TRIBUTO A MARCEL MILORD — escreveu contos muito bons, pena que não achei mais contos dele.
ESTRANHO MAGNETISMO
Que existem pessoas que têm um magnetismo natural, não há dúvidas. Agora, como elas usam isso, esse é o mistério. Alguns usam para bons propósitos, outros...
Mônica é uma psicóloga de boa trajetória, sempre amou sua profissão e ela lhe deu uma boa vida. O que ela trazia para casa, mais o que o marido Alberto ganhava, era mais que suficiente para levar uma vida muito boa e mandar os filhos, Mariela de 17 anos e Matías de 14, para boas escolas particulares.
Mônica, com seus 43 anos, estava o que se diz apetitosa para qualquer homem. Seu cabelo loiro que batia nos ombros, seu corpo cuidado com esforço, porque era tentador para ela, depois de um dia de trabalho, chegar e preparar a comida dos filhos, comer bem.
Essa foi sua luta por anos: aqueles 6 quilos a mais que não iam embora e que, com qualquer descuido, tendiam a aumentar. Era como o marido dizia: "Não reclama, você tem tudo na bunda esses quilos, senão quem vai te olhar?" — algo que a fazia ficar brava e encará-lo com seus olhos cor de mel.
Mas era verdade, de certa forma, o que Alberto dizia: que ela era muito olhada por causa da bunda. Ela a tinha linda, bem carnuda e dura, estava no ponto certo pra fazer estrago, como se diz.
Ela, em seus 19 anos de casada, nunca teve uma infidelidade. Nunca pensou nisso porque amava Alberto e, além disso, nunca foi tentada — ou, se foi, não deu atenção. Sua vida foram e ainda eram o marido e os filhos.
Fazia um mês que ela tinha sido sorteada para fazer parte de um tribunal e dar perícias. Isso a favorecia financeiramente e, no tempo, talvez a tirasse de outras coisas que fazia, mas os filhos já estavam grandes e ela podia agarrar essa nova oportunidade.
Ela tinha seu consultório em casa, mas agora que os filhos estavam grandes, decidiu alugar um apartamento de dois cômodos no centro da cidade e atender lá. Era hora de separar as águas para evitar... qualquer conflito com a família dela.
Uma manhã, ligaram do fórum e o secretário disse, tomando um café: "Mônica, temos um caso que precisa de você. É um cara cujos advogados armaram uma confusão tão bem feita que a gente tá duvidando até das provas. Esse cara é acusado de depravação. Se você ler o processo, é um degenerado completo. Se você o vê, não hesita em condenar, mas não estamos aqui pra isso, você sabe, estamos aqui pra ser justos, e a defesa sujou o campo.
Agora, a pedido tanto da defesa quanto da outra parte, precisamos que você o analise. Tome seu tempo. O cara tá preso numa unidade especial até a sentença. Precisamos do perfil dele por alguém como você. Ninguém vai te pressionar. Qualquer coisa, me avisa e eu resolvo tudo, mas eles não são burros, ninguém vai te incomodar. No começo, a gente manda ele duas vezes por semana, depois você me diz com que frequência quer."
Ela ouviu e combinou os dias e horários. O secretário comentou que o cara ficava solto até a sentença, mas entre outras coisas que ele tinha que cumprir era ir ao consultório dela, e ela devia informar a presença.
Voltou pra casa pensando que era só mais um caso, quando na verdade não seria.
Chegou o dia do "depravado", como Mônica o apelidou. Olhou a agenda pra ver se tinha mais gente e foi pro consultório.
Chegou no apartamento depois de lutar pra estacionar o carro, esquentou café e esperou lendo um livro até o cara aparecer.
Ela tinha lido o processo no dia anterior. Ele era acusado de depravação seguida de estupro contra uma mãe e duas filhas menores, embora as que o acusavam não dessem um testemunho tão condenatório, como se estivessem amedrontadas ou confusas. Mas ela pensou que isso era trabalho dos advogados. Ela devia tirar um perfil sem criar nenhuma ideia antes, tinha que ser objetiva.
A campainha tocou. Ela foi abrir e, quando abriu, quase se assustou ao vê-lo.
Lá estava o cara parado, com uma mão... Apoiada no batente da porta, com os cabelos ondulados arrepiados e bem compridos, uns olhos pretos que metiam medo, barba de mais ou menos uma semana, uma camisa quase toda aberta e um paletó cinza por cima, todo gastado, umas calças pretas que brilhavam de tanto uso e mocassins marrons. O secretário tinha razão, se fosse pela aparência, já tava julgando ele como culpado, mas ela não era assim e não tinha estudado pra ser assim.
Estendeu a mão pra ele, e o cara, olhando nos olhos dela, respondeu e mandou ela entrar.
O cara olhou o consultório, e depois olhou pra ela de novo, agora de cima a baixo. Ela tava com uma camisa branca de seda e calças verde-escuras que, como sempre, marcavam aquela bunda linda e gostosa, e ele não ia perder esse detalhe.
Mandou ele sentar num sofá grande que tinha na sala onde atendia, e ela sentou num de um corpo só, anotou os dados e começou a fazer as perguntas que ela usava no começo.
A primeira sessão durou quase uma hora e ela não se meteu na vida dele, só perguntava coisas soltas. O estranho é que ela sentia uma coisa esquisita por aquele cara tão nojento, era tipo uma curiosidade. O cara passou a sessão inteira com os olhos fixos nela, fazendo ela desviar o olhar várias vezes.
Cumprimentou ele e foi embora. Serviu um café e ficou pensando naquele cara tão estranho.
A vida dela seguiu normal até chegar a sexta-feira, dia de atender o "depravado" de novo.
Seguiu a rotina, chegou no consultório e esquentou o café, sentou pra ler o livro e a campainha tocou.
Ele tava vestido igual da outra vez, e ela tava com uma camisa preta e uma calça creme.
Dessa vez ela perguntou sobre a vida sexual dele na adolescência — vamos acrescentar que o cara tinha 36 anos agora — e ele contou com todos os detalhes como foi a primeira vez dele e as seguintes, olhando nos olhos dela, e ela queria se esconder com o que ele tava falando. Ela escutava, mas sentia uma coisa muito estranha e ficou Absorta escutando sem anotar quando o cara com voz de sussurro disse: "E desde então, querida doutora, fiquei viciado na bunda das mulheres, só meto por ali, é uma parada que me deixa louco, reconheço, nada além da Booty, ou pra resumir, adoro arrebentar o cu delas, penetrar bem, enfiar tudo lá dentro, mesmo que doa pra caralho, não tenho culpa se tenho ele muito grande, comprido e bem grosso, não podem me discriminar por isso, não acha, doutora? Isso não me faz culpado, né?", ele olhava pra ela sorrindo meio debochado.
Ela respondeu fingindo que anotava: "Não, claro que não, bom, já terminamos por hoje, terça-feira te espero".
Cumprimentou ele e depois que ele foi embora, se sentiu estranhíssima, não queria acreditar que aquele ser deplorável tinha excitado ela, não era possível, devia ser outra coisa, já passava.
Segunda-feira foi ao fórum informar e quando perguntaram como tava tudo, ela disse que tava só começando e não podia adiantar nada ainda.
Chegou terça-feira e cumpriu a rotina, menos pegar o livro, esperou ele com música bem baixinha, com o abajur de pé aceso, não a luz do teto, e olhando pra porta. Tava com uma camisa verde claro e uma calça preta. Tocou a campainha, foi atender e viu ele com uma camisa diferente, uma azul escura tão gasta quanto a outra, o resto igual.
O cara notou a mudança no cenário, mas não disse nada, só sorriu.
Ela fez ele fazer uns testes, que o cara terminou rápido, e depois uns desenhos que ele também fez na hora.
Como faltavam 15 minutos pra acabar, perguntou umas coisas sem importância aparente, mas que serviam pra avaliar ele, até que o cara de repente disse: "Sabe que eu gosto de vir aqui? Não sei por que será, bom, sei sim, mas acho que você não vai gostar de ouvir, ou talvez sim, vai saber, sou muito curioso e imaginativo, por exemplo, e não se ofenda, adoraria saber de que cor é a calcinha que você tá usando agora, mas como você não vai me dizer, a Imagino."
Ela não disse nada, ele se levantou e, sem esperar que ela dissesse se tinha terminado, cumprimentou e foi embora.
Em outro caso, aquilo que ele disse serviria pra determinar que era uma pessoa alterada sexualmente, mas com ele ela não reagia.
Foi pra casa, preparou a comida dos filhos, eles foram dormir, conversou com o marido, e quando foram se deitar, procurou ele pra transar, mas ele acabou dormindo. Meio chateada, foi ao banheiro, levantou a camisola e se olhou a bunda, se arrepiou com as palavras do "depravado" quando ele disse que tinha um pau comprido e bem grosso e que só fazia por trás. Ela quase não lembrava quando tinham feito a bunda nela, era solteira, porque o marido não gostava de penetrar por ali. Achou que lembrava que foi quando tinha 20 anos com um namoradinho da época, ou seja, a bunda tava virgem de novo. Tentou pensar que era tudo loucura e foi dormir.
Chegou sexta-feira, vestiu pela primeira vez um vestido azul que batia no joelho, com uma camisa branca por baixo, saltos altos e foi pro consultório.
O "depravado" tava vestido igual da última vez, mas olhou satisfeito quando a viu assim. Olhou pras pernas dela quando ela sentou e, num movimento, viu um pouco da calcinha. Ela percebeu e baixou o vestido na hora, e ele disse: "Por que se esconde? É digno de mostrar o que vi, esses reflexos de se cobrir. Você sabe mais que eu, mas com certeza são reflexos. Talvez você queira me mostrar algo e não se anima, não se reprima." Ela respondeu: "Eu analiso aqui, peço por favor que se limite a responder minhas perguntas e guarde suas opiniões."
O cara disse: "Não se irrite, tá bem, mas não pode me julgar porque eu digo, por exemplo, que agora tenho uma grande ereção e que se eu levantar vai aparecer, mas tenho que fazer porque tô com muita vontade de ir ao banheiro."
Ele se levantou e ela, instintivamente, olhou pro volume do cara, que parecia... Explodir, ele riu e foi pro banheiro, não fechou a porta direito, deixou ela encostada e começou a cagar. Deu uma espiada e viu ela olhando pra lá, riu e fez barulho enquanto continuava cagando, olhou de novo e ela ainda tava olhando.
Na real, Mônica não entendia como não tinha mandado ele embora depois do que tava vendo, tava magnetizada, sem reação, e agora o cara levantou nu da cintura pra baixo, abriu a porta e com ela olhando pra ele, bem devagar, puxou a calça pra cima. Mas ela conseguiu ver uma coisa enorme, de um comprimento que nunca imaginou e uma grossura que achava que não existia, e no topo uma cabeça gigante, inchada, bem vermelha, que deixou ela perplexa.
O cara riu de novo, abotoou a calça, se virou, deu descarga e sentou de novo no sofá olhando pra ela.
Mônica nem reagia, tava como se tivesse levado um soco, confusa, e ele disse baixinho, se inclinando na direção dela: "Gostou? Viu que lindo que é? Fala, me diz, vai?"
Ela, sem reação, respondeu: "Terminamos por hoje, até terça." O cara levantou e antes de ir embora falou: "Até terça, e quero que você venha de saia de novo, mais curtinha", e foi embora.
Mônica passou um fim de semana totalmente confusa, tava distante e quando o marido perguntou se tinha alguma coisa, ela disse que não, que era só o trabalho, mas que já tava resolvido.
Na segunda, ela pensou o dia inteiro no "depravado", e quando chegou terça, quase sem perceber, vestiu um vestido preto que ficava um pouco apertado, por isso quase colado no corpo, marcando de um jeito foda a bunda dela, e colocou um casaco por cima pra esconder, aproveitando que tava um pouco frio.
Quando o cara entrou, seguiu ela até o quarto e falou baixo, mas sabendo que ela ouvia: "Nem imaginava que você tinha uma bunda dessas, preciso de uma noite inteira pra arrebentar ela direito", e sentou.
Ela, calada, sentou na poltrona dela, pegou o bloquinho e a caneta e fazia perguntas que nem ela sabia pra quê. Já tinha passado meia hora e o cara disse que ia no banheiro.
Dessa vez ele deixou a porta toda aberta e começou a cagar olhando fixo pra ela, com uma cara séria, e ela com os olhos grudados nele. Enquanto tava cagando, ele pegou no próprio pau, que tava duro igual um tronco, e começou a fazer movimentos de punheta, bem devagar.
Ela só olhava. Depois de um tempo, ele se levantou, sempre com o pau na mão, deu descarga e falou: "Essa merda não tá funcionando direito, não desce bem. Pode vir dar uma olhada, por favor?" Ela se levantou e foi.
O cara se jogou pro lado, fingiu que ia levantar as calças, mas quando ela olhou pro vaso, que não tinha levado tudo que ele tinha feito, ela apertou o botão de novo e sentiu o tronco encostando na bunda dela, junto com a voz dele dizendo: "Fica assim um segundo que eu gozo e vou embora. Não vou te fazer nada, não temos tempo. Sexta-feira vem preparada que a gente fica até sábado. Dá um jeito na sua casa, me espera de camisola e pelada por baixo, que me excita te imaginar assim." Ele encostou um pouco, gemeu, e se afastou.
Ela não disse nada, saiu, se despediu dele e ficou pensando no que inventar pra família na sexta-feira.
Chegou sexta-feira e ela disse que ia ficar na casa de uma colega porque tinha que fazer um trabalho em conjunto que dava uma grana boa e ela não queria perder.
Ninguém falou nada, ela nunca fazia coisas estranhas e não levantava suspeitas.
Ela levou escondida uma camisola rosa transparente que nunca usava e foi embora.
Chegou no apartamento e ainda não entendia o que tava rolando, como podia estar tão excitada na idade dela, com a vida tão encaminhada. Era inexplicável, mas ela queria ver aquele cara, aquele cara repulsivo. Por isso tomou banho, colocou uma música e vestiu a camisola, só com a calcinha mais pequena que encontrou.
A campainha tocou e ela sentiu um arrepio. No fundo, tava com medo, medo de muitas coisas: do cara, do pau dele, da dor, da depravação, de um monte de coisa. Mas o desejo é muito forte às vezes, e ela foi abrir.
Quando o cara viu ela daquele jeito... Vestida, ele cravou o olhar nela, fechou a porta, pegou ela pela cintura e, enquanto passava a língua no pescoço dela, sussurrou no ouvido: "Te garanto que dessa noite você nunca mais esquece".
Ele lambia o pescoço inteiro dela, enquanto ela, de olhos fechados, segurava a mão que ele tinha na cintura dela. Quando ela olhou nos olhos dele, viu ele como transformado, parecia um louco e a cara de depravado estava como nunca, os olhos quase injetados de sangue. Ela ficou com medo, lembrou os vampiros que tinha visto na televisão, mas isso talvez fosse pior.
O cara colocou a mão na bunda dela por cima da camisola e apertava, enquanto beijava ela, enfiando a língua comprida quase até a garganta. Ela segurava ele pelo pescoço e sentiu o volume que encostava na região da buceta.
O cara mandou ela despir ele. Ela desabotoou a camisa dele, tirou, desabotoou o cinto e tirou a calça. Depois, depois de passar a mão na pica por cima da cueca, tirou ela. O cara tirou a camisola dela, se ajoelhou e ficou mais de 15 minutos lambendo a bunda dela por cima da calcinha até tirar ela.
Ficaram meia hora se beijando e ele passando o dedo no cu dela, falando umas putarias tipo: "Você vai embora com diarreia amanhã, vai cagar o dia inteiro do jeito que vou deixar teu cu, não vai conseguir nem sentar, sua filha da puta".
Ela falou que ia no banheiro, entrou e, quando tentou fechar a porta, ele colocou o pé e disse: "Nada de segredos, os dois pra tudo". Ela não falou nada, sentou pra mijar e, enquanto fazia, o cara parou na frente dela, segurou a cabeça dela e enfiou a pica na boca dela.
Mônica abriu bem a boca pra caber, até doeu de tanto esforço, e o cara começou a empurrar tão forte que ela teve ânsia, ele sufocava ela, e ela tentava empurrar ele com as mãos.
O cara segurou as mãos dela e disse: "Chupa direito, porra, não vamos começar com frescura, engole, puta".
Já começou a mostrar a que veio. Ele tava descontrolado, enfiando a pica na boca da Mônica, que parecia que não tava respirando e que a boca dela ia explodir com aquilo dentro.
Ele deixou ela um tempão sentada no vaso mamando e gozou, tampando o nariz dela pra ela engolir, e ela quase se engasgou, toda a porra. Quando ele tirou, ela cuspiu e vomitou uma quantidade enorme de porra, ficando segurando a garganta.
Ele ajudou ela a sair do banheiro e levou pro sofá grande que vira cama.
Deitou ela e ele, de joelhos no chão, começou a chupar os peitos dela, sugando os bicos como se quisesse tirar leite.
Ele tava tão vidrado que ela queria arrancar a cabeça dele dali, sentia os bicos irritados do jeito que ele chupava.
Ele deixou os peitos dela quietos depois de quase 45 minutos e olhou nos olhos dela, dava medo o olhar dele agora, parecia transformado, e falou: "Prazer é dor, doutora, é o melhor jeito de satisfação, que doa, você vai ficar cheia, vai sentir minha pica no seu cu por um bom tempo, vai sofrer mas vai me procurar, vai doer muito, mas você vai gostar". Ela ficou mais assustada ouvindo ele dizer isso, mas tava entregue e ansiosa, tantos anos de monotonia deixaram ela ansiosa agora com esse sujeito perigoso, portador de medo e dor, ser fantasmagórico e danoso.
Depois de um tempo acariciando o cabelo dela e olhando, ele ajeitou ela de quatro na cama, de joelhos, e fez ela se apoiar no encosto do sofá, ou seja, deixou a bunda dela empinada pra fora, e ele se levantou no chão, cuspiu um pouco na mão, passou a saliva na cabeça da pica dele e cuspiu no buraco do cu da Mônica, e começando a falar coisas irracionais e quase gritando, encostou a cabeça da pica no buraco e começou a pressionar.
Não tava quase lubrificada, somado à apertura do cu dela e o tamanho grande da cabeça da pica, causaram na Mônica uma dor tão grande que ela gritou, jogando uma mão pra trás pra parar aquela carnificina.
Mas o cara pegou a mão dela e deu um tapa. Tapão na bunda dela, falando "Nada de mão boba, não fica histérica e para de gritar senão os vizinhos vêm", e empurrou mais forte. Ela não queria que entrasse e tava doendo nele também, só colocou uma parte da cabeça e travou, aí tirou, cuspiu mais e tentou de novo, e dessa vez enfiou a cabeça inteira.
Pra Mónica foi quase o fim, sentiu como se um tronco tivesse entrando lá atrás, a dor era brutal e ela gritou pra aliviar, porque sabia que era só o começo e o resto ia doer muito mais.
Ele apertou mais e a pica, com muita dificuldade, começou a deslizar, e ela se contorcia de dor, enquanto ele falava "Sente ela dentro do seu cuzão gostoso, sente como ele rasga, vou deixar seu cu na merda, vai levar meu selo aí", e continuou empurrando e travou de novo, tirou ela mais uma vez e passou um creme que achou por ali em cima e meteu sem piedade até o fundo. Mónica sentiu que desabava, que a parte de trás inteira tava se partindo, que de repente enfiaram um ferro quente lá dentro até o talo, achou que ia desmaiar mas ficou lúcida, ou quase.
Ela abriu os olhos que pareciam que iam saltar das órbitas e soltou um grito de dor. O cara deixou ela parada ali, toda empalada, e ficou acariciando as costas dela, falando um monte de coisa sem nexo e sempre ameaçando arrebentar o cu dela de vez.
Ficou quase 10 minutos com a pica toda enfiada no cu dela, imóvel, olhando pra ela, aguentando os espasmos de dor dela que tava paralisada, empalada naquela posição.
Depois começou a tirar quase toda e meter com tudo pra dentro, batendo as bolas na bunda da Mónica, e gritando que não tava bem vazia e que não dava pra trabalhar assim. Depois de 15 minutos martirizando ela com estocadas, tirou e falou que ela tinha que tomar uma ducha, porque assim era pior.
Viu o aparelho ali que a Mónica tinha e começou a preparar. Levou ela pro banheiro e A fez ela se ajoelhar, ficou apoiada na banheira, quando a água estava morna encheu o recipiente e colocou a mangueira no cu dela, vendo a água começar a descer. Ficou excitado vendo ela se encher de água e, quando já tinha entrado um pouco mais de um litro, tirou a mangueira, se ajoelhou atrás dela e quis enfiar de uma vez.
Mônica, que estava exausta com a água nos intestinos, sentiu a cabeça da pica entrar assim e soltou um grito pedindo pra ele parar, que não aguentava mais. Ele colocou metade da pica pra dentro e deixou ali por um tempo, dizendo que sentia a água quente na cabeça da pica dele e que isso o deixava louco de prazer.
Depois de um tempo, tirou a pica e ela não aguentou mais, fez uma bagunça ali mesmo, sujando ele e o chão.
O cara sentou ela no vaso pra terminar de fazer, passou o pano e ligou o chuveiro.
Depois que ela terminou, deu descarga e entrou com ela debaixo do chuveiro, pra logo depois enfiar no cu dela em pé, debaixo da água.
Era um suplício pra pobre Mônica, que estava apoiada nos azulejos da parede enquanto o cara bombava ela com tudo, gritando que tinha aberto aquele cu gostoso e que agora era dele. Ele comeu ela por quase uma hora, metendo sem parar por trás, até enterrar tudo e, depois de um tempo, gozar dentro.
Ela estava destruída, sem reação, sentia o cu explodindo de dor e, com muito esforço, chegou na cama e ficou estirada.
O cara deitou do lado dela e ficou sussurrando besteiras enquanto enfiava um dedo na buceta dela.
Mônica dormiu, não sabe por quanto tempo, porque acordou quando ouviu a campainha.
Meio sonolenta, viu com terror que o cara foi abrir a porta e apareceu outro cara. Ela reconheceu porque era um mendigo do bairro que dormia na praça. Alto, barbudo, desleixado, sujo. Não tentou dizer nada, só chorou, porque tinha medo da reação do "depravado", e ele, vendo ela chorar, disse: "Não fica assim, mandei ele vir porque Eu sozinho não dou conta, você tem corpo demais pra mim só. E tem que deixar bem aberto esse seu cu. Agora quero que vocês se conheçam e se amem um pouquinho, vem cá, irmãozinho, vem comer essa franguinha. O outro tava parado olhando como se tivesse hipnotizado a bunda da Mônica, deu um sorriso mostrando a boca sem dentes e foi na direção dela, se ajoelhou do lado e com uma mão tocou a bunda nua dela e foi com a boca procurar a dela.
Beijou ela enquanto acariciava a bunda e depois de um tempo tava tipo tremendo de nervoso e começou a se despir sob o olhar do depravado que tava sentado no sofá individual.
E aí ele tirou um aparelho especial, um pouco mais fino que o depravado mas de um comprimento terrível, como disse o depravado sentado fumando e com um sorriso debochado, "Uma cobrinha linda pra picar o bum". E a cobra picou, começou a meter e a Mônica já tava desorbitando, e entrava que parecia que nunca ia acabar, tudo sob a cara de aprovação do depravado que olhava a cena bem divertido. O cara empurrava pra dentro e a Mônica agora gritou e tentou dar um tapa nele, então o depravado segurou as mãos dela desaprovando a atitude. O cara continuava metendo até não aguentar mais e logo gritando a cada bombada começou a foder com força e velocidade o pobre cu dela que já tava desmontado e indefeso.
Os dois gritavam, ele por causa das metidas e ela de dor, mais o depravado que zoava ela gritando igual.
Passou meia hora e o cara enterrou na buceta dela, a Mônica também gritou no começo, mas depois sentiu um certo prazer e se mexia com as poucas forças que tinha.
Depois de mais de uma hora de sessão ele gozou dentro, tirou e colocou na boca dela, mas logo o depravado se ajeitou e enfiou de novo no cu dela.
Deu mais uma hora, e mesmo com o cu já arrebentado, a Mônica chorava, não sei se de dor ou de cansaço.
Eles se revezaram pra foder ela a noite toda e até as 10 da No dia seguinte, eles foram embora e deixaram ela na cama.
Quando conseguiu, sem medir o tempo, se levantou, se vestiu e foi pra casa dela.
Ela escondeu o melhor que pôs o estado dela, tava difícil de andar, e uma colitis da porra fazia ela ir no banheiro direto, desculpa que usou pra se justificar com a família.
No outro dia, foi no tribunal com o laudo. Quando o secretário leu, olhou pra ela e falou: "Mas, com isso aí, a gente tem que pedir desculpas pra ele. Não quero discutir contigo, mas isso..." Ela disse que foi objetiva, e o secretário não perguntou mais nada.
Absolveram ele, e ela se culpa por isso, mas no fundo espera encontrar ele de novo.
ESTRANHO MAGNETISMO
Que existem pessoas que têm um magnetismo natural, não há dúvidas. Agora, como elas usam isso, esse é o mistério. Alguns usam para bons propósitos, outros...
Mônica é uma psicóloga de boa trajetória, sempre amou sua profissão e ela lhe deu uma boa vida. O que ela trazia para casa, mais o que o marido Alberto ganhava, era mais que suficiente para levar uma vida muito boa e mandar os filhos, Mariela de 17 anos e Matías de 14, para boas escolas particulares.
Mônica, com seus 43 anos, estava o que se diz apetitosa para qualquer homem. Seu cabelo loiro que batia nos ombros, seu corpo cuidado com esforço, porque era tentador para ela, depois de um dia de trabalho, chegar e preparar a comida dos filhos, comer bem.
Essa foi sua luta por anos: aqueles 6 quilos a mais que não iam embora e que, com qualquer descuido, tendiam a aumentar. Era como o marido dizia: "Não reclama, você tem tudo na bunda esses quilos, senão quem vai te olhar?" — algo que a fazia ficar brava e encará-lo com seus olhos cor de mel.
Mas era verdade, de certa forma, o que Alberto dizia: que ela era muito olhada por causa da bunda. Ela a tinha linda, bem carnuda e dura, estava no ponto certo pra fazer estrago, como se diz.
Ela, em seus 19 anos de casada, nunca teve uma infidelidade. Nunca pensou nisso porque amava Alberto e, além disso, nunca foi tentada — ou, se foi, não deu atenção. Sua vida foram e ainda eram o marido e os filhos.
Fazia um mês que ela tinha sido sorteada para fazer parte de um tribunal e dar perícias. Isso a favorecia financeiramente e, no tempo, talvez a tirasse de outras coisas que fazia, mas os filhos já estavam grandes e ela podia agarrar essa nova oportunidade.
Ela tinha seu consultório em casa, mas agora que os filhos estavam grandes, decidiu alugar um apartamento de dois cômodos no centro da cidade e atender lá. Era hora de separar as águas para evitar... qualquer conflito com a família dela.
Uma manhã, ligaram do fórum e o secretário disse, tomando um café: "Mônica, temos um caso que precisa de você. É um cara cujos advogados armaram uma confusão tão bem feita que a gente tá duvidando até das provas. Esse cara é acusado de depravação. Se você ler o processo, é um degenerado completo. Se você o vê, não hesita em condenar, mas não estamos aqui pra isso, você sabe, estamos aqui pra ser justos, e a defesa sujou o campo.
Agora, a pedido tanto da defesa quanto da outra parte, precisamos que você o analise. Tome seu tempo. O cara tá preso numa unidade especial até a sentença. Precisamos do perfil dele por alguém como você. Ninguém vai te pressionar. Qualquer coisa, me avisa e eu resolvo tudo, mas eles não são burros, ninguém vai te incomodar. No começo, a gente manda ele duas vezes por semana, depois você me diz com que frequência quer."
Ela ouviu e combinou os dias e horários. O secretário comentou que o cara ficava solto até a sentença, mas entre outras coisas que ele tinha que cumprir era ir ao consultório dela, e ela devia informar a presença.
Voltou pra casa pensando que era só mais um caso, quando na verdade não seria.
Chegou o dia do "depravado", como Mônica o apelidou. Olhou a agenda pra ver se tinha mais gente e foi pro consultório.
Chegou no apartamento depois de lutar pra estacionar o carro, esquentou café e esperou lendo um livro até o cara aparecer.
Ela tinha lido o processo no dia anterior. Ele era acusado de depravação seguida de estupro contra uma mãe e duas filhas menores, embora as que o acusavam não dessem um testemunho tão condenatório, como se estivessem amedrontadas ou confusas. Mas ela pensou que isso era trabalho dos advogados. Ela devia tirar um perfil sem criar nenhuma ideia antes, tinha que ser objetiva.
A campainha tocou. Ela foi abrir e, quando abriu, quase se assustou ao vê-lo.
Lá estava o cara parado, com uma mão... Apoiada no batente da porta, com os cabelos ondulados arrepiados e bem compridos, uns olhos pretos que metiam medo, barba de mais ou menos uma semana, uma camisa quase toda aberta e um paletó cinza por cima, todo gastado, umas calças pretas que brilhavam de tanto uso e mocassins marrons. O secretário tinha razão, se fosse pela aparência, já tava julgando ele como culpado, mas ela não era assim e não tinha estudado pra ser assim.
Estendeu a mão pra ele, e o cara, olhando nos olhos dela, respondeu e mandou ela entrar.
O cara olhou o consultório, e depois olhou pra ela de novo, agora de cima a baixo. Ela tava com uma camisa branca de seda e calças verde-escuras que, como sempre, marcavam aquela bunda linda e gostosa, e ele não ia perder esse detalhe.
Mandou ele sentar num sofá grande que tinha na sala onde atendia, e ela sentou num de um corpo só, anotou os dados e começou a fazer as perguntas que ela usava no começo.
A primeira sessão durou quase uma hora e ela não se meteu na vida dele, só perguntava coisas soltas. O estranho é que ela sentia uma coisa esquisita por aquele cara tão nojento, era tipo uma curiosidade. O cara passou a sessão inteira com os olhos fixos nela, fazendo ela desviar o olhar várias vezes.
Cumprimentou ele e foi embora. Serviu um café e ficou pensando naquele cara tão estranho.
A vida dela seguiu normal até chegar a sexta-feira, dia de atender o "depravado" de novo.
Seguiu a rotina, chegou no consultório e esquentou o café, sentou pra ler o livro e a campainha tocou.
Ele tava vestido igual da outra vez, e ela tava com uma camisa preta e uma calça creme.
Dessa vez ela perguntou sobre a vida sexual dele na adolescência — vamos acrescentar que o cara tinha 36 anos agora — e ele contou com todos os detalhes como foi a primeira vez dele e as seguintes, olhando nos olhos dela, e ela queria se esconder com o que ele tava falando. Ela escutava, mas sentia uma coisa muito estranha e ficou Absorta escutando sem anotar quando o cara com voz de sussurro disse: "E desde então, querida doutora, fiquei viciado na bunda das mulheres, só meto por ali, é uma parada que me deixa louco, reconheço, nada além da Booty, ou pra resumir, adoro arrebentar o cu delas, penetrar bem, enfiar tudo lá dentro, mesmo que doa pra caralho, não tenho culpa se tenho ele muito grande, comprido e bem grosso, não podem me discriminar por isso, não acha, doutora? Isso não me faz culpado, né?", ele olhava pra ela sorrindo meio debochado.
Ela respondeu fingindo que anotava: "Não, claro que não, bom, já terminamos por hoje, terça-feira te espero".
Cumprimentou ele e depois que ele foi embora, se sentiu estranhíssima, não queria acreditar que aquele ser deplorável tinha excitado ela, não era possível, devia ser outra coisa, já passava.
Segunda-feira foi ao fórum informar e quando perguntaram como tava tudo, ela disse que tava só começando e não podia adiantar nada ainda.
Chegou terça-feira e cumpriu a rotina, menos pegar o livro, esperou ele com música bem baixinha, com o abajur de pé aceso, não a luz do teto, e olhando pra porta. Tava com uma camisa verde claro e uma calça preta. Tocou a campainha, foi atender e viu ele com uma camisa diferente, uma azul escura tão gasta quanto a outra, o resto igual.
O cara notou a mudança no cenário, mas não disse nada, só sorriu.
Ela fez ele fazer uns testes, que o cara terminou rápido, e depois uns desenhos que ele também fez na hora.
Como faltavam 15 minutos pra acabar, perguntou umas coisas sem importância aparente, mas que serviam pra avaliar ele, até que o cara de repente disse: "Sabe que eu gosto de vir aqui? Não sei por que será, bom, sei sim, mas acho que você não vai gostar de ouvir, ou talvez sim, vai saber, sou muito curioso e imaginativo, por exemplo, e não se ofenda, adoraria saber de que cor é a calcinha que você tá usando agora, mas como você não vai me dizer, a Imagino."
Ela não disse nada, ele se levantou e, sem esperar que ela dissesse se tinha terminado, cumprimentou e foi embora.
Em outro caso, aquilo que ele disse serviria pra determinar que era uma pessoa alterada sexualmente, mas com ele ela não reagia.
Foi pra casa, preparou a comida dos filhos, eles foram dormir, conversou com o marido, e quando foram se deitar, procurou ele pra transar, mas ele acabou dormindo. Meio chateada, foi ao banheiro, levantou a camisola e se olhou a bunda, se arrepiou com as palavras do "depravado" quando ele disse que tinha um pau comprido e bem grosso e que só fazia por trás. Ela quase não lembrava quando tinham feito a bunda nela, era solteira, porque o marido não gostava de penetrar por ali. Achou que lembrava que foi quando tinha 20 anos com um namoradinho da época, ou seja, a bunda tava virgem de novo. Tentou pensar que era tudo loucura e foi dormir.
Chegou sexta-feira, vestiu pela primeira vez um vestido azul que batia no joelho, com uma camisa branca por baixo, saltos altos e foi pro consultório.
O "depravado" tava vestido igual da última vez, mas olhou satisfeito quando a viu assim. Olhou pras pernas dela quando ela sentou e, num movimento, viu um pouco da calcinha. Ela percebeu e baixou o vestido na hora, e ele disse: "Por que se esconde? É digno de mostrar o que vi, esses reflexos de se cobrir. Você sabe mais que eu, mas com certeza são reflexos. Talvez você queira me mostrar algo e não se anima, não se reprima." Ela respondeu: "Eu analiso aqui, peço por favor que se limite a responder minhas perguntas e guarde suas opiniões."
O cara disse: "Não se irrite, tá bem, mas não pode me julgar porque eu digo, por exemplo, que agora tenho uma grande ereção e que se eu levantar vai aparecer, mas tenho que fazer porque tô com muita vontade de ir ao banheiro."
Ele se levantou e ela, instintivamente, olhou pro volume do cara, que parecia... Explodir, ele riu e foi pro banheiro, não fechou a porta direito, deixou ela encostada e começou a cagar. Deu uma espiada e viu ela olhando pra lá, riu e fez barulho enquanto continuava cagando, olhou de novo e ela ainda tava olhando.
Na real, Mônica não entendia como não tinha mandado ele embora depois do que tava vendo, tava magnetizada, sem reação, e agora o cara levantou nu da cintura pra baixo, abriu a porta e com ela olhando pra ele, bem devagar, puxou a calça pra cima. Mas ela conseguiu ver uma coisa enorme, de um comprimento que nunca imaginou e uma grossura que achava que não existia, e no topo uma cabeça gigante, inchada, bem vermelha, que deixou ela perplexa.
O cara riu de novo, abotoou a calça, se virou, deu descarga e sentou de novo no sofá olhando pra ela.
Mônica nem reagia, tava como se tivesse levado um soco, confusa, e ele disse baixinho, se inclinando na direção dela: "Gostou? Viu que lindo que é? Fala, me diz, vai?"
Ela, sem reação, respondeu: "Terminamos por hoje, até terça." O cara levantou e antes de ir embora falou: "Até terça, e quero que você venha de saia de novo, mais curtinha", e foi embora.
Mônica passou um fim de semana totalmente confusa, tava distante e quando o marido perguntou se tinha alguma coisa, ela disse que não, que era só o trabalho, mas que já tava resolvido.
Na segunda, ela pensou o dia inteiro no "depravado", e quando chegou terça, quase sem perceber, vestiu um vestido preto que ficava um pouco apertado, por isso quase colado no corpo, marcando de um jeito foda a bunda dela, e colocou um casaco por cima pra esconder, aproveitando que tava um pouco frio.
Quando o cara entrou, seguiu ela até o quarto e falou baixo, mas sabendo que ela ouvia: "Nem imaginava que você tinha uma bunda dessas, preciso de uma noite inteira pra arrebentar ela direito", e sentou.
Ela, calada, sentou na poltrona dela, pegou o bloquinho e a caneta e fazia perguntas que nem ela sabia pra quê. Já tinha passado meia hora e o cara disse que ia no banheiro.
Dessa vez ele deixou a porta toda aberta e começou a cagar olhando fixo pra ela, com uma cara séria, e ela com os olhos grudados nele. Enquanto tava cagando, ele pegou no próprio pau, que tava duro igual um tronco, e começou a fazer movimentos de punheta, bem devagar.
Ela só olhava. Depois de um tempo, ele se levantou, sempre com o pau na mão, deu descarga e falou: "Essa merda não tá funcionando direito, não desce bem. Pode vir dar uma olhada, por favor?" Ela se levantou e foi.
O cara se jogou pro lado, fingiu que ia levantar as calças, mas quando ela olhou pro vaso, que não tinha levado tudo que ele tinha feito, ela apertou o botão de novo e sentiu o tronco encostando na bunda dela, junto com a voz dele dizendo: "Fica assim um segundo que eu gozo e vou embora. Não vou te fazer nada, não temos tempo. Sexta-feira vem preparada que a gente fica até sábado. Dá um jeito na sua casa, me espera de camisola e pelada por baixo, que me excita te imaginar assim." Ele encostou um pouco, gemeu, e se afastou.
Ela não disse nada, saiu, se despediu dele e ficou pensando no que inventar pra família na sexta-feira.
Chegou sexta-feira e ela disse que ia ficar na casa de uma colega porque tinha que fazer um trabalho em conjunto que dava uma grana boa e ela não queria perder.
Ninguém falou nada, ela nunca fazia coisas estranhas e não levantava suspeitas.
Ela levou escondida uma camisola rosa transparente que nunca usava e foi embora.
Chegou no apartamento e ainda não entendia o que tava rolando, como podia estar tão excitada na idade dela, com a vida tão encaminhada. Era inexplicável, mas ela queria ver aquele cara, aquele cara repulsivo. Por isso tomou banho, colocou uma música e vestiu a camisola, só com a calcinha mais pequena que encontrou.
A campainha tocou e ela sentiu um arrepio. No fundo, tava com medo, medo de muitas coisas: do cara, do pau dele, da dor, da depravação, de um monte de coisa. Mas o desejo é muito forte às vezes, e ela foi abrir.
Quando o cara viu ela daquele jeito... Vestida, ele cravou o olhar nela, fechou a porta, pegou ela pela cintura e, enquanto passava a língua no pescoço dela, sussurrou no ouvido: "Te garanto que dessa noite você nunca mais esquece".
Ele lambia o pescoço inteiro dela, enquanto ela, de olhos fechados, segurava a mão que ele tinha na cintura dela. Quando ela olhou nos olhos dele, viu ele como transformado, parecia um louco e a cara de depravado estava como nunca, os olhos quase injetados de sangue. Ela ficou com medo, lembrou os vampiros que tinha visto na televisão, mas isso talvez fosse pior.
O cara colocou a mão na bunda dela por cima da camisola e apertava, enquanto beijava ela, enfiando a língua comprida quase até a garganta. Ela segurava ele pelo pescoço e sentiu o volume que encostava na região da buceta.
O cara mandou ela despir ele. Ela desabotoou a camisa dele, tirou, desabotoou o cinto e tirou a calça. Depois, depois de passar a mão na pica por cima da cueca, tirou ela. O cara tirou a camisola dela, se ajoelhou e ficou mais de 15 minutos lambendo a bunda dela por cima da calcinha até tirar ela.
Ficaram meia hora se beijando e ele passando o dedo no cu dela, falando umas putarias tipo: "Você vai embora com diarreia amanhã, vai cagar o dia inteiro do jeito que vou deixar teu cu, não vai conseguir nem sentar, sua filha da puta".
Ela falou que ia no banheiro, entrou e, quando tentou fechar a porta, ele colocou o pé e disse: "Nada de segredos, os dois pra tudo". Ela não falou nada, sentou pra mijar e, enquanto fazia, o cara parou na frente dela, segurou a cabeça dela e enfiou a pica na boca dela.
Mônica abriu bem a boca pra caber, até doeu de tanto esforço, e o cara começou a empurrar tão forte que ela teve ânsia, ele sufocava ela, e ela tentava empurrar ele com as mãos.
O cara segurou as mãos dela e disse: "Chupa direito, porra, não vamos começar com frescura, engole, puta".
Já começou a mostrar a que veio. Ele tava descontrolado, enfiando a pica na boca da Mônica, que parecia que não tava respirando e que a boca dela ia explodir com aquilo dentro.
Ele deixou ela um tempão sentada no vaso mamando e gozou, tampando o nariz dela pra ela engolir, e ela quase se engasgou, toda a porra. Quando ele tirou, ela cuspiu e vomitou uma quantidade enorme de porra, ficando segurando a garganta.
Ele ajudou ela a sair do banheiro e levou pro sofá grande que vira cama.
Deitou ela e ele, de joelhos no chão, começou a chupar os peitos dela, sugando os bicos como se quisesse tirar leite.
Ele tava tão vidrado que ela queria arrancar a cabeça dele dali, sentia os bicos irritados do jeito que ele chupava.
Ele deixou os peitos dela quietos depois de quase 45 minutos e olhou nos olhos dela, dava medo o olhar dele agora, parecia transformado, e falou: "Prazer é dor, doutora, é o melhor jeito de satisfação, que doa, você vai ficar cheia, vai sentir minha pica no seu cu por um bom tempo, vai sofrer mas vai me procurar, vai doer muito, mas você vai gostar". Ela ficou mais assustada ouvindo ele dizer isso, mas tava entregue e ansiosa, tantos anos de monotonia deixaram ela ansiosa agora com esse sujeito perigoso, portador de medo e dor, ser fantasmagórico e danoso.
Depois de um tempo acariciando o cabelo dela e olhando, ele ajeitou ela de quatro na cama, de joelhos, e fez ela se apoiar no encosto do sofá, ou seja, deixou a bunda dela empinada pra fora, e ele se levantou no chão, cuspiu um pouco na mão, passou a saliva na cabeça da pica dele e cuspiu no buraco do cu da Mônica, e começando a falar coisas irracionais e quase gritando, encostou a cabeça da pica no buraco e começou a pressionar.
Não tava quase lubrificada, somado à apertura do cu dela e o tamanho grande da cabeça da pica, causaram na Mônica uma dor tão grande que ela gritou, jogando uma mão pra trás pra parar aquela carnificina.
Mas o cara pegou a mão dela e deu um tapa. Tapão na bunda dela, falando "Nada de mão boba, não fica histérica e para de gritar senão os vizinhos vêm", e empurrou mais forte. Ela não queria que entrasse e tava doendo nele também, só colocou uma parte da cabeça e travou, aí tirou, cuspiu mais e tentou de novo, e dessa vez enfiou a cabeça inteira.
Pra Mónica foi quase o fim, sentiu como se um tronco tivesse entrando lá atrás, a dor era brutal e ela gritou pra aliviar, porque sabia que era só o começo e o resto ia doer muito mais.
Ele apertou mais e a pica, com muita dificuldade, começou a deslizar, e ela se contorcia de dor, enquanto ele falava "Sente ela dentro do seu cuzão gostoso, sente como ele rasga, vou deixar seu cu na merda, vai levar meu selo aí", e continuou empurrando e travou de novo, tirou ela mais uma vez e passou um creme que achou por ali em cima e meteu sem piedade até o fundo. Mónica sentiu que desabava, que a parte de trás inteira tava se partindo, que de repente enfiaram um ferro quente lá dentro até o talo, achou que ia desmaiar mas ficou lúcida, ou quase.
Ela abriu os olhos que pareciam que iam saltar das órbitas e soltou um grito de dor. O cara deixou ela parada ali, toda empalada, e ficou acariciando as costas dela, falando um monte de coisa sem nexo e sempre ameaçando arrebentar o cu dela de vez.
Ficou quase 10 minutos com a pica toda enfiada no cu dela, imóvel, olhando pra ela, aguentando os espasmos de dor dela que tava paralisada, empalada naquela posição.
Depois começou a tirar quase toda e meter com tudo pra dentro, batendo as bolas na bunda da Mónica, e gritando que não tava bem vazia e que não dava pra trabalhar assim. Depois de 15 minutos martirizando ela com estocadas, tirou e falou que ela tinha que tomar uma ducha, porque assim era pior.
Viu o aparelho ali que a Mónica tinha e começou a preparar. Levou ela pro banheiro e A fez ela se ajoelhar, ficou apoiada na banheira, quando a água estava morna encheu o recipiente e colocou a mangueira no cu dela, vendo a água começar a descer. Ficou excitado vendo ela se encher de água e, quando já tinha entrado um pouco mais de um litro, tirou a mangueira, se ajoelhou atrás dela e quis enfiar de uma vez.
Mônica, que estava exausta com a água nos intestinos, sentiu a cabeça da pica entrar assim e soltou um grito pedindo pra ele parar, que não aguentava mais. Ele colocou metade da pica pra dentro e deixou ali por um tempo, dizendo que sentia a água quente na cabeça da pica dele e que isso o deixava louco de prazer.
Depois de um tempo, tirou a pica e ela não aguentou mais, fez uma bagunça ali mesmo, sujando ele e o chão.
O cara sentou ela no vaso pra terminar de fazer, passou o pano e ligou o chuveiro.
Depois que ela terminou, deu descarga e entrou com ela debaixo do chuveiro, pra logo depois enfiar no cu dela em pé, debaixo da água.
Era um suplício pra pobre Mônica, que estava apoiada nos azulejos da parede enquanto o cara bombava ela com tudo, gritando que tinha aberto aquele cu gostoso e que agora era dele. Ele comeu ela por quase uma hora, metendo sem parar por trás, até enterrar tudo e, depois de um tempo, gozar dentro.
Ela estava destruída, sem reação, sentia o cu explodindo de dor e, com muito esforço, chegou na cama e ficou estirada.
O cara deitou do lado dela e ficou sussurrando besteiras enquanto enfiava um dedo na buceta dela.
Mônica dormiu, não sabe por quanto tempo, porque acordou quando ouviu a campainha.
Meio sonolenta, viu com terror que o cara foi abrir a porta e apareceu outro cara. Ela reconheceu porque era um mendigo do bairro que dormia na praça. Alto, barbudo, desleixado, sujo. Não tentou dizer nada, só chorou, porque tinha medo da reação do "depravado", e ele, vendo ela chorar, disse: "Não fica assim, mandei ele vir porque Eu sozinho não dou conta, você tem corpo demais pra mim só. E tem que deixar bem aberto esse seu cu. Agora quero que vocês se conheçam e se amem um pouquinho, vem cá, irmãozinho, vem comer essa franguinha. O outro tava parado olhando como se tivesse hipnotizado a bunda da Mônica, deu um sorriso mostrando a boca sem dentes e foi na direção dela, se ajoelhou do lado e com uma mão tocou a bunda nua dela e foi com a boca procurar a dela.
Beijou ela enquanto acariciava a bunda e depois de um tempo tava tipo tremendo de nervoso e começou a se despir sob o olhar do depravado que tava sentado no sofá individual.
E aí ele tirou um aparelho especial, um pouco mais fino que o depravado mas de um comprimento terrível, como disse o depravado sentado fumando e com um sorriso debochado, "Uma cobrinha linda pra picar o bum". E a cobra picou, começou a meter e a Mônica já tava desorbitando, e entrava que parecia que nunca ia acabar, tudo sob a cara de aprovação do depravado que olhava a cena bem divertido. O cara empurrava pra dentro e a Mônica agora gritou e tentou dar um tapa nele, então o depravado segurou as mãos dela desaprovando a atitude. O cara continuava metendo até não aguentar mais e logo gritando a cada bombada começou a foder com força e velocidade o pobre cu dela que já tava desmontado e indefeso.
Os dois gritavam, ele por causa das metidas e ela de dor, mais o depravado que zoava ela gritando igual.
Passou meia hora e o cara enterrou na buceta dela, a Mônica também gritou no começo, mas depois sentiu um certo prazer e se mexia com as poucas forças que tinha.
Depois de mais de uma hora de sessão ele gozou dentro, tirou e colocou na boca dela, mas logo o depravado se ajeitou e enfiou de novo no cu dela.
Deu mais uma hora, e mesmo com o cu já arrebentado, a Mônica chorava, não sei se de dor ou de cansaço.
Eles se revezaram pra foder ela a noite toda e até as 10 da No dia seguinte, eles foram embora e deixaram ela na cama.
Quando conseguiu, sem medir o tempo, se levantou, se vestiu e foi pra casa dela.
Ela escondeu o melhor que pôs o estado dela, tava difícil de andar, e uma colitis da porra fazia ela ir no banheiro direto, desculpa que usou pra se justificar com a família.
No outro dia, foi no tribunal com o laudo. Quando o secretário leu, olhou pra ela e falou: "Mas, com isso aí, a gente tem que pedir desculpas pra ele. Não quero discutir contigo, mas isso..." Ela disse que foi objetiva, e o secretário não perguntou mais nada.
Absolveram ele, e ela se culpa por isso, mas no fundo espera encontrar ele de novo.
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