nos vimos pessoalmente. Era uma morena ardente, tinha acabado de casar e tinha um corpo esculpido à mão: uns peitos lindos e uma cintura bem fina que formava uma curva gostosa com o quadril. Naquele dia, foi só um "oi, tudo bem?" e papear um pouco, nada mais.
Já conhecidos, continuei fazendo a mesma coisa: excitando ela só com palavras, até que um dia ela não aguentou mais e pediu pra eu comer ela. Marcamos pra tarde de um 31 de dezembro — nunca mais esqueço essa data.
Naquela tarde, saí do trampo e esperei ela no ponto do ônibus. Ela chegou vestindo uma calça jeans bem justa e uma regata. A gente se cumprimentou e pegou um táxi pra ir pra um motel. Chegamos, paguei e entramos.
Mal chegamos, eu nem tinha fechado a porta direito e ela já começou a me beijar. Me beijava os lábios, arrancou minha camisa de um jeito desesperado, passava a mão nas minhas costas enquanto eu, com a mesma vontade, comecei a morder o lábio dela, beijar o pescoço, o ombro... enquanto minhas mãos apertavam os peitos dela. Queria devorar ela.
Joguei ela na cama, tirei minha calça, ela tirou a dela e a regata, ficando só de um conjuntinho branco de algodão. Ficava lindo nela. Fui... para ela, beijando seus lábios, minhas mãos acariciavam sua buceta, ela começava a ficar molhada, tirei o sutiã dela e comecei a beijar seus peitos, morder os biquinhos, lamber eles... estavam bem durinhos de tanta excitação.
Eu, excitado, meu pau pedia pra entrar nela mas ainda não era hora, tinha que preparar bem a situação.
E foi assim, que entre beijos e mordidas, começo a deslizar meus beijos pela barriguinha dela em direção ao meu destino, aquela buceta linda e molhadinha. Quando cheguei, a única coisa que fiz foi puxar aquela calcinha fio dental branca, e começar a passar minha linguinha dentro dela, a colocar a pontinha, a fazer círculos lá dentro.
Caro, enquanto eu a saboreava, ela acariciava meu cabelo, e se tocava nos peitos, se contorcendo com uma respiração profunda, foi aí que percebi que era hora de pegá-la.
Tirei a calcinha dela e descobri sua buceta limpinha, peladinha, sem nada, me excitou ainda mais... me coloquei entre as pernas dela e meu pau foi entrando de pouquinho em pouquinho, devagar a cabecinha foi entrando até que entrou por completo. A gente se mexia num ritmo lento, buscando o tempo dos dois, ela curtia, lembro do rostinho de prazer dela, começamos a nos mover mais e mais forte e a respiração dela foi ficando mais profunda e entre eles um gemido, um Siiiim!!! ou um Vai!! mais !!! Vai!!! me deixava louco, nosso ritmo se unificou fazendo com que nosso prazer ecoasse por todo o hotel, a cama batia na parede enquanto mais rápido a gente se mexia, ela me esquentava mais, com seus Siiiim Vaiii Vamosss!!! quando vi que ela já tava bem louquinha, que queria tudo, eu saí...
Ela me olhou como quem diz o que você tá fazendo?? e eu falei, quer mais, vem buscar... e foi assim que ela foi buscar meu pau e começou a chupar ele... passava a linguinha por tudo, mordia minhas bolas, adorava, enfiou cada centímetro do meu pau dentro da boca dela, e queria, queria que eu gozasse... e naquele momento, ela se coloca de quatro e me disse, vem me fazer sua do jeito que você quiser!! Meu Deus, pensei, naquele momento não Sabia por onde encarar.. então comecei a meter a cabecinha da minha pica no cuzinho dela, ela gritava de prazer, e adorava, adorava que eu fizesse aquela raba nela, e ela gemia: vai... me faz tua... e eu metia cada vez mais forte.. tirava e metia de novo na buceta, ela não aguentava mais e gozou num SIIIIIII Deus!!!! e molhou minha pica com todo o calor dela... eu continuava metendo e tirando, e quando ela terminou, tirei da buceta dela e meti de novo no cuzinho dela até gozar.
Quando terminamos, morri nos braços dela, ela foi no banheiro, se lavou, e quando voltou começou a chupar minha pica de novo, era uma gulosa que queria mais e mais. E eu tive que dar tudo o que ela quis.
E foi assim que meu ano terminou, naquele momento, com uma transa muito boa graças à Carolina, depois disso nunca mais a vi.
Ps: Minhas outras histórias.
Mariahttp://www.poringa.net/posts/relatos/2141391/RelatosTucuman_-Maria.htmlAnahttp://www.poringa.net/posts/relatos/2140409/RelatosTucuman_-Solamente-Ana.htmlComentem aí o que acharam.
1 comentários - RelatosTucuman: Carolina