Olá, pessoal do Poringa! Outro dia tava navegando na net e me deparei com esse conto. Espero que vocês gostem.A história que vou contar é verdadeira e aconteceu quando eu tinha 18 anos.
Sou baixinha, um metro e cinquenta e cinco, mas tenho um belo par de peitos e uma bunda empinada que faz todo mundo virar o pescoço pra olhar. Eu adoro isso e me faz sentir muito bem.
Bom, voltando à história, tinha acabado de fazer 18 anos e meus peitos tinham brotado faz pouco. Antes eu era reta, mas de repente, em poucos meses, percebi que as pessoas, principalmente os caras da escola, me olhavam diferente. Quando criança, fiz balé por vários anos, o que me deu elasticidade e um belo par de pernas. Na escola, eu era esportista e adorava participar das corridas, até que um dia, no meio de uma competição, notei que os garotos me olhavam e aplaudiam ao ver o balanço dos meus peitos, grandes e durões, que com o calor e o suor ficavam transparentes na camiseta que eu vestia. Naquele dia, senti um pouco de vergonha, mas muito prazer e gosto ao ver que meu corpo agradava, principalmente aos caras.
Tenho um irmão 4 anos mais velho que eu, e minha mãe trabalhava o dia todo pra trazer a grana necessária pras despesas de casa. Meu pai tinha ido embora há vários anos, e era ela quem cuidava do orçamento da casa.
No verão, que era época de férias, e em Lima é forte e úmido, eu adorava tirar uma soneca, ou seja, dormir umas duas horas depois do almoço, até passar um pouco o calor, pra poder sair com os amigos mais tarde. Eu tirava a soneca completamente pelada, pois tinha meu próprio quarto e lá fechava a porta, com uma musiquinha embalando meu sono. Minha casa era antiga e as fechaduras tinham um buraco pra chave. Uma tarde, eu estava dormindo e senti um leve murmúrio que fez eu entreabrir os olhos, e percebi que tinha alguém atrás da porta. Achei que era o César, meu irmão de 14 anos. No começo, me senti muito envergonhada, mas a ideia de que ele estava me olhando me fez sentir muito Bem, tô excitada, pensando que alguém gostava do meu corpo. Deixei ele olhar, e ainda me mexi fingindo que tava dormindo pra dar uma visão melhor da minha bunda e da minha buceta. Depois de um tempo, ouvi um barulho ritmado que ia acelerando. O César tava se masturbando, e isso me fez sentir nas nuvens, até me molhei só de imaginar.
O César era um cara legal e adorava pegar onda, surfar, e por isso tinha um corpo musculoso e bronzeado pelo sol, igual os amigos dele surfistas, todos mais velhos que eu, eram grandes e fortes. Os amigos dele sempre iam lá em casa e falavam coisas gostosas pra mim, sempre contando como pegavam as minas e tal.
Bom, continuo a história. O César continuou olhando tarde após tarde pra irmãzinha querida dele, peladinha com a bunda empinada e me mexendo pra ele ver também meus peitões, que naquela época tinham um mamilo rosado e pequeno. Ele sempre me agradecia batendo uma punheta que, só de imaginar, me fazia ficar toda molhada. Até em algumas ocasiões, fingindo que esquecia, deixava a porta encostada, e dava pra ver ele espiando e se aproximando com um certo medo perto de mim, e via ele se masturbando do mesmo jeito, tentando não fazer barulho.
Numa ocasião em que eu tava fingindo que dormia e ele tava no meu quarto, senti ele tocar de leve na minha buceta, que já tava molhada, dei um pulo e ele se assustou e quis fugir, mas já era tarde. Ele pensou que eu ia ficar brava, mas não, falei que sabia que ele fazia isso há um tempinho, e que se não me tocasse, podia olhar tudo o que quisesse.
Foi assim que me acostumei a ser vista pelada por ele, e a vê-lo bater punheta na minha frente. Isso me dava tesão. Ele me olhava toda, os peitos, a bunda, a buceta. Às vezes eu abria meus lábios vaginais e até meu cu, e ele agradecia com mais uma punheta.
Uma tarde, quando eu tava tirando um cochilo, ouvi barulhos atrás da porta, achei que era o César, e me chamou a atenção ele não entrar como de costume. Costume enquanto eu dormia. Percebi que tinha mais de uma pessoa atrás da porta, continuei dormindo, ou melhor, fingindo que tava dormindo. Mexi meu corpo pra destacar bem minha bunda e depois virei devagar pra eles verem meus peitos. Senti movimentos de gente se masturbando. Não falei nada, porque a situação me excitou pra caralho.
À noite, antes da minha mãe chegar, comigo e o César sozinhos em casa, ele tava nervoso, parecia que queria me contar algo. Eu tava tranquila, esperando ele falar, e ele disse: "Irmãzinha, tenho que te contar a verdade. Hoje trouxe o Beto, o Rodri e o Sebas aqui depois de correr de skate, e lembrei que você tava descansando. Você sabe que eles te admiram e são loucos por você desde sempre, e me pediram se podiam dar uma olhadinha enquanto você dormia. Eles não sabiam que você dorme pelada. Falei que não, mas cada um me ofereceu um sol pra te ver, e, bom, um sol é um sol, não pude recusar. Só te olharam por um minuto, juro, mas os três se masturbaram, e eu junto com eles."
"Tá bom, César", falei, "isso era só pra você, mas dessa vez vou deixar passar." Falei assim, mesmo no fundo me sentindo excitada e molhada imaginando quatro caras gostosos se masturbando por minha causa.
"O problema", ele disse, "é que agora eles me ofereceram 5 conto cada um se amanhã puderem entrar no seu quarto e te ver de perto, sem te tocar, irmãzinha, por favor, te imploro. Foda-se a metade, mas por favor, faz isso." Me deu risada a proposta dele de dividir o butim.
Com isso, não pude recusar. Me excitava pra caralho pensar que quatro caras fortes iam me ver nua.
Me depilei os poucos pelinhos e no dia seguinte não tava com fome, só queria que a hora chegasse. No fim, comi algo leve, fui pro meu quarto, me despi, coloquei uma música e esperei, esperei. Como eles não vinham, acabei dormindo de verdade. Algo me acordou pouco depois, entreabri os olhos e vi quatro caras grandes e fortes me olhando. cuca, meus peitos, e admirando minhas pernas. Sorri por dentro e depois de um momento, devagarzinho, fui me virando pra eles poderem apreciar minha bunda redonda, me mexi tentando parar pra que pudessem ver até os lábios da buceta abertos e talvez um pouco do meu cu. Adorava poder dar esse show pra eles, depois voltei suavemente pra posição inicial e vi os 4 se masturbando e gozando ao mesmo tempo. Isso foi o máximo, me deixou toda molhada, inclusive um deles, o Beto, percebeu que meus lábios da buceta estavam soltando uma gotinha e não aguentou, me deu uma lambidinha suave.
Depois que gozaram se masturbando, respeitosamente me deixaram em paz e foram embora, e eu me masturbei que nem uma louca desesperada, com um gosto de homem, algo que eu tava descobrindo agora.
De noite, o César voltou pra casa e quis me dar metade do que ganhou. Aceitei, e ele disse que eu tinha sido espetacular. Que os amigos dele queriam repetir no dia seguinte, mas queriam te tocar. Eu disse pra eles que você tinha o sono pesado.
Vou pensar, foi tudo que respondi.
Na tarde seguinte, os 4 apareceram de novo, eu tava nua e fingia que tava dormindo. Dava pra ver eles ansiosos, loucos pra me tocar, até que o Beto criou coragem. Acariciou minhas costas e eu senti uma eletricidade passando. O Rodri foi mais ousado, me tocou as nádegas e foi deslizando a mão até meus lábios da buceta, que já tavam molhados. Isso me deu outro choque. O Sebas, mais tímido que os outros, não se atrevia a me tocar, os amigos dele cochichavam pra ele ir em frente, mas no fim ele teve outra ideia: baixou a calça, puxou o pau e começou a passar ele nas minhas nádegas e na minha racha. Essa sensação era nova pra mim, e me deu um pouco de medo.
Preciso dizer que eu era virgem e nunca tinha tido nada dentro de nenhum dos meus buracos. Também preciso dizer que nessa altura do campeonato, eu não conseguia mais fingir que tava dormindo, então abri os olhos e falei: Belezuras, façam. Comigo podem fazer o que quiserem, mas não enfiem nada na minha buceta, que sou virgem e quero continuar sendo.
No começo eles se assustaram, mas ao me ver tão excitada e gostosa, continuaram com as apalpadelas, me falavam coisas lindas, que eu era a mulher mais incrível do mundo, que estavam apaixonados por mim, que me amavam, que sempre seriam meus escravos. Seguiram assim até que Sebas, sem querer, começou a lamber minha buceta e com o dedo começou a fazer cócegas no meu cu. Não sei como, mas com a saliva dele, meus suquinhos e o dedo dele girando, meu cu foi se dilatando e dilatando, até que Sebas tentou enfiar o pau dele, foi difícil, mas ele conseguiu, doeu, pra ser sincera, mas não era uma dor de matar, mal entrou, ele gozou, parecia que tava muito excitado. Ele tirou na hora, e meu próprio irmãozinho César me perguntou se ele também podia enfiar. Vai em frente, bebê, eu disse e sem muita enrolação já tava sendo empalada pelo meu próprio irmão, que também gozou rapidinho. Depois veio Rodri, que demorou um pouco mais e insistia primeiro em enfiar o pau na minha buceta, coisa que não aceitei, então ele me beijou muito gostoso, com a língua toda dentro da minha boca, e depois suavemente foi enfiando o pau dele no meu cu. Eu continuava me masturbando na frente deles, já tinha perdido a vergonha e a única coisa que queria era sentir todo aquele prazer que eles me davam, além disso me faziam sentir como uma abelha rainha cercada de zangões.
Por último foi a vez do Beto, ele era um pouco mais alto que os amigos, e também tinha o pau maior e mais grosso, foi bom que os outros tinham deixado o caminho lubrificado, porque entrou no aperto e me fez sentir muito gostoso, pois enquanto me bombava no cu, com os dedos me tocava o clitóris. Foi uma delícia. Ao mesmo tempo, meu irmãozinho César tava de pau duro e colocou perto da minha boca, o que eu aproveitei lambendo e conhecendo. Era a primeira vez que eu beijava o pau de alguém.
Foi uma experiência linda, meu cu ficou Dolorido, minha buceta intacta e eu muito feliz de ter ficado com esses caras. Pra ser sincera, acho que naquela oportunidade eu devia ter dado minha buceta também, e não perder tantas chances por querer entregar só pra pessoa amada.
Essa experiência a gente continuou fazendo durante o verão inteiro.
Os anos passaram e a gente não se vê mais, mas eu sempre lembro daquele verão como o mais excitante da minha vida, sendo uma rainha pra 4 caras.Espero que tenham gostado, não esqueçam de comentar! Muito obrigado!
Sou baixinha, um metro e cinquenta e cinco, mas tenho um belo par de peitos e uma bunda empinada que faz todo mundo virar o pescoço pra olhar. Eu adoro isso e me faz sentir muito bem.
Bom, voltando à história, tinha acabado de fazer 18 anos e meus peitos tinham brotado faz pouco. Antes eu era reta, mas de repente, em poucos meses, percebi que as pessoas, principalmente os caras da escola, me olhavam diferente. Quando criança, fiz balé por vários anos, o que me deu elasticidade e um belo par de pernas. Na escola, eu era esportista e adorava participar das corridas, até que um dia, no meio de uma competição, notei que os garotos me olhavam e aplaudiam ao ver o balanço dos meus peitos, grandes e durões, que com o calor e o suor ficavam transparentes na camiseta que eu vestia. Naquele dia, senti um pouco de vergonha, mas muito prazer e gosto ao ver que meu corpo agradava, principalmente aos caras.
Tenho um irmão 4 anos mais velho que eu, e minha mãe trabalhava o dia todo pra trazer a grana necessária pras despesas de casa. Meu pai tinha ido embora há vários anos, e era ela quem cuidava do orçamento da casa.
No verão, que era época de férias, e em Lima é forte e úmido, eu adorava tirar uma soneca, ou seja, dormir umas duas horas depois do almoço, até passar um pouco o calor, pra poder sair com os amigos mais tarde. Eu tirava a soneca completamente pelada, pois tinha meu próprio quarto e lá fechava a porta, com uma musiquinha embalando meu sono. Minha casa era antiga e as fechaduras tinham um buraco pra chave. Uma tarde, eu estava dormindo e senti um leve murmúrio que fez eu entreabrir os olhos, e percebi que tinha alguém atrás da porta. Achei que era o César, meu irmão de 14 anos. No começo, me senti muito envergonhada, mas a ideia de que ele estava me olhando me fez sentir muito Bem, tô excitada, pensando que alguém gostava do meu corpo. Deixei ele olhar, e ainda me mexi fingindo que tava dormindo pra dar uma visão melhor da minha bunda e da minha buceta. Depois de um tempo, ouvi um barulho ritmado que ia acelerando. O César tava se masturbando, e isso me fez sentir nas nuvens, até me molhei só de imaginar.
O César era um cara legal e adorava pegar onda, surfar, e por isso tinha um corpo musculoso e bronzeado pelo sol, igual os amigos dele surfistas, todos mais velhos que eu, eram grandes e fortes. Os amigos dele sempre iam lá em casa e falavam coisas gostosas pra mim, sempre contando como pegavam as minas e tal.
Bom, continuo a história. O César continuou olhando tarde após tarde pra irmãzinha querida dele, peladinha com a bunda empinada e me mexendo pra ele ver também meus peitões, que naquela época tinham um mamilo rosado e pequeno. Ele sempre me agradecia batendo uma punheta que, só de imaginar, me fazia ficar toda molhada. Até em algumas ocasiões, fingindo que esquecia, deixava a porta encostada, e dava pra ver ele espiando e se aproximando com um certo medo perto de mim, e via ele se masturbando do mesmo jeito, tentando não fazer barulho.
Numa ocasião em que eu tava fingindo que dormia e ele tava no meu quarto, senti ele tocar de leve na minha buceta, que já tava molhada, dei um pulo e ele se assustou e quis fugir, mas já era tarde. Ele pensou que eu ia ficar brava, mas não, falei que sabia que ele fazia isso há um tempinho, e que se não me tocasse, podia olhar tudo o que quisesse.
Foi assim que me acostumei a ser vista pelada por ele, e a vê-lo bater punheta na minha frente. Isso me dava tesão. Ele me olhava toda, os peitos, a bunda, a buceta. Às vezes eu abria meus lábios vaginais e até meu cu, e ele agradecia com mais uma punheta.
Uma tarde, quando eu tava tirando um cochilo, ouvi barulhos atrás da porta, achei que era o César, e me chamou a atenção ele não entrar como de costume. Costume enquanto eu dormia. Percebi que tinha mais de uma pessoa atrás da porta, continuei dormindo, ou melhor, fingindo que tava dormindo. Mexi meu corpo pra destacar bem minha bunda e depois virei devagar pra eles verem meus peitos. Senti movimentos de gente se masturbando. Não falei nada, porque a situação me excitou pra caralho.
À noite, antes da minha mãe chegar, comigo e o César sozinhos em casa, ele tava nervoso, parecia que queria me contar algo. Eu tava tranquila, esperando ele falar, e ele disse: "Irmãzinha, tenho que te contar a verdade. Hoje trouxe o Beto, o Rodri e o Sebas aqui depois de correr de skate, e lembrei que você tava descansando. Você sabe que eles te admiram e são loucos por você desde sempre, e me pediram se podiam dar uma olhadinha enquanto você dormia. Eles não sabiam que você dorme pelada. Falei que não, mas cada um me ofereceu um sol pra te ver, e, bom, um sol é um sol, não pude recusar. Só te olharam por um minuto, juro, mas os três se masturbaram, e eu junto com eles."
"Tá bom, César", falei, "isso era só pra você, mas dessa vez vou deixar passar." Falei assim, mesmo no fundo me sentindo excitada e molhada imaginando quatro caras gostosos se masturbando por minha causa.
"O problema", ele disse, "é que agora eles me ofereceram 5 conto cada um se amanhã puderem entrar no seu quarto e te ver de perto, sem te tocar, irmãzinha, por favor, te imploro. Foda-se a metade, mas por favor, faz isso." Me deu risada a proposta dele de dividir o butim.
Com isso, não pude recusar. Me excitava pra caralho pensar que quatro caras fortes iam me ver nua.
Me depilei os poucos pelinhos e no dia seguinte não tava com fome, só queria que a hora chegasse. No fim, comi algo leve, fui pro meu quarto, me despi, coloquei uma música e esperei, esperei. Como eles não vinham, acabei dormindo de verdade. Algo me acordou pouco depois, entreabri os olhos e vi quatro caras grandes e fortes me olhando. cuca, meus peitos, e admirando minhas pernas. Sorri por dentro e depois de um momento, devagarzinho, fui me virando pra eles poderem apreciar minha bunda redonda, me mexi tentando parar pra que pudessem ver até os lábios da buceta abertos e talvez um pouco do meu cu. Adorava poder dar esse show pra eles, depois voltei suavemente pra posição inicial e vi os 4 se masturbando e gozando ao mesmo tempo. Isso foi o máximo, me deixou toda molhada, inclusive um deles, o Beto, percebeu que meus lábios da buceta estavam soltando uma gotinha e não aguentou, me deu uma lambidinha suave.
Depois que gozaram se masturbando, respeitosamente me deixaram em paz e foram embora, e eu me masturbei que nem uma louca desesperada, com um gosto de homem, algo que eu tava descobrindo agora.
De noite, o César voltou pra casa e quis me dar metade do que ganhou. Aceitei, e ele disse que eu tinha sido espetacular. Que os amigos dele queriam repetir no dia seguinte, mas queriam te tocar. Eu disse pra eles que você tinha o sono pesado.
Vou pensar, foi tudo que respondi.
Na tarde seguinte, os 4 apareceram de novo, eu tava nua e fingia que tava dormindo. Dava pra ver eles ansiosos, loucos pra me tocar, até que o Beto criou coragem. Acariciou minhas costas e eu senti uma eletricidade passando. O Rodri foi mais ousado, me tocou as nádegas e foi deslizando a mão até meus lábios da buceta, que já tavam molhados. Isso me deu outro choque. O Sebas, mais tímido que os outros, não se atrevia a me tocar, os amigos dele cochichavam pra ele ir em frente, mas no fim ele teve outra ideia: baixou a calça, puxou o pau e começou a passar ele nas minhas nádegas e na minha racha. Essa sensação era nova pra mim, e me deu um pouco de medo.
Preciso dizer que eu era virgem e nunca tinha tido nada dentro de nenhum dos meus buracos. Também preciso dizer que nessa altura do campeonato, eu não conseguia mais fingir que tava dormindo, então abri os olhos e falei: Belezuras, façam. Comigo podem fazer o que quiserem, mas não enfiem nada na minha buceta, que sou virgem e quero continuar sendo.
No começo eles se assustaram, mas ao me ver tão excitada e gostosa, continuaram com as apalpadelas, me falavam coisas lindas, que eu era a mulher mais incrível do mundo, que estavam apaixonados por mim, que me amavam, que sempre seriam meus escravos. Seguiram assim até que Sebas, sem querer, começou a lamber minha buceta e com o dedo começou a fazer cócegas no meu cu. Não sei como, mas com a saliva dele, meus suquinhos e o dedo dele girando, meu cu foi se dilatando e dilatando, até que Sebas tentou enfiar o pau dele, foi difícil, mas ele conseguiu, doeu, pra ser sincera, mas não era uma dor de matar, mal entrou, ele gozou, parecia que tava muito excitado. Ele tirou na hora, e meu próprio irmãozinho César me perguntou se ele também podia enfiar. Vai em frente, bebê, eu disse e sem muita enrolação já tava sendo empalada pelo meu próprio irmão, que também gozou rapidinho. Depois veio Rodri, que demorou um pouco mais e insistia primeiro em enfiar o pau na minha buceta, coisa que não aceitei, então ele me beijou muito gostoso, com a língua toda dentro da minha boca, e depois suavemente foi enfiando o pau dele no meu cu. Eu continuava me masturbando na frente deles, já tinha perdido a vergonha e a única coisa que queria era sentir todo aquele prazer que eles me davam, além disso me faziam sentir como uma abelha rainha cercada de zangões.
Por último foi a vez do Beto, ele era um pouco mais alto que os amigos, e também tinha o pau maior e mais grosso, foi bom que os outros tinham deixado o caminho lubrificado, porque entrou no aperto e me fez sentir muito gostoso, pois enquanto me bombava no cu, com os dedos me tocava o clitóris. Foi uma delícia. Ao mesmo tempo, meu irmãozinho César tava de pau duro e colocou perto da minha boca, o que eu aproveitei lambendo e conhecendo. Era a primeira vez que eu beijava o pau de alguém.
Foi uma experiência linda, meu cu ficou Dolorido, minha buceta intacta e eu muito feliz de ter ficado com esses caras. Pra ser sincera, acho que naquela oportunidade eu devia ter dado minha buceta também, e não perder tantas chances por querer entregar só pra pessoa amada.
Essa experiência a gente continuou fazendo durante o verão inteiro.
Os anos passaram e a gente não se vê mais, mas eu sempre lembro daquele verão como o mais excitante da minha vida, sendo uma rainha pra 4 caras.Espero que tenham gostado, não esqueçam de comentar! Muito obrigado!
3 comentários - Rainha para 4