Tudo começou há três anos, quando me mudei para a casa dos meus tios e seus dois filhos para começar a faculdade. A confiança que eu tinha com eles era enorme, já que desde criança éramos muito unidos. Meus dois primos são gêmeos (um homem e uma mulher) e têm um ano a menos que eu, na época 16. Meu tio (irmão da minha mãe), um homem que tem meu total respeito e admiração, tem 47 anos, muito trabalhador e sacrificado pela família para que nunca faltasse nada, apesar de tudo sempre foi um cachorro e nunca desperdiçou nenhuma oportunidade para trair a esposa (uma das razões pelas quais o admiro). Minha tia é uma mulher que, para ter 46 anos, é muito atraente e está perfeitamente conservada, é morena, de olhos escuros e cabelo castanho, um corpo escultural com uma bunda grande e firme, e seus seios operados, grandes e suculentos.
Um ano depois da minha chegada à casa dos meus tios, pude notar que o casamento deles não estava passando pelo melhor momento, e apesar de tudo eles iam levando da melhor maneira possível. Meu tio, na menor oportunidade possível, escapava com alguma conhecida para trair, era muito aberto comigo e podíamos falar sobre qualquer assunto, ele me contava com detalhes todos os seus encontros, e mais de uma vez ele organizava encontros com alguma de suas amigas para que eu transasse com elas. Ao mesmo tempo, minha tia, que não era tão aberta comigo, também não desperdiçava nenhuma oportunidade para ter encontros com outros homens, e mesmo que ela não dissesse, meus primos e eu sabíamos perfeitamente.
Aproximadamente um ano e meio depois da minha chegada, minha tia começou a se sentir insatisfeita com seu trabalho e resolveu dar entrada nos papéis da sua aposentadoria, que foi concedida imediatamente. Isso significava que ela passaria mais tempo em casa enquanto meu tio estava no trabalho. Ela é daquelas pessoas que sempre se veste de maneira esportiva (mesmo nunca fazendo exercícios, coisa que ela nem precisa), e parece que Quanto mais justas forem as calças dela, melhor para ela (e para mim também). Eu, que sempre fui muito ativo sexualmente, aproveitava qualquer oportunidade em que estava sozinho em casa para entrar no quarto dela, pegar sua roupa íntima (ela só usa fio dental) e me masturbar com os cheiros e sabores que ficavam impregnados nelas.
Depois de um tempo praticando isso religiosamente todo dia (às vezes até duas punhetas por dia), comecei a achar insuficiente só roubar as peças íntimas dela enquanto ainda estavam úmidas e me masturbar com elas. Então, comecei a entrar de surpresa no quarto dela sempre que ela ia tomar banho, só para apreciar sua nudez e poder acompanhar essas imagens com o cheiro das roupas úmidas na hora de me masturbar.
Um dia, eu estava sozinho em casa e minha namorada (de 3 meses) aproveitou para passar em casa e ficarmos juntos um pouco. Subimos para o meu quarto para passar o tempo, uma coisa levou à outra e acabamos transando. Enquanto isso acontecia, sem eu perceber, minha tia chegou em casa e, como não respondemos quando ela chamou, subiu para o meu quarto e nos pegou, eu e minha namorada, no meio do ato. Ela ficou paralisada, nos encarando, e bateu a porta de repente. Minha namorada, que era muito tímida, ficou travada com essa interrupção e não quis continuar (algo compreensível). Nos vestimos rápido e descemos para que ela pudesse ir para casa. Nos despedimos na porta da casa, e eu rapidamente subi para falar com minha tia e me desculpar com ela.
Abri a porta do quarto dela e a vi deitada na cama lendo um livro. Ao me ver na porta, ela me convidou a entrar, fechou o livro e me disse para sentar na cama. Entrei, fechei a porta e me sentei de forma que ficamos frente a frente. Ficamos em silêncio por um tempo, até que finalmente me preparei para pedir desculpas pelo que havia acontecido. Ela me interrompeu e disse que não era necessário me desculpar com ela, já que... Era algo normal que eu transasse com minha namorada em casa (desde o início me disseram que aquela seria minha casa e que eu deveria me sentir à vontade para fazer qualquer coisa). Enquanto conversávamos, não pude evitar notar que ela havia tirado a roupa e colocado um camisolão de seda, sem nenhuma calcinha. Depois de um tempo em que eu não tirava os olhos do seu decote, de onde uma boa parte dos seus seios aparecia, ela sorriu e me disse, meio de brincadeira, que eu não deveria me contentar só em olhar, que também podia tocar. Hesitei um pouco, mas no final me joguei e, esticando a mão, consegui tocar os seios com os quais tanto tinha fantasiado por quase dois anos. Passaram-se alguns minutos de toques tímidos e, embora eu não tivesse percebido, ela notou que no meu short esportivo dava para ver que eu estava com uma ereção forte. Ao ver isso, ela ficou um pouco mais séria e disse que teríamos que parar por ali. Desanimado, saí do quarto dela com a imagem dos seus peitões ainda gravada na minha mente e, muito a contragosto, acabei me masturbando no banheiro.
Passaram-se os meses, e eu ainda obcecado com os peitos dela. Embora os da minha namorada fossem lindos (grandes e redondos, cheios de sardas, e com mamilos pequenos e rosados), não conseguia tirar da cabeça aqueles peitos morenos que sempre estiveram nas minhas fantasias. Um dia, meu tio me comentou que planejou uma viagem "de trabalho" com uma colega do escritório e que ficaria fora de casa por cerca de duas semanas. Por coincidência, meus primos teriam uma viagem de campo com a escola por 10 dias. Isso significava que eu ficaria sozinho em casa com minha tia durante 10 DIAS. Nossa relação não tinha mudado muito desde aquele encontro no quarto dela, mas eu continuava secretamente entrando no seu quarto e roubando suas roupas íntimas para me masturbar, já que essa era a única maneira que eu conseguia gozar (nem mesmo o sexo com minha namorada me satisfazia mais).
Finalmente chegou o dia em que meus primos... eles tinham que ir para a viagem escolar (meu tio já tinha viajado 3 dias antes). Às 5:30 da manhã minha tia me acordou e pediu que a acompanhasse para levá-los, já que ela tinha passado a noite em claro e estava muito cansada para dirigir, mas mesmo assim queria se despedir deles. Subimos todos no carro e eu dirigi uns 15 minutos até chegarmos na escola deles. Descemos todos enquanto se organizavam e entravam nos ônibus que os levariam ao aeroporto. Às 7 da manhã os ônibus já cheios partiram, e só ficaram os pais dos alunos. Minha tia e eu subimos no carro, perguntei se ela queria ir tomar café da manhã e conversar um pouco, ela disse que sim e fomos a um restaurante próximo. Ficamos um tempo comendo e decidimos ir para a praia, já que era sábado. Fomos para casa, nos trocamos e saímos.
Enquanto eu dirigia, ela lia uma revista que tinha acabado de comprar. De repente, ela levantou o olhar, me encarou e disse: "até que finalmente ficamos sozinhos, depois daquele dia no meu quarto". Dito isso, ela levou minha mão até suas coxas e colocou a dela sobre meu pau, que já nesse ponto tinha alcançado a ereção total. Ficamos nos masturbando mutuamente durante todo o caminho até a praia. Percebendo suas intenções, levei-nos a uma praia quase desconhecida, que naquela hora devia estar vazia, e como imaginei, ao chegarmos éramos os únicos lá. Baixamos as bolsas do carro e caminhamos até a areia. Colocamos algumas toalhas e nos deitamos.
Depois de um tempo só nos olhando em silêncio, decidi que era hora de fazer algo. Então me apoiei na areia e comecei a beijá-la, movendo meus lábios desde sua boca até seu pescoço, depois descendo pelo seu ventre até chegar na sua virilha, que já estava começando a ficar molhada. Tirei a parte de baixo do seu maiô e comecei a beijar os lábios de sua deliciosa e suculenta buceta, fazendo sucção no seu clitóris e penetrando-a com minha língua até sentir seu corpo estremecer e ela alcançar o orgasmo. Ela me pediu para penetrá-la, e mesmo estando sozinhos na praia, não tive coragem de fazer ali, então sugeri que entrássemos na água. Lá dentro, a levantei e coloquei na altura da minha cintura, sem hesitar por um segundo a penetrei enquanto lambia os mamilos dos seus peitos. Ficamos um bom tempo nos movendo no ritmo das ondas, até que de repente vimos três carros se aproximando e descarregando suas coisas na praia. Decidimos ir para casa terminar o que havíamos começado.
Já no carro, começamos a conversar (sobre qualquer coisa insignificante), até que ela se armou de coragem e me disse que estava pensando em deixar meu tio. Eu, tolamente, perguntei se ela ia deixá-lo por mim. Ela riu e disse que não, mas que precisava de mim para criar uma desculpa para se divorciar (queria engravidar e dizer ao meu tio que o filho não era dele). Aceitei, desde que ninguém jamais soubesse que eu a havia ajudado. Sorrindo de satisfação, ela me beijou e então começou a me masturbar enquanto se tocava para mim.
Chegamos em casa já sem conseguir segurar a vontade, subimos para o quarto dela, onde ela se apoiou de quatro na cama e me pediu para comê-la pelo cu. Ao ver aquele espetáculo de mulher, não me contive e enfiei tudo de uma vez. Ela soltou um uivo de dor misturado com prazer, começou a mover seus quadris largos com um vai e vem e ritmo que só uma experiente sabe fazer. Pedi que ela se virasse para eu poder apreciar seu rosto, que já refletia o que estava acontecendo dentro dela. Abriu as pernas e a penetrei até ela ter um orgasmo, me banhando completamente com seus fluidos. Com isso, não pude me segurar mais. Ela me pediu para gozar dentro, e assim fiz, enchendo-a até a última gota do esperma quente e grosso que tanto havia esperado por aquele corpo.
Os dias seguintes não foram muito diferentes deste. Durante todo o dia, ficávamos um em cima do outro, com sessões de sexo que podiam durar horas até ficarmos exaustos, e dormíamos juntos na cama dela como um casal. Depois dessas férias sexuais, ela me contou que tinha decidido não se divorciar do meu tio, mas que mesmo assim queria ter um filho (meu), e eu não recusei. Aproveitávamos cada oportunidade que tínhamos de ficar sozinhos para ficarmos juntos. Alguns meses atrás, ela me surpreendeu dizendo que estava grávida de 4 meses. Meu tio, inocente sobre o que vinha acontecendo entre nós, organizou uma celebração com amigos e família pelo SEU novo filho.
Agora eu, com 20 anos, vou ser pai do bebê da minha tia de 49 anos. Embora me sinta um pouco mal por mentir para o meu tio dessa maneira, não tenho coragem de contar tudo para ele. Enquanto isso, minha namorada e eu continuamos tão "apaixonados" quanto sempre, e estamos há 1 ano de relacionamento sem que ela saiba nada sobre meu caso paralelo com a minha tia.
Um ano depois da minha chegada à casa dos meus tios, pude notar que o casamento deles não estava passando pelo melhor momento, e apesar de tudo eles iam levando da melhor maneira possível. Meu tio, na menor oportunidade possível, escapava com alguma conhecida para trair, era muito aberto comigo e podíamos falar sobre qualquer assunto, ele me contava com detalhes todos os seus encontros, e mais de uma vez ele organizava encontros com alguma de suas amigas para que eu transasse com elas. Ao mesmo tempo, minha tia, que não era tão aberta comigo, também não desperdiçava nenhuma oportunidade para ter encontros com outros homens, e mesmo que ela não dissesse, meus primos e eu sabíamos perfeitamente.
Aproximadamente um ano e meio depois da minha chegada, minha tia começou a se sentir insatisfeita com seu trabalho e resolveu dar entrada nos papéis da sua aposentadoria, que foi concedida imediatamente. Isso significava que ela passaria mais tempo em casa enquanto meu tio estava no trabalho. Ela é daquelas pessoas que sempre se veste de maneira esportiva (mesmo nunca fazendo exercícios, coisa que ela nem precisa), e parece que Quanto mais justas forem as calças dela, melhor para ela (e para mim também). Eu, que sempre fui muito ativo sexualmente, aproveitava qualquer oportunidade em que estava sozinho em casa para entrar no quarto dela, pegar sua roupa íntima (ela só usa fio dental) e me masturbar com os cheiros e sabores que ficavam impregnados nelas.
Depois de um tempo praticando isso religiosamente todo dia (às vezes até duas punhetas por dia), comecei a achar insuficiente só roubar as peças íntimas dela enquanto ainda estavam úmidas e me masturbar com elas. Então, comecei a entrar de surpresa no quarto dela sempre que ela ia tomar banho, só para apreciar sua nudez e poder acompanhar essas imagens com o cheiro das roupas úmidas na hora de me masturbar.
Um dia, eu estava sozinho em casa e minha namorada (de 3 meses) aproveitou para passar em casa e ficarmos juntos um pouco. Subimos para o meu quarto para passar o tempo, uma coisa levou à outra e acabamos transando. Enquanto isso acontecia, sem eu perceber, minha tia chegou em casa e, como não respondemos quando ela chamou, subiu para o meu quarto e nos pegou, eu e minha namorada, no meio do ato. Ela ficou paralisada, nos encarando, e bateu a porta de repente. Minha namorada, que era muito tímida, ficou travada com essa interrupção e não quis continuar (algo compreensível). Nos vestimos rápido e descemos para que ela pudesse ir para casa. Nos despedimos na porta da casa, e eu rapidamente subi para falar com minha tia e me desculpar com ela.
Abri a porta do quarto dela e a vi deitada na cama lendo um livro. Ao me ver na porta, ela me convidou a entrar, fechou o livro e me disse para sentar na cama. Entrei, fechei a porta e me sentei de forma que ficamos frente a frente. Ficamos em silêncio por um tempo, até que finalmente me preparei para pedir desculpas pelo que havia acontecido. Ela me interrompeu e disse que não era necessário me desculpar com ela, já que... Era algo normal que eu transasse com minha namorada em casa (desde o início me disseram que aquela seria minha casa e que eu deveria me sentir à vontade para fazer qualquer coisa). Enquanto conversávamos, não pude evitar notar que ela havia tirado a roupa e colocado um camisolão de seda, sem nenhuma calcinha. Depois de um tempo em que eu não tirava os olhos do seu decote, de onde uma boa parte dos seus seios aparecia, ela sorriu e me disse, meio de brincadeira, que eu não deveria me contentar só em olhar, que também podia tocar. Hesitei um pouco, mas no final me joguei e, esticando a mão, consegui tocar os seios com os quais tanto tinha fantasiado por quase dois anos. Passaram-se alguns minutos de toques tímidos e, embora eu não tivesse percebido, ela notou que no meu short esportivo dava para ver que eu estava com uma ereção forte. Ao ver isso, ela ficou um pouco mais séria e disse que teríamos que parar por ali. Desanimado, saí do quarto dela com a imagem dos seus peitões ainda gravada na minha mente e, muito a contragosto, acabei me masturbando no banheiro.
Passaram-se os meses, e eu ainda obcecado com os peitos dela. Embora os da minha namorada fossem lindos (grandes e redondos, cheios de sardas, e com mamilos pequenos e rosados), não conseguia tirar da cabeça aqueles peitos morenos que sempre estiveram nas minhas fantasias. Um dia, meu tio me comentou que planejou uma viagem "de trabalho" com uma colega do escritório e que ficaria fora de casa por cerca de duas semanas. Por coincidência, meus primos teriam uma viagem de campo com a escola por 10 dias. Isso significava que eu ficaria sozinho em casa com minha tia durante 10 DIAS. Nossa relação não tinha mudado muito desde aquele encontro no quarto dela, mas eu continuava secretamente entrando no seu quarto e roubando suas roupas íntimas para me masturbar, já que essa era a única maneira que eu conseguia gozar (nem mesmo o sexo com minha namorada me satisfazia mais).
Finalmente chegou o dia em que meus primos... eles tinham que ir para a viagem escolar (meu tio já tinha viajado 3 dias antes). Às 5:30 da manhã minha tia me acordou e pediu que a acompanhasse para levá-los, já que ela tinha passado a noite em claro e estava muito cansada para dirigir, mas mesmo assim queria se despedir deles. Subimos todos no carro e eu dirigi uns 15 minutos até chegarmos na escola deles. Descemos todos enquanto se organizavam e entravam nos ônibus que os levariam ao aeroporto. Às 7 da manhã os ônibus já cheios partiram, e só ficaram os pais dos alunos. Minha tia e eu subimos no carro, perguntei se ela queria ir tomar café da manhã e conversar um pouco, ela disse que sim e fomos a um restaurante próximo. Ficamos um tempo comendo e decidimos ir para a praia, já que era sábado. Fomos para casa, nos trocamos e saímos.
Enquanto eu dirigia, ela lia uma revista que tinha acabado de comprar. De repente, ela levantou o olhar, me encarou e disse: "até que finalmente ficamos sozinhos, depois daquele dia no meu quarto". Dito isso, ela levou minha mão até suas coxas e colocou a dela sobre meu pau, que já nesse ponto tinha alcançado a ereção total. Ficamos nos masturbando mutuamente durante todo o caminho até a praia. Percebendo suas intenções, levei-nos a uma praia quase desconhecida, que naquela hora devia estar vazia, e como imaginei, ao chegarmos éramos os únicos lá. Baixamos as bolsas do carro e caminhamos até a areia. Colocamos algumas toalhas e nos deitamos.
Depois de um tempo só nos olhando em silêncio, decidi que era hora de fazer algo. Então me apoiei na areia e comecei a beijá-la, movendo meus lábios desde sua boca até seu pescoço, depois descendo pelo seu ventre até chegar na sua virilha, que já estava começando a ficar molhada. Tirei a parte de baixo do seu maiô e comecei a beijar os lábios de sua deliciosa e suculenta buceta, fazendo sucção no seu clitóris e penetrando-a com minha língua até sentir seu corpo estremecer e ela alcançar o orgasmo. Ela me pediu para penetrá-la, e mesmo estando sozinhos na praia, não tive coragem de fazer ali, então sugeri que entrássemos na água. Lá dentro, a levantei e coloquei na altura da minha cintura, sem hesitar por um segundo a penetrei enquanto lambia os mamilos dos seus peitos. Ficamos um bom tempo nos movendo no ritmo das ondas, até que de repente vimos três carros se aproximando e descarregando suas coisas na praia. Decidimos ir para casa terminar o que havíamos começado.
Já no carro, começamos a conversar (sobre qualquer coisa insignificante), até que ela se armou de coragem e me disse que estava pensando em deixar meu tio. Eu, tolamente, perguntei se ela ia deixá-lo por mim. Ela riu e disse que não, mas que precisava de mim para criar uma desculpa para se divorciar (queria engravidar e dizer ao meu tio que o filho não era dele). Aceitei, desde que ninguém jamais soubesse que eu a havia ajudado. Sorrindo de satisfação, ela me beijou e então começou a me masturbar enquanto se tocava para mim.
Chegamos em casa já sem conseguir segurar a vontade, subimos para o quarto dela, onde ela se apoiou de quatro na cama e me pediu para comê-la pelo cu. Ao ver aquele espetáculo de mulher, não me contive e enfiei tudo de uma vez. Ela soltou um uivo de dor misturado com prazer, começou a mover seus quadris largos com um vai e vem e ritmo que só uma experiente sabe fazer. Pedi que ela se virasse para eu poder apreciar seu rosto, que já refletia o que estava acontecendo dentro dela. Abriu as pernas e a penetrei até ela ter um orgasmo, me banhando completamente com seus fluidos. Com isso, não pude me segurar mais. Ela me pediu para gozar dentro, e assim fiz, enchendo-a até a última gota do esperma quente e grosso que tanto havia esperado por aquele corpo.
Os dias seguintes não foram muito diferentes deste. Durante todo o dia, ficávamos um em cima do outro, com sessões de sexo que podiam durar horas até ficarmos exaustos, e dormíamos juntos na cama dela como um casal. Depois dessas férias sexuais, ela me contou que tinha decidido não se divorciar do meu tio, mas que mesmo assim queria ter um filho (meu), e eu não recusei. Aproveitávamos cada oportunidade que tínhamos de ficar sozinhos para ficarmos juntos. Alguns meses atrás, ela me surpreendeu dizendo que estava grávida de 4 meses. Meu tio, inocente sobre o que vinha acontecendo entre nós, organizou uma celebração com amigos e família pelo SEU novo filho.
Agora eu, com 20 anos, vou ser pai do bebê da minha tia de 49 anos. Embora me sinta um pouco mal por mentir para o meu tio dessa maneira, não tenho coragem de contar tudo para ele. Enquanto isso, minha namorada e eu continuamos tão "apaixonados" quanto sempre, e estamos há 1 ano de relacionamento sem que ela saiba nada sobre meu caso paralelo com a minha tia.
6 comentários - Mi Tía (Politica) y Yo vamos a tener un bebé (REAL)