Estranho Magnetismo

TRIBUTO A MARCEL MILORD — escreveu uns contos muito bons, pena que não achei mais histórias dele.

ESTRANHO MAGNETISMO

Que tem pessoas que têm um magnetismo natural, não tem dúvida. Agora, como elas usam isso, aí é que está o mistério. Alguns usam para bons propósitos, outros...

Mônica é uma psicóloga de boa carreira, sempre amou a profissão e ela lhe deu uma vida boa. O que ela trazia pra casa, mais o que o marido Alberto ganhava, era mais que suficiente pra levar uma vida muito boa e mandar os filhos, Mariela de 17 anos e Matías de 14, pra bons colégios particulares.

Mônica, com seus 43 anos, estava o que se diz uma gostosa de dar água na boca pra qualquer homem. O cabelo loiro que batia nos ombros, o corpo cuidado com esforço, porque era tentador pra ela, depois de um dia de trabalho, chegar e preparar a comida dos filhos, comer bem.

Essa foi a luta dela por anos — aqueles 6 quilos a mais que não iam embora e que, com qualquer descuido, tendiam a aumentar. Era como o marido dizia: "Não reclama, os quilos tão tudo na bunda, senão quem é que vai te olhar?" — coisa que a deixava brava e fazia ela encarar ele com os olhos cor de mel.

Mas era verdade, de certa forma, o que Alberto falava: que ela era muito olhada por causa da bunda. Ela tinha uma rabeta linda, bem carnuda e dura, tava no ponto pro crime, como se diz.

Ela, em 19 anos de casada, nunca teve uma infidelidade. Nunca pensou nisso porque amava o Alberto, e além do mais nunca foi tentada — ou, se foi, não deu bola. A vida dela foi e sempre era o marido e os filhos.

Fazia um mês que ela tinha sido sorteada pra fazer parte de um tribunal e dar perícias. Isso ajudava no financeiro e no tempo, talvez tirasse ela de outras coisas que fazia, mas os filhos já estavam grandes e ela podia encarar essa nova oportunidade.

Ela tinha o consultório em casa, mas agora que os filhos estavam grandes, decidiu alugar um apartamento de dois cômodos no centro da cidade e atender lá. Precisava separar as águas pra evitar... qualquer conflito com a família dela.

Uma manhã, ligaram do fórum e o secretário disse, tomando um café: "Mônica, temos um caso que precisa de você. É um cara cujos advogados armaram uma confusão tão bem-feita que a gente tá duvidando até das provas. Esse cara é acusado de depravação, se você ler o processo, é um degenerado completo, se você vê ele, não hesita em condenar, mas não estamos aqui pra isso, você sabe, estamos pra ser justos, e a defesa sujou o campo.

Agora, a pedido tanto da defesa quanto da outra parte, precisamos que você o analise. Tome seu tempo, o cara tá preso numa unidade especial até a sentença. Precisamos do perfil dele por alguém como você, ninguém vai te pressionar. Qualquer coisa, me avisa e eu encerro tudo, mas eles não são burros, ninguém vai te incomodar. No começo, mandamos ele duas vezes por semana, depois você me diz a frequência que quiser."

Ela ouviu e combinou os dias e horários. O secretário comentou que o cara ficava solto até a sentença, mas entre outras coisas que ele tinha que cumprir era ir ao consultório dela, e ela devia informar a presença.

Voltou pra casa pensando que era mais um caso, quando na verdade não seria.

Chegou o dia do "depravado", como Mônica o apelidou. Olhou a agenda pra ver se tinha mais gente e saiu pro consultório.

Chegou no apartamento depois de lutar pra estacionar o carro, esquentou café e esperou lendo um livro até o cara chegar.

Tinha lido o processo no dia anterior. Ele era acusado de depravação seguida de estupro contra uma mãe e duas filhas menores, embora as que acusavam não dessem um testemunho tão condenatório, como se estivessem amedrontadas ou confusas. Mas ela pensou que isso era trabalho dos advogados, ela devia tirar um perfil sem criar nenhuma ideia antes, tinha que ser objetiva.

A campainha tocou, ela foi abrir e, quando abriu, quase se assustou ao vê-lo.

Lá estava o cara parado, com uma mão... Apoiada no batente da porta, com os cabelos ondulados todos arrepiados e bem compridos, com uns olhos pretos que metiam medo, com uma barba de mais ou menos uma semana, com uma camisa quase toda aberta e um paletó cinza por cima, todo gastado, umas calças pretas que brilhavam de tanto uso e mocassins marrons. O secretário tinha razão, se fosse pela aparência, já tava julgando ele como culpado, mas ela não era assim e não tinha estudado pra ser assim.

Estendeu a mão pra ele, e o cara, olhando nos olhos dela, respondeu e mandou ela entrar.

O cara olhou o apartamento, e olhou pra ela de novo, agora de cima a baixo. Ela tava com uma camisa branca de seda e calças verde-escuras que, como sempre, marcavam aquela bunda linda e gostosa, e ele não ia perder esse detalhe.

Ela mandou ele sentar num sofá grande que tinha na sala onde atendia, e ela sentou num de um lugar só, anotou os dados e começou a perguntar umas coisas que ela usava no começo.

A primeira sessão durou quase uma hora e ela não se meteu na vida dele, só perguntava umas coisas soltas. O estranho é que ela sentia uma coisa esquisita por aquele cara tão repulsivo, era tipo uma curiosidade. O cara passou a sessão inteira com os olhos fixos nela, fazendo ela desviar o olhar várias vezes.

Ela se despediu e foi embora. Serviu um café e ficou pensando naquele cara tão estranho.

A vida dela seguiu normal até chegar a sexta-feira, dia de atender o "depravado" de novo.

Cumpriu a rotina, chegou no apartamento e esquentou o café, sentou pra ler o livro e a campainha tocou.

Ele tava vestido igual da outra vez, e ela tava com uma camisa preta e uma calça creme.

Dessa vez ela perguntou sobre a vida sexual dele na adolescência — aliás, o cara tinha 36 anos agora — e ele contou com todos os detalhes como foi a primeira vez dele e as seguintes, olhando nos olhos dela, e ela queria se esconder com o que ele tava contando. Ela escutava, mas sentia uma coisa muito estranha e ficou Absorta escutando sem anotar quando o cara com voz de sussurro disse: "E desde então, querida doutora, fiquei viciado na bunda das mulheres, só como elas por ali, é uma coisa que me deixa louco, reconheço, nada mais que a Booty, ou pra resumir, adoro arrebentar o cu delas, meter fundo, enfiar tudo pra dentro, mesmo que doa pra caralho, não tenho culpa se tenho ele muito grande, comprido e bem grosso, não podem me discriminar por isso, não acha, doutora? Isso não me faz culpado, né?", ele olhava pra ela sorrindo meio debochado.

Ela respondeu fingindo que anotava: "Não, claro que não, bom, já terminamos por hoje, te espero na terça."

Cumprimentou ele e depois que ele foi embora, se sentiu estranhíssima, não queria acreditar que aquele ser deplorável tinha excitado ela, não era possível, devia ser outra coisa, já passava.

Na segunda foi ao fórum dar o informe e quando perguntaram como tava tudo, ela disse que tava só começando e não podia adiantar nada ainda.

Chegou terça e cumpriu a rotina, menos a de pegar o livro, esperou ele com música bem baixinha, com o abajur de pé aceso, não a luz do teto, e olhando pra porta. Tava com uma camisa verde clara e uma calça preta. Tocou a campainha, foi atender e viu ele com outra camisa, uma azul escura tão gasta quanto a outra, o resto igual.

O cara notou a mudança de cenário, mas não falou nada, só sorriu.

Ela fez ele fazer uns testes, que o cara terminou rápido, e depois uns desenhos que ele também fez na hora.

Como faltavam 15 minutos pra acabar, ela perguntou umas coisas sem importância aparente mas que serviam pra avaliar ele, até que o cara de repente disse: "Sabe que eu gosto de vir aqui? Não sei por que será, bom, até sei, mas acho que a senhora não vai gostar de ouvir, ou talvez sim, vai saber, sou muito curioso e imaginativo, por exemplo, e não se ofenda, adoraria saber de que cor é a calcinha que a senhora tá usando agora, mas como não vai me contar, a Imagino."

Ela não disse nada, ele se levantou e, sem esperar que ela dissesse se tinha terminado, cumprimentou e foi embora.

Em outro caso, aquilo que ele disse serviria pra determinar que era uma pessoa alterada sexualmente, mas com ele ela não reagia.

Foi pra casa, preparou a comida dos filhos, eles foram dormir, conversou com o marido, e quando foram se deitar, procurou ele pra transar, mas ele dormiu. Meio chateada, foi ao banheiro, levantou a camisola e se olhou a bunda. Arrepio com as palavras do "depravado" quando ele disse que tinha um pau comprido e grosso e que só fazia por trás. Ela quase não lembrava quando tinham feito a bunda nela; era solteira, porque o marido não gostava de penetrar por ali. Achou que lembrava que foi quando tinha 20 anos com um namoradinho da época, ou seja, a bunda tava virgem de novo. Tentou pensar que era loucura tudo aquilo e foi dormir.

Chegou sexta-feira. Vestiu pela primeira vez um vestido azul que batia no joelho, com uma camisa branca por baixo, saltos altos e foi pro consultório.

O "depravado" tava vestido igual da última vez, mas olhou satisfeito quando a viu assim. Olhou pras pernas dela quando ela sentou e, num movimento, viu um pouco da calcinha. Ela percebeu e baixou o vestido na hora, e ele disse: "Por que se esconde? É digno de mostrar o que vi. Esses reflexos de se esconder, você sabe mais que eu, mas com certeza são reflexos. Talvez você queira me mostrar algo e não se anima, não se reprima." Ela respondeu: "Eu analiso aqui. Peço, por favor, que se limite a responder minhas perguntas e guarde suas opiniões."

O cara disse: "Não se irrite, tá bem, mas não pode me julgar porque eu digo, por exemplo, que agora tenho uma ereção enorme e que se eu levantar vai aparecer, mas tenho que ir porque tô morrendo de vontade de ir ao banheiro."

Ele se levantou e ela, instintivamente, olhou pro volume do cara, que parecia... Explodir, ele riu e foi pro banheiro, não fechou a porta direito, deixou ela encostada e começou a cagar. Deu uma espiada e viu ela olhando pra lá, riu e fez barulho enquanto continuava cagando, espiou de novo e ela ainda tava olhando.

Na real, Mônica não entendia como não tinha mandado ele embora depois do que tava vendo, tava magnetizada, sem reação, e agora o cara levantou nu da cintura pra baixo, abriu a porta e, com ela olhando, bem devagar puxou a calça pra cima. Mas ela conseguiu ver uma coisa enorme, de um comprimento que nunca imaginou e uma grossura que achava que não existia, coroando aquilo uma cabeça gigante, inchada, bem vermelha, e deixou ela perplexa.

O cara riu de novo, abotoou a calça, se virou, deu descarga e sentou de novo no sofá olhando pra ela.

Mônica nem reagia, tava como se tivesse levado um soco, confusa, e ele disse baixinho, se inclinando na direção dela: "Gostou? Viu que lindo que é? Me diz, vai?"

Ela, sem reação, falou: "Terminamos por hoje, até terça", o cara levantou e antes de sair disse: "Até terça, e quero que você venha de saia de novo, mais curtinha", e foi embora.

Mônica passou um fim de semana totalmente confusa, tava distante e quando o marido perguntou se tava acontecendo algo, ela disse que não, que era só o trabalho mas já tava resolvido.

Na segunda, pensou o dia inteiro no "depravado", e quando chegou terça, quase sem perceber, vestiu um vestido preto, que ficava um pouco apertado por isso era quase colado no corpo marcando de um jeito foda a bunda dela, e colocou um casaco por cima pra esconder, aproveitando que tava um pouco frio.

Quando o cara entrou, seguiu ela até o quarto e disse baixo, mas sabendo que ela ouvia: "Nem imaginava que você tinha uma bunda dessa, preciso de uma noite inteira pra arrebentar ela direitinho", e sentou.

Ela, calada, sentou na poltrona dela, pegou o bloquinho e a caneta e perguntava coisas que nem ela sabia pra quê. Já tinha passado meia hora e o cara disse que ia no banheiro.
Dessa vez ele deixou a porta toda aberta e começou a cagar olhando fixo pra ela, bem sério, e ela com os olhos grudados nele. Enquanto tava cagando, ele segurou o pau que tava duro igual um tronco e começou a se masturbar bem devagar.

Ela só olhava, e depois de um tempo ele se levantou, sempre com o pau na mão, deu descarga e falou: "Essa merda não tá funcionando direito, não desce tudo. Pode vir ver, por favor?" Ela se levantou e foi.

O cara se encostou de lado e fingiu que ia levantar a calça, mas quando ela olhou pro vaso que não tinha jogado tudo que ele tinha feito, apertou o botão de novo e sentiu o tronco encostando na bunda dela e a voz dele dizendo: "Fica assim um segundo que eu gozo e vou embora, não vou te fazer nada, não temos tempo. Sexta-feira vem preparada que a gente fica até sábado. Dá um jeito na sua casa, me espera de camisola e pelada por baixo, que me excita te imaginar assim." Ele encostou um pouco, gemeu e se afastou. Ela não disse nada, saiu, se despediu dele e ficou pensando no que ia falar pra família na sexta.

Chegou sexta-feira e ela disse que ia ficar na casa de uma amiga porque tinha que fazer um trabalho em grupo que dava um bom dinheiro e não queria perder.

Ninguém falou nada, ela nunca fazia coisas estranhas e não levantava suspeitas.

Levou escondida uma camisola rosa transparente que nunca usava e foi.

Chegou no apartamento e ainda não entendia o que tava rolando, como podia estar tão excitada na idade dela, com a vida tão encaminhada, era inexplicável, mas queria ver aquele cara, aquele nojento, por isso tomou banho, colocou uma música e vestiu a camisola só com a calcinha mais pequena que encontrou.

A campainha tocou e ela sentiu um arrepio, no fundo tava com medo, medo de muitas coisas, do cara, do pau dele, da dor, da depravação, de tanta coisa, mas o desejo às vezes é muito forte e ela foi abrir.

Quando o cara viu ela daquele jeito... Vestida, ele cravou o olhar nela, fechou a porta, pegou ela pela cintura e, enquanto passava a língua no pescoço dela, sussurrou no ouvido: "Te garanto que dessa noite você nunca mais esquece".

Ele lambia o pescoço dela inteiro, enquanto ela, de olhos fechados, segurava a mão que ele tinha na cintura dela. Quando olhou nos olhos dele, viu ele como transformado, parecia um maluco e a cara de depravado tava como nunca, os olhos quase injetados de sangue. Ela ficou com medo, lembrou os vampiros que tinha visto na televisão, mas isso talvez fosse pior.

O cara colocou a mão na bunda dela por cima da camisola e apertava, enquanto beijava ela metendo a língua comprida quase até a garganta. Ela segurava ele pelo pescoço e sentiu o volume que encostava na região da buceta.

O cara mandou ela despir ele. Ela desabotoou a camisa dele, tirou, desabotoou o cinto e tirou a calça. Depois, depois de passar a mão na pica por cima da cueca, tirou ela. O cara tirou a camisola dela, se ajoelhou e ficou mais de 15 minutos lambendo a bunda dela por cima da calcinha até que tirou ela.

Ficaram meia hora se beijando e ele passando o dedo no buraco do cu dela, falando umas putarias tipo: "Você vai embora com diarreia amanhã, vai cagar o dia inteiro do jeito que vou deixar teu cu, não vai conseguir sentar, filha da puta".

Ela disse que ia no banheiro, entrou e quando tentou fechar a porta, ele colocou o pé e falou: "Nada de segredos, os dois pra tudo". Ela não disse nada, sentou pra mijar e enquanto fazia, o cara parou na frente dela e segurou a cabeça dela, enfiando a pica na boca.

Mônica abriu bem a boca pra caber, até doeu de tanto esforço, e o cara começou a empurrar tão forte que dava ânsia, sufocava ela, que tentava empurrar ele com as mãos.

O cara segurou as mãos dela e falou: "Chupa direito, caralho, não vamos começar com frescura, engole, puta".

Já começou a mostrar a que veio. Ele tava descontrolado, enfiando a pica na boca da Mônica, que parecia que não tava respirando e que a boca dela ia explodir com aquilo dentro.

Ficou um tempão com ela sentada no vaso, chupando, e gozou, tampando o nariz dela pra ela engolir e ela quase se afogou, todo o esperma. Quando ele tirou, ela cuspiu e vomitou uma porrada de porra, ficando segurando a garganta.

Ele ajudou ela a sair do banheiro e levou pro sofá grande que vira cama.

Deitou ela e ele, de joelhos no chão, começou a chupar os peitos dela, sugando os bicos como se quisesse tirar leite.

Tava tão vidrado que ela queria arrancar a cabeça dele dali, sentia os bicos irritados do jeito que ele chupava.

Deixou os peitos dela em paz depois de quase 45 minutos e olhou nos olhos dela, dava medo o olhar dele agora, parecia transformado, e falou: "Prazer é dor, doutora, é o melhor jeito de satisfação, que doa, você vai ficar cheia, vai sentir minha pica no seu cu por um bom tempo, vai sofrer mas vai me procurar, vai doer pra caralho, mas você vai gostar". Ela ficou mais assustada ainda ouvindo aquilo, mas tava entregue e ansiosa, tantos anos de monotonia deixaram ela ansiosa com aquele sujeito perigoso, portador de medo e dor, ser fantasmagórico e danoso.

Depois de um tempo afagando o cabelo dela e olhando, ele ajeitou ela de quatro na cama, de joelhos, e fez ela se apoiar no encosto do sofá, ou seja, deixou a bunda dela pra fora e ele ficou de pé no chão, cuspiu um pouco na mão, passou a saliva na cabeça da pica e cuspiu no buraco do cu da Mônica e, começando a falar coisas irracionais e quase gritando, encostou a cabeça da pica no buraco e começou a pressionar.

Não tava quase lubrificada, somado à apertura do cu dela e o tamanho grande da cabeça da pica, causaram na Mônica uma dor tão grande que ela gritou, jogando uma mão pra trás pra parar aquela carnificina.

Mas o cara pegou a mão dela e deu um tapa. Tapa na bunda dela enquanto falava "Nada de mão boba, não fica histérica e para de gritar senão os vizinhos vêm", e empurrou mais forte. Ela não queria que entrasse e também tava doendo nele, só colocou uma parte da cabeça e travou, aí tirou e cuspiu mais e tentou de novo e dessa vez a cabeça entrou.

Pra Mónica foi quase o fim, sentiu como se um tronco tivesse entrando lá atrás, a dor era brutal e ela gritou pra aliviar porque sabia que era só o começo e que o resto ia doer muito mais.

Ele apertou mais e a pica com muita dificuldade começou a deslizar, e ela se contorcia de dor, enquanto ele falava "Sente ela dentro do seu cuzão gostoso, sente como ele rasga, vou deixar seu cu na merda, vai levar minha marca lá", e continuou empurrando e travou de novo, tirou e passou um creme que achou por ali e meteu sem pena até o fundo. Mónica sentiu que ia desabar, que a parte de trás tava se partindo toda, que de repente enfiaram um ferro quente lá até o fundo, achou que ia desmaiar mas ficou lúcida ou quase.

Ela abriu os olhos que pareciam que iam saltar das órbitas e soltou um grito de dor. O cara deixou ela parada lá, toda empalada, e acariciava as costas dela falando um monte de coisa sem sentido e sempre ameaçando de rasgar o cu dela inteiro.

Ficou quase 10 minutos com a pica toda enfiada no cu dela imóvel, olhando pra ela, e aguentando os espasmos de dor dela que tava paralisada, empalada naquela posição.

Depois começou a tirar quase toda e empurrar com tudo pra dentro, batia as bolas na bunda da Mónica, e gritando que não tava bem vazia e que não dava pra trabalhar assim, depois de 15 minutos que ele martirizou ela de empurrão, tirou e falou que ela tinha que tomar uma lavagem, porque assim era pior.

Viu o aparelho ali que a Mónica tinha e começou a preparar. Levou ela pro banheiro e A fez ela se ajoelhar, ficou apoiada na banheira, quando a água estava morna encheu o recipiente e colocou a mangueira no cu dela, vendo a água começar a descer. Ficou excitado vendo ela se encher de água e, quando já tinha entrado um pouco mais de um litro, tirou a mangueira, se ajoelhou atrás dela e quis enfiar assim mesmo.

Mônica, que estava exausta com a água nos intestinos, sentiu a cabeça da pica entrar e soltou um grito pedindo pra ele parar, que não aguentava mais. Ele colocou metade da pica pra dentro e deixou ali um tempo, dizendo que sentia a água quente na cabeça da pica dele e que isso o deixava louco de prazer.

Depois de um tempo, tirou a pica e ela não aguentou mais, fez uma sujeira ali mesmo, sujando ele e o chão.

O cara sentou ela no vaso pra terminar de fazer, passou o pano e ligou o chuveiro.

Depois que ela terminou, deu descarga e entrou com ela no chuveiro, pra logo depois enfiar no cu dela em pé, debaixo d'água.

Era um suplício pra pobre Mônica, que estava apoiada nos azulejos da parede enquanto o cara bombava ela com tudo, gritando que tinha aberto aquele cu gostoso e que agora era dele. Ele comeu ela por quase uma hora de bombada por trás até enterrar tudo, e logo depois gozou dentro.

Ela estava destruída, sem reação, sentia o cu explodindo de dor, e com muito esforço chegou na cama e ficou estirada.

O cara deitou do lado dela e ficou sussurrando besteiras enquanto enfiava um dedo na buceta dela.

Mônica dormiu, não sabe por quanto tempo, porque acordou quando ouviu a campainha.

Meio sonolenta, viu com terror que o cara foi abrir a porta e apareceu outro cara. Ela reconheceu porque era um mendigo do bairro que dormia na praça. Alto, barbudo, desleixado, sujo. Não tentou dizer nada, só chorou porque tinha medo da reação do "depravado", e ele, vendo ela chorar, disse: "Não fica assim, mandei ele vir porque Eu sozinho não dou conta, você tem corpo demais pra mim só. E tem que deixar bem aberto esse seu cu. Agora quero que vocês se conheçam e se amem um pouquinho, vem cá, irmãozinho, vem comer essa franguinha. O outro tava parado olhando como se tivesse hipnotizado a bunda da Mônica, deu um sorriso mostrando a boca sem dentes e foi até onde ela tava, ajoelhou do lado dela e com uma mão tocou a bunda nua dela e foi com a boca procurar a dela.

Beijou ela enquanto acariciava a bunda dela e depois de um tempo tava meio tremendo de nervoso e começou a se despir sob o olhar do depravado que tava sentado no sofá individual.

E aí ele tirou um aparelho especial, um pouco mais fino que o depravado, mas de um comprimento terrível, como disse o depravado sentado fumando e com um sorriso debochado, "Uma cobrinha linda pra picar o bum". E a cobra picou, começou a meter e Mónica já tava desorientada, e entrava que parecia nunca acabar, diante da cara de aprovação do depravado que assistia a cena muito divertido. O cara empurrava pra dentro e Mónica agora gritou e tentou dar uns tapas nele, então o depravado segurou as mãos dela desaprovando a atitude dela. O cara continuava metendo até não aguentar mais e logo gritando a cada bombada começou a foder com força e velocidade o pobre cu dela que já tava todo arrebentado e indefeso.

Gritavam os dois, ele por causa das metidas e ela de dor, mais o depravado que zoava ela gritando igual.

Passou meia hora e o cara enterrou na vagina dela, Mónica também gritou no começo, mas depois sentiu um certo prazer e se mexia com as poucas forças que tinha.

Depois de mais de uma hora de sessão, ele gozou dentro, tirou e colocou na boca dela, mas logo o depravado se ajeitou e enfiou de novo no cu dela.

Deu mais uma hora, e embora o cu já tivesse estourado, Mónica chorava, não sei se de dor ou de cansaço.

Se revezaram pra foder ela a noite toda e até as 10 da manhã. No dia seguinte, depois que foram embora e deixaram ela na cama.
Quando conseguiu, sem medir o tempo, se levantou, se vestiu e foi pra casa dela.
Escondeu da melhor forma que pôs o estado dela, tava difícil de andar, e uma diarreia do caralho fazia ela ir no banheiro direto, desculpa que usou pra se justificar com a família.

No outro dia, foi no fórum com o laudo, quando o secretário leu, olhou pra ela e falou "Mas, com isso aí a gente tem que pedir desculpas pra ele, não quero discutir contigo, mas isso...", ela disse que foi objetiva, e o secretário não perguntou mais nada.
Absolveram ele, e ela se culpa por isso, mas no fundo espera encontrar ele de novo.

2 comentários - Estranho Magnetismo

wxk757
ahora tienen un blog se llama http://relatosgusbecker.blogspot.com.ar/?zx=321b3f3c5e771c6f
JCNTOP
si los sigo y espero escribanla segunda parte obvio no les llego ni a los talones con el relato que escribi