História gostosa de mãe e filho

De novo navegando pela web em busca de contos pornô, me deparei com este que é um post excelentíssimo de incesto entre mãe e filho... espero que vocês gostem...



Quero contar pra vocês uma história de sexo entre parentes, a história de sexo com a minha mãe.

Li muitas histórias que dizem ser reais, não duvido, mas quero que saibam que essa é 100% real e que, óbvio, mudei alguns detalhes pra ninguém reconhecer os protagonistas: minha mãe e eu.

Hoje tenho 21 anos, e o que vou contar aconteceu quando eu tinha 18, faz 3 anos. Foram três anos de uma relação muito forte e intensa, a ponto de ainda mantermos a mesma pegada do começo. Mais que isso, estamos pensando seriamente em mudar pra um lugar onde ninguém nos conheça e começar uma vida de casal sem que o povo fique apontando ou fofocando.

Meus pais, depois de 16 anos de casados, se divorciaram. O casamento já tava indo pro buraco há anos, e foi o melhor que puderam fazer por eles e por mim, que tava no meio de uma relação muito complicada.

Meu pai foi um inútil a vida inteira. Quando jovem, era sustentado pelos meus avós, e depois de casado, pela minha mãe.

Ela aguentou a vagabundagem dele, a falta de amor pela família e as traições constantes até que um dia falou: chega.

Minha mãe trabalhou o casamento inteiro pra sustentar nós três, e só terminou a relação quando um dia, eu com 15 anos, perguntei quando ela ia se separar dele.

Naquele dia, minha mãe entendeu que o motivo pra aguentar aquilo já não existia mais e tomou a decisão de se divorciar.

Meu pai aceitou sem reclamar, acho que até com alegria, já que tirava um peso das costas. Depois do divórcio, foi pra Espanha e nunca mais ouvimos falar dele.

No começo, foi difícil. Não na parte financeira, porque minha mãe era quem sustentava a casa e continuava com o emprego dela. Foi difícil pela mudança que a situação trouxe pras nossas vidas.

Felizmente, eu não via nem ouvia mais discussões em casa. Minha mãe, depois de superar o primeiro momento, começou a ter uma vida... social mais ampla e tínhamos melhorado ainda mais nosso diálogo. Compartilhávamos longas conversas, passeios no cinema e espetáculos, refeições fora de casa e até ela me acompanhava nos meus torneios de tênis, esporte que pratico desde pequeno.

Mamãe hoje é uma mulher de 41 anos, mais alta, esbelta, com umas pernas muito gostosas que raramente mostrava, já que sua roupa preferida eram as calças. Cabelo comprido até os ombros e castanho claro. Olhos grandes e castanhos. Três vezes por semana vai à academia.

Resumindo, era uma mulher que os homens viravam para olhar quando passava.

Eu tenho 1,80m de altura e peso 78kg, meu corpo é harmonioso por causa do esporte que pratico, meu cabelo é da mesma cor que o da minha mãe e meus olhos são azuis.

No ano em que completei 18 anos e como prêmio pela minha formatura do ensino médio, minha mãe me deu nossas primeiras férias em anos.

Na primeira semana de janeiro daquele ano, partimos para Mar del Plata, nos hospedando em um hotelzinho charmoso de duas estrelas, bem perto da praia e a poucas quadras do centro.

Chegamos perto do meio-dia e nos colocaram num quarto bonito com duas camas de solteiro separadas por um criado-mudo e um banheiro. Tudo muito iluminado.

O dia estava lindo e o sol batia forte, então decidimos nos trocar e ir para a praia próxima para aproveitar ao máximo nossas férias.

Minha mãe sempre foi muito recatada e era raro vê-la de lingerie andando pela casa, eu era mais desencanado e não tinha problema nenhum em andar de sunga minúscula.

Nunca me passou pela cabeça espiar ela pelada, minha vida sexual era ativa, desde que tive minha primeira transa aos 14 anos nunca me faltou sexo, as garotas não morriam por mim, mas também não me rejeitavam.

Naquele meio-dia, vi minha mãe ficar de lingerie com um conjunto de sutiã e calcinha de renda branca que insinuava muito, mas não deixava ver nada. Peguei o biquíni dela na mala e ela foi pro banheiro, onde se trancou pra trocar de roupa. Aproveitei esse momento pra me despir e vestir o short. Quando mamãe saiu do banheiro, eu já tava pronto. O biquíni que ela colocou mostrava ainda menos que o conjunto de lingerie que ela tava usando antes. Ela vestiu uma camiseta, pegou a bolsa de praia e fomos pra praia.

Passamos a tarde toda lá, conversando sobre um monte de coisas banais e também sobre coisas pessoais. Assim, fiquei sabendo que, depois do meu pai, mamãe não tinha saído com nenhum homem, mesmo tendo recebido convites de algum colega no trabalho.

Segundo ela, quem se queimou com porra, quando vê uma vaca chora.

Ela achava que a vida de mulher dela tinha acabado com meu pai, só restava terminar de me criar e depois ser avó.

— Mamãe, você ainda é jovem e eu, como filho, não veria problema em você refazer sua vida. Sei que papai não te tratou nada bem e que você tem direito de ser feliz.

— Minha felicidade é te ver feliz e tranquilo, meu filho.

E assim passou a tarde.

Voltamos pro hotel pra tomar banho, trocar de roupa e ir jantar, já quase de noite. A tarde tinha sido muito agradável.

Mamãe foi a primeira a tomar banho, saindo do banheiro só de lingerie, um conjunto parecido com o que eu tinha visto de manhã, mas num vermelho vibrante.

Zooei ela, dizendo que como ela ia se aposentar de mulher, qualquer homem que te visse vestida assim te estupraria.

— Você é um homem e não tá tentando me estuprar — respondeu ela, rindo.

— Continua assim e a gente não volta pra Bs. As. do mesmo jeito que veio.

Ela riu, meu comentário a divertiu.

Fui tomar banho e fiquei pensando em como tinha visto minha mãe, e pela primeira vez, ao pensar nela, tive uma ereção. Se isso continuasse assim, os 15 dias de férias iam ser difíceis.

Saí do banho vestido só de cueca, e com uma... normal
ereção. Minha mãe me viu, mas não fez nenhum comentário.

Ela já tinha se vestido com uma calça de tecido fino vermelha e
uma regata justa combinando que marcava os peitos dela.

Jantamos num restaurante perto do hotel, ela pediu uma
garrafa de vinho pra comemorar nossas primeiras férias em muitos anos. O
calor da noite, a comida e a alegria de como estávamos nos divertindo fizeram a gente
terminar a garrafa.

Depois do jantar, minha mãe me convidou pra tomar um café numa
confeitaria perto do hotel. Junto com o café, mamãe pediu também um licor
de limão que serviam bem gelado e ela tomou de um gole só. Era
suave, mas com muito álcool.

Quando saímos da confeitaria, a brisa do mar bateu na
gente e deixou minha mãe meio tonta. Ela ria à toa e as pernas
pesavam. Eu segurei ela pela cintura e levei pro hotel. Ela não tava bêbada, só
alegre.

Quando chegamos no quarto, deitei ela na cama dela e, como
pude, tirei os sapatos, a calça e a regata, ficou só de calcinha e
sutiã. Aquela calcinha e sutiã vermelhos que tinham me deixado louco umas horas
antes.

Eu também me despi e deitei do lado dela, acariciando
os cabelos dela. Assim, acabei dormindo.

Acordamos perto das 9 da manhã, estávamos na
mesma cama, eu abraçava ela por trás e com uma mão segurava um dos
peitos dela. Como acontecia sempre, amanheci com uma ereção enorme, meu
pau tava encostado na bunda dela e ela não podia deixar de sentir. Fiquei com
muita vergonha, levantei na hora e fui pro banheiro, tentaria fazer
minhas necessidades pra ver se baixava. Não adiantou, tentei um
último recurso, a masturbação, deu resultado mas pra minha surpresa a musa
inspiradora foi minha mãe no conjunto de lingerie vermelha. Era a primeira vez que
fazia essa homenagem pra minha mãe.

Depois de um tempo, saí do banheiro já mais Tranquilo, mãe ainda tava na cama, agora esticada e de barriga pra cima, as pernas abertas deixavam ver um pouco de pelo pubiano saindo pela lateral da calcinha fio dental. Fiquei olhando aquela cena e de novo tive uma ereção. Dessa vez não sabia como baixar, me vesti rápido e falei pra mãe que esperava ela lá embaixo pra tomar café.

Ela desceu um tempo depois com uma puta dor de cabeça por causa da ressaca da noite anterior, não lembrava de quase nada, tive que contar tudo, até como tive que despir ela. Ela ficou vermelha de vergonha.

Me perguntou se tinha sonhado ou se a gente tinha dormido junto, quando respondi que sim, ela ficou ainda mais vermelha.

O dia amanheceu nublado, não dava pra praia, então aproveitamos pra caminhar pela cidade, depois almoçar e, a pedido dela, tirar um cochilo pra ficar bem pra noite, já que ela tava a fim de ir a uma confeitaria onde pudéssemos ouvir música e dançar. Mãe é apaixonada por ritmos caribenhos.

Fizemos isso, depois do almoço fomos pro hotel tirar aquele cochilo desejado.

Mal entramos no quarto, eu me despi e fiquei só de cueca, deitei na minha cama. Mãe foi pro banheiro e saiu com a camisola curta de seda que deixava ver os peitos sem mostrá-los. Deitou na cama dela e começamos a conversar.

A conversa ficou muito agradável e eu fui pros pés da cama dela, sentando ali pra continuar falando. Isso era comum em Buenos Aires, o que não era comum é que de novo, entre as pernas abertas dela, eu podia ver os pelinhos saindo pela lateral da calcinha fio dental branca agora.

Igual de manhã, meu pau ficou duro de novo, marcando um volume grande demais na frente.

Mãe percebeu e não disse nada, só fechou as pernas e o espetáculo acabou.

A conversa terminou, coisa que agradeci, porque se continuasse ia acabar mal.

Levantamos perto das 18h e saímos pra caminhar até Hora do jantar.

Voltamos pro hotel pra tomar banho e trocar de roupa, assim dando início ao nosso programa noturno.

Depois do jantar, que a gente fez com água e refrigerante por causa da experiência da noite anterior, fomos pra uma confeitaria onde tocava música mais da época da mamãe.

O clima era de alegria, tinha um conjunto musical tocando músicas dos mais diversos ritmos, o pessoal saía pra dançar com animação.

Convidei a mamãe pra dançar um som de salsa que ela adora, ela não hesitou nem um segundo e rapidinho estávamos no meio da pista. Mais dois sons no mesmo ritmo vieram, até que começou uma música melódica. Ofereci pra voltarmos pra mesa, mas ela disse que tava se divertindo pra caralho e queria continuar dançando com o homem dela.

Abracei ela e começamos a dançar.

A música e minha falta de experiência nesse tipo de melodia fizeram com que eu colasse no corpo da mamãe, o contato e o perfume da pele dela me deram uma ereção que eu não conseguia evitar nem disfarçar. Meu pau tava encostado na barriga dela e ela não tinha como não sentir. Eu tava morrendo de vergonha, era minha mãe e eu tava ficando de pau duro, tinha medo da reação dela.

Ela fez de conta que nada tava rolando, ficou na mesma posição até o fim da música. Quando acabou, falei de novo pra voltarmos pra mesa e ela disse de novo que não, que tava adorando e não queria sentar.

Rezei pra vir um som mais animado, mas o homem propõe e Deus dispõe, a música foi ainda mais melódica. Eu não aguentava mais, minha mãe percebeu e no meu ouvido perguntou o que tava rolando.

Não sei que desculpa idiota eu dei.

Ela respondeu: vamos, que eu tô te sentindo.

Mãe, eu não sou de ferro e você é uma mulher.

Gabriel, sou sua mãe.

Já sei que você é minha mãe e eu seu filho, mas sou um homem e você uma mulher.

Te proponho uma coisa: vamos sentar e nos acalmar.

Era exatamente o que eu queria.

Então Vamos
Nos sentamos e ela, com habilidade, mudou de assunto e me distraiu.

Não saímos mais para dançar.

Quando saímos da confeitaria, foi ela quem puxou o assunto.

— Gabriel, hoje notei que você ficou alterado enquanto conversávamos no quarto. Esta manhã você acordou num estado parecido e agora de novo. O que está acontecendo com você?

— Mãe, não sei o que está acontecendo comigo. Me perdoa pelo que vou te dizer. Até dois dias atrás, você era minha mãe, mas depois de te ver deitada na cama com aquele conjunto de fio dental e sutiã, não sei o que me dá. Eu te vejo como uma mulher, uma mulher espetacular. Me perdoa, eu sei que isso é errado, mas é mais forte do que eu.

— Gabriel, não me incomoda que você me veja desse jeito. Pelo contrário, me lisonjeia como mulher e levanta minha autoestima, que seu pai tratou de derrubar. O problema é que isso não leva você nem a mim a lugar nenhum. Somos mãe e filho.

— Sim, mãe, somos mãe e filho, mas é mais forte do que eu. De novo, me perdoa.

— Tudo bem. Vou te propor uma coisa: durante os dias que restam das nossas férias, sem esquecer que somos mãe e filho, vamos nos soltar os dois. Que cada um aja sem inibições. Vamos tentar agir mais livremente, nós dois.

— Fechado, mãe.

Já era quase de madrugada e voltamos para o hotel.

Eu não tinha me acalmado, só me sentia mais livre para agir.

Mãe não foi ao banheiro para se trocar. Ela se despiu com toda a naturalidade, ficando só de fio dental e me mostrando os peitos coroados com uns mamilos marrons.

— Gabriel, estou com calor e vou dormir assim. Te incomoda?

— De jeito nenhum, mãe. Pelo contrário, adoro te ver assim. Nunca te vi tão pelada.

— Se você tem interesse em me ver nua, tiro a calcinha também — disse ela rindo.

— Não é má ideia. Eu tiro a cueca — respondi.

— Como se fosse me assustar. Já te vi pelado muitas vezes. Quem você acha que trocava sua fralda quando você era pequeno?

— Quando eu era pequeno. Coisinhas, agora que você é grande pode mudar coisas grandes.

Ela se jogou em cima de mim pra fazer cócegas, os peitos nus dela dançavam na minha frente, sem querer ficaram bem perto dos meus lábios, e eu, sem pensar, beijei um dos mamilos dela.

— Gabriel, você tá passando dos limites — ela disse num tom mais de brincadeira do que de bronca.

Sem querer, ela estava sentada em cima da minha pica, só a tecido macio da calcinha fio dental dela e a minha cueca nos separavam.

Quando me toquei do que tava rolando, o pau endureceu e a cabeça apareceu por cima do elástico da cueca.

— Olha o bebê, olha como ele fica — ela disse rindo.

Não consegui me segurar, com uma mão agarrei suas costas e com a outra a nuca dela, puxei ela pra perto e grudei nos lábios dela.

Ela tentou se soltar, mas não conseguiu, na resistência ela abriu um pouco a boca e aproveitei pra meter minha língua dentro. Ela ficou parada e me olhou como quem pergunta o que tava rolando. Eu continuei com o beijo e ela foi abrindo mais a boca, e a língua começou a brincar com a minha.

Com isso, quebramos nossos limites.

Mamãe me perguntou até onde eu queria chegar.

— Não sei, mãe, mas seus beijos me deixaram louco, gostei pra caralho.

Segurando meu pau por cima da cueca, ela disse: — Já vi que você gostou mesmo.

Girei com ela, deixando ela debaixo de mim.

Mexi a cintura ritmadamente e esfreguei a pica na virilha dela, ela mexia o quadril como se estivesse empurrando de volta.

Desci a mão e, por cima da calcinha fio dental, comecei a acariciar a buceta dela. Tava molhada.

Com cuidado, deslizei os dedos por baixo do elástico e as carícias agora eram direto no clitóris dela.

Ela continuava acariciando meu pau, mas agora também por baixo da cueca.

Com a outra mão, ela puxou a única peça que eu tava usando e me deixou totalmente pelado.

Eu fiz o mesmo com ela.

Me levantei, queria admirar mamãe completamente nua como nunca tinha visto.

Minha mãe era uma... Mulher muito gostosa, o que eu via me excitava ainda mais. Os peitos dela, de tamanho normal e coroados por umas auréolas de um marrom bem acentuado, terminavam em uns mamilos longos e grossos. A barriga dela era lisa e a buceta era coroada por uma moita de pelos bem grossa e finamente aparada, de um jeito que não passava do biquíni dela.

Me agarrei nos dois mamilos dela, com desespero. A situação de encontrar a mamãe pelada, em vez de me inibir, me excitava mais.

Depois de uns minutos chupando com desespero os mamilos dela e amassando os peitos dela, voltei pros lábios dela. Ela respondeu de novo aos meus beijos e, sem saber como, me vi com meu pau penetrando a buceta bem lubrificada dela. Aí eu tomei consciência do que a gente tava fazendo. Não parei, comecei um movimento de entra e sai. Mamãe, entre gemidos e suspiros, pedia pra eu parar.

— Não, Gabriel, isso é uma loucura, para.
— Não, Gabriel, para.
— Não, mamãe, não consigo, não consigoooo.
Ela parou de pedir pra eu parar. Com as pernas dela, me envolveu a cintura e me apertou mais contra ela.

Não lembro quanto tempo a gente durou, só sei que os dois gozamos quase juntos. Primeiro ela e, na hora, eu. Os gemidos dela e as contrações da buceta me fizeram gozar.

Ficamos os dois deitados na cama minúscula da mamãe. Nenhum dos dois disse nada. Eu não tinha coragem. Com certeza ela ia me expulsar de casa pelo que aconteceu.

Ela, depois eu descobri, por vergonha.

Ficamos assim um tempão.

Mamãe se levantou sem me olhar e foi pro banheiro. Lá, se trancou pra chorar.

Eu fui pra minha cama, vesti a cueca e me cobri até a cabeça. Tava com vergonha do que tinha feito.

Umas hora depois, ela saiu do banheiro, recém-tomada banho e com os olhos vermelhos de tanto chorar. Me pediu pra fazer minha mala porque a gente voltava pra casa. As férias acabaram bem antes do previsto.

Pedi, implorei, supliquei pra ela não tomar nenhuma decisão a quente. A decisão tá tomada, a gente volta pra casa e vê como resolver isso. Me deixei levar e olha no que deu.

A viagem de volta foi em silêncio, nem ela nem eu tínhamos coragem de falar, muito menos de olhar nos olhos um do outro. Nós dois nos sentíamos culpados pelo que aconteceu: ela por ser a adulta que não soube botar um freio na situação, e eu por pensar que, de alguma forma, tinha violado uma mulher — e que essa mulher era minha mãe.

Em Buenos Aires, os dias passavam e a lembrança daquela noite não parava de rondar minha cabeça. Eu tinha sentimentos contraditórios: de um lado, a culpa; do outro, o prazer que encontrei naquela situação de tesão proibido.

Minha mãe continuava sem me olhar nos olhos e me evitando. Eu não tinha ninguém pra me abrir e confessar o que rolou. Não podia contar nem pro meu melhor amigo.

Depois de 15 dias do ocorrido, e diante da situação que se criou, decidi que era com a minha mãe que eu precisava falar.

Naquela tarde, quando mamãe voltou do trabalho e se trancou no quarto até a hora do jantar — atitude que ela tinha desde que voltamos de Mar del Plata —, bati na porta e entrei. Encontrei ela deitada na cama, com a luz apagada e ainda com a roupa do trabalho.

— Mamãe, a gente precisa conversar. Não dá pra continuar assim. Quero te pedir perdão pelo que fiz. Tô arrependido de ter me deixado levar pelo tesão do momento.

— Gabriel, fui eu quem te levou pra essa situação. Quem tem que perdoar é você. Minha obrigação como adulta e mãe era não ter chegado a esse extremo. E me sinto ainda mais culpada porque eu gozei. Desde que seu pai foi embora, não tinha ficado com nenhum homem. E naquele momento, eu te vi não como meu filho, mas como o homem que eu desejava.

— Sabe de uma coisa, mamãe? Nenhuma mulher me fez tão feliz quanto você. Nenhuma das garotas com quem transei me fez gozar tanto quanto você. Quando penso no que aconteceu, às vezes sinto muita culpa, mas... momentos
a lembrança do que aconteceu me dá um prazer imenso.

Não podemos continuar vivendo assim.

Você tem razão, não podemos continuar vivendo assim, vamos tentar esquecer o passado. Me abraça, Gabriel.

Eu a abracei bem forte e quis dar um beijo na bochecha dela, mas sem perceber, ela virou a cabeça e eu beijei seus lábios fechados.

Ficamos nos olhando, um de frente pro outro, e sem pensar, peguei ela pelos ombros, puxei pra perto de mim e dei um beijo com toda minha boca e língua, ela abriu a boca e começou a me beijar com toda paixão dela.

Mãe, descobri que te amo, não só como mãe, mas como mulher.

Eu também te amo, Gabriel, como filho e como homem, depois do que aconteceu em Mar del Plata, não fui mais a mesma. Me abraça e faz amor comigo.

Minha mãe disse o que eu menos esperava.

Não hesitei nem um segundo, abracei ela e comecei a beijá-la com toda minha paixão, ela correspondeu do mesmo jeito.

Por cima da blusa dela, acariciei os peitos dela, depois comecei a desabotoar a blusa e ela ficou só de sutiã. Por cima dele, comecei a beijar os bicos dos peitos dela com desespero, ela num movimento rápido tirou o sutiã também e deixou os peitos dela livres.

Olhei pra ela e perguntei inocente: posso?

Sim, meu amor, sou toda sua.

Ela tirou minha camiseta e começou a desabotoar minha calça. Rapidamente fiquei pelado na frente dela.

Não sei em que momento ela também ficou pelada na minha frente. Dessa vez não foi o álcool, dessa vez foi o amor.

Não jantamos, passamos a noite toda fazendo amor, mamãe se entregou por completo e gozou, assim como eu, do sexo mais maravilhoso.

Descobri com quanta doçura ela fazia sexo oral, e com quanto ardor ela respondia quando eu fazia o mesmo nela. Antes de penetrar ela, teve dois orgasmos fruto da minha língua. A buceta dela se inundou de um suco delicioso que eu não desperdicei.

Ela, por sua vez, me fez gozar na boca dela e saboreou tudo. meu
sêmen.

Depois desses primeiros orgasmos, ela me deitou de barriga pra cima e subiu
de um jeito que meu pau penetrou ela por completo. Assim ela cavalgou em mim
com desespero. Os peitos dela subiam e desciam no ritmo enquanto eu
beliscava os bicos dos peitos dela.

Ela teve outro orgasmo, dessa vez junto com o meu.

Lá pelas três da madrugada a gente caiu no sono bem
abraçados e pelados.

Na manhã seguinte, ela ligou pro trabalho dela dizendo que não ia
trabalhar.

Passamos o dia inteiro na cama, só levantamos pra
recuperar as energias com um almoço rápido. Depois disso, voltamos pra cama e
continuamos nos amando com todo o nosso tesão.

Hoje, de portas fechadas, depois de três anos, somos
um casal muito feliz e temos como projeto de vida, como eu falei no
começo, ir pra algum lugar onde ninguém nos conheça e poder viver abertamente
nosso amor e prolongá-lo com filhos.

Minha mãe ainda é jovem, tem 41 anos.


Bom, essa foi mais uma leva dos contos de incesto que eu tanto amo, embora nunca tenha feito, vontade não me falta... bom, éhhhh... obrigado por tirarem um tempo pra ler o conto, espero que tenham gostado e que, se puderem, deixem pontos... até a próxima...

Comentários em Destaque

Que exitante historia, prefiero mil veces leer algo asi, que ver un video o una pelicula pornografica..

Porque uno recrea en su cabeza la historia con las dimensiones perfectas de los personajes.

Corrijanme si me equivoco con mi reflexion..
tal cual amigo.. pienso igual que vos... aguanten los relatos

37 comentários - História gostosa de mãe e filho

Aveces es bueno entrar a los post de algún lector 😉

Besos y gracias por compartir XDDDD

A Fav !!
muy buen relato ya lo habia leido en otro lado
adan16 dijo:
@adictoalapaja Que exitante historia, prefiero mil veces leer algo asi, que ver un video o una pelicula pornografica.. Porque uno recrea en su cabeza la historia con las dimensiones perfectas de los personajes. Corrijanme si me equivoco con mi reflexion..


no te equivocas eso es el poder de la imaginacion que es mejor k ver peliculas porno k sabemos k son historias ficticesa y con esto aunque lo fuesen se siente algo de realidad en ello........



digo lo mismo excelente relato esto es mejor que fotos y que vídeos, pues la lectura te lleva al mundo de la imaginación. 😉
excelente me masturbe viendo la parte en donde hiciste la descripción seria bueno sacar una revista cada 45 días con historias como estas 😛
spinch +1
nose si verlo de esta manera o talvez yo sea muy cerrado, la madre y el hijo no tienen codigo, que le van a decir a su hijo .. yo soi tu papa y a la vez soy tu hno o soy tu madre y a la vez soy tu abuela., los dos son unos mounstros a mi parecer...
Buena historia, a veces las cosas pasan como destino, sin que uno lo tenga pensado. Hay que recomendar que suban fotos.
Muyy buen relatoo me re calento.. y es verdad no hay mejor cosa q leer antes q mirar la cabeza se me fue a la mierdaa.... dejo puntosss
Waaaaaaaaaa gran historia si supieran todo el animo que me dio mientras describía a la mujer
Me encanto. Aunque no comparto el complejo de edipo me parecio muy exitante la historia, te dejo un par de puntos.
´´La decisión está tomada, volvemos a casa y veremos como
resolvemos esto, me dejé llevar y mirá como terminamos. ´´
aqui entra el famoso dicho q el ´´si´´ de las mujers es ´´no´´, y el ´´no´´ es ´´si``.
ahi deberias haberte acercado a ella, tomarle la cara, decirle lo q sientes, y lo q puedes hacer x ella, besarla..... q ricoooooo
excelente 🤘 🤘 🤘 🤘 🤘 🤘 🤘
Ufff vaya si me dejó caliente esto. Servirá para la próxima paja XD.
Magnifico relato, quiero leer mas de tus obras......Me calenté y unas gotas caian de mi pene pero no se me paró por fálido y viejo......
Hermoso relato imaginen llevar algo asi a 1 pelicula