Meu conto erótico: escrava sexual

Olá, pessoal, houve um atraso de 3 dias, mil perdões, esqueci de postar. Neste capítulo não consegui colocar tanto erotismo como nos anteriores, mas espero que mesmo assim gostem.

Hora 9

Parece que me chamo Karen, tenho 16 anos, e acordei um dia sem memória da minha vida, completamente nua e amarrada. Fui abusada, estuprada, gravada, me fizeram fazer coisas terríveis. Agora, chegou a hora de saber quem está por trás de tudo isso. Chegou a hora de conhecer meu amo.

A mulher do chicote me indica que me levante, eu obedeço.
Fico quieta, toda vez que falo sou torturada.
Talia — ela diz — me segue.
Ela sai do quarto, e eu a sigo.
Não consigo andar direito, minha buceta dói… meu cu dói… fui completamente humilhada, e até hoje era virgem…
Como vim parar aqui? — pergunto à mulher do chicote, pensando que ia me bater por falar.
Seu irmão era cliente habitual, tinha várias dívidas, então te vendeu — ela diz.
Meu irmão me vendeu? — pergunto.
Nem pense em fazer uma pergunta ao seu amo, só faça o que ele mandar. Aliás, seu nível caiu de novo, agora você é nível 3 — ela diz.
Nível 3? Mas fiz tudo que meu antigo amo mandou — falo.
Parece que não fez o que devia — ela diz.
Chegamos a uma porta enorme, que ela abre.
Entra e fica quieta — ela diz.
Ao abrir a porta, vejo um monte de "cadelas" ali.
Montes de mulheres, comendo de tigelas de cachorro no chão. E o pior é que comem comida de cachorro de verdade. No fundo, uma mesa enorme, cheia de comida, com um homem realmente gostoso.

A mulher começa a acariciar minha bunda com uma mão, enfiando um dedo no meu cu.
Sendo nível 3, aproveita seu último dia com esse tipo de luxo, amanhã começa uma tortura inimaginável para você — ela diz, e me assusta.
O que vivi até agora eram luxos? Amanhã vai ser um dia terrível.

Vejo meu amo "verdadeiro" me chamando para ir até lá.
Faça tudo que ele mandar — a mulher me diz, indo embora.
Começo. ando, e noto que não tem só mulheres ali, também tem homens, só que esses são guardas.
Dois deles se aproximam de mim.
— No chão, puta! — grita um deles, me dando um chute na barriga.
Caio de joelhos, eles me bateram muito forte.
— Puta! Se comporte como tal! Cadelas como você não andam como humanos — grita de novo.
O outro homem tem uns cintos e começa a ajustá-los em volta dos meus braços e pernas, de um jeito que eu tenha que andar de quatro, com os joelhos e cotovelos.
— Assim que uma puta deve ser — diz o homem dos cintos.
— Não, ainda falta algo — fala o outro, tirando algo do bolso.
Ele tira uma espécie de consolo, com uma longa cauda peluda, fingindo ser minha.
Enfia no meu cu, até o fundo. Tô sendo humilhada, e ninguém liga, cada um continua comendo como se nada fosse.
Meu dono manda me trazerem pra mesa, e os guardas obedecem. Um deles me carrega pela barriga, como se eu fosse um bichinho de verdade.
Tô chorando, descobri o motivo de estar ali, desci pra um nível terrível, e meu dono parece uma pessoa horrível.
Ao chegar na mesa, o guarda me solta, e caio no chão, ficando dolorida com o impacto. Sinto meus joelhos sangrando, mas mesmo assim fico de quatro.
— Até você entender como as coisas funcionam aqui, vai sofrer pra caralho — diz o dono, dando um gole de vinho tinto.
Eu olho pra ele, tento não falar nada, porque não sei o que pode acontecer.
— Pra mim, você é só mais uma mascote qualquer, chegou a descer dois níveis num dia, o normal é um — ele fala.
— Fiz tudo que me mandaram — digo chorando, sem aguentar mais as lágrimas — segui as regras, deixei me estuprar, me gravar. Por que tão fazendo isso comigo?
O dono me observa, mas não responde. Um dos guardas responde por ele.
— Cala a boca, puta! — grita enquanto me dá outro chute na barriga.
Dói… não aguento mais, sinto que vou morrer ali.
— Se você acha que o que passou hoje foi um pesadelo, espera até amanhã, puta. mia — diz meu dono, comendo um pedaço de carne
— O que a gente faz com essa? — pergunta o guarda que me bateu
— Levem ela pra comer algo, amanhã eu mesmo vou cuidar de castigá-la — diz meu dono
O guarda que me bateu me agarra pelos cabelos e me arrasta até uma tigela de comida de cachorro
— Come tudo, sua puta! — ele diz
A tigela tá cheia, essa comida parece nojenta, mas mesmo assim tenho que fazer o que mandam
Começo a comer, e depois de 5 minutos termino o prato, enojada
Sinto meu dono se levantar e sair da sala de jantar
As "cadelas" começam a segui-lo, e eu faço o mesmo
Depois de um tempo, chegamos no quarto com as gaiolas. Cada uma entra na sua, e os guardas começam a fechá-las com cadeado
Eu entro no quarto, mas meu dono, que tá perto de mim, me para
— Você não vai dormir esta noite — ele diz, sorrindo
Tô assustada, o que ele quis dizer com isso?
Os guardas voltam, um deles me agarra pelas pernas amarradas, me segura e me carrega com elas abertas pelos corredores. É muito humilhante não conseguir fechar as pernas, todo mundo tá vendo minha bucetinha
— Podem se vingar dessa puta — diz meu dono, apontando pra mim
Tem uns 20 guardas, e todos entram num quarto. O que tá me segurando entra por último
Me colocam numa mesa, e ali fico, de quatro
Eles começam a se formar, o guarda que me trouxe carregando tira as calças e começa a me foder com uma força bestial na minha buceta. Sinto a pressão que se forma no meu cu, sendo bombada pela minha xota e tendo um consolo no rabo. Com certeza vamos ficar a noite toda assim, fodendo, serei humilhada e estuprada até se cansarem de mim, se é que isso acontece

Próximo capítulo: hermafrodita

6 comentários - Meu conto erótico: escrava sexual

Me gustaria saber como fue q pudiste salir de ese lugar es mas en q parte de la Argentina se encuentra sabia q existia cosas asi pero en mi pais? espero poder leer lo q falta