Olá pra toda a comunidade, esse é meu primeiro post, espero que gostem, é uma história real...
Bom, quero começar dizendo que essa história aconteceu comigo há vários anos e até hoje não sei até onde tudo foi parar. Tudo começou quando eu tinha 19 anos, minha irmã tinha 18 na época, na verdade é minha meia-irmã, mas sinto mais que isso por ela. A gente quase não tinha contato, já que ela é filha de outra mulher que não é minha mãe; meu pai sempre teve uma vida bagunçada com várias mulheres, mas isso é outra história... O caso é que, nessa idade, por coisas da vida, começamos a ter esse contato familiar. Tudo começou muito bem, porque nos aproximamos bastante como família até aquele momento, sem saber que depois aconteceriam coisas que mudariam nossas vidas.
Eu nunca soube como me relacionar com uma irmã, já que não tivemos contato nesses primeiros anos de vida. Então, o que aconteceu foi que, quando comecei a me relacionar com ela, eu achava que a forma como eu a tratava e como ela me tratava era normal, ou seja, com muito carinho. Mas, com o tempo, esse carinho começou a mudar desde que a mãe dela deixava ela ficar com a minha mãe e comigo, porque queríamos saber tanto um do outro que não nos desgrudávamos quando estávamos juntos em casa. Hoje em dia, entendo que é como quando a gente tem uma namorada/namorado, que não para de pensar naquela pessoa — eu estava me apaixonando pela minha irmã sem perceber.
Quando ela ficava, sempre dormia no meu quarto, porque a gente conversava até tarde. Dormíamos em camas separadas, mas com o tempo, começávamos a juntar as camas pra ficar mais perto um do outro. E enquanto conversávamos sobre várias coisas, sempre brincávamos, fazendo piadas e beliscando um ao outro, entre outras coisas. Mas também, de vez em quando, a gente se beijava no nariz, nos olhos, na testa — achávamos os beijos muito carinhosos, mas eu gostava muito. E tinha vezes que a gente beijava o rosto todo, mas não na boca, mas sim "perto", tudo isso. Era muito novo pra mim, e imagino que pra ela também, então minha consciência me segurava muito de fazer algo que pudesse ofender ela ou algo do tipo.
Depois de um tempo, um primo teve que ficar dormindo na nossa casa por uns meses, então a gente colocou a cama extra que tinha no meu quarto em outro cômodo pra ele dormir. A única coisa que veio na minha cabeça é onde minha irmã ia dormir quando viesse visitar. Os dias passaram e ela realmente veio ficar, e eu falei que podia dormir no sofá e ela na minha cama. Ela disse que pra ela não tinha problema dormir comigo na minha cama, porque a gente tinha confiança pra isso, e de quebra ela não queria que eu dormisse desconfortável. Minha cama na época era de solteiro, e pra duas pessoas a gente teria que dormir colados...
Na hora de dormir, entre tanta conversa, chegou 2h da manhã. A gente se preparou pra "dormir", e então ela me abraçava e eu abraçava ela. A intenção era dormir daquele jeito, e como já falei, de vez em quando a gente trocava carinhos e "beijos inocentes" que aos poucos foram esquentando mais. Eu tava frio, me sentia nervoso, muito nervoso, e agora não eram só os beijos no rosto que estavam me esquentando, porque a gente tava abraçado. Eu, acostumado a dormir só de short (não ficava de cueca por respeito à minha irmã), e ela dormia com uma camisola grande, mas sem sutiã. Vale dizer que minha irmã era toda uma mulher fisicamente, peitos grandes, e além da camisola, usava um shortinho curto também. Como eu tava dizendo, nessa posição abraçados, a gente começou a mexer muito as pernas, nos esfregando um no outro, até que chegou o momento em que não consegui me segurar mais e, num impulso, encostei meus lábios nos lábios dela. Foi uma sensação que me levou às estrelas, tava muito excitado. Foram só os primeiros segundos, a gente se separou, se olhou, e deu outro beijo, mas minha irmã de repente começou a se sentir culpada, levantou da cama e começou a chorar, me dizendo... Isso não deveria ter acontecido...
Eu também me senti culpado, mas além disso, tava com medo de que o choro dela chegasse até o quarto da mamãe e ela viesse pra saber o que tinha rolado. Consegui acalmar ela, falei que a culpa era minha, mas também disse naquele momento que lamentava que ela me atraísse tanto que não consegui me segurar de beijá-la. A gente se abraçou, e eu falei pra gente deitar, e que não faríamos nada que ela não quisesse. Minha irmã topou e a gente voltou a se deitar na cama, tentamos dormir. Ficamos uns minutos sem nos abraçar, mas como eu tava muito nervoso e com frio por causa do que tinha acontecido, ela começou a me abraçar de novo. Não demorou muito e, sem pensar, a gente voltou a se beijar, e dessa vez a gente passou vários minutos provando nossas línguas sem parar. Então comecei a acariciar o corpo gostoso dela, coloquei minhas mãos nos peitos dela, ainda com a camisola, apalpei um pouco, mas sem parar de beijar. Depois disso, comecei a tocar as pernas macias dela, que nem de bebê, até chegar na bunda dela. Subi pelas costas dela, enfiando a mão por baixo da blusa, toquei e acariciei as costas dela. Aí me afastei um pouco e comecei a levantar a camisa dela, até que, pela primeira vez, toquei os peitos nus dela — lindos peitos redondos e durinhos —, que ela curtiu tanto que tirou a camisola. A gente se tocou e se abraçou, e eu sentia os peitos dela no meu peito quando a gente se abraçava. Apesar de toda essa excitação, fiquei com medo de ir além naquela noite. O que fiz foi começar a tocar o shortinho dela e a florzinha por cima do short, não quis tirar. Naquela noite, não quis fazer mais do que isso. No fim, fui pro banheiro, me masturbei por pouco tempo, porque eu tava prestes a explodir com toda aquela excitação que tive com minha irmã. Gozei pra caralho no banheiro, voltei pra cama com ela e, dessa vez, a gente se preparou pra dormir.
Na manhã seguinte, a gente levantou e tudo ficou relativamente de boa. Depois do café, ela foi pra casa dela. Me senti culpado por uma semana inteira, o eu escrevia pra ela e ela não me respondia muito, me senti um lixo a semana inteira, pensei que agora ela me odiaria. Chegou o fim de semana seguinte, no qual não escrevi mais pra ela nem falei pra ela vir me visitar por medo de levar um fora, mas pra minha surpresa, ela apareceu na minha casa pra me visitar. Dessa vez ela se vestiu linda demais, muito provocante, e eu tentava disfarçar. Assistimos um filme naquela ocasião, e já de noite, ela me pergunta: "Por que você não me disse como eu estou?"
— Ah... bem, você tá muito bem, mana (por dentro eu queria dizer que ela era a mulher mais gostosa que eu já tinha visto).
— Ah, tá bom, muito obrigada, mano. Posso te falar uma coisa?
— Que coisa...
— Fiquei pensando em você a semana inteira e em tudo que aconteceu.
— Sério? Uhum... e o que você tava pensando? Comecei a ficar nervoso...
— Bom, que semana passada a gente não viu nenhum filme, e por isso tivemos mais chance de conversar, e nessa visita a gente quase não falou. Agora, quando a gente deitar, a gente conversa bastante...
Eu não sabia o que minha irmã queria, mas eu queria sim que se repetisse o que tinha acontecido...
Chegou a hora de deitar. Minha irmã fechou a porta do quarto e passou o trinco, fiquei perplexo com o jeito que ela tava agindo. Além disso, ela vestiu uma camiseta mais fina e macia, e um short bem molinho e folgado, tipo, como se fosse grande pra ela. A gente deitou, ela me abraçou de uma vez e disse: "Quero que você me beije mais uma vez. A semana inteira fiquei esperando você me beijar de novo." Sem pensar muito, beijei ela de novo por uns longos minutos. Dessa vez, ela mudou tudo que fazia, porque sentou na cama, me olhou por um momento e montou em cima de mim, sentando no meu pau, com as pernas abertas. Ela me disse pra tocar nela, e eu fiz. Toquei de novo nos peitos lindos dela, primeiro por cima da blusa de seda bem macia e depois tirando a blusa. Comecei a tocar ela toda, me excitando pra caralho, e excitando ela também. Ela me abraçou e a gente continuou se beijando. Aí eu, sem pensar, a Me mudei para o lado da cama e, estando ao lado dela, comecei a tocar seu corpo gostoso, até chegar no short dela. Quando toquei o short, percebi que ela não tinha colocado calcinha nem fio dental, nada — só o short mesmo. Passando a mão por cima do short, notei que ele começava a ficar bem molhado, e aí minha tentação foi ao auge quando comecei a tocar o clitóris dela, todo ensopado. Ela começou a ficar desesperada, se contorcendo, até que percebi que ela estava tendo um orgasmo. Depois, ela se levantou e mandou eu deitar, sem mais nem menos. Tirou meu short, sentou de novo em cima de mim, pegou meu pau e enfiou dentro dela, me fazendo querer explodir de orgasmo também. Ficamos assim por vários minutos. Pela primeira vez, eu estava comendo minha irmã — não podia acreditar. Estava acontecendo e nada mais seria igual. Passamos a noite inteira transando; descansávamos um pouco, como se fosse pra parar, e meia hora depois voltávamos a foder. Durou umas duas horas nesse ritmo.
Quando vimos que o dia estava amanhecendo, decidimos limpar tudo e dormir um pouco pra minha família não perceber. Isso continuou por mais de dois anos — não só na minha casa, eu também ficava na casa dela. Ela sempre me esperava bem vestida e perfumada, e foi difícil fazer nossas mães entenderem que não passava de um amor de irmãos.
Tenho muitas coisas que quero continuar contando, mas vamos devagar, porque minha história já cobre vários anos da minha vida e ainda falta muito o que dizer. Espero que tenham gostado, espero escrever de novo em breve. Muito obrigado a quem leu... abraços...
Bom, quero começar dizendo que essa história aconteceu comigo há vários anos e até hoje não sei até onde tudo foi parar. Tudo começou quando eu tinha 19 anos, minha irmã tinha 18 na época, na verdade é minha meia-irmã, mas sinto mais que isso por ela. A gente quase não tinha contato, já que ela é filha de outra mulher que não é minha mãe; meu pai sempre teve uma vida bagunçada com várias mulheres, mas isso é outra história... O caso é que, nessa idade, por coisas da vida, começamos a ter esse contato familiar. Tudo começou muito bem, porque nos aproximamos bastante como família até aquele momento, sem saber que depois aconteceriam coisas que mudariam nossas vidas.
Eu nunca soube como me relacionar com uma irmã, já que não tivemos contato nesses primeiros anos de vida. Então, o que aconteceu foi que, quando comecei a me relacionar com ela, eu achava que a forma como eu a tratava e como ela me tratava era normal, ou seja, com muito carinho. Mas, com o tempo, esse carinho começou a mudar desde que a mãe dela deixava ela ficar com a minha mãe e comigo, porque queríamos saber tanto um do outro que não nos desgrudávamos quando estávamos juntos em casa. Hoje em dia, entendo que é como quando a gente tem uma namorada/namorado, que não para de pensar naquela pessoa — eu estava me apaixonando pela minha irmã sem perceber.
Quando ela ficava, sempre dormia no meu quarto, porque a gente conversava até tarde. Dormíamos em camas separadas, mas com o tempo, começávamos a juntar as camas pra ficar mais perto um do outro. E enquanto conversávamos sobre várias coisas, sempre brincávamos, fazendo piadas e beliscando um ao outro, entre outras coisas. Mas também, de vez em quando, a gente se beijava no nariz, nos olhos, na testa — achávamos os beijos muito carinhosos, mas eu gostava muito. E tinha vezes que a gente beijava o rosto todo, mas não na boca, mas sim "perto", tudo isso. Era muito novo pra mim, e imagino que pra ela também, então minha consciência me segurava muito de fazer algo que pudesse ofender ela ou algo do tipo.
Depois de um tempo, um primo teve que ficar dormindo na nossa casa por uns meses, então a gente colocou a cama extra que tinha no meu quarto em outro cômodo pra ele dormir. A única coisa que veio na minha cabeça é onde minha irmã ia dormir quando viesse visitar. Os dias passaram e ela realmente veio ficar, e eu falei que podia dormir no sofá e ela na minha cama. Ela disse que pra ela não tinha problema dormir comigo na minha cama, porque a gente tinha confiança pra isso, e de quebra ela não queria que eu dormisse desconfortável. Minha cama na época era de solteiro, e pra duas pessoas a gente teria que dormir colados...
Na hora de dormir, entre tanta conversa, chegou 2h da manhã. A gente se preparou pra "dormir", e então ela me abraçava e eu abraçava ela. A intenção era dormir daquele jeito, e como já falei, de vez em quando a gente trocava carinhos e "beijos inocentes" que aos poucos foram esquentando mais. Eu tava frio, me sentia nervoso, muito nervoso, e agora não eram só os beijos no rosto que estavam me esquentando, porque a gente tava abraçado. Eu, acostumado a dormir só de short (não ficava de cueca por respeito à minha irmã), e ela dormia com uma camisola grande, mas sem sutiã. Vale dizer que minha irmã era toda uma mulher fisicamente, peitos grandes, e além da camisola, usava um shortinho curto também. Como eu tava dizendo, nessa posição abraçados, a gente começou a mexer muito as pernas, nos esfregando um no outro, até que chegou o momento em que não consegui me segurar mais e, num impulso, encostei meus lábios nos lábios dela. Foi uma sensação que me levou às estrelas, tava muito excitado. Foram só os primeiros segundos, a gente se separou, se olhou, e deu outro beijo, mas minha irmã de repente começou a se sentir culpada, levantou da cama e começou a chorar, me dizendo... Isso não deveria ter acontecido...
Eu também me senti culpado, mas além disso, tava com medo de que o choro dela chegasse até o quarto da mamãe e ela viesse pra saber o que tinha rolado. Consegui acalmar ela, falei que a culpa era minha, mas também disse naquele momento que lamentava que ela me atraísse tanto que não consegui me segurar de beijá-la. A gente se abraçou, e eu falei pra gente deitar, e que não faríamos nada que ela não quisesse. Minha irmã topou e a gente voltou a se deitar na cama, tentamos dormir. Ficamos uns minutos sem nos abraçar, mas como eu tava muito nervoso e com frio por causa do que tinha acontecido, ela começou a me abraçar de novo. Não demorou muito e, sem pensar, a gente voltou a se beijar, e dessa vez a gente passou vários minutos provando nossas línguas sem parar. Então comecei a acariciar o corpo gostoso dela, coloquei minhas mãos nos peitos dela, ainda com a camisola, apalpei um pouco, mas sem parar de beijar. Depois disso, comecei a tocar as pernas macias dela, que nem de bebê, até chegar na bunda dela. Subi pelas costas dela, enfiando a mão por baixo da blusa, toquei e acariciei as costas dela. Aí me afastei um pouco e comecei a levantar a camisa dela, até que, pela primeira vez, toquei os peitos nus dela — lindos peitos redondos e durinhos —, que ela curtiu tanto que tirou a camisola. A gente se tocou e se abraçou, e eu sentia os peitos dela no meu peito quando a gente se abraçava. Apesar de toda essa excitação, fiquei com medo de ir além naquela noite. O que fiz foi começar a tocar o shortinho dela e a florzinha por cima do short, não quis tirar. Naquela noite, não quis fazer mais do que isso. No fim, fui pro banheiro, me masturbei por pouco tempo, porque eu tava prestes a explodir com toda aquela excitação que tive com minha irmã. Gozei pra caralho no banheiro, voltei pra cama com ela e, dessa vez, a gente se preparou pra dormir.
Na manhã seguinte, a gente levantou e tudo ficou relativamente de boa. Depois do café, ela foi pra casa dela. Me senti culpado por uma semana inteira, o eu escrevia pra ela e ela não me respondia muito, me senti um lixo a semana inteira, pensei que agora ela me odiaria. Chegou o fim de semana seguinte, no qual não escrevi mais pra ela nem falei pra ela vir me visitar por medo de levar um fora, mas pra minha surpresa, ela apareceu na minha casa pra me visitar. Dessa vez ela se vestiu linda demais, muito provocante, e eu tentava disfarçar. Assistimos um filme naquela ocasião, e já de noite, ela me pergunta: "Por que você não me disse como eu estou?"
— Ah... bem, você tá muito bem, mana (por dentro eu queria dizer que ela era a mulher mais gostosa que eu já tinha visto).
— Ah, tá bom, muito obrigada, mano. Posso te falar uma coisa?
— Que coisa...
— Fiquei pensando em você a semana inteira e em tudo que aconteceu.
— Sério? Uhum... e o que você tava pensando? Comecei a ficar nervoso...
— Bom, que semana passada a gente não viu nenhum filme, e por isso tivemos mais chance de conversar, e nessa visita a gente quase não falou. Agora, quando a gente deitar, a gente conversa bastante...
Eu não sabia o que minha irmã queria, mas eu queria sim que se repetisse o que tinha acontecido...
Chegou a hora de deitar. Minha irmã fechou a porta do quarto e passou o trinco, fiquei perplexo com o jeito que ela tava agindo. Além disso, ela vestiu uma camiseta mais fina e macia, e um short bem molinho e folgado, tipo, como se fosse grande pra ela. A gente deitou, ela me abraçou de uma vez e disse: "Quero que você me beije mais uma vez. A semana inteira fiquei esperando você me beijar de novo." Sem pensar muito, beijei ela de novo por uns longos minutos. Dessa vez, ela mudou tudo que fazia, porque sentou na cama, me olhou por um momento e montou em cima de mim, sentando no meu pau, com as pernas abertas. Ela me disse pra tocar nela, e eu fiz. Toquei de novo nos peitos lindos dela, primeiro por cima da blusa de seda bem macia e depois tirando a blusa. Comecei a tocar ela toda, me excitando pra caralho, e excitando ela também. Ela me abraçou e a gente continuou se beijando. Aí eu, sem pensar, a Me mudei para o lado da cama e, estando ao lado dela, comecei a tocar seu corpo gostoso, até chegar no short dela. Quando toquei o short, percebi que ela não tinha colocado calcinha nem fio dental, nada — só o short mesmo. Passando a mão por cima do short, notei que ele começava a ficar bem molhado, e aí minha tentação foi ao auge quando comecei a tocar o clitóris dela, todo ensopado. Ela começou a ficar desesperada, se contorcendo, até que percebi que ela estava tendo um orgasmo. Depois, ela se levantou e mandou eu deitar, sem mais nem menos. Tirou meu short, sentou de novo em cima de mim, pegou meu pau e enfiou dentro dela, me fazendo querer explodir de orgasmo também. Ficamos assim por vários minutos. Pela primeira vez, eu estava comendo minha irmã — não podia acreditar. Estava acontecendo e nada mais seria igual. Passamos a noite inteira transando; descansávamos um pouco, como se fosse pra parar, e meia hora depois voltávamos a foder. Durou umas duas horas nesse ritmo.
Quando vimos que o dia estava amanhecendo, decidimos limpar tudo e dormir um pouco pra minha família não perceber. Isso continuou por mais de dois anos — não só na minha casa, eu também ficava na casa dela. Ela sempre me esperava bem vestida e perfumada, e foi difícil fazer nossas mães entenderem que não passava de um amor de irmãos.
Tenho muitas coisas que quero continuar contando, mas vamos devagar, porque minha história já cobre vários anos da minha vida e ainda falta muito o que dizer. Espero que tenham gostado, espero escrever de novo em breve. Muito obrigado a quem leu... abraços...
12 comentários - Lo que me paso con mi hermana
te dejo tus primeros 10 puntos para q sumes y sigas contandonos tus historias!!!