Minha patinadora gostosa (experiência real)

Fala aí, Poringa! Esse é meu primeiro post e também meu primeiro relato. Conheço o site há uns anos, mas só hoje resolvi me registrar porque precisava botar pra fora e mostrar pro mundo um dos vários rolês que vivi na minha adolescência.

Auto-descrição: 19 anos, cabelo curto, castanho claro, olho verde-água, 1,83m, 72kg, corpo normal, modelo informal, hétero. Medidas 18x5.

Beleza, vamos pro relato:

Razorblade é a música que me acorda todo dia às 05:00. Depois de tomar banho e café, enfio os fones e pego o 160 da Italbus que me leva pra Cidade Universitária, onde passo um terço do dia.

Os primeiros dias lá foram uma mistura de empolgação e tédio. Por um lado, tinha um monte de coisa nova que um cara do interior como eu nunca tinha visto ou não tava acostumado; por outro, o clima chato e formal da faculdade. Ninguém fala com ninguém, todo mundo parece sério e estudioso, as minas com aquele ar de "já sou adulta" nem te olham na cara. Foi assim que passei minha primeira semana como universitário.

Naquele fim de semana, resolvi andar de longboard em Puerto Madero com um amigo (tenho um longboard e, quando o dia tá bonito e tenho tempo livre, sempre dou uma escapada pra surfar no asfalto). Depois de umas horas de diversão, sentamos num banquinho pra descansar e fumar um cigarro. Tava nessa quando vi passar, a uns 10 metros de onde a gente tava, uma mina gostosa pra caralho e, melhor ainda, com uma tábua (tábua é o termo que a galera do skate usa pra se referir a skate, longboard, etc.).

Era loira, cabelo comprido, altura média, tava com uns Krial cinza e roxo, uma calça jeans escura e um moletom canguru com capuz. Levava debaixo do braço uma tábua cor de madeira com detalhes azuis. Caminhava com um ar despreocupado, imersa no mundinho dela com o fone de ouvido. Na hora, cutuquei meu amigo pra ele focar nela. atenção pra onde eu tava apontando com a cabeça, a reação dela foi de aprovação e o assunto da loira ficou por isso mesmo.

Segunda-feira 06:00hs, subo no busão pra ir pra faculdade, me enfio no único lugar vago, o corrimão dos deficientes, de novo puto por ir em pé, tiro meu livro de pensamento científico e começo a revisar o tema que iam dar naquele dia. Logo depois de achar a página certa, sinto alguém me encarando do banco da fileira da frente, à minha direita. Disfarçando um pouco, dou uma olhadinha rápida pra confirmar o que eu já tava pensando, uma mina me olhava fixo, com um olhar de "eu te conheço", e não tava errado, adivinha quem era?

Pois é, lá estava ela, com um boné azul claro e uma jaqueta cinza, sentada me encarando, minha patinadora gostosa, a viagem foi entre buzinaços, freadas e gente amontoada. Evitei olhar pra ela, porque não queria criar climão.

Quando cheguei no pavilhão dois de exatas e naturais, me aproximo da porta pra descer, já que era ali que eu ia ter aula naquele dia. Tinha acabado de subir as escadas quando sinto alguém tocar meu ombro esquerdo, mas não liguei, no meio da multidão podia ser qualquer coisa. Dois passos depois, sinto a insistência de novo no ombro, como um segundo toque, me viro e quase fico sem ar quando vejo quem era:

-Oi, desculpa ser tão direta mas... não foi você que eu vi patinando no fim de semana no Maderos?
-Oi, adoro gente direta, era eu sim, também te vi, que prancha linda você tem. (Já chegando com um elogio improvisado)
-Nem fala, sabia que era você, em que sala você tem aula?
-Na 207, pensamento, e você?
-Biofísica na 213
-Demais, quase vizinhos, pode-se dizer, hahaha, patina há muito tempo?
-Faz um ano, mas desde que me mudei pra cá, parei bastante, não conheço muita gente ainda, e menos ainda que patine.
-Quando você quiser, a gente pode sair pra andar, adoraria. (Nem lerdo nem preguiçoso, o menino já tinha se ligado) (joguei a primeira carta)
—Sério? Cara, show de bola, vamos sentar ali, ainda é cedo.

E foi assim que conheci a Jéssica, de 19 anos, que fazia o cursinho igual a mim. Naquela manhã, trocamos números e papeamos bastante por mensagem enquanto estávamos na aula. Ela me contou que era do sul e que tinha vindo estudar fazia umas semanas, que não conhecia muita gente e que morava sozinha num apê em Recoleta — isso deixou minha manhã muito mais animada.

"Acorda, vagabundo, que o dia tá lindo aqui fora", dizia a mensagem num domingo ao meio-dia.
"Uuuh, bora dar um rolê de skate?" foi minha resposta pra Jéssica, com quem eu ia me encontrar mais tarde pra andar de skate.

Fomos andar de skate no Rosedal de Palermo, trocamos uma ideia sobre o assunto, rimos pra caralho. O sol já tava começando a se pôr quando decidimos sentar num banquinho de frente pro lago pra descansar um pouco e tomar algo.
Jéssica me perguntou se eu fumava, e eu respondi que sim. "O quê?" ela perguntou.
"As duas coisas" foi minha resposta, e na hora ela tirou um baseado e me convidou pra provar.

Quero deixar claro que fumo um baseado de vez em quando, pro estresse e pra imaginação, me faz muito bem. Não sou viciado, me considero um usuário casual.

Depois de uma brisa longa e gostosa, conversas profundas e interessantes, e altas risadas, decidimos ir até o ponto do busão pra voltar pra casa. Moramos pro mesmo lado, então pegamos o mesmo busão, sentamos depois de encaixar as pranchas no chão, uma em cima da outra.

Durante a viagem, fingi que tava cansado e apoiei a cabeça no ombro dela. Ela bagunçava meu cabelo com a mão. Me endireitei, olhei nos olhos dela, vi que ela olhava pra minha boca com vontade e, sem dizer nada, dei um beijo longo e apaixonado, ali mesmo no busão.

A semana passou sem maiores novidades, entre aulas e mensagens. Na sexta, recebi uma mensagem que dizia: "Que beijo gostoso". Respondi: "Idem, fiquei com vontade de mais uns quantos". Na hora, ela Convidei ela pra ver um filme no cinema mais perto.
Compramos os ingressos pra sessão das 17h, quando entramos na sala éramos os únicos, nosso lugar era atrás e no centro. O filme começou a rodar e percebi que éramos só nós na sala, além de dois casais que estavam umas 5 fileiras na nossa frente. "Show", pensei.

Depois de alguns minutos de filme, comecei a acariciar suavemente a mão da Jessica, passava meu dedo indicador por cima da mão dela, descendo até o pulso e voltando, ela respondia aos meus carinhos acariciando minha nuca com a mão que estava atrás das minhas costas. Isso já foi suficiente pra mim, abracei ela por trás e comecei a beijá-la, era um beijo apaixonado, nossas línguas brincavam quentes e cheias de energia, lambia os lábios dela e mordia de leve. Comecei a perceber que ela tava gostando cada vez mais e fui pro próximo passo, desci até o pescoço dela e beijei suavemente, passei minha língua de cima pra baixo bem devagar, lambi a orelha dela timidamente e depois mordisquei o lóbulo como um gesto de carinho. Isso teve uma reação imediata nela, que apertou meu cabelo com força.

Comecei a acariciar as costas dela, subia e descia, enfiei minha mão por baixo do moletom dela e senti a pele macia e quente, ela começou a se arrepiar, suspirando devagar, sinal de que tava gostando, acariciava minha perna com a mão direita e me beijava desesperadamente.

O filme acabou, a gente perdeu mais da metade e saímos do cinema pegando fogo, sugeri irmos pra casa, ela topou depois de um breve momento de reflexão.

Chegamos, minha irmã ainda tava trabalhando, a casa tava vazia por umas 6 horas. Mal cruzamos a porta e começamos a nos beijar, e eu levantei ela na posição "koala" pra levar até o quarto.

Começamos a nos beijar desesperadamente, eu beijava o pescoço dela, e ela tirava minha camiseta, num instante fiquei só de cueca branca. Comecei a despir ela, quando consegui tirar a camiseta dela, pude... observar dois peitos volumosos e redondos, sustentados por um sutiã cinza liso, já foi o suficiente pra me deixar a mil. Como bom tarado que sou, puxei a legging preta dela de uma vez só, deixando à mostra uma calcinha fio dental cinza combinando com o sutiã. Preciso dizer que cinza em lingerie me excita pra caralho. Não demorei nada pra despir ela completamente, deixando diante dos meus olhos o corpo mais perfeito e sensual que já vi. Os peitos dela eram redondos, grandes, com mamilos rosados e uma auréola perfeitamente sexy. A barriga era lisa, com um piercing no umbigo que dava um toque ainda mais gostoso. Os quadris perfeitos, e a buceta era uma obra de arte: completamente depilada, fechadinha, com lábios rosados e macios, quente e ensopada.

Comecei beijando o pescoço dela suavemente, descendo devagar até os peitos. Passei minha língua entre os dois e fui até a parte de baixo de um deles, contornando com a língua. Depois, com uma mão, comecei a acariciar um peito enquanto com a língua fazia círculos no outro, bem na borda da auréola. Isso deixou ela a mil. Comecei a lamber o mamilo, que tinha ficado duro como um diamante e bem ereto. Mordisquei ele bem de leve, arrancando uns gemidos baixinhos dela.

Desci pela linha do umbigo até a barriguinha dela e percorri cada pedaço com minha língua. Beijei a parte interna das coxas dela até chegar na buceta. O cheiro de sexo invadiu meu nariz, e por mais que eu quisesse penetrar ela naquela hora, me segurei pra dar um pouco mais de prazer extra. Beijei o lábio direito e o esquerdo, percorri toda a vulva com a língua até chegar no clitóris. Quando toquei ele com a língua, senti o quanto estava ereto, e isso me excitou ainda mais. Comecei a lamber ele freneticamente com a ponta da língua, pressionando um pouco mais a cada lambida. A Jéssica se contorcia de prazer e gemia sem nenhuma discrição. Ela começou a pressionar minha cabeça contra a buceta dela, e quando percebi que ela estava prestes a gozar, me levantei na hora.

— Mmm... que gostoso, mas ainda... não. — falei, fazendo cara de safado.

— QUE CARA DE MERDA!, VEM PRA CÁ!

Com um empurrão, me jogou de costas na cama e tirou minha cueca num piscar de olhos, olhou pro meu pau e mordeu o lábio com uma cara de safada que deixou ele duro feito pedra.

— Mas que lindo que isso tá, todo depilado, melhor impossível — comentou.

Ela pegou meu pau pela base com a mão e começou a bater a língua nele, balançando pra cima e pra baixo, me deixando louco. Lambeu suavemente a ponta e o freio (que ainda tenho) e desceu até minhas bolas, colocava uma de cada vez na boca e lambia devagar, subiu de novo, mas dessa vez engoliu a cabeça inteira e começou um movimento de sobe e desce com a mão, enquanto com a outra acariciava minhas bolas, enfiava cada vez mais fundo na boca até conseguir engolir tudo até a base do pau. Mentiria se dissesse que não foi o melhor boquete que já recebi na vida. Ela continuou fazendo maravilhas por mais uns minutos, até que se sentiu pronta, se levantou e se posicionou em cima de mim, pegou meu pau com uma mão e começou a passar ele pra cima e pra baixo entre os lábios da buceta dela, completamente encharcados, gemendo baixinho enquanto esfregava no clitóris com meu pau totalmente duro.

— Tem camisinha pra gente? — perguntou.

Sem responder, estiquei o braço e abri a gaveta do criado-mudo, peguei uma camisinha e abri feito louco, ia colocar quando ela segurou minha mão com força.

— Não, não, isso quem faz sou eu.

Pegou a camisinha e colocou na boca, deixando a ponta pressionada entre a língua e o céu da boca, encostou na cabeça do meu pau e desceu devagar, desenrolando com a mão, seguida de perto pelos lábios carnudos dela.

— Achava que isso só faziam em porno — falei entre risadas.

— Acabou de me transformar numa atriz pornô, querido — foi o que respondeu, com um tom autoritário.

Assim que a camisinha foi colocada, ela se posicionou de novo em cima de mim e encostou a cabeça do meu pau na... a entrada da buceta dela, descendo e subindo devagar, metendo só a cabeça no começo pra depois descer de uma vez.
— Cê gosta? — ela perguntou com a voz cortada pelos gemidos
— Adoro — foi tudo que consegui responder

Sentir a buceta dela quentinha e apertada deu uma injeção de adrenalina e tesão que me fez enrolar o cabelo dela na mão e puxar ela pra perto de mim

— Me come, vai, me come — eu mandava, enquanto ela começava a cavalgar cada vez mais forte, era uma puta completa e era toda minha naquele momento.

No fundo tocava um punk velho, e a única coisa que se ouvia além disso era o choque dos nossos corpos, cada vez mais intenso.
Jessica começou a gemer e a morder meu pescoço, respondi flexionando meus joelhos pra começar a bombar eu mesmo, ela ficou parada e eu comecei a me mover como um bicho selvagem, metia o pau inteiro até o talo, a cada estocada arrancava um gemido mais forte, comecei a sentir uma gota dos sucos dela descendo pelas minhas bolas e isso me excitou pra caralho, comecei a bombar com mais e mais força, até que ela se arqueou pra trás se levantando pra tirar meu pau de dentro dela. As pernas dela tremiam e a buceta dela escorria, o corpo dela se movia numa sequência de espasmos de puro prazer, aí estava o primeiro orgasmo da Jessica.

— Ai... ai, que filho da puta! como eu gosto que você seja assim — ela exclamou depois de voltar do estado de transe orgásmico

— É? cê gosta? e isso aqui tá só começando.

Eu me ajoelhei na cama e ela automaticamente se posicionou de quatro, me deixando ver a bunda dela, até então desconhecida. Era uma bunda perfeita, enorme, redonda e sem uma única imperfeição, totalmente bem proporcionada e firme.

Meti meu pau devagarinho na buceta dela toda ensopada, comecei a bombar devagar, enquanto acariciava as costas dela com a mão. Ela tinha apoiado a cabeça no travesseiro deixando a bundinha dela bem empinada, ideal pra ocasião, essa imagem vou levar gravada até o túmulo.

Comecei a bombar cada vez Mais rápido e fundo, ela começou a gemer cada vez mais, o segundo orgasmo dela tava chegando, e eu já não aguentava mais. Ela me agarrava pelas nádegas e me empurrava pra eu meter mais fundo. Isso me deixou tão tesudo que eu já tava quase gozando, mas quando vi que ela também tava perto, resolvi me segurar um pouco mais. E quando senti o primeiro espasmo dela, bombeei com mais força e velocidade.

Meu orgasmo tava vindo, já era irresistível.

— Tô gozando, tô gozando, tô gozando — repeti, gemendo de prazer.
— Na barriguinha, por favor, na barriguinha — ela pediu com cara de súplica.

Tirei meu pau da buceta dela enquanto ela se contorcia por causa do orgasmo que tava tendo. Notei que a camisinha tava encharcada com os sucos dela, e isso foi a gota d'água. Tirei a camisinha de um puxão e comecei a me masturbar, enquanto observava o espetáculo da Jessica se contorcendo de prazer na minha frente. Meu pau ficou duríssimo, a cabeça aumentou de tamanho e senti a gozada se aproximando. Comecei a gozar: a primeira rajada acertou a bochecha dela, a segunda banhou os peitos dela com meu leitinho quente, e o umbigo dela foi a piscina que terminei de encher com a quantidade enorme de porra que jorrei.

— Paraa, Peter North hahahaha — ela disse, rindo, fazendo alusão a tudo que eu tinha gozado.

Levantei, procurei algo pra ela limpar a porra que tinha espalhada por todo lado, e ficamos deitados, exaustos. Uma hora depois, eu já tava sozinho, já tinha tomado banho e esperava minha irmã pra ir fazer compras.

Essa foi minha história com a Jessica, e isso tá só começando. Espero que tenham gostado. Troquei o nome original por Jessica pra proteger a identidade da mina.

Vou continuar postando relatos conforme o tempo passar, porque tenho muitos mais. Só que essa parada de escrever não é muito minha praia.

Valeu, comentem aí.
cara alfa~

17 comentários - Minha patinadora gostosa (experiência real)

Buffff muy bueno, esas nenas patindoras son las mejores, cuando se quitan todo dejan ver su cuerpo tan majestuoso


Muy bueno
terrible loco buen relato felicitaciones segui contando
CeZal2 +1
la neta buen relato, me paso algo similar en una ocasion jejeje
Buen y exitante relato, no te vas de bruces a la primera, eso es bueno. 😛
dealvil +1
muy buena historia, larga interesante con detalles sensuales y sin ir directo al grano, muy bueno!!!