Diferente do que eu imaginava, a falta de trampo começou a me pesar. Minha mãe me ajuda no que pode, mas além do normal, tem uns gastos extras que, quando aparecem, deixam a gente no vermelho. Foi o que rolou com minha avó esses tempos. Ela tem uma doença que exige vários remédios e acompanhamento médico quase o tempo todo, o que sai bem caro, porque o plano de saúde não cobre tudo que a gente queria. Desde que comecei a trabalhar, sempre ajudo ela, mas dessa vez não deu. Aí a gente ficou na pior, precisando comprar uns remédios urgentes pra ela, mas sem grana pra pagar. Minha mãe pediu um adiantamento, mas ainda assim não foi suficiente. Foi aí que a única ideia que me veio pra sair dessa foi ligar pro Tano. Talvez ele tivesse algum “bico” pra eu bancar esse gasto. Ele me atendeu como sempre, super atencioso e educado. Contei meu problema e ele se ofereceu pra me dar o dinheiro, sem compromisso, como fez questão de frisar. Mas recusei.
— Valeu mesmo, Tano, mas… quero ganhar isso — falei.
Mesmo achando ele um cara de boa, não queria ficar devendo nada pra ele.
— OK, como quiser, deixa eu ver o que tenho e te ligo.
Ele me ligou duas horas depois.
— Olha, tenho um trampinho perfeito pra você, e ainda é seu vizinho, mora em Lugano.
— Show.
— Só que o cara é meio doido, nada de outro mundo, mas é um cliente especial — ele explicou.
— Especial como?
— Bom, você não vai chegar como se fosse um cliente normal.
— Não entendi…
— Você vai na casa e se apresenta como a moça da passar roupa. Pode ser que ele atenda, ou a esposa, ou a sogra.
— Como é?
— Falei que era especial.
— Mas peraí, vou passar roupa? — estranhei.
— Não, gata, quem vai ser passada é você. é a você… hahaha — ela riu.
— Mas vai, me fala —
— Você vai entrar na casa como a nova empregada que vai cuidar da passagem de roupa —
— Se você tá me dizendo, tudo bem, mas ainda não entendi —
— Você vai entender quando estiverem serrando sua bunda… hahaha. Você gosta que façam aquela bundinha gostosa?, então, lá vão fazer com muito capricho —
— Como você diz, mas e o dinheiro, como a gente faz? —
— O que te paguei, fica com você —
— Agradeço, Tano, de verdade —
— Não se preocupa… mas quem sabe um desses dias a gente se encontra, pra você agradecer pessoalmente —
— Quando você quiser —
— Cuida desse cliente e depois a gente vê —
Ele me passou o celular do cara, pra eu ligar e acertar tudo direto com ele. Liguei um tempo depois e falei conforme as instruções do Tano.
— Oi, me chamo Giselle, liguei por causa do anúncio de passar roupa —
— Onde você viu o anúncio? — ele perguntou.
— Um amigo me passou — falei.
— Que amigo? — ele quis saber.
— O Tano —
— Ahá, tá bom, é uma referência muito boa, e me diz, Giselle, quando você estaria disponível pra… o trabalho? —
— Quando o senhor quiser —
— Que tal hoje à tarde, às… seis e meia? —
— Parece perfeito —
— Então vou te passar o endereço —
Ele passou e perguntou:
— Sabe onde fica? —
— Sim, não se preocupa, moro em Soldati, então estamos bem perto —
— Perfeito, nos vemos hoje à tarde então —
— Nos vemos —
E sem mais, desligou. Fiquei surpresa com a conversa porque parecia mais uma entrevista de emprego do que outra coisa. Não a transação entre uma puta e seu cliente, mas fazer o quê, o Tano tinha me avisado que era algo “especial”.
À tarde, peguei o 150 e fui. Embora conheça Lugano, a rua exatamente eu não conhecia, mas perguntando cheguei sem problemas. Ficava a umas quadras de Lugano I e II. Um chalé lindo de dois andares. Toquei a campainha e fui atendida por uma mulher de uns 35 anos, a esposa, imaginei.
— Sim, o que deseja? — ela perguntou.
— Oi, tudo bem? Vim por causa da passagem de roupa —
— Ah, sim! Meu marido me ligou pra Me diz, vem, passa— ela abriu a porta e me fez entrar. "Ele ainda não chegou, mas mandou eu te mostrar o que você tem que fazer." Tudo me parecia muito estranho, mas fazer o quê, eu precisava da grana e já estava ali. Ela me levou por uma escada lateral até um cômodo separado da casa: "Este é o quarto de passar roupa", disse ao entrar. O quarto era bem maior que meu quarto e estava equipado pra uma pessoa (ou duas) ficar ali por um bom tempo com todo conforto. Tinha um sofá, televisão, até banheiro próprio, e num canto a mesa de passar e um móvel com a roupa recém-lavada. "Meu marido me disse que você tem bastante experiência com isso, então deixo você se organizar como quiser." Se ela soubesse que tipo de experiência o marido dela tava falando, pensei. "Tá bom, eu cuido disso." "Mas meu marido chega daqui a pouco, então você acerta o pagamento com ele e ele te mostra como gosta que passem as camisas, ele é meio meticuloso com isso, gosta de tomar o tempo dele pra explicar como quer cada manga, os colarinhos, as calças, espero que você não tenha problema com isso." "De jeito nenhum", eu sorri. Já imaginava que tipo de "meticulosidade" era aquela. "Bom, então vou te deixar." Quando ela foi embora, fiquei pensando. A mulher tinha me caído bem, parecia uma pessoa inteligente, como que ela não percebia que o marido comia todas as mulheres que iam passar roupa? Ou será que não queria perceber? De qualquer forma, enquanto esperava, fui arrumando tudo: a mesa, o ferro, a roupa. Quando o ferro já tava quente, comecei pelo mais fácil, também não ia fazer todo o trabalho. Daí a pouco a porta abre e entra o dono da casa, o que me contratou. O olhar que ele me deu quando me viu poderia derreter até um iceberg. Dava pra ver que ele vinha carregado de tesão. Não devia ter mais de 35 anos, forte, moreno, com bigode grosso. Quando vi, não nego que imaginei como seria sentir aqueles bigodes. fazendo cócegas na minha buceta. Ele me cumprimentou com um simples "oi" e se aproximou, mas antes disso, fechou a porta com o trinco. Eu continuei na minha, mas ligada em cada passo que ele dava. Tudo parecia parte do jogo, a puta caçando o rato.
— Minha esposa te ensinou como passar as camisas? — perguntou com um tom firme e viril.
— Não — respondi.
Ele se aproximou mais, contornou a mesa e parou atrás de mim.
— Deixa eu te ensinar — disse, impedindo que eu me afastasse.
Por trás de mim, encostando o corpo no meu, pegou o ferro de passar e começou a deslizá-lo sobre a camisa que eu estava passando. Mesmo o ferro estando morno, não pareceu se importar.
— Assim… viu? — falava, e ao deslizar o ferro de um lado para o outro da camisa, também deslizava o corpo dele no meu, fazendo eu sentir especialmente o volume da virilha dele entre minhas nádegas.
— Quer tentar? — perguntou, deixando o ferro de lado.
— Sim — respondi, e pegando o ferro, não mexi nele… o que eu mexi foi a minha bunda minúscula, por cima da braguilha dele. — Tá assim, certo? — perguntei agora eu.
— Sim… muito bem…! — concordou num suspiro.
Enquanto eu continuava me mexendo, ele me segurou pela cintura e me apertou ainda mais contra o corpo dele, fazendo eu sentir bem aquela rigidez promissora que se encaixava perfeitamente no meio dos meus glúteos. Da minha cintura, as mãos dele subiram até meus peitos, agarrou com força e apertou. Eu gemi de prazer ao sentir aquela pressão deliciosa. Uma corrente elétrica percorreu meu corpo inteiro, me incentivando a empinar ainda mais a bunda minúscula.
— Mmmm… cê tá gostando?! — perguntou num tom que entregava a excitação dele.
— Mmm… sim… muito…! — concordei do mesmo jeito, eu também estava excitada.
Uma das mãos dele desceu até minha virilha, apertou forte ali também, fazendo eu apertar as coxas em volta do braço dele. Então ele me jogou em cima da mesa, deixando metade do meu corpo deitado nela, e puxou minha calça pra baixo de uma vez. Com a calcinha, me despindo da cintura pra baixo, e ajoelhando atrás de mim, começou a cheirar toda a minha intimidade. Apertava minhas nádegas, beliscava, beijava, mordia, e depois passava o nariz por toda a minha racha, me cheirando, me provando, deslizava a língua por toda aquela extensão, subindo e descendo, fazendo cócegas com o bigode, exatamente como eu tinha imaginado, até que finalmente separou minhas nádegas e concentrou toda a atenção no meu buraco mais apertado… mas nem por isso o menos visitado. Começou a cutucar com a língua, pressionando pra dentro, depois enfiando os dedos, um, dois, dois de cada mão, me abrindo até o limite, dava pra sentir ele cuspindo lá dentro, enchendo tudo de saliva. Então… ele se levantou. Eu fiquei ali, deitada, esperando por ele. A única coisa que se ouvia no quarto de passar era a respiração ofegante dele, interrompida só pelo zíper da calça descendo, e o que veio depois foi o barulho do envelope da camisinha rasgando, e o som suave do látex deslizando na ereção dele. Não me fez chupar, isso me surpreendeu. Mas, mesmo que minha boquinha estivesse morrendo por uma pica, pela pica dele, eu tava ali pra servi-lo, então fiquei exatamente como estava. Foi aí que senti a ponta da pica dele encostando na minha entrada dos fundos, a de emergência, a que às vezes vira a porta da frente. Um empurrãozinho e já tava metade pra dentro… que grande que ele tinha!... dava pra perceber porque me preenchia por completo, e olha que eu tenho o cu bem arrombado, mas a pica do cara era tão grossa que raspava ao deslizar, me fazendo soltar uns gemidos de dor que pareciam estimular ele ainda mais. No começo as penetrações eram suaves, mas com o passar dos minutos foram ficando mais rápidas e certeiras, fortes, enérgicas, precisas, ele enterrava até o saco, tirava deixando só a ponta dentro e metia de novo, uma vez atrás da outra, sem pausa, batendo nas minhas nádegas a cada vez que chegava ao fundo. Da minha buceta escorria o fluxo pelo tesão que me tomava, queria que ele metesse também por ali, mas parecia que só se interessava pelo meu cu. Não importava, eu também gosto de sentir por lá, ainda mais do jeito que ele metia, forte e com tudo, sem pausa, arrancando faíscas de mim a cada estocada. Ficou assim, comendo meu cu por um bom tempo, até que tirou o pau de uma vez e, dando um tapa forte na minha bunda, disse pra irmos pro sofá. Lá, enquanto eu o via andar aqueles poucos passos, com o pau balançando entre as pernas, pude confirmar o verdadeiro volume do que tinha enfiado em mim… não à toa tinha doído.
Ele tirou a camisa que vestia, sentou no sofá e, com o pau apontando pro teto, me convidou a sentar nele. Levantei da mesa, terminei de tirar a calça e a calcinha, que tinham ficado enroscadas nos meus tornozelos, e enquanto caminhava até ele, tirei a blusa, fiquei só de sutiã. Ao chegar perto, ele fez um sinal, girando o dedo, indicando que queria que eu virasse de costas. Assim fiz, me virei e me acomodei sobre ele de costas. Ele segurou o próprio pau enquanto eu me deixava cair sobre ele, fazendo-o desaparecer nos confins do meu cu faminto. Me deixei cair até ter ele todo dentro, me enchendo de novo até o fundo, então o cara desabotoou meu sutiã, tirou e jogou de lado, e agarrou meus peitos como no começo, apertando bem forte. Aí comecei a me mexer, sentindo o pau dele entrar e sair do meu cu, adorava aquela sensação de perfuração, de rompimento, aquele estalo que acontecia no meu esfíncter quando entrava toda aquela pica… era… sei lá… você sente como uma vontade de ir ao banheiro, a barriga toda se contorce, mas mesmo que uma sensação de aperto te inunde, você quer mais, muito mais, não consegue ficar muito tempo sem aquilo, que vira tipo um vício.
Agora era eu quem tinha o controle, a que dominava a situação, subindo e descendo, com cada vez mais energia, fazendo minhas nádegas se abrirem ao extremo em torno daquele tronco viril que servia como perfuradora humana. E enquanto meu cu estava ocupado com a carne dele, eu mesma enfiava os dedos na minha pussy, esfregando bem forte o clitóris sem parar de me balançar sobre a pélvis daquele sujeito que me mantinha completamente agarrada ao corpo dele. Quando senti o orgasmo, fiquei paradinha, curtindo aquelas sensações tão únicas e indescritíveis, sendo agora ele quem se movia de baixo para cima, enfiando bem fundo, no mais profundo dos meus intestinos… no meio do meu próprio êxtase, consigo sentir ele vibrar e tremer, ele também está chegando lá. Com uma palmada na bunda, ele manda eu levantar, e eu obedeço… agora ele faz outro gesto, quer que eu me ajoelhe no chão, já saco o que ele quer… me ajoelho na frente dele e junto os peitos com minhas próprias mãos, como se fosse uma bandeja de carne, esperando a descarga iminente… o cara sorri com a minha sacada e, puxando a camisinha de uma vez, começa a bater uma… a glande fica cada vez mais vermelha, o buraco no meio já começa a dilatar, e então… o leite começa a jorrar em jatos fortes e grossos, a maior parte cai nos meus peitos, mas uma parte também molha minha cara e meu cabelo… e o que caiu nos meus peitos escorre pela minha barriga e pernas… e agora sim, ele pede pra eu chupar, coloca na minha boca e eu trato de limpar, deixando bem sequinha. Depois, ele se joga exausto no sofá.
—Dessa vez o Tano exagerou!— exclamou satisfeito.
Pouco depois, enquanto eu me vestia depois de me enxaguar no banheiro do quarto, ele me pagou o combinado. Nos despedimos e, com aquela grana, passei na farmácia e comprei os remédios da minha avó. No dia seguinte, o Tano me liga:
—Pô, o que você fez com o coitado? Ele ficou doido!—
Eu ri ao ouvir isso.
—Ele disse que nem Nem precisei empurrar, você já sugava tudo, hahaha… sério, neguinha, você devia trabalhar com isso em tempo integral… tem um talento natural… — ele me diz.
— Bom, se um dia eu decidir, você vai ser o primeiro a saber — eu respondo.
Combinamos de nos ver em breve e desligamos. Mas não pretendo me dedicar full time a isso, de vez em quando pra sair de uma enrascada, como foi agora, tava de boa, mas fazer sempre por grana, meio que tira o encanto, a magia de fazer porque bateu a vontade, sem ter que prestar contas pra ninguém. E assim será para todo o sempre…







— Valeu mesmo, Tano, mas… quero ganhar isso — falei.
Mesmo achando ele um cara de boa, não queria ficar devendo nada pra ele.
— OK, como quiser, deixa eu ver o que tenho e te ligo.
Ele me ligou duas horas depois.
— Olha, tenho um trampinho perfeito pra você, e ainda é seu vizinho, mora em Lugano.
— Show.
— Só que o cara é meio doido, nada de outro mundo, mas é um cliente especial — ele explicou.
— Especial como?
— Bom, você não vai chegar como se fosse um cliente normal.
— Não entendi…
— Você vai na casa e se apresenta como a moça da passar roupa. Pode ser que ele atenda, ou a esposa, ou a sogra.
— Como é?
— Falei que era especial.
— Mas peraí, vou passar roupa? — estranhei.
— Não, gata, quem vai ser passada é você. é a você… hahaha — ela riu.
— Mas vai, me fala —
— Você vai entrar na casa como a nova empregada que vai cuidar da passagem de roupa —
— Se você tá me dizendo, tudo bem, mas ainda não entendi —
— Você vai entender quando estiverem serrando sua bunda… hahaha. Você gosta que façam aquela bundinha gostosa?, então, lá vão fazer com muito capricho —
— Como você diz, mas e o dinheiro, como a gente faz? —
— O que te paguei, fica com você —
— Agradeço, Tano, de verdade —
— Não se preocupa… mas quem sabe um desses dias a gente se encontra, pra você agradecer pessoalmente —
— Quando você quiser —
— Cuida desse cliente e depois a gente vê —
Ele me passou o celular do cara, pra eu ligar e acertar tudo direto com ele. Liguei um tempo depois e falei conforme as instruções do Tano.
— Oi, me chamo Giselle, liguei por causa do anúncio de passar roupa —
— Onde você viu o anúncio? — ele perguntou.
— Um amigo me passou — falei.
— Que amigo? — ele quis saber.
— O Tano —
— Ahá, tá bom, é uma referência muito boa, e me diz, Giselle, quando você estaria disponível pra… o trabalho? —
— Quando o senhor quiser —
— Que tal hoje à tarde, às… seis e meia? —
— Parece perfeito —
— Então vou te passar o endereço —
Ele passou e perguntou:
— Sabe onde fica? —
— Sim, não se preocupa, moro em Soldati, então estamos bem perto —
— Perfeito, nos vemos hoje à tarde então —
— Nos vemos —
E sem mais, desligou. Fiquei surpresa com a conversa porque parecia mais uma entrevista de emprego do que outra coisa. Não a transação entre uma puta e seu cliente, mas fazer o quê, o Tano tinha me avisado que era algo “especial”.
À tarde, peguei o 150 e fui. Embora conheça Lugano, a rua exatamente eu não conhecia, mas perguntando cheguei sem problemas. Ficava a umas quadras de Lugano I e II. Um chalé lindo de dois andares. Toquei a campainha e fui atendida por uma mulher de uns 35 anos, a esposa, imaginei.
— Sim, o que deseja? — ela perguntou.
— Oi, tudo bem? Vim por causa da passagem de roupa —
— Ah, sim! Meu marido me ligou pra Me diz, vem, passa— ela abriu a porta e me fez entrar. "Ele ainda não chegou, mas mandou eu te mostrar o que você tem que fazer." Tudo me parecia muito estranho, mas fazer o quê, eu precisava da grana e já estava ali. Ela me levou por uma escada lateral até um cômodo separado da casa: "Este é o quarto de passar roupa", disse ao entrar. O quarto era bem maior que meu quarto e estava equipado pra uma pessoa (ou duas) ficar ali por um bom tempo com todo conforto. Tinha um sofá, televisão, até banheiro próprio, e num canto a mesa de passar e um móvel com a roupa recém-lavada. "Meu marido me disse que você tem bastante experiência com isso, então deixo você se organizar como quiser." Se ela soubesse que tipo de experiência o marido dela tava falando, pensei. "Tá bom, eu cuido disso." "Mas meu marido chega daqui a pouco, então você acerta o pagamento com ele e ele te mostra como gosta que passem as camisas, ele é meio meticuloso com isso, gosta de tomar o tempo dele pra explicar como quer cada manga, os colarinhos, as calças, espero que você não tenha problema com isso." "De jeito nenhum", eu sorri. Já imaginava que tipo de "meticulosidade" era aquela. "Bom, então vou te deixar." Quando ela foi embora, fiquei pensando. A mulher tinha me caído bem, parecia uma pessoa inteligente, como que ela não percebia que o marido comia todas as mulheres que iam passar roupa? Ou será que não queria perceber? De qualquer forma, enquanto esperava, fui arrumando tudo: a mesa, o ferro, a roupa. Quando o ferro já tava quente, comecei pelo mais fácil, também não ia fazer todo o trabalho. Daí a pouco a porta abre e entra o dono da casa, o que me contratou. O olhar que ele me deu quando me viu poderia derreter até um iceberg. Dava pra ver que ele vinha carregado de tesão. Não devia ter mais de 35 anos, forte, moreno, com bigode grosso. Quando vi, não nego que imaginei como seria sentir aqueles bigodes. fazendo cócegas na minha buceta. Ele me cumprimentou com um simples "oi" e se aproximou, mas antes disso, fechou a porta com o trinco. Eu continuei na minha, mas ligada em cada passo que ele dava. Tudo parecia parte do jogo, a puta caçando o rato.
— Minha esposa te ensinou como passar as camisas? — perguntou com um tom firme e viril.
— Não — respondi.
Ele se aproximou mais, contornou a mesa e parou atrás de mim.
— Deixa eu te ensinar — disse, impedindo que eu me afastasse.
Por trás de mim, encostando o corpo no meu, pegou o ferro de passar e começou a deslizá-lo sobre a camisa que eu estava passando. Mesmo o ferro estando morno, não pareceu se importar.
— Assim… viu? — falava, e ao deslizar o ferro de um lado para o outro da camisa, também deslizava o corpo dele no meu, fazendo eu sentir especialmente o volume da virilha dele entre minhas nádegas.
— Quer tentar? — perguntou, deixando o ferro de lado.
— Sim — respondi, e pegando o ferro, não mexi nele… o que eu mexi foi a minha bunda minúscula, por cima da braguilha dele. — Tá assim, certo? — perguntei agora eu.
— Sim… muito bem…! — concordou num suspiro.
Enquanto eu continuava me mexendo, ele me segurou pela cintura e me apertou ainda mais contra o corpo dele, fazendo eu sentir bem aquela rigidez promissora que se encaixava perfeitamente no meio dos meus glúteos. Da minha cintura, as mãos dele subiram até meus peitos, agarrou com força e apertou. Eu gemi de prazer ao sentir aquela pressão deliciosa. Uma corrente elétrica percorreu meu corpo inteiro, me incentivando a empinar ainda mais a bunda minúscula.
— Mmmm… cê tá gostando?! — perguntou num tom que entregava a excitação dele.
— Mmm… sim… muito…! — concordei do mesmo jeito, eu também estava excitada.
Uma das mãos dele desceu até minha virilha, apertou forte ali também, fazendo eu apertar as coxas em volta do braço dele. Então ele me jogou em cima da mesa, deixando metade do meu corpo deitado nela, e puxou minha calça pra baixo de uma vez. Com a calcinha, me despindo da cintura pra baixo, e ajoelhando atrás de mim, começou a cheirar toda a minha intimidade. Apertava minhas nádegas, beliscava, beijava, mordia, e depois passava o nariz por toda a minha racha, me cheirando, me provando, deslizava a língua por toda aquela extensão, subindo e descendo, fazendo cócegas com o bigode, exatamente como eu tinha imaginado, até que finalmente separou minhas nádegas e concentrou toda a atenção no meu buraco mais apertado… mas nem por isso o menos visitado. Começou a cutucar com a língua, pressionando pra dentro, depois enfiando os dedos, um, dois, dois de cada mão, me abrindo até o limite, dava pra sentir ele cuspindo lá dentro, enchendo tudo de saliva. Então… ele se levantou. Eu fiquei ali, deitada, esperando por ele. A única coisa que se ouvia no quarto de passar era a respiração ofegante dele, interrompida só pelo zíper da calça descendo, e o que veio depois foi o barulho do envelope da camisinha rasgando, e o som suave do látex deslizando na ereção dele. Não me fez chupar, isso me surpreendeu. Mas, mesmo que minha boquinha estivesse morrendo por uma pica, pela pica dele, eu tava ali pra servi-lo, então fiquei exatamente como estava. Foi aí que senti a ponta da pica dele encostando na minha entrada dos fundos, a de emergência, a que às vezes vira a porta da frente. Um empurrãozinho e já tava metade pra dentro… que grande que ele tinha!... dava pra perceber porque me preenchia por completo, e olha que eu tenho o cu bem arrombado, mas a pica do cara era tão grossa que raspava ao deslizar, me fazendo soltar uns gemidos de dor que pareciam estimular ele ainda mais. No começo as penetrações eram suaves, mas com o passar dos minutos foram ficando mais rápidas e certeiras, fortes, enérgicas, precisas, ele enterrava até o saco, tirava deixando só a ponta dentro e metia de novo, uma vez atrás da outra, sem pausa, batendo nas minhas nádegas a cada vez que chegava ao fundo. Da minha buceta escorria o fluxo pelo tesão que me tomava, queria que ele metesse também por ali, mas parecia que só se interessava pelo meu cu. Não importava, eu também gosto de sentir por lá, ainda mais do jeito que ele metia, forte e com tudo, sem pausa, arrancando faíscas de mim a cada estocada. Ficou assim, comendo meu cu por um bom tempo, até que tirou o pau de uma vez e, dando um tapa forte na minha bunda, disse pra irmos pro sofá. Lá, enquanto eu o via andar aqueles poucos passos, com o pau balançando entre as pernas, pude confirmar o verdadeiro volume do que tinha enfiado em mim… não à toa tinha doído.
Ele tirou a camisa que vestia, sentou no sofá e, com o pau apontando pro teto, me convidou a sentar nele. Levantei da mesa, terminei de tirar a calça e a calcinha, que tinham ficado enroscadas nos meus tornozelos, e enquanto caminhava até ele, tirei a blusa, fiquei só de sutiã. Ao chegar perto, ele fez um sinal, girando o dedo, indicando que queria que eu virasse de costas. Assim fiz, me virei e me acomodei sobre ele de costas. Ele segurou o próprio pau enquanto eu me deixava cair sobre ele, fazendo-o desaparecer nos confins do meu cu faminto. Me deixei cair até ter ele todo dentro, me enchendo de novo até o fundo, então o cara desabotoou meu sutiã, tirou e jogou de lado, e agarrou meus peitos como no começo, apertando bem forte. Aí comecei a me mexer, sentindo o pau dele entrar e sair do meu cu, adorava aquela sensação de perfuração, de rompimento, aquele estalo que acontecia no meu esfíncter quando entrava toda aquela pica… era… sei lá… você sente como uma vontade de ir ao banheiro, a barriga toda se contorce, mas mesmo que uma sensação de aperto te inunde, você quer mais, muito mais, não consegue ficar muito tempo sem aquilo, que vira tipo um vício.
Agora era eu quem tinha o controle, a que dominava a situação, subindo e descendo, com cada vez mais energia, fazendo minhas nádegas se abrirem ao extremo em torno daquele tronco viril que servia como perfuradora humana. E enquanto meu cu estava ocupado com a carne dele, eu mesma enfiava os dedos na minha pussy, esfregando bem forte o clitóris sem parar de me balançar sobre a pélvis daquele sujeito que me mantinha completamente agarrada ao corpo dele. Quando senti o orgasmo, fiquei paradinha, curtindo aquelas sensações tão únicas e indescritíveis, sendo agora ele quem se movia de baixo para cima, enfiando bem fundo, no mais profundo dos meus intestinos… no meio do meu próprio êxtase, consigo sentir ele vibrar e tremer, ele também está chegando lá. Com uma palmada na bunda, ele manda eu levantar, e eu obedeço… agora ele faz outro gesto, quer que eu me ajoelhe no chão, já saco o que ele quer… me ajoelho na frente dele e junto os peitos com minhas próprias mãos, como se fosse uma bandeja de carne, esperando a descarga iminente… o cara sorri com a minha sacada e, puxando a camisinha de uma vez, começa a bater uma… a glande fica cada vez mais vermelha, o buraco no meio já começa a dilatar, e então… o leite começa a jorrar em jatos fortes e grossos, a maior parte cai nos meus peitos, mas uma parte também molha minha cara e meu cabelo… e o que caiu nos meus peitos escorre pela minha barriga e pernas… e agora sim, ele pede pra eu chupar, coloca na minha boca e eu trato de limpar, deixando bem sequinha. Depois, ele se joga exausto no sofá.
—Dessa vez o Tano exagerou!— exclamou satisfeito.
Pouco depois, enquanto eu me vestia depois de me enxaguar no banheiro do quarto, ele me pagou o combinado. Nos despedimos e, com aquela grana, passei na farmácia e comprei os remédios da minha avó. No dia seguinte, o Tano me liga:
—Pô, o que você fez com o coitado? Ele ficou doido!—
Eu ri ao ouvir isso.
—Ele disse que nem Nem precisei empurrar, você já sugava tudo, hahaha… sério, neguinha, você devia trabalhar com isso em tempo integral… tem um talento natural… — ele me diz.
— Bom, se um dia eu decidir, você vai ser o primeiro a saber — eu respondo.
Combinamos de nos ver em breve e desligamos. Mas não pretendo me dedicar full time a isso, de vez em quando pra sair de uma enrascada, como foi agora, tava de boa, mas fazer sempre por grana, meio que tira o encanto, a magia de fazer porque bateu a vontade, sem ter que prestar contas pra ninguém. E assim será para todo o sempre…


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11 comentários - Planchada e serrada
Yo estoy por mataderos....casi cerca tambien. no?
+1 😀