extranio magnetismo

TRIBUTO A MARCEL MILORD — escreveu uns contos muito bons, pena que não achei mais histórias dele.

ESTRANHO MAGNETISMO

Que tem gente que tem um magnetismo natural, disso não tem dúvida. Agora, como usam isso, aí é que está o mistério. Uns usam pra coisas boas, outros...

Mônica é uma psicóloga de boa carreira, sempre amou a profissão e ela lhe deu uma vida boa. O que ela trazia pra casa, junto com o que o marido Alberto ganhava, era mais que suficiente pra ter uma vida muito boa e mandar os filhos, Mariela de 17 anos e Matías de 14, pra boas escolas particulares.

Mônica, com seus 43 anos, estava o que se diz uma gostosa pra qualquer homem. O cabelo loiro que batia nos ombros, o corpo cuidado com esforço, porque era tentador pra ela, depois de um dia de trabalho, chegar e preparar a comida dos filhos, comer bem.

Essa foi a luta dela por anos: aqueles 6 quilos a mais que não iam embora e que, com qualquer descuido, tendiam a aumentar. Era como o marido dizia: "Não reclama, cê tem tudo na bunda esses quilos, senão quem vai te olhar?". Isso fazia ela ficar brava e encarar ele com os olhos cor de mel.

Mas era verdade, de certa forma, o que Alberto dizia: que olhavam muito pra bunda dela. Ela tinha uma rabeta linda, bem carnuda e dura, tava no ponto pro crime, como se diz.

Ela, em 19 anos de casada, nunca teve uma infidelidade. Nunca pensou nisso porque amava o Alberto, e além disso nunca foi tentada — ou, se foi, não deu bola. A vida dela era e sempre foi o marido e os filhos.

Fazia um mês que ela tinha sido sorteada pra fazer parte de um tribunal e dar perícias. Isso ajudava no financeiro e, no tempo, talvez tirasse ela de outras coisas que fazia, mas os filhos já estavam grandes e ela podia encarar essa nova oportunidade.

Ela tinha o consultório em casa, mas agora que os filhos estavam grandes, decidiu alugar um apartamento de dois cômodos no centro da cidade e atender lá. Precisava separar as águas pra evitar... qualquer conflito com a família dela.

Uma manhã, ligaram do tribunal e o secretário disse, enquanto tomavam café: "Mônica, temos um caso que precisamos de você. É um cara cujos advogados armaram uma confusão tão bem feita que estamos duvidando até das provas. Esse cara é acusado de depravação, se você ler o processo, é um degenerado total, se você vê ele, não hesita em condenar, mas não estamos aqui pra isso, você sabe, estamos aqui pra ser justos, e a defesa sujou o campo.

Agora precisamos, a pedido tanto da defesa quanto da outra parte, que você analise ele. Tome seu tempo, o cara está preso numa unidade especial até a sentença. Precisamos do perfil dele por alguém como você, ninguém vai te pressionar. Qualquer coisa, me avisa e eu encerro tudo, mas eles não são burros, ninguém vai te incomodar. No começo, mandamos ele duas vezes por semana, depois você me diz a frequência que quiser."

Ela ouviu e combinou os dias e horários. O secretário comentou que o cara ficava solto até a sentença, mas entre outras coisas que ele tinha que cumprir era ir ao consultório dela, e ela tinha que informar sobre a presença.

Voltou pra casa pensando que era só mais um caso, quando na verdade não seria.

Chegou o dia do "depravado", como Mônica o batizou. Ela olhou a agenda pra ver se tinha mais gente e saiu pro consultório.

Chegou no apartamento depois de lutar pra estacionar o carro, esquentou café e esperou lendo um livro até o cara chegar.

Ela tinha lido o processo no dia anterior. Ele era acusado de depravação seguida de estupro contra uma mãe e duas filhas menores, embora as que acusavam não dessem um testemunho tão condenatório, como se estivessem amedrontadas ou confusas. Mas ela pensou que isso era trabalho dos advogados; ela tinha que tirar um perfil sem criar nenhuma ideia antes, tinha que ser objetiva.

A campainha tocou, ela foi abrir e, quando abriu, quase se assustou ao vê-lo.

Lá estava o cara parado, com uma mão Apoiada no batente da porta, com os cabelos ondulados todos arrepiados e bem compridos, uns olhos pretos que metiam medo, barba de mais ou menos uma semana, uma camisa quase toda aberta e um paletó cinza por cima, todo gastado, umas calças pretas que brilhavam de tanto uso e mocassins marrons. O secretário tinha razão, se fosse pela aparência, já tava julgando ele como culpado, mas ela não era assim e não tinha estudado pra ser assim.

Estendeu a mão pra ele, e o cara, olhando nos olhos dela, respondeu e mandou ela entrar.

O cara olhou o consultório, e depois olhou pra ela de novo, agora de cima a baixo. Ela tava com uma camisa branca de seda e calças verde-escuras que, como sempre, marcavam aquela bunda linda e gostosa, e ele não ia deixar esse detalhe passar.

Ela mandou ele sentar num sofá grande que tinha na sala onde atendia, e ela sentou num de um lugar só, anotou os dados e começou a fazer umas perguntas que ela usava no começo.

A primeira sessão durou quase uma hora e ela não se meteu na vida dele, só perguntou umas coisas soltas. O estranho é que ela sentia uma coisa esquisita por aquele cara tão nojento, era tipo uma curiosidade. O cara passou a sessão inteira com os olhos fixos nela, fazendo ela desviar o olhar várias vezes.

Ela se despediu e foi embora. Serviu um café e ficou pensando naquele cara tão estranho.

A vida dela seguiu normal até chegar a sexta-feira, dia de atender o "depravado" de novo.

Ela seguiu a rotina, chegou no consultório e esquentou o café, sentou pra ler o livro e a campainha tocou.

Ele tava vestido igual da outra vez, e ela tava com uma camisa preta e uma calça creme.

Dessa vez ela perguntou sobre a vida sexual dele na adolescência — vamos acrescentar que o cara tinha agora 36 anos — e ele contou com todos os detalhes como foi a primeira vez dele e as seguintes, olhando nos olhos dela, e ela queria se esconder com o que ele tava contando. Ela escutava, mas sentia uma coisa muito estranha e ficou Absorta escutando sem anotar quando o cara com voz de sussurro disse: "E desde então, querida doutora, fiquei viciado na bunda das mulheres, só meto por ali, é algo que me deixa louco, reconheço, nada além da rabeta, ou pra resumir, adoro arrebentar o cu delas, penetrar bem, enfiar tudo lá dentro, mesmo que doa pra caralho, não tenho culpa se tenho ele muito grande, comprido e bem grosso, não podem me discriminar por isso, não acha, doutora? Isso não me torna culpado, né?", ele olhava pra ela sorrindo meio debochado.

Ela respondeu fingindo que anotava: "Não, claro que não, bom, já terminamos por hoje, te espero na terça."

Cumprimentou ele e, depois que ele foi embora, se sentiu estranhíssima, não queria acreditar que aquele ser deplorável tinha excitado ela, não era possível, devia ser outra coisa, logo passava.

Na segunda, foi ao fórum dar o relatório e, quando perguntaram como tava tudo, ela disse que tava só começando e não podia adiantar nada ainda.

Chegou terça e cumpriu a rotina, menos pegar o livro. Esperou ele com uma música bem baixinha, com o abajur de pé aceso, sem a luz do teto, e olhando pra porta. Tava com uma camisa verde-claro e uma calça preta. A campainha tocou, foi atender e viu ele com outra camisa, uma azul-escura tão surrada quanto a outra, o resto igual.

O cara notou a mudança no cenário, mas não disse nada, só sorriu.

Ela fez ele fazer uns testes, que o cara completou rapidinho, e depois uns desenhos que ele também fez na hora.

Como faltavam 15 minutos pra acabar, ela perguntou umas coisas sem importância aparente, mas que serviam pra avaliar ele, até que o cara de repente disse: "Sabe que eu gosto de vir aqui? Não sei por quê, bom, sei sim, mas acho que cê não vai gostar de ouvir, ou talvez sim, vai saber, sou muito curioso e imaginativo, por exemplo, e não se ofenda, adoraria saber de que cor é a calcinha que cê tá usando agora, mas como cê não vai me contar, a Imagino."

Ela não disse nada, ele se levantou e, sem esperar que ela dissesse se tinha terminado, se despediu e foi embora.

Em outro caso, aquilo que ele disse serviria pra determinar que era uma pessoa alterada sexualmente, mas com ele ela não reagia.

Foi pra casa, preparou a comida dos filhos, eles foram dormir, conversou com o marido, e quando foram se deitar, procurou ele pra transar, mas ele acabou dormindo. Meio chateada, foi ao banheiro, levantou a camisola e se olhou a bunda. Arrepiava com as palavras do "depravado" quando ele disse que tinha um pau comprido e bem grosso e que só fazia por trás. Ela quase não lembrava quando tinham feito a bunda nela. Era solteira, porque o marido não gostava de penetrar por ali. Achou que lembrava que foi quando tinha 20 anos, com um namoradinho da época, ou seja, a bunda tava virgem de novo. Tentou pensar que era tudo loucura e foi dormir.

Chegou sexta-feira. Vestiu pela primeira vez um vestido azul que ia até os joelhos, com uma camisa branca por baixo, sapatos de salto alto e foi ao consultório.

O "depravado" estava vestido igual da última vez, mas olhou satisfeito quando a viu assim vestida. Olhou pras pernas dela quando ela sentou e, num movimento, viu um pouco da calcinha. Ela percebeu e abaixou o vestido na hora, e ele disse: "Por que se esconde? É digno de mostrar o que vi. Esses reflexos de se esconder... Você sabe mais que eu, mas com certeza são reflexos. Talvez você queira me mostrar algo e não tem coragem. Não se reprima." Ela respondeu: "Eu analiso aqui. Peço, por favor, que se limite a responder minhas perguntas e guarde suas opiniões."

O cara disse: "Não fique brava, tá bem. Mas não pode me julgar porque eu digo, por exemplo, que agora tenho uma ereção enorme e que se eu levantar vai aparecer. Mas tenho que ir porque tô morrendo de vontade de ir ao banheiro."

Ele se levantou e ela, instintivamente, olhou pro volume do cara, que parecia... Explodir, ele riu e foi pro banheiro, não fechou a porta direito, deixou ela encostada e começou a cagar. Espiou pra fora e viu ela olhando pra lá, riu de novo e fez barulho enquanto continuava cagando. Espiou de novo e ela ainda tava olhando.

Na real, Mônica não entendia como não tinha mandado ele embora depois do que tava vendo. Tava magnetizada, sem reação, e aí o cara levantou nu da cintura pra baixo, abriu a porta e, com ela olhando, bem devagar puxou a calça pra cima. Mas ela conseguiu ver uma coisa enorme, de um comprimento que nunca imaginou e uma grossura que achava que não existia, coroada por uma cabeça gigante, inchada, bem vermelha, e isso deixou ela pasma.

O cara riu de novo, abotoou a calça, se virou, deu descarga e sentou de volta no sofá olhando pra ela.

Mônica nem reagia, tava como se tivesse levado um soco, confusa, e ele disse baixinho, se inclinando na direção dela: "Gostou? Viu que lindo que é? Fala, me diz?"

Ela, sem reação, respondeu: "Terminamos por hoje, até terça." O cara levantou e, antes de ir, falou: "Até terça, e quero que você venha de saia de novo, mais curtinha." E foi embora.

Mônica passou um fim de semana totalmente confusa. Tava distante, e quando o marido perguntou se tava acontecendo alguma coisa, ela disse que não, que era só o trabalho, mas que já tava resolvido.

Na segunda, pensou o dia inteiro no "depravado", e quando chegou terça, quase sem perceber, vestiu um vestido preto que tava meio apertado, por isso quase colado no corpo, marcando de um jeito foda a bunda dela, e colocou um casaco por cima pra esconder, aproveitando que tava um pouco frio.

Quando o cara entrou, seguiu ela até o quarto e falou baixo, mas sabendo que ela ouvia: "Nem imaginava que você tinha uma bunda dessas, preciso de uma noite inteira pra arrebentar ela direitinho." E sentou.

Ela, calada, sentou na poltrona dela, pegou o bloquinho e a caneta e fazia perguntas que nem ela sabia pra quê. Já tinha passado meia hora e o cara falou que ia no banheiro.
Dessa vez deixou a porta toda aberta e começou a cagar olhando fixo pra ela, com uma cara séria, e ela com os olhos grudados nele. Enquanto tava cagando, ele segurou o pau que tava duro igual um tronco e começou a fazer movimentos de punheta, bem devagar.

Ela só olhava, e depois de um tempo ele levantou, sempre com o pau na mão, deu descarga e falou: "Essa merda não tá funcionando direito, não desce tudo. Pode vir dar uma olhada, por favor?" Ela levantou e foi.

O cara se jogou pro lado e fingiu que ia levantar a calça, mas quando ela olhou pro vaso, que não tinha jogado tudo que ele tinha feito, ela apertou o botão de novo e sentiu o tronco encostando na bunda dela e a voz dele dizendo: "Fica assim um segundo que eu gozo e vou embora, não vou fazer nada contigo, não temos tempo. Sexta-feira vem preparada que a gente fica até sábado. Dá um jeito na sua casa, me espera de camisola e pelada por baixo, que me excita te imaginar assim." Ele encostou um pouco, gemeu, e se afastou. Ela não falou nada, saiu, se despediu dele e ficou pensando no que dizer pra família na sexta.

Chegou sexta-feira e ela falou que ia ficar na casa de uma amiga porque tinha que fazer um trabalho em grupo que dava uma grana boa e não queria perder.

Ninguém falou nada, ela nunca fazia coisas estranhas e não levantava suspeitas.

Levou escondida uma camisola rosa transparente que nunca usava e foi.

Chegou no apartamento e ainda não entendia o que tava rolando, como podia estar tão excitada na idade dela, com a vida tão encaminhada, era inexplicável, mas queria ver aquele cara, aquele nojento, por isso tomou banho, colocou uma música e vestiu a camisola só com a calcinha mais pequena que encontrou.

A campainha tocou e ela sentiu um arrepio, tava com medo no fundo, medo de muitas coisas, do cara, do pau dele, da dor, da depravação, de tanta coisa, mas o desejo é muito forte às vezes e ela foi abrir.

O cara quando viu ela daquele jeito... Vestida, ele fixou o olhar nela, fechou a porta, pegou ela pela cintura e, enquanto passava a língua no pescoço dela, sussurrou no ouvido: "Te garanto que dessa noite você nunca mais esquece".

Ele lambia o pescoço dela inteiro, enquanto ela, de olhos fechados, segurava a mão que ele tinha na cintura dela. Quando ela olhou nos olhos dele, viu ele como transformado, parecia um louco e a cara de depravado estava como nunca, os olhos quase injetados de sangue. Ela ficou com medo, lembrou os vampiros que tinha visto na televisão, mas isso talvez fosse pior.

O cara colocou a mão na bunda dela por cima da camisola e apertava, enquanto beijava ela, enfiando a língua comprida quase até a garganta. Ela segurava o pescoço dele e sentiu o volume que encostava na região da buceta.

O cara mandou ela despir ele. Ela desabotoou a camisa dele, tirou, desabotoou o cinto e tirou a calça. Depois, depois de passar a mão no pau por cima da cueca, tirou ela. O cara tirou a camisola dela, se ajoelhou e ficou mais de 15 minutos lambendo a bunda dela por cima da calcinha até tirar ela.

Ficaram meia hora se beijando e ele passando o dedo no cu dela, falando umas putarias tipo: "Você vai embora amanhã com diarreia, vai cagar o dia inteiro do jeito que vou deixar seu cu, não vai conseguir nem sentar, sua filha da puta".

Ela falou que ia no banheiro, entrou e, quando tentou fechar a porta, ele colocou o pé e disse: "Nada de segredos, os dois pra tudo". Ela não falou nada, sentou pra mijar e, enquanto fazia, o cara parou na frente dela, segurou a cabeça dela e enfiou o pau na boca dela.

Mônica abriu bem a boca pra caber, até doeu de tanto esforço, e o cara começou a empurrar tão forte que ela teve ânsia, engasgava, tentando empurrar ele com as mãos.

O cara segurou as mãos dela e disse: "Chupa direito, caralho, não vamos começar com frescura, engole, puta".

Já começou a mostrar a que veio. Ele tava descontrolado, enfiando a pica na boca da Mônica, que parecia que não tava respirando e que a boca dela ia explodir com aquilo dentro.

Ele deixou ela sentada no vaso por um tempão, chupando, e gozou, tampando o nariz dela pra ela engolir, e ela quase se afogou com toda a porra. Quando ele tirou, ela cuspiu e vomitou um monte de porra, ficando segurando a garganta.

Ele ajudou ela a sair do banheiro e levou ela pro sofá grande que vira cama.

Deitou ela e, de joelhos no chão, começou a chupar os peitos dela, mamando os bicos como se quisesse tirar leite.

Ele tava tão vidrado que ela queria arrancar a cabeça dele dali, sentia os bicos irritados do jeito que ele chupava.

Ele deixou os peitos dela em paz depois de quase 45 minutos e olhou nos olhos dela — o olhar dele agora dava medo, parecia transformado — e disse: "Prazer é dor, doutora, é o melhor jeito de satisfação, que doa. Você vai ficar cheia, vai sentir minha pica no seu cu por um bom tempo, vai sofrer, mas vai vir me procurar. Vai doer pra caralho, mas você vai gostar." Ela ficou mais assustada ainda ouvindo aquilo, mas tava entregue e ansiosa — tantos anos de monotonia deixaram ela ansiosa por aquele sujeito perigoso, portador de medo e dor, um ser fantasmagórico e danoso.

Depois de um tempo afagando o cabelo dela e olhando, ele ajeitou ela de quatro na cama, de joelhos, e fez ela se apoiar no encosto do sofá, ou seja, deixou a bunda dela empinada pra fora. Ele se levantou no chão, cuspiu um pouco na mão, passou a saliva na cabeça da pica e cuspiu no buraco do cu da Mônica. Começando a falar coisas irracionais e quase gritando, encostou a cabeça da pica no buraco e começou a pressionar.

Não tava quase lubrificada, somado à apertura do cu dela e ao tamanho grande da cabeça da pica, causaram na Mônica uma dor tão grande que ela gritou, jogando uma mão pra trás pra parar aquela carnificina.

Mas o cara pegou a mão dela e deu um tapa. Tapaço na bunda dela, dizendo "Nada de mão boba, não fica histérica e para de gritar senão os vizinhos vêm", e empurrou mais forte. Ela não queria que entrasse e também tava doendo nele, só colocou uma parte da cabeça e ficou preso, aí tirou e cuspiu mais e tentou de novo e aí sim enfiou a cabeça inteira.

Pra Mônica foi quase o fim, sentiu como se tivesse enfiando um tronco lá atrás, a dor era brutal e ela gritou pra aliviar porque sabia que era só o começo e que o resto ia doer muito mais.

Ele apertou mais e a pica, com muita dificuldade, começou a deslizar, e ela se contorcia de dor, enquanto ele falava "Sente ela dentro do seu cuzão gostoso, sente como ele rasga, vou deixar seu cu na merda, vai levar meu selo aí", e continuou empurrando e travou de novo, tirou ela e passou um creme que achou por ali em cima e meteu sem pena até o fundo. Mônica sentiu que desabava, que a parte de trás inteira tava se partindo, que de repente enfiaram um ferro quente lá até o fundo, achou que ia desmaiar mas ficou lúcida ou quase.

Ela abriu os olhos que pareciam que iam saltar das órbitas e soltou um grito de dor. O cara deixou ela parada ali, toda empalada, e acariciava as costas dela falando um monte de coisa sem sentido e sempre ameaçando de rasgar o cu dela inteiro.

Ficou quase 10 minutos com a pica toda enfiada no cu dela imóvel, olhando pra ela, e aguentando os espasmos de dor dela que tava paralisada, empalada naquela posição.

Depois começou a tirar quase toda e empurrar com tudo pra dentro, batia as bolas na bunda da Mônica, e gritando que não tava bem vazia e que não dava pra trabalhar assim, depois de 15 minutos que ele martirizou ela de empurrão, tirou e falou que ela tinha que tomar uma lavagem, porque assim era pior.

Viu o aparelho ali que a Mônica tinha e começou a preparar. Levou ela pro banheiro e A fez ela se ajoelhar, ela ficou apoiada na banheira, quando a água estava morna encheu o recipiente e colocou a mangueira no cu dela vendo a água começar a descer. Ficou excitado vendo ela se encher de água e quando já tinha entrado um pouco mais de um litro, tirou a mangueira, se ajoelhou atrás dela e quis enfiar assim mesmo.

Mônica, que estava exausta com a água nos intestinos, sentiu a cabeça da pica entrar assim e soltou um grito pedindo pra ele parar, que não aguentava mais. Ele colocou metade da pica pra dentro e deixou ali um tempo dizendo que sentia a água quente na cabeça da pica dele e que isso o deixava louco de prazer.

Depois de um tempo, tirou e ela não aguentou mais, fez uma bagunça ali mesmo, sujando ele e o chão.

O cara sentou ela no vaso pra terminar de fazer, passou o pano e ligou o chuveiro.

Depois que ela terminou, deu descarga e entrou com ela no chuveiro, pra pouco depois enfiar no cu dela em pé debaixo da água.

Era um suplício pra pobre Mônica, que estava apoiada nos azulejos da parede enquanto o cara bombava ela com tudo, gritando que tinha aberto aquele cu gostoso e que agora era dele. Ele meteu por quase uma hora por trás até enterrar tudo, e logo depois gozou dentro.

Ela estava destruída, não reagia, sentia o cu explodindo de dor, e com muito esforço chegou na cama e ficou estirada.

O cara deitou do lado dela e ficou sussurrando besteiras enquanto enfiava um dedo na buceta dela.

Mônica dormiu, não sabe por quanto tempo, porque acordou quando ouviu a campainha.

Meio sonolenta, viu com terror que o cara foi abrir e apareceu outro cara. Ela reconheceu porque era um mendigo do bairro que dormia na praça. Alto, barbudo, desleixado, sujo. Não tentou dizer nada, só chorou porque tinha medo da reação do "depravado", e ele, vendo ela chorar, disse: "Não fica assim, mandei ele vir porque Eu sozinho não dou conta, você tem corpo demais pra mim só. E tem que deixar esse seu cu bem aberto. Agora quero que vocês se conheçam e se curtam um pouco, vem cá, irmãozinho, vem comer essa gostosa. O outro tava parado olhando a bunda da Mónica como se tivesse hipnotizado, deu um sorriso mostrando a boca sem dentes e foi até onde ela tava, ajoelhou do lado dela e com uma mão tocou a bunda nua dela e foi com a boca buscar a dela.

Beijou ela enquanto acariciava a bunda dela e depois de um tempo tava tipo tremendo de nervoso e começou a se despir sob o olhar do depravado que tava sentado no sofá individual.

E aí ele tirou um aparelho especial, um pouco mais fino que o depravado mas de um comprimento terrível, como disse o depravado sentado fumando e com um sorriso debochado, "Uma linda cobra pra picar o cuzinho". E a cobra picou, começou a meter e a Mónica já tava desorientada, e entrava que parecia não ter fim, tudo sob o olhar de aprovação do depravado que assistia a cena bem divertido. O cara empurrava pra dentro e a Mónica agora gritou e tentou dar um tapa nele, então o depravado segurou as mãos dela desaprovando a atitude dela. O cara continuou metendo até não aguentar mais e logo, gritando a cada bombada, começou a foder com força e velocidade o pobre cu dela que já tava todo arrombado e indefeso.

Os dois gritavam, ele por causa das metidas e ela de dor, mais o depravado que zoava ela gritando igual.

Passou meia hora e o cara enterrou na buceta dela, a Mónica também gritou no começo, mas depois sentiu um certo prazer e se mexia com as poucas forças que tinha.

Depois de mais de uma hora de sessão, ele gozou dentro, tirou e colocou na boca dela, mas logo o depravado se ajeitou e enfiou de novo no cu dela.

Deu mais uma hora, e mesmo com o cu já todo arrebentado, a Mónica chorava, não sei se de dor ou de cansaço.

Eles se revezaram pra foder ela a noite toda e até as 10 da No dia seguinte, quando foram embora, deixaram ela na cama.

Quando conseguiu, sem medir o tempo, se levantou, se vestiu e foi pra casa dela.

Escondeu da melhor forma que pôs o estado dela, tava com dificuldade pra andar, e uma diarreia do caralho fazia ela ir no banheiro direto, desculpa que usou pra se justificar com a família.

No outro dia, foi no tribunal com o laudo, quando o secretário leu, olhou pra ela e falou "Mas, com isso aí a gente tem que pedir desculpas pra ele, não quero discutir com você, mas isso...", ela disse que foi objetiva, e o secretário não perguntou mais nada.

Absolveram ele, e ela se culpa por isso, mas no fundo espera encontrar ele de novo.

2 comentários - extranio magnetismo

wxk757
ahora tienen un blog se llama http://relatosgusbecker.blogspot.com.ar/?zx=321b3f3c5e771c6f
JCNTOP
si los sigo y espero escribanla segunda parte obvio no les llego ni a los talones con el relato que escribi